Nova regra deixa 51% dos candidatos sem dinheiro

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 04 set 2016

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Estadão

IMAGEM_NOTICIA_5Na primeira disputa eleitoral após a proibição de doações de empresas a partidos e candidatos, o dinheiro anda escasso. Há um mês da votação, 51% dos 16.349 políticos que disputam as 5.568 prefeituras do país não arrecadaram nem um centavo sequer.

Entraram nas contas dos demais, somados, R$ 248 milhões, o que representa uma queda de 46% em relação ao que ocorreu em 2012, quando se comparam períodos equivalentes das campanhas. Além dos 8.269 candidatos que declararam ter receita zero até a sexta-feira, outros 3.901 (24% do total) registraram arrecadação inferior a R$ 10 mil.

A redução das verbas, além do fim do financiamento empresarial, está relacionada ao fato de as campanhas terem ficado mais curtas. Há menos tempo para arrecadar – e, em tese, os custos também diminuirão. A escassez de recursos se traduz em menor impacto visual. Com raras exceções, nas ruas há menos bandeiras, cartazes e santinhos.

O PT, maior beneficiário de doações de empresas até recentemente, agora orienta seus candidatos a driblar a falta de recursos com a produção de propaganda para internet e programas de TV usando telefone celular, cartolina, pincel atômico e placas de isopor. Na falta das empresas, os próprios políticos passaram a ser a principal fonte de financiamento das campanhas. …Leia na íntegra

Presidente veta financiamento empresarial de campanhas eleitorais

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 30 set 2015

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por Mateus Novais

A presidenta Dilma sancionou com vetos a lei da minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional. Entre os vetos, está o inciso que permite a doação de empresas para campanhas eleitorais de candidatos, repassadas por meio de partidos políticos ou comitês financeiros das coligações. A nova legislação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, na noite desta terça-feira (29).

Dilma Rousseff decidiu vetar o financiamento empresarial de campanhas devido à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) do último dia 17 de setembro. Nas justificativas dos vetos, a presidenta alega que ouviu o Ministério da Justiça e a Advocacia-Geral da União (AGU), segundo os quais esse tipo de contribuições financeiras confrontariam a “a igualdade política e os princípios republicano e democrático”.

Também foi vetado o dispositivo que determinava a impressão dos votos dos eleitores pela urna eletrônica. De acordo com mensagem presidencial encaminhada ao Congresso, com as razões do veto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estimou em R$ 1,8 bilhão os custos com o registro impresso dos votos dos eleitores. Por conta desses “altos custos” da implementação da medida, o dois artigos sobre o tema foram vetados.

O projeto de lei 5735/2013 foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado no início do mês. Com a decisão de Dilma, os parlamentares devem se reunir em sessão solene do Congresso Nacional para analisar os vetos, podendo derrubá-los ou não.

A farra de distribuição de cargos na máquina pública

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 14 abr 2014

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da Redação

CAbide BB (2)A distribuição de cargos no Brasil envolvendo a máquina pública foi transformada em moeda de troca em campanha eleitoral. Visa o candidato angariar o maior tempo possível no Rádio/TV. O apoio dado em uma Coligação Partidária é negociado para 4 anos de governo, seja ele municipal, estadual ou federal. Daí a quantidade exagerada de ministérios, secretarias estaduais e municipais para farta distribuição de cargos para os aliados. Uma negociata vergonhosa que permite o inchaço e ineficiência da máquina pública. São milhões jogados fora com gente incompetente.

 O PT montou uma base de apoio fisiológica que lhe dá um imenso poder de fogo para a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Vejam como pode ficar a distribuição do horário eleitoral:

Se o PT conseguir a coligação que busca, atraindo partidos (PT, PMDB, PTB, PSD, PDT, PCdoB, PR, Pros, PR B, PP e PMN), terá 15m25 dos 25 minutos diários de propaganda no Rádio/TV, de acordo simulação. O candidato Aécio  Neves (PSDB, DEM, Solidariedade) teria quatro minutos e Eduardo Campos (PSB e PPS) 1m23 entre  19 de agosto e 2 de outubro. Os miúdos teriam entre 20 e 46 segundos cada um.

…Leia na íntegra