No Centro de Cultura o governo investiu R$ 320 mil em “reforma pífia”, diz promotora

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Publicado por Editor | Colocado em Cultura, Vit. da Conquista | Data: 18 set 2015

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da Redação

DSC_1047Na Audiência Pública realizada na noite desta quinta-feira (17), na Câmara de Vereadores, iniciativa do mandato do vereador Andreson Ribeiro (PCdoB), os representantes da Secretaria de Cultura, Sandro Magalhães, Superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura e Romualdo Lisboa, Diretor de Espaços Culturais tentaram convencer que o Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, interditado desde 2013, poderia voltar a funcionar. Os dois prepostos da Secretaria de Cultura foram inábeis, imaturos e deselegantes ao contestar a interdição sem conhecimento técnico.

Além dos representantes da Secretaria de Cultura, o deputado José Raimundo (PT), na sua explanação, sugeriu que ocorreu um certo exagero na interdição do Centro de Cultura – ao citar que que o mesmo aconteceu quando alarmaram que a marquise do Estádio Lomanto Junior estava ameaçada de desabar. “Nem um terremoto abalaria a estrutura do Lomantão”, disse. Críticas foram feitas ao MP que solicitou a interdição em junho de 2013. Importante realçar,  que a Dra. Guiomar Miranda,  se baseou em laudos técnicos para decidir pelo pedido de intyerdição.

A Promotora de Justiça, Dra. Guiomar Miranda, de forma firme e contundente disse: “Quero saber como foram empregados R$ 320 mil naquela reforma pífia”, disse. Garantiu que vai solicitar investigação da aplicação dos recursos. “O Governo da Bahia foi irresponsável e omisso com a reforma do Centro de Cultura”, sentenciou. O MP condicionou ainda a liberação daquele espaço cultural mediante apresentação de novos laudos do CREA e do Corpo de Bombeiros.

 

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