Governador não reconhece que Vitória da Conquista sofre com violência e diz que pesquisa de ONG “não é real”

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Publicado por Editor | Colocado em Segurança, Vit. da Conquista | Data: 30 jan 2016

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da Redação

Vitória-da-Conquista

De mãos vazias o governador Rui Costa (PT), desembarcou em Vitória da Conquista. A única obra inaugurada, uma praça no Alto Maron, foi construída com recursos do PAC 2. Durante a visita negou o fracasso da gestão petista em Conquista e na Bahia, e renovou as velhas promessas.

Violência

Com os dados que a cidade de Vitória da Conquista está na relação das 50 mais violentas do mundo, Rui Costa (PT), repete o que disse à imprensa da capital e nega evidências. Além de Vitória da Conquista, na relação da ONG estão Salvador e Feira de Santana. Só este ano já foram praticados 20 assassinatos na cidade. Segundo a OAB, em 3 anos, foram mais de 500 cadáveres em Conquista. Rui desconhece.

Em entrevista, na coletiva à imprensa durante a sua visita, o governador contestou os dados e disse que os números ‘não são reais’. “Os números que foram divulgados essa semana sobre as cidades baianas são inverídicos sem nenhuma base cientifica e técnica. São números diferentes da realidade. É preciso a gente checar a informação antes de publicar qualquer assunto”, disse.

A ONG mexicana Seguridad, Justicia y Paz (Segurança, Justiça e Paz) divulgou nesta terça-feira (26) uma pesquisa com as 50 cidades mais violentas do mundo em 2015. O ranking foi elaborado com base no número de homicídios dolosos. No topo da lista está Caracas, a capital da Venezuela, com 119,87 homicídios a cada 100 mil habitantes.

O Brasil aparece 21 vezes. Fortaleza lidera entre as cidades brasileiras, em 12º lugar. Na sequência, estão Natal (13º), Salvador (14º), João Pessoa (16º), Maceió (18º), São Luis (21º), Cuiabá (22º), Manaus (23º), Belém (26º), Feira de Santana (27º), Goiânia (29º), Teresina (30º), Vitória (31º), Vitória da Conquista (36º), Recife (37º), Aracaju (38º), Campos dos Goytacazes (39º), Campina Grande (40º), Porto Alegre (43º), Curitiba (44º) e Macapá (48º).

 

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