65% dos micro e pequenos empresários não pretendem contratar crédito nos próximos três meses, mostra indicador

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 12 jul 2019

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Em cada dez micro e pequenos empresários que atuam no comércio e no ramo de serviços,seis (65%) não planejam contratar crédito para seus negócios em um horizonte de três meses. A constatação é do Indicador de Demanda por Crédito calculado pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito).

O percentual de indecisos saltou de 17% para 24%, ao passo que apenas 11% declararam a intenção de contratar crédito para seus negócios. Puxado pela alta incidência de consumidores reticentes em buscar crédito, o indicador registrou 26,0 pontos em junho, com um pequeno crescimento de apenas 1,0 ponto na comparação com o mês anterior. O número varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo a 100, maior é demanda do empresário por crédito.

A maioria dos que não pretendem contratar crédito diz não ver necessidade (42%) ou então alega ser possível manter a empresa com recursos próprios (40%). Em seguida, aparecem os empresários que justificam devido às altas taxas de juros (25%) e o receio de não ter condições de pagar as prestações no futuro (11%).

O indicador de demanda por crédito tem permanecido em baixo patamar, mesmo após o fim da recessão econômica e sinaliza que a recuperação está distante de atingir um ritmo satisfatório. “A revisão das expectativas sobre o futuro da economia mantem o apetite ao crédito modesto. Mesmo com uma sutil melhora das condições econômicas do país, a demanda por crédito está distante do um nível ideal para induzir o crescimento”, avalia o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

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Lojas físicas com presença na internet vendem mais que e-commerce

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 11 jul 2019

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Um estudo da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM) e outro da Ebit/Nielsen concluiu que lojas físicas com presença on-line vendem mais que lojas presentes somente na web. A pesquisa revela que marcas do varejo tradicional como Casas Bahia e Walmart representam 51% das vendas on-line em relação as marcas restritas ao serviço de e-commerce, como Netshoes e Submarino.

Para a professora Alessandra de Paula, coordenadora do curso de Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter, isso demonstra que as lojas físicas são estratégias complementares às vendas on-line e não canais concorrentes. “Podemos perceber que a loja física, que também está presente na web, acaba trazendo uma melhor experiência para o cliente por meio da operação omnichannel [integração entre as lojas físicas, virtuais e compradores], permitindo que se compre on-line e retire na loja ou experimente na loja e compre on-line, facilitando também o processo de troca”.

Segundo a especialista, em geral as marcas tradicionais são consolidadas no mercado, com grande força no varejo (muito mais do que as marcas exclusivamente digitais) e normalmente são marketplaces, ou seja, uma só loja virtual com várias empresas — o que aumenta a quantidade de produtos à venda. No entanto, ela explica que o e-commerce é uma ótima alternativa, principalmente para quem está começando um negócio próprio, pois “exige menor investimento que a loja física, rompe as barreiras geográficas, permitindo vendas para outras cidades e até países, e potencializa os resultados da empresa. Além disso, permite que o negócio fique aberto 24 horas por dia durante os 7 dias da semana”.

Alessandra acredita que essa integração entre canais físicos e virtuais será cada vez mais frequente, assim como o uso cada vez maior de tecnologias de atendimento automatizado, como os bots e chatbots [ programas de computador que simulam interação humana com usuários da internet]. “Fora isso, acredito que teremos a eliminação ou redução de intermediários (atacadistas, CDs etc.), uso de inteligência artificial, evolução nas formas de entrega e utilização de “pontos de retirada” de mercadoria — mudanças  que diminuem o preço do frete e tornam a compra do produto mais acessível para o consumidor e menos complicada para as empresas. Outra novidade que deve mudar a forma de comprar on-line deve ser o uso das realidades virtual e aumentada. Assim, o cliente poderá usar o seu celular para testar como uma cor de tinta ficaria na parede de sua sala ou então conferir como um móvel ficaria em determinado espaço de sua casa”, explica a professora.

Pagamento do Abono Salarial ano-base 2017 injeta R$ 17,3 bilhões na economia

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 05 jul 2019

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O Abono Salarial do PIS/Pasep injetou na economia R$ 17,3 bilhões entre julho do ano passado e junho deste ano. O valor corresponde ao pagamento de até um salário mínimo a 22,5 milhões de trabalhadores que receberam o benefício. Isso significa que 91,72%  dos trabalhadores com direito ao Abono Salarial sacaram o dinheiro. Os mais de R$ 17 milhões pagos representam mais de 91% do total que foi disponibilizado em 26 de julho de 2018.

Tinham direito ao abono pessoas que trabalharam formalmente em 2017 com renda mensal média de até dois salários mínimos. Elas tinham que estar inscritas no PIS/Pasep há pelos menos cinco anos, ter trabalhado por, no mínimo, 30 dias em 2017 e terem sido registradas pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O prazo para saque terminou no último dia 28 de junho. Mais de 2 milhões de pessoas não procuraram as agências bancárias para sacar o dinheiro, o que representa cerca de 8% do total originalmente disponível, conforme anunciado em julho de 2018. Mais de R$ 1,3 bilhão retornarão ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), fonte usada para pagamento de benefícios como o abono e o Seguro-Desemprego. O trabalhador que perdeu o prazo para sacar o benefício deverá buscar orientações em uma das unidades de atendimento da Secretaria de Trabalho ou entrar em contato com Central de Atendimento 158 para se informar acerca das medidas que deverá tomar. 

Em cada dez usuários de cartão de crédito, dois são adeptos de bancos digitais

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 03 jul 2019

Os bancos digitais, aqueles que prestam seus serviços pela internet e não necessitam de uma estrutura física da agência, vêm ganhando cada vez mais espaço no país, sobretudo em meio ao enorme potencial do mercado de crédito. É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Entre os consumidores que utilizaram cartão de crédito nos últimos 12 meses, a maioria (76%) foi de instituições de financeiras tradicionais e 36% de lojas varejistas. No entanto, 21% dos entrevistados já adotam cartões de crédito ligados a fintechs ou bancos digitais como meio de pagamento no dia a dia. Número que cresce entre os mais jovens, chegando a representar 32% dos casos.

Os principais atrativos para a escolha do serviço são isenção de anuidade e juros e taxas mais baixas em relação aos bancos tradicionais (54%). Além disso, 49% apontam a vantagem de resolver tudo pelo celular, sem a burocracia do atendimento presencial em uma agência. Outros 41% destacam a aprovação de crédito mais rapidamente e de forma menos burocrática.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o avanço das fintechs reflete as transformações que o segmento de serviços financeiros vem enfrentando atualmente. “O consumidor se tornou mais exigente à medida que passou a ter controle sobre como e quando terá acesso a determinados produtos. Cenário que levou à popularização dos bancos 100% digitais, os quais têm como apelo a oferta de serviços com mais eficiência e melhores taxas”, explica o presidente.

Número de empresas inadimplentes cresce 2,90% em maio

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil, Economia, Geral | Data: 28 jun 2019

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O número de empresas com contas em atraso e inseridas no cadastro de inadimplentes segue crescendo, porém a taxas menores do que aquelas observadas no período mais agudo da crise econômica. De acordo com o indicador calculado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a alta foi de 2,90% na comparação entre maio e o mesmo mês do ano anterior.

Trata-se do menor aumento na quantidade de empresas inadimplentes desde 2011, considerando apenas os meses de maio, quando a alta fora de 13,48%. Em maio de 2018, o crescimento havia sido de 9,37%. Apesar do aumento no número de empresas inadimplentes, houve um pequeno recuo na quantidade de dívidas em atraso no nome de pessoas jurídicas: 0,80% menor em maio frente ao mesmo mês de 2018.

Os dados levam em consideração todas cinco regiões brasileiras e, segundo o indicador, a região em que mais aumentou o número de empresas inadimplentes no último mês foi o Sudeste, com avanço de 5,01% na comparação com igual período de 2018. Em seguida aparece o Sul, que registrou avanço de 2,07% e o Centro-Oeste, cuja alta foi de 1,35%. Já as regiões Nordeste (0,03%) e Norte (0,02%) apresentaram um comportamento estável da inadimplência, sem um crescimento relevante na quantidade de empresas com atrasos.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o cenário econômico ainda adverso afeta a capacidade de pagamento das empresas, assim como a falta de confiança das empresas em contratar crédito. “O faturamento das empresas e a sua capacidade de honrar os compromissos financeiros são impactados pela fraqueza da atividade da economia brasileira, que sofre com alto desemprego e renda reprimida”, explica Pellizzaro Junior.

Sete em cada dez consumidores utilizam smartphone para compras online

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 27 jun 2019

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A popularização dos dispositivos móveis no país tem transformado a forma com que o brasileiro faz suas compras pela internet. É o que aponta um estudo feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Os dados mostram que 86% dos consumidores conectados realizaram ao menos uma aquisição em lojas online nos últimos 12 meses e ossmartphones foram o meio mais utilizado por praticamente sete em cada dez (67%) entrevistados. Em segundo lugar, aparecem os notebooks (39%), seguidos dos desktops ou PCs (39%).

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a participação dos dispositivos móveis nas compras pela internet deve crescer ainda mais, principalmente pela praticidade e agilidade que oferecem. “Com a evolução da tecnologia, comprar pelo celular ficará cada vez mais fácil. O próprio varejo tem pela frente um enorme potencial de desenvolver produtos personalizados e experiências customizadas para esse consumidor”, observa.

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Dois em cada dez consumidores tiveram crédito negado em abril

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Cultura, Economia, Geral | Data: 26 jun 2019

No último mês de abril, 17% dos consumidores brasileiros tiveram crédito negado ao tentarem fazer uma compra a prazo. Dados do Indicador de Uso do Crédito, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostram que a principal razão para a negativa é o fato de estarem com o nome inserido em cadastros de inadimplentes (27%) ou por falta de comprovação de renda (20%). Há também 22% de entrevistados que não souberam o motivo da negativa, 17% que não tinham renda suficiente e 14% que estavam com o limite de crédito excedido.

O Indicador de Uso de Crédito, que busca medir o uso das principais modalidades pelo consumidor, marcou de 31,4 pontos ante 30,2 pontos registrados em março. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior o uso das modalidades; quanto mais distante, menor o uso.

A dificuldade em obter crédito é reafirmada por outros números constatados pelo levantamento. Na avaliação dos entrevistados, o financiamento é a modalidade mais difícil de obter aprovação, com 60% de citações. Nesse caso, apenas 11% consideram o processo fácil. Contratar um empréstimo é considerado difícil para 54% dos consumidores, ao passo que 42% avaliam como complicado obter um cartão de crédito. Já no caso das compras no crediário, 39% classificam como difícil a sua contratação.

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Contrato Social porque é tão importante?

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 17 jun 2019

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Então você deseja abrir uma empresa e não sabe por onde começar, mas de uma coisa tem certeza, vai ser uma sociedade, porque sozinho você pode até ir mais rápido, porém junto com outra ou outras pessoas você vai muito longe. Parabéns Empreendedor, que ótima escolha a sua. Você já sabe que será sociedade, sabe quais são os sócios e agora? Agora você precisa fazer um Contrato Social para esta sociedade. É hora de você buscar um apoio jurídico e redigir um contrato que seja a cara da sua sociedade, que esteja alinhado com todos objetivos da sua empresa. Mas fica tranquilo que irei explicar as principais características do Contrato Social para que você, empreendedor, entenda o porque da necessidade de ter atenção para os mínimos detalhes na abertura da sua empresa.

Podemos afirmar que o Contrato Social é a certidão de nascimento da empresa, pois nele estarão todos os dados básicos do negócio, como os sócios, endereço da sociedade, qual as obrigações de cada sócio, o valor que cada um colocou para abertura da sociedade, as regras para dissolução da sociedade e muitos outros pontos.

No Contrato Social da sociedade podemos inserir por exemplo, quem participa das decisões mais importantes da empresa, como entrada de um novo sócio ou até empréstimos de alto valor e ,ainda, divisão de lucros, dentre outros pontos que são de fundamental importância para a estabilidade da sua empresa.

Imagine a situação, onde um sócio decide sair da sociedade, ou pior, se algum sócio vier a falecer, o que ocorrerá com a empresa? As vezes, estas perguntas não são feitas e consequentemente os resultados são desastrosos para a empresa. A sucessão dos sócios como deve ser feita? Percebam que podemos escrever folhas e mais folhas sobre a necessidade da empresa ter um Contrato Social bem redigido, feito por profissionais especializados no assunto. Entenda que abrir uma empresa e mantê-la “viva” é um grande desafio, principalmente estando em um país repleto de burocracia e normas que na maioria das vezes são feitas para confundir e não esclarecer. Evite, portanto, querer fazer você mesmo seu contrato social, buscando modelos prontos na internet ou na própria junta comercial do seu Estado. Tenha consciência que uma análise jurídica eficiente para o seu negócio, fará com que ele possa estar seguro e você, caro empreendedor, estará livre para pensar na área comercial, logística, financeira, que são as forças motrizes para o seu negócio crescer.

Caio César Almeida

Advogado Tributário e Empresaria

Vendas a prazo no Dia dos Namorados têm leve retração de 0,04%

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 13 jun 2019

A conjuntura econômica atual, que inibe a melhora da confiança do consumidor e vem provocando uma reversão nas expectativas de saída da crise, tem freado uma retomada mais consistente do comércio.

O volume de vendas a prazo na semana que antecedeu o Dia dos Namorados (entre 06 e 12 de junho de 2019) não cresceu, registrando uma pequena variação negativa de 0,04% na comparação com o mesmo período de 2018. Este ano, mais da metade (59%) dos consumidores planejavam pagar os presentes à vista e 39% tinham intenção de parcelar as compras.

Em 2018, houve um crescimento de 3,08% após um ano de forte queda em 2017, que chegou a -7,83%. Em anos anteriores, as variações foram de 3,62% (2016), -0,72% (2015), -5,85% (2014), 6,77% (2013), 3,83% (2012) e -7,69% (211). Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Inadimplente brasileiro deve, em média, R$ 3,2 mil, revela indicador CNDL/SPC Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 12 jun 2019

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Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, em média, as dívidas em atraso dos inadimplentes superam em mais de três vezes o salário mínimo atual do país.

De acordo com o indicador, o inadimplente brasileiro encerrou o último mês de maio com uma dívida média de R$ 3.239,48, somando todas as pendências em seu nome. O valor é 41% maior que a renda média mensal do trabalhador brasileiro (R$ 2.291, segundo o IBGE). Cada consumidor negativado têm, no geral, duas dívidas em aberto.

Embora a somatória da dívida do brasileiro seja elevada, o levantamento mostra que um percentual relevante de pessoas deve quantias que não chegam a quatro dígitos. Em cada dez consumidores que estão com o CPF inscrito na lista de inadimplentes, quatro (37%) devem até R$ 500 e a maioria dos inadimplentes (53%) possui dívidas que não ultrapassam R$ 1.000. Já 20% devem algum valor entre R$ 1.000 e R$ 2.500, ao passo que 16% devem entre R$ 2.500 e R$ 7.500. As dívidas acima de R$ 7.500 são objeto de preocupação para 10% das pessoas que estão negativadas no Brasil.

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Seis em cada dez brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 06 jun 2019

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Ainda em meio a um quadro de atividade econômica desaquecida, o apetite de gastos do brasileiro este ano deve ser mais moderado ao ir às compras no Dia dos Namorados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais mostra que seis em cada dez consumidores (63%) esperam presentear alguém na data, o que representa aproximadamente 98,7 milhões de pessoas — número que se mantém estável na comparação com o ano passado.

Os dados também mostram que em 2018, 57% adquiriram presentes. Para este ano, a expectativa é de que sejam injetados cerca de12,53 bilhões de reais na economia. Em média, o consumidor planeja desembolsar R$ 126,98 com os presentes do Dia dos Namorados, ante R$ 166,87 em 2018 — uma queda de 27,5%, já descontada a inflação acumulada do período. Importante notar que 15% ainda não decidiram o valor que será gasto. Para um terço (34%) dos entrevistados, a intenção é gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 28% mais. Outros 17% esperam diminuir o valor gasto, principalmente as mulheres (26%).  Quanto à forma de pagamento, 59% disseram que pretendem pagar a compra à vista, especialmente em dinheiro (38%) e 39% preferem parcelar.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores garantem que comprarão um único presente, enquanto 27% pretendem adquirir dois ou mais itens. “O país ainda vive os efeitos de um quadro com altos níveis de desemprego e orçamento apertado. Embora para muitos consumidores o momento seja de conter os gastos, esta é uma data importante, em que o ato de presentear acaba sendo uma demonstração de afeto”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Fórum de Economia do Sudoeste da Bahia acontece nesta terça(21)

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Geral, Vit. da Conquista | Data: 20 Maio 2019

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Com uma realização do Movimento Pró Conquistas e do Conselho Regional de Economia, acontece no dia 21 de maio em Vitória da Conquista, o Primeiro Fórum de Economia do Sudoeste da Bahia. O evento é importante para os participantes dialogarem acerca da conjuntura econômica em âmbito municipal/estadual/nacional e os respectivos impactos para os empresários locais.

O objetivo do Fórum é trazer conhecimento sobre  o cenário atual, traçar estratégias e buscar alternativas para ampliar o horizonte, além de contribuir para realização de novos negócios!

Entre os palestrantes estão:Reinaldo Sampaio (presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON); Gustavo Pessoti (diretor da SEI); Roberto Paulo (professor de economia da UESB).

Inscrições poder ser realizadas pelo sitehttp://www.proconquistas.com.br/forum/

Primeiro Fórum de Economia do Sudoeste da Bahia acontece em Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Geral, Vit. da Conquista | Data: 14 Maio 2019

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Com uma realização do Movimento Pró Conquistas e do Conselho Regional de Economia, acontece no dia 21 de maio em Vitória da Conquista, o Primeiro Fórum de Economia do Sudoeste da Bahia. O evento é importante para os participantes dialogarem acerca da conjuntura econômica em âmbito municipal/estadual/nacional e os respectivos impactos para os empresários locais.

O objetivo do Fórum é trazer conhecimento sobre  o cenário atual, traçar estratégias e buscar alternativas para ampliar o horizonte, além de contribuir para realização de novos negócios!

Entre os palestrantes estão:Reinaldo Sampaio (presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON); Gustavo Pessoti (diretor da SEI); Roberto Paulo (professor de economia da UESB).

Inscrições poder ser realizadas pelo sitehttp://www.proconquistas.com.br/forum/

Comércio de Conquista funciona em horário especial para o Dia das Mães

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Geral, Vit. da Conquista | Data: 06 Maio 2019

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O amor de mãe é incondicional. É a forma de amor mais clara e simples de se observar. Nos pequenos gestos, nas preocupações diárias, nos conselhos e até mesmo naquela bronca que no fundo é para o nosso bem.

Dia das Mães é mais do que um dia especial, é o dia de reconhecer que não importa quanto tempo passe, você sempre vai ter um colo para contar sobre seu dia.

E para nenhuma mamãe ficar sem presente, o comércio de Conquista vai funcionar no sábado, 11, véspera do Dia das Mães, das 8h às 18h.

Atividade do comércio cresce 2,33%

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Vit. da Conquista | Data: 27 abr 2019

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Reprodução do site da CDL

Alta é maior do que a observada em março do ano passado. Para especialistas do SPC Brasil, trajetória é de retomada lenta e inadimplência elevada impõe limites a expansão das vendas a prazo

O comércio varejista segue em trajetória de recuperação, mas a passos lentos. Dados apurados pelo Indicador de Atividade do Varejo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que as consultas para vendas a prazo cresceram 2,33% no acumulado em 12 meses até março deste ano. No mesmo período do ano passado, as vendas do segmento haviam crescido 1,49%. Já nos anos anteriores, em plena recessão econômica, os dados estavam no negativo, com queda de -4,49% em 2017, -4,39% em 2016 e -0,84% em 2015.

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O Indicador de Atividade do Comércio é construído a partir do volume de consultas de CPFs e é um termômetro da intenção de compras a prazo por parte do consumidor, abrangendo os segmentos varejistas de supermercados, lojas de roupas, calçados e acessórios, móveis e eletrodomésticos, entre outros.

Outro dado também apurado pelo indicador é o nível de atividade no comércio atacadista. Nesse caso, que não leva em consideração a venda de veículos e motocicletas, o crescimento no acumulado em 12 meses até março foi de 4,73%. O dado sucedesse outras duas altas observadas neste ano, como a expansão de 5,29% em janeiro e 5,66% em fevereiro.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o desempenho das vendas tem esboçado uma reação nos últimos meses, mas apesar da trajetória de recuperação, ainda não retornou para o nível de antes da crise. “A atividade varejista foi impulsionada pela melhora da confiança dos consumidores e dos empresários após o desfecho das eleições, mas ainda enfrentará novos desafios, como a persistência do desemprego em patamar elevado e da massa salarial que somente agora voltou ao patamar pré-crise. A inflação sob controle é um fator positivo para a expansão das vendas, mas a inadimplência limita o acesso das famílias ao crédito, prejudicando as vendas a prazo”, analisa o presidente.

Fonte: CNDL

Cartão de crédito clonado é principal fraude sofrida por consumidores nos últimos 12 meses

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 26 abr 2019

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Reprodução do site da CDL

Quase nove milhões de brasileiros foram vítimas de golpes entre março do ano passado e este ano. SPC Brasil dá dicas para evitar prejuízos com ação de estelionatários e libera monitoramento de CPF gratuito por 30 dias

O cartão de crédito é hoje uma das formas mais populares de pagamento no mundo inteiro, principalmente pelas facilidades que oferece. Mas seu uso exige alguns cuidados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 8,9 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude nos últimos 12 meses, sendo que a maior parte dessas ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartão de crédito.

Já o segundo golpe mais comum observado pelo estudo é o recebimento de boletos falsos, com 13% das menções. Além desses tipos de fraudes, também aparecem clonagem de cartão de débito, contratação de empréstimos e financiamento, todos com o mesmo nível de incidência (11%), respectivamente.

De acordo com o levantamento, metade (48%) das fraudes se deu em transações ou compras feitas pela internet. Outros 20% dos golpes aconteceram nas operações realizadas em agências bancárias ou financeiras e 15% em lojas físicas.  Quanto às principais consequências enfrentadas pelas vítimas de ações fraudulentas estão as compras indevidas em nome da pessoa (37%) e os prejuízos financeiros (24%). Há ainda problemas relacionados à perda de tempo com processos burocráticos para regularizar a situação e a inclusão em cadastros de inadimplentes, deixando a pessoa com o nome sujo e impossibilitando a realização de compras por meio do crédito — ambas situações com 22% das citações.

Crimes como esses podem causar sérios danos ao consumidor que tem suas informações pessoais utilizadas para fins fraudulentos. Na avaliação do superintendente de produtos e operações do SPC Brasil, Nival Martins, os transtornos ocasionados por estelionatários podem comprometer não apenas a saúde financeira dos consumidores que acabam caindo nesses golpes. “Além dos prejuízos financeiros, existe o constrangimento de, muitas vezes, ser incluído indevidamente em cadastros de devedores. Sem contar a burocracia para abrir boletim de ocorrência e avisar os órgãos competentes sobre o ocorrido”, alerta.

SPC Brasil dá dicas para o consumidor evitar risco de fraudes:

  • Antes de fazer qualquer compra, certifique-se sobre a idoneidade do estabelecimento comercial. Pesquise sobre a reputação da empresa e redobre atenção em sites de comércio eletrônico. Os canais de venda virtuais são obrigados a fornecer dados, como razão social, endereço, telefone e CNPJ;
  • Desconfie de produtos com preço muito abaixo do praticado pelo mercado e sempre exija nota fiscal. Essas atitudes resguardam o consumidor, caso ele tenha que fazer uma eventual troca do produto ou venha pedir algum ressarcimento;
  • Nunca forneça dados pessoais ou bancários por telefone. Caso tenha de atualizar algum cadastro, procure pessoalmente a instituição financeira ou ligue diretamente para o serviço de atendimento ao consumidor;
  • Em caso de perda, roubo, furto ou extravio de documentos pessoais, como CPF, CNPJ, certidão de nascimento, cheques e cartões de crédito, é necessário que a vítima realize o Boletim de Ocorrência (B.O.). Com o boletim de ocorrência em mãos, o consumidor deve comparecer, pessoalmente, em um balcão de atendimento do SPC Brasil com um documento de identificação para fazer um ‘Alerta de Documentos’ — serviço que é gratuito.

O SPC Brasil também liberou por 30 dias grátis o ‘SPC Avisa’, que faz o monitoramento de CPFs para evitar fraudes. Com o serviço, o consumidor é avisado por e-mail, em até 24 horas, sobre qualquer movimentação em seu documento, como consultas para a realização de compras a prazo, verificação de nome restrito, inclusão de registros de inadimplência, alteração de dados cadastrais, entre outros.

Fonte: CNDL

5 escolhas inteligentes para mulheres inteligentes

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 17 mar 2019

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Reprodução do site da CDL

Feliz semana da mulher! Preparamos um guia que vai deixá-la ainda mais empoderada financeiramente!


O número de lares brasileiros chefiados exclusivamente por mulheres só aumenta a cada nova pesquisa. Dados de uma pesquisa realizada pela Escola Nacional de Seguros, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2015, quase 30 milhões de famílias tinham as mulheres no comando das finanças e da organização do lar. Ainda de acordo com os dados do IBGE, entre 2001 e 2015 essa proporção mais que dobrou, aumentando 105%.

Se, por um lado, essas estatísticas indicam que as mulheres têm conquistado cada vez mais autonomia e ganhado espaço no mercado de trabalho para desenvolverem suas carreiras, por outro apontam também uma necessidade de aplicação de princípios da educação financeira pelo universo feminino.

Assim como os homens, as mulheres também precisam aprender a poupar, investir, construir reservas e, principalmente, a fazer um uso responsável de seus recursos, sejam elas chefes de família ou não.

A seguir, confira 5 escolhas inteligentes para você ser ainda mais realizada financeiramente:

1a escolha: poupar e investir
Iniciando uma carteira de investimentos
Como investir dinheiro? Investir não é tão complicado quanto algumas pessoas fazem parecer. Com pesquisa e informação você pode dar o primeiro passo sozinha.

…Leia na íntegra

Número de inadimplentes que regularizaram dívidas cresce 11,5%

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 10 mar 2019

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Reprodução do site da CDL

Apesar da melhora na recuperação de crédito no acumulado em 12 meses, alta de janeiro é insuficiente para reverter cenário de inadimplência elevada; 79% dos que foram negativados em janeiro são reincidentes. Em média, devedores voltam a atrasar uma conta após 96 dias

Com a retomada da economia a passos lentos, o cenário de recuperação de crédito entre os consumidores começa a dar sinais de melhora. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito ao Crédito (SPC Brasil) mostra que cresceu 11,5% o volume de brasileiros inadimplentes que regularizaram suas pendências e, que por isso, sairam do cadastro de devedores. Os dados do Indicador de Recuperação de Crédito são de janeiro de 2019 e dizem respeito ao acumulado em 12 meses. Em janeiro de 2018, houve uma queda de -0,7% na quantidade de consumidores que pagaram dívidas em atraso, resultado negativo que se repetiu em igual período de 2017 (- 2,2%) e de 2016 (-2,5%). A última vez que o dado ficou no azul foi em janeiro de 2015, cuja alta fora de 6,2%, também no acumulado em 12 meses.

Do total de devedores que recuperaram crédito no mês passado, 41% residem na região Sudeste e 31% moram no Nordeste. Em terceiro lugar aparece a região Sul (11%), seguida do Centro-oeste (8%) e Norte (6%). Já o número de dívidas que foram retiradas do cadastro de inadimplência mediante pagamento cresceu 9,6% no acumulado em 12 meses. Há um ano, esse dado representava uma queda de 5,1%.

O levantamento ainda mostra que entre os devedores que recuperaram crédito em janeiro, a maior parte (24%) tem entre 30 e 39 anos. Outros 22% estão na faixa de 50 a 64 anos e 13% possuem idade acima de 64 anos. O Indicador de Recuperação de Crédito aponta que não há diferença significativa entre os gêneros: 51% dos que pagaram as dívidas são mulheres, ao passo que 49% são homens.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o dado positivo observado neste início de ano acompanha a tendência de melhora gradual da economia, mas ainda é insuficiente para reverter o quadro geral de inadimplência elevada no país. “O número de inadimplentes que estão conseguindo honrar compromissos atrasados vem aumentando. Só que ao mesmo tempo, também cresce a quantidade de novos devedores. Isso faz com que a inadimplência continue elevada. Para os próximos meses, o movimento da inadimplência dependerá da evolução do crédito e de outras variáveis macroeconômicas como o desemprego e renda. A melhora desses dois últimos pontos poderá fazer a recuperação de crédito avançar mais do que o número de novos negativados, culminando na queda da inadimplência”, explica a economista.

79% dos que foram negativados em janeiro são reincidentes, sendo que 28% haviam regularizado uma dívida no último ano

O levantamento ainda mostra que, em muitos casos, a inadimplência não é um evento isolado. Do total de consumidores que foram negativados no último mês de janeiro, 79% são reincidentes, ou seja, já haviam aparecido no cadastro de devedores ao longo dos últimos 12 meses. Nesses casos, 28% haviam regularizado a dívida anterior, enquanto 51% ainda estavam com uma dívida pendente. Os 20% restantes de pessoas que se tornaram inadimplentes em janeiro não estiveram com restrições no CPF ao longo dos últimos 12 meses e, por isso, não são considerados reincidentes.

Outro dado observado é que, o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida para a outra é de 96 dias, em média. Isso significa que, depois de pouco mais de três meses após ficar inadimplentes, o consumidor volta a atrasar o pagamento de uma segunda conta.

A economista Marcela Kawauti chama a atenção para o cuidado que o consumidor deve tomar ao fechar um acordo com credores, a fim de evitar que haja novos atrasos. “Um dos principais erros cometidos em uma renegociação de dívida é aceitar os termos do acordo sem avaliar sua capacidade de pagamento. Se o consumidor atrasar as parcelas acordadas, nada impede dele ver seu nome voltar para a lista de inadimplentes. Então é preciso ter plena consciência de que o combinado será cumprido e não ter medo de fazer uma contraproposta dentro de suas condições”, alerta a economista.

Fonte: CNDL

Veja quando serão pagos os atrasados do INSS neste ano

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 05 mar 2019

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Marcela Marcos
do Agora

Os segurados que têm atrasados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para receber na Justiça sejam eles precatórios ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor) devem ficar atentos às datas em que os valores deverão cair na conta.

No caso dos precatórios, que são valores acima de 60 salários mínimos, o montante será creditado em abril, segundo o CJF (Conselho da Justiça Federal). Ao todo, serão pagos R$ 6,4 bilhões em atrasados previdenciários referentes a ações de concessão ou revisão de aposentadoria, pensão ou auxílio.

Para receber em 2019, é preciso que o atrasado tenha sido liberado pelo juiz entre os dias 2 de julho de 2017 e 1º de julho de 2018.

Essa grana é paga apenas uma vez por ano. Por lei, o governo tem até dezembro para liberar os valores, mas, pelo segundo ano seguido depois da crise econômica, o dinheiro sairá em abril.e

Só 1 em 10 brasileiros acima dos 60 anos estão na ativa

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 04 mar 2019

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Fernanda Brigatti
do Agora

Os brasileiros com 60 anos ou mais correspondem a 19% das pessoas em idade de trabalhar, mas somente 8% estão na ativa. Com a reforma da Previdência, esse número vai ter que subir, pois os cinquentões estão na mira do governo. A proposta é definir idade mínima de 65 anos (homens) e 62 (mulheres) no benefício.

No último trimestre de 2018, 93 milhões de brasileiros estavam trabalhando, nem todos com carteira assinada. Desse total, 7,5 milhões têm a partir de 60 anos, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do último trimestre de 2018. Os idosos são quase 16% da população. Em 2015, último ano em que a informação foi divulgada pelo IBGE, 5,188 milhões de aposentados trabalhavam.

Seguir no mercado após os 60 anos, porém, pode não ser tão fácil. A coordenadora do curso de capacitação em RH da FGV (Fundação Getulio Vargas) e mentora de carreiras Anna Cherubina diz que são muitos os desafios em um mercado que está em profunda transformação.e