Geddel se articula para ser candidato das oposições na disputa ao governo

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Política | Data: 04 dez 2013

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Tribuna da Bahia

Geddel BPré-candidato da oposição que mais se apresenta para o processo, o presidente do PMDB no Estado, Geddel Vieira Lima, se articula para ser o candidato e já deixou claro que defende uma antecipação do nome pelo grupo. O peemedebista tem demonstrado disposição para correr atrás do quinhão e apareceu essa semana como estrela de uma campanha promocional do PMDB. Integrante das mídias sociais, o peemedebista aproveitou as ferramentas para divulgar o vídeo, produzido para TV e internet, e pedir a opinião dos seguidores.

Na apresentação, ele mostrou a ligação com a administração democrata em Salvador ao contrapor com a gestão petista no Estado. “Enquanto a Bahia vive um clima de abandono, Salvador mostrou, em pouco tempo, como é importante dar chance às novas ideias”, destacou.

Sobre as decisões referentes ao pleito do ano que vem, Geddel já havia considerado que a oposição deveria se reunir e antecipar o lançamento da candidatura e indicou como solução para a divergência sobre o prazo que os gestores ficassem afastados, “aguardando mais para adiante porque tem compromissos mais sérios na administração”, num recado claro à colocação de ACM Neto.

Seu irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima, deputado federal, expressou ontem a conclusão do partido em torno do assunto. “O PMDB defende o calendário para agora. Fomos vencidos, então vamos respeitar a vontade da maioria. Ano que vem, quando chegar a hora de conversarmos, nós conversaremos”, enfatizou.

Lúcio reiterou que no momento em que o governo acelera com Rui Costa (PT) e outra candidatura também é apresentada, a da senadora Lídice da Mata (PSB), o grupo adversário à atual gestão estadual também deve adiantar o passo, “para não perder espaço”. Conforme a reportagem apurou nos bastidores, Neto já teria sinalizado o apoio a Geddel, porém a suposta escolha se esbarraria na indecisão do ex-governador Paulo Souto (DEM).

Parte dos democratas tenta “naturalmente” também estimular o ex-gestor da Bahia que se apresenta bem nas pesquisas. Dessa forma, o DEM, o PMDB e o PSDB conversam intensamente, mas ainda postergam o fechamento da questão.

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