Aposentadoria por idade sem ir ao INSS começa na segunda

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 16 maio 2018

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Larissa Quintino
do Agora

A partir de segunda-feira, dia 21, o INSS deixará de agendar datas para receber pedidos de aposentadoria por idade.

Agora, as solicitações serão analisadas automaticamente, sem a necessidade de o segurado ir até uma agência da Previdência.

Com a mudança, os trabalhadores só terão de comparecer ao local se houver alguma pendência no pedido, ou seja, caso faltem documentos que comprovem o direito de se aposentar por idade.

A solicitação do benefício continua sendo feita pela internet, em meu.inss.gov.br, ou por telefone, no 135.

Supremo discute reajuste maior nas aposentadorias

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 15 maio 2018

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Clayton Castelani
do Agora

O STF (Supremo Tribunal Federal) irá decidir se os benefícios do INSS podem ser revisados para receber reajustes anuais iguais aos aplicados ao salário mínimo, quando essa alternativa for a mais vantajosa ao segurado.

Submetido ao plenário virtual pelo relator, ministro Marco Aurélio, o recurso extraordinário tem repercussão geral e valerá para todas as ações do tipo.

Ainda não há data para o julgamento, informou ontem o STF.

Atualmente, existem duas regras para reajuste dos benefícios da Previdência.

Para quem recebe mais do que um salário mínimo, a lei determina a reposição da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Para aqueles que ganham o piso, porém, o valor do benefício deve acompanhar o salário mínimo.

Cuidar da saúde é principal motivação dos que se planejam para aposentadoria, mostra estudo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 11 maio 2018

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da Redação
Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

71% temem ter de trabalhar na aposentadoria para garantir sustento; 78% acham que empresas deveriam oferecer previdência complementar ao INSS e 81% defendem tema como parte do currículo escolar

Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) feito apenas com consumidores que se preparam para a aposentadoria revela que ter dinheiro para cuidar da saúde é o que mais motiva a formação desse tipo de reserva financeira, citado por 84% dos entrevistados. De forma geral, entre os que se organizam para a terceira idade, 85% disseram assumir essa tarefa como prioridade em suas vidas.

A pesquisa ainda revela que praticamente todos (96%) os entrevistados acreditam que o brasileiro deveria se organizar para a chegada da terceira idade e, desses, mais de um terço (36%) concorda que as pessoas deveriam pensar em formas alternativas de renda para não depender exclusivamente da Previdência Social. Para outros 35%, é importante se preparar na juventude para não depender de terceiros no futuro, enquanto 20% pensam que é importante se preparar para a aposentadoria porque as pessoas precisam manter o mesmo padrão de vida da época em que trabalhavam.

Indagados se concordavam com uma série de afirmativas, 74% disseram ter o receio de passar dificuldades financeiras na aposentadoria e 71% temem ter de trabalhar mesmo com a idade avançada para garantir o próprio sustento. No geral, 87% juntam dinheiro com medo de chegarem a essa fase da vida sem o conforto desejado. “A busca por segurança é o que leva esses consumidores a agirem de forma prática e disciplinada na construção de uma reserva financeira, que servirá de amparo para momentos de dificuldades muito comuns nessa fase da vida”, explica o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli. …Leia na íntegra

Trabalho na infância antecipa e aumenta a aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 06 maio 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Períodos de trabalho na infância ou na adolescência aumentam o tempo de contribuição para a aposentadoria e até geram revisão para quem já recebe o benefício.

Mas conseguir esse direito implica superar as diversas restrições do INSS.

Hoje, o trabalho conta como contribuição previdenciária quando realizado a partir dos 16 anos de idade ou dos 14 anos, desde que como menor aprendiz.

Em outras épocas, porém, trabalhos comuns eram considerados legais até se realizados a partir dos 12 anos, como ocorreu entre março de 1967 e outubro de 1988.

Saiba quais aposentados têm atrasados do Plano Real

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 29 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

O direito de receber valores devidos pelo INSS por causa de um erro no período da implantação do Plano Real pode chegar ao fim sem que milhares de aposentados tenham cobrado a parte deles.

Os “atrasados do IRSM (Índice de Reajuste do Salário Mínimo)”, como costumam ser chamados, são valores não reclamados por segurados que tiveram a revisão da URV (Unidade Real de Valor), realizada pelo INSS em 2004.

A revisão atingiu concessões entre 1º de março de 1994 e 28 de fevereiro de 1997. Aposentados e pensionistas que tiveram seus benefícios originados nesse período podem ter atrasados, diz a advogada Marceli Aparecida de Jesus da Silva. “Por ser uma revisão antiga, ela quase caiu no esquecimento”, diz. “Mas quem não recebeu as diferenças na época ainda pode exigi-las.

 

Juizados reforçam direito de ter revisão após dez anos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 28 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Aposentados e pensionistas do INSS que recorrem aos Juizados Especiais Federais ganharam um reforço para conseguir revisões após o fim do prazo de dez anos.

Uma decisão da TNU (Turma Nacional de Uniformização), do último dia 7 de março, permitiu a um aposentado de São Paulo o direito de rever o valor inicial do seu benefício, mesmo a concessão tendo ocorrido há mais de uma década.

Na decisão do relator, o juiz federal Daniel Machado da Rocha considerou que o INSS havia deixado de analisar, na concessão, provas do tempo especial –regra que permite contagem vantajosa do período de contribuição de quem coloca a própria saúde em risco no trabalho.

Saiba quando se aposentar por tempo de contribuição

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 25 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Aposentar-se o quanto antes –com o tempo mínimo de contribuição exigido pelo INSS– pode ser uma opção interessante para grande parte dos trabalhadores.

Apesar de a aplicação do fator previdenciário prejudicar a aposentadoria de quem se aposenta ainda na casa dos 50 anos de idade ou antes, questões como a renda média do segurado e a condição financeira devem ser o principais pontos analisados ao pedir o benefício, diz o advogado Arismar Amorim Junior.

“Quem está desempregado ou sempre ganhou salários baixos não deve esperar”, afirma Amorim.

O advogado cita como exemplo um trabalhador de 52 anos de idade, 35 anos de contribuição e renda média de R$ 1.300.

Se pedir o benefício neste ano, o fator previdenciário reduzirá a renda desse trabalhador ao salário mínimo, de R$ 954.

Trabalho sem carteira conta para aposentadoria no INSS

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 23 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora (Reprodução)

Os trabalhadores sem registro em carteira já são quase 11 milhões, número que se mantém em alta desde que a crise e o desemprego transformaram direitos trabalhistas em luxo.

Aceitar esse tipo de emprego, porém, não deve significar abrir mão de garantias legais, como a aposentadoria.

A atividade remunerada, mesmo sem carteira assinada, também conta como tempo de contribuição previdenciária quando existem provas do vínculo entre empregado e patrão.

Para o INSS, quaisquer documentos que comprovem vínculos empregatícios podem ser aceitos na contagem do tempo de contribuição, desde que não sejam extemporâneos, ou seja, tenham sido produzidos depois que o funcionário saiu da empresa.

Oito em cada dez brasileiros não se preparam para aposentadoria, mostra pesquisa do SPC Brasil e CNDL

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 20 abr 2018

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da Redação
Fonte: site.cndl.org.br / CDL (Conteúdo)

Estimativa é de 104,7 milhões de adultos que não se preparam. Orçamento apertado é principal justificativa. Média do valor reservado para a aposentadoria é de R$ 371. Brasileiros pretendem se aposentar aos 61 anos

O Brasil está envelhecendo rapidamente. Em anos recentes, a população de idosos está ganhando participação cada vez mais significativa em relação aos mais jovens. Embora a expectativa de vida tenha aumentado nas últimas décadas, a grande maioria dos brasileiros não se planeja, no presente, para garantir sua tranquilidade financeira quando for preciso ou desejar parar de trabalhar. A pesquisa O Preparo para Aposentadoria no Brasil, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que oito em cada dez brasileiros (78%) admitem que não estão se preparando para a hora de se aposentar enquanto apenas 19% dos não-aposentados têm se preparado, percentual que aumenta para 25% entre os homens, 26% entre os mais velhos e 30% nas classes A e B.

A estimativa levantada pelo SPC Brasil é de que cerca de 104,7 milhões de adultos acima de 18 anos ainda não aposentados não se preparam para esta fase da vida.

“Entre 2005 e 2015, de acordo com o IBGE, a fatia de pessoas com idade entre 0 e 14 anos decresceu de 26,5% para 21,0% do total de habitantes do país; no mesmo período, o percentual daqueles com mais de 60 anos passou de 9,8% para 14,3%. Estima-se que a parcela dos mais velhos possa dobrar nos próximos 24 anos”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior. …Leia na íntegra

Veja o que fazer antes de sacar o primeiro benefício

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 20 abr 2018

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Larissa Quintino
do Agora

O segurado que recebeu a carta de concessão da aposentadoria deve checar bem as informações antes de ir até o banco sacar a grana do primeiro benefício.

O único momento em que o trabalhador pode desistir da aposentadoria é antes de pegar essa primeira parcela.

Além de não mexer na grana da aposentadoria, o segurado também não pode sacar a cota do PIS e o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) antes de ter certeza das informações sobre seu benefício.

Segundo especialistas, ao receber a carta, o segurado deve compará-la com carteiras de trabalho antigas, carnês de pagamentos ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e holerites.

Prepare-se para ganhar mais na aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 19 abr 2018

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Larissa Quintino
do Agora

O sonho da aposentadoria exige cuidados para que o trabalhador consiga ter uma grana a mais no futuro.

Porém, muita gente, além de desconhecer seus direitos, não se programa para parar de trabalhar.

Uma pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) mostra que oito em cada dez brasileiros não se preparam para a aposentadoria.

Conhecer as regras do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pode ajudar o trabalhador a ter um benefício melhor.

Há hoje dois tipos de aposentadoria: por tempo de contribuição e por idade.

Em ambos os casos, quem conseguir comprovar mais tempo de pagamentos terá uma aposentadoria melhor.

Na regra por tempo de contribuição, por exemplo, há o fator previdenciário. O índice é aplicado na média salarial de quem pede a aposentadoria e, normalmente, reduz o benefício.

Porém, com a fórmula 85/ 95, em vigor desde 2015, é possível fugir desse redutor e conseguir a aposentadoria integral.

A regra é simples: mulheres que atingirem 85 pontos, somando idade e tempo de contribuição, anulam o fator. Para os homens, a pontuação é de 95.

Aposentadoria sobe R$ 2.000 com auxílio cortado pelo INSS

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 18 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Os auxílios-doença continuam na mira do governo do presidente Michel Temer (MDB) e 228 mil ainda podem ser cortados pelo pente-fino que o INSS está passando nesses benefícios, segundo estimativas dos ministérios do Desenvolvimento Social e Planejamento.

Para quem já teve o auxílio cancelado resta tentar tirar o melhor proveito possível da situação: incluir o período de afastamento do trabalho no cálculo da aposentadoria.

Agora calculou em até quanto o aproveitamento de um a cinco anos de auxílio-doença pode aumentar a aposentadoria por tempo de contribuição para homens de 55 a 64 anos de idade e para mulheres de 48 a 57 anos.

Confira quem garante a nova troca de aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 15 abr 2018

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Cristiane Gercina
do Agora

Os aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que continuam trabalhando e pagando contribuições ao instituto podem tentar, na Justiça, uma nova troca de benefício, em uma ação chamada de transformação de aposentadoria.

Esse novo processo consiste em desistir totalmente do primeiro benefício e pedir um novo, incluindo somente as contribuições feitas após a primeira aposentadoria.

Para isso, é preciso atingir as condições mínimas exigidas pelo INSS.

Em geral, os segurados estão trocando as aposentadorias por tempo de contribuição por benefícios por idade.

Nesses casos, é preciso ter idade mínima de 65 anos, para os homens, e de 60 anos, para as mulheres, além de 15 anos de contribuição à Previdência.

Pedidos de revisão ao INSS crescem nos juizados federais

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 14 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Os pedidos de revisão de benefícios previdenciários distribuídos nos Juizados Especiais Federais da 3ª Região, que atende São Paulo e Mato Grosso do Sul, subiram de 15.965, em 2016, para 16.779, no ano passado.

A alta de 5,1% nas ações contra o INSS tem como um dos principais motivos a insatisfação dos segurados com a correção anual dos benefícios, sobretudo nos casos em que a renda inicial era maior do que o salário mínimo, avalia o advogado previdenciarista Rômulo Saraiva.

“O aposentado quase nunca sabe apontar o porquê da revisão”, diz Saraiva.

“O que motiva ele é a defasagem do salário”, afirma o advogado.

Juizado conta tempo especial até 1998 na aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 12 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Ficou um pouco mais fácil garantir a contagem do tempo especial no Juizado Especial Federal.

A TNU (Turma Nacional de Uniformização) decidiu que os juizados não podem negar o direito à contagem mais vantajosa aos trabalhadores que usaram EPI (Equipamento de Proteção Individual) entre abril de 1995 e dezembro de 1998.

A uniformização é importante porque evita que trabalhadores percam esse direito definitivamente no juizado, antes mesmo de recorrerem à instância superior.

“O trabalhador tem um prazo muito curto –de apenas dez dias– para recorrer de uma decisão negativa do juizado”, comenta a advogada Adriane Bramante.

Justiça manda INSS incluir trabalho infantil no benefício

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 11 abr 2018

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Cristiane Gercina e Luciana Lazarini
do Agora

Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que trabalharam na infância conseguiram uma importante vitória na Justiça.

Na segunda-feira, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) aceitou ação do MPF (Ministério Público Federal) e mandou o instituto contar os anos de trabalho infantil como tempo de contribuição para quem pede a aposentadoria.

Atualmente, o INSS tem regras diferentes para aceitar o trabalho infantil no benefício.

Pelas normas atuais, só podem ser segurados da Previdência Social os trabalhadores a partir dos 16 anos, com exceção dos menores aprendizes, que podem começar a contribuir a partir dos 14 anos.

Confira quem consegue ter a revisão da vida inteira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 09 abr 2018

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Cristiane Gercina
do Agora

Uma nova correção no valor das aposentadorias começa a ganhar força na Justiça e traz esperança aos aposentados que tiveram salários mais altos antes de julho de 1994, quando foi implantado o Plano Real.

Chamada de revisão da vida inteira, a medida consiste em pedir que o Judiciário obrigue o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a considerar, no cálculo do benefício, os salários antigos.

Hoje, ao definir o valor da média salarial do segurado, o INSS seleciona as 80% maiores contribuições após julho de 1994. Os salários pagos em outras moedas não contam –eles só entram na hora de definir o tempo total de contribuição ao INSS.

Confira quem consegue ter a revisão da vida inteira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 08 abr 2018

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Cristiane Gercina
do Agora

Uma nova correção no valor das aposentadorias começa a ganhar força na Justiça e traz esperança aos aposentados que tiveram salários mais altos antes de julho de 1994, quando foi implantado o Plano Real.

Chamada de revisão da vida inteira, a medida consiste em pedir que o Judiciário obrigue o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a considerar, no cálculo do benefício, os salários antigos.

Hoje, ao definir o valor da média salarial do segurado, o INSS seleciona as 80% maiores contribuições após julho de 1994. Os salários pagos em outras moedas não contam –eles só entram na hora de definir o tempo total de contribuição ao INSS.

Volte a contribuir para receber aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 06 abr 2018

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Leda Antunes
do Agora

O pente-fino do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) cortou sete em cada dez benefícios por incapacidade revisados no estado de São Paulo desde o início das perícias, no final de 2016.

Quem teve o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez cancelados deve voltar a contribuir para garantir uma aposentadoria que inclua o período de afastamento no benefício.

Os meses ou anos recebendo auxílio ou aposentadoria podem ser considerados no cálculo do novo benefício desde que estejam intercalados entre contribuições feitas pelo segurado ao INSS.

Isso ocorre automaticamente quando, por exemplo, o empregado com carteira assinada fica afastado e, depois, volta ao trabalho.

Mas, no caso de quem ficou por muito tempo afastado, recebendo auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, e agora perdeu o benefício, a contribuição deve ser feita por conta própria.

Veja quem deve revisar a aposentadoria neste ano

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 02 abr 2018

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Leda Antunes
do Agora

O aposentado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) tem até dez anos para pedir uma revisão do seu benefício. O prazo, chamado de decadência, passa a contar após o primeiro mês de recebimento da aposentadoria.

Com isso, quem se aposentou após março de 2008 ainda tem chance de fazer o pedido neste ano. Os outros não conseguem mais revisar possíveis falhas no benefício.

A revisão visa corrigir algum erro cometido pelo INSS na hora de calcular a aposentadoria, como salários que foram contabilizados com valores menores ou anos de atividade prejudicial à saúde que não foram reconhecidos pelo órgão.