Análise encomendada pela Backer nega contaminação da água

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 22 jan 2020

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Fonte:EBC

A cervejaria Backer, divulgou uma analise nesta terça-feira(22), apontando que, ao contrário de parecer do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), não foi encontrado dietilenoglicol na água usada na produção de cervejas da marca. A análise, contratada pela empresa, foi feita pelo departamento de química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

As amostras de água analisadas pela UFMG são as mesmas usadas pelo Mapa. Os testes foram realizados com a permissão do ministério.

A perícia contratada pela Backer também aponta que a presença de dietilenoglicol nas cervejas foi “eventual”. As amostras analisadas mostram um declínio na contaminação dos lotes, em vez de um quadro de contaminação constante, o que sugeriria uma falha no processo de produção da cerveja.

Segundo o parecer da universidade, o lote L2 1348 da cerveja Belorizontina, produzido em 11 de novembro, é o que apresenta a maior quantidade da substância tóxica, 0,83 gramas (g) por 100 mililitros (ml). Nos lotes subsequentes o índice de contaminação é menor. O lote de 24 de dezembro tem 0,41g por 100ml e o lote de 3 de janeiro, 0,21ml. Os resultados foram apresentados hoje em entrevista coletiva.

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Substância tóxica contaminou mais seis marcas da cervejaria Backer

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 17 jan 2020

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O Ministério da Agricultura divulgou nesta quinta-feira (16), os resultados de uma nova analise, que indica a contaminação em outros seis produtos da cervejaria Backer. Além da contaminação em lotes da Belorizontina e da Capixaba, que é vendida no Espírito Santo, o órgão encontrou monoetilenoglicol e dietilenoglicol em lotes de outros seis produtos. São eles: Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2. Com isso, já são oito no total os produtos com lotes contaminados. Ainda de acordo com a pasta, as análises feitas até o momento identificaram contaminação em 21 lotes.

De acordo com o MAPA, a fábrica da Backer usou água contaminada na produção de suas cervejas. A análise do ministério detectou que a contaminação ocorreu dentro da cervejaria, mas ainda não há conclusão sobre de que forma isso aconteceu. O ministério considera como hipóteses, por exemplo, o uso indevido ou vazamento de substâncias que refrigeram a produção, além da sabotagem. A investigação do governo federal trata a contaminação como “sistêmica”, ou seja, ela não estaria restrita a poucos lotes ou somente a um tanque.

Quatro pessoas morreram: em uma delas, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais confirmou intoxicação por dietilenoglicol após consumo da cerveja; outras três mortes estão em investigação.

Ministério da Agricultura confirma contaminação da água na produção de cervejas

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral, Saúde | Data: 16 jan 2020

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) encontrou as substâncias monoetilenoglicol e dietilenoglicol na água usada para fabricação das cervejas Belorizontina, da cervejaria mineira Backer. Segundo integrantes do ministério, a água é utilizada para resfriamento do mosto – mistura de ingredientes que vão compor a cerveja após sua fermentação.

Essa água resfria o mosto sem entrar em contato direto com ele. Mas por ser uma água limpa e filtrada, ela também é incluída, posteriormente, no processo produtivo. Agora, o ministério investiga como essa substância foi parar na água.

“Conseguimos evidenciar que a água contaminada com glicol está sendo utilizada no processo cervejeiro. A gente não consegue afirmar ainda de que forma ocorre essa contaminação nesse tanque de água gelada, se é nesse tanque de água gelada ou se é numa etapa anterior”, disse Carlos Vitor Muller, coordenador-geral de vinhos e bebidas do Mapa, em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje (15).

A executiva da Backer, Paula Lebbos, explicou em entrevista à imprensa, que o uso do monoetilenoglicol é normal no processo de fabricação, uma vez que é usado para resfriamento, mas ressaltou que a cervejaria não utiliza o dietilenoglicol em seu processo produtivo. Em todo caso, o coordenador do Mapa explicou que nenhuma das duas substâncias devem entrar em contato direto com uma água que será incluída na cerveja posteriormente.

Segundo Muller, o ministério trabalha com várias hipóteses de contaminação, como o uso incorreto da substância para acelerar o resfriamento e até mesmo sabotagem. “Nenhuma hipótese pode ser descartada no momento. Sabotagem pode ocorrer ou a utilização incorreta do etilenoglicol como agente de resfriamento para melhorar a performance de resfriamento desse mosto, ou você pode ter um vazamento de uma solução refrigerante para dentro dessa água”.

Ministério da Agricultura determina recolhimento de todos os produtos da Cervejaria Backer

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral, Saúde | Data: 14 jan 2020

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Fonte:M.News

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais anunciou que o número de casos suspeitos de intoxicação pela substância tóxica dietilenoglicol encontrada em cervejas da marca Belorizontina subiu para 13 e outros quatro casos já foram confirmados. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) intimou a empresa a fazer o “recall” de todas as cervejas e chopes de todas as marcas produzidas entre outubro de 2019 e dia 13 de janeiro.

A secretaria municipal trata o caso como mais uma ocorrência de intoxicação de consumidores da cerveja pela substância tóxica o dietilenoglicol, utilizada em sistemas de refrigeração devido a suas propriedades anticongelantes. A substância já foi encontrada em três lotes da cerveja Belorizontina.

A cervejaria conta com 22 rótulos. De acordo com o órgão público, a comercialização está suspensa até que seja descartada a possibilidade de contaminação dos demais produtos.

O Mapa esclarece que não há, entretanto, resultado laboratorial que confirme a presença de etilenoglicol ou dietilenoglicol, substâncias tóxicas usadas em processos de resfriamento, nas demais marcas da empresa. “Os produtos estão sendo analisados e, caso existam resultados positivos, novas medidas serão adotadas”, informa a nota.

Inspeção não encontra indícios de contaminação após alunos passarem mal em restaurante universitário

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde | Data: 14 ago 2017

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Por G1 Ba

Cerca de 15 dias após estudantes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) terem passado mal após comerem no restaurante da universidade, a Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista informou que não foram encontradas evidências de alimentos impróprios para o consumo na unidade.

A inspeção foi feita na última sexta-feira (11), por técnicos que disseram não haver indícios de inconformidades com as normas sanitárias no restaurante.

Em nota, a Uesb informou que o órgão não recebeu denúncias formais de suspeita de intoxicação por parte dos alunos, mas que está atenta aos fatos e à disposição da comunidade acadêmica.

Com relação ao suposto surto de Doença Transmitida por Alimentos (DTA), a prefeitura de Vitória da Conquista informou que não foi possível realizar uma investigação pois a Vigilância Sanitária não foi acionada em tempo hábil.

A prefeitura disse ainda que o restaurante possui licença sanitária atualizada, com validade até outubro de 2018.

Caso

Dezesseis estudantes da Uesb, campus da cidade de Vitória da Conquista, denunciaram ter passado mal este ano, após terem consumido refeições no restaurante universitário da Uesb. Uma estudante que preferiu não se identificar relatou que passou mal no dia 28 do mês passado.

O preço da comida no restaurante universitário custa R$ 10 reais o quilo no sistema self-service, o bandejão é de R$ 3,75, e para quem tem assistência estudantil, o custo é de R$ 1.

Diante da situação, a universidade informou por meio de nota que os serviços do restaurante universitário são prestados por uma empresa privada que ganhou o direito de uso do local por meio de licitação.

Em carta divulgada à comunidade acadêmica, a empresa terceirizada, informou que cerca de 500 refeições são servidas por dia, somente na hora do almoço, e que todos os alimentos são de boa qualidade e preparados diariamente.

Hospital de Base desmente contaminação por suposta ‘super bactéria’

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 27 out 2016

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por Mateus Novais

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A direção do Hospital de Base de Vitoria da Conquista emitiu nota rebatendo um boato que circula nas redes sociais a respeito de uma suposta contaminação por ‘super bactéria’. O áudio que circula pelo WhatsApp afirma que esta ‘super bactéria’ teria infectado toda a unidade hospitalar, motivando a limpeza que foi feita nesta semana, a retirada de pacientes que não deveriam receber alta e suspensão da equipe de estágio.

Segundo a direção da unidade de saúde, toda a informação contida no audio é falsa e que “bactéria encontrada faz parte da flora bacteriana não só do HGVC, mas de vários hospitais no Brasil e no mundo, e no momento está sob controle na Unidade do HGVC”.

Confira:

  1. A bactéria encontrada faz parte da flora bacteriana não só do HGVC, mas de vários hospitais no Brasil e no mundo, e no momento está sob controle na Unidade do HGVC;

  2. Os pacientes infectados por esta bactéria, assim como por algumas outras, necessitam ficar em isolamento, afim de não ocorrer disseminação para outros pacientes, proteger os funcionários e familiares, conforme orientações do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar;

  3. Sabe-se que a transmissão de bactérias é via contato interpessoal, objetos e superficies contaminadas;

  4. Por conta disso a limpeza que aconteceu no HGVC é uma medida de Contenção de Surto orientada pelo Núcleo Estadual de Controle de Infecção Hospitalar (NECIH);

  5. A retirada dos pacientes do corredor foi uma determinação do Ministério Público e do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), além de ser uma ação continua da direção do HGVC evitar que os pacientes permaneçam no corredor;

  6. Não houve suspensão dos estagiários;

  7. A informação sobre um paciente que teria sofrido uma parada cardíaca por conta da bactéria é completamente falsa. Isso não aconteceu.

Contaminação deixa moradores do Loteamento Santa Rita sem água

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Publicado por Editor | Colocado em Meio Ambiente | Data: 22 abr 2016

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Da Redação

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Famílias do loteamento Santa Rita, em Vitória da Conquista, afirmam estar sem água em casa há mais de uma semana. Segundo os moradores em entrevista à TV Sudoeste, o problema começou após uma tubulação da rede de distribuição de água, que é da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), se romper. Com o rompimento, o córrego, que é usado pelas famílias da região, inclusive para beber, foi contaminado pelo esgoto.

Depois que descobriram o problema, há aproximadamente uma semana, os moradores tiveram que parar de utilizar a água, o que estar trazendo vários transtornos para as famílias que residem na localidade. A superfície da água do córrego fica coberta por sujeira e lixo, como pedaços de isopor, garrafa e saco plásticos e os peixes estão morrendo.

Segundo o G1, a assessoria do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hidricos da Bahia (Inema) informou que o órgão não sabia do problema, mas que vai enviar técnicos ao local. A Embasa disse que obras  executadas pela Prefeitura de Vitória da Conquista danificaram a rede coletora, o que provocou o vazamento de esgoto. Já a prefeitura da cidade informou que a rede danificada já foi consertada.

Mau exemplo!

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde, Vit. da Conquista | Data: 05 fev 2016

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da Redação

MAu exemplo

O mosquito Aedes-Egypt, transmissor da dengue e Zika vem assustando o planeta. O BRG mostrou ne destacou o bom exemplo da Sonar que cuida da casa onde funcionou a Central de Concursos.

Os recados do BRG continuam recebendo denúncias da falta de cuidado de parte da população com recipientes com água que facilitam a proliferação do mosquito.

Uma foto foi enviada que mostra no Bairro Bela Vista, uma casa de shows, que mantém caixas d’água abertas. A população tem acionado órgãos de empresa denunciando situações semelhantes para que a PMVC e a 20ª Dires possam atuar para evitar a proliferação do mosquito transmissor de várias e graves doenças.

INB divulga Nota de Esclarecimento sobre possível contaminação de água na Bahia

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Publicado por Resenha Geral | Colocado em Bahia, Brasil, Meio Ambiente, Sudoeste | Data: 25 ago 2015

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Da Redação

Sobre a matéria “Urânio contamina água na Bahia” publicada no jornal “O Estado de S. Paulo”, no dia 22/08/2015, as Indústrias Nucleares do Brasil esclarecem que

INBDentro do seu programa “Conversa com a Vizinhança”, que visa manter um bom relacionamento e proximidade com a população local, a INB atendeu ao pedido de análise de água do poço localizado na propriedade do Sr Osvaldo Antônio de Jesus, na comunidade de Varginha no município de Lagoa Real/BA, feito pelo morador e pelo secretário de Infraestrutura de Lagoa Real, Rosalvo Alves de Oliveira. Não é de responsabilidade da INB determinar padrão de potabilidade da água, abertura ou fechamento de poços. O poço foi aberto pela Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (CERB).

A comunidade de Varginha, situada a 16 km em linha reta da unidade da INB em Caetité, está localizada numa sub-bacia hidrográfica (Sub-Bacia do Rio São Pedro) diferente daquela onde se situa a unidade da empresa (a Sub-Bacia do Riacho das Vacas). Por este motivo, o poço do Sr. Osvaldo não está sujeito à influência de suas atividades e não está contemplado no Programa de Monitoração Ambiental da INB, aprovado e fiscalizado pelo IBAMA e pela CNEN. No link “Perguntas e Respostas” encontrado na sua página da internet, a INB lista todas as comunidades que fazem parte do programa de monitoramento da empresa, entre elas uma comunidade que também se chama Varginha, mas que pertence ao município de Caetité, diferente da localidade onde reside o Sr. Osvaldo.

…Leia na íntegra

Esgoto da Embasa ‘banha’ 4 bairros e o centro da cidade

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Meio Ambiente, Vit. da Conquista | Data: 23 jan 2015

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da Redação

Esgoto

Definitivamente a Embasa perdeu o controle sobre a quantidade de esgotos que transbordam e dão um ‘banho’ na cidade. A nossa reportagem foi informada que um esgoto apresentou problemas no Bairro Nossa Senhora Aparecida, e segue pelo bueiro da Rio – Bahia, passa pelos bairros Guarani, Iracema e Sumaré, e após contaminar e espalhar mau cheiro no centro da cidade chega ao leito do Rio Verruga.

Pela topografia da cidade, os esgotos estourados no alto da Serra do Periperi, distribuem dejetos em todo percurso que pode chegar a mais de 3 Km. O órgão possui equipamentos insuficientes para atender a terceira maior cidade da Bahia com população de quase 350 mil habitantes.

Para agravar os problemas com a Embasa – Empresa Baiana de Saneamento, a falta de água tem sido constante o que atormenta grande parcela da população conquistense. A falta de fiscalização da Prefeitura reforça o desinteresse da empresa em sanar tão graves problemas.

Esgoto com vazamento na Av. Luis Eduardo Magalhães

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 29 jun 2014

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da Redação

ESgoto BB

Na manhã deste domingo (29), esgotos localizados no final da Av. Ivo Freire Aguiar, na confluência com à Av. Luis Eduardo Magalhães transbordaram e dejetos desciam pela avenida formando uma enxurrada fétida.

A Embasa tem respondido com lentidão aos problemas de esgotos estourados pela cidade. O Governo do Estado não investe como deveria em Vitória da Conquista. Os equipamentos disponíveis são insuficientes para cobertura de uma cidade de 350 mil habitantes.

A topografia do município na zona urbana contribuiu com a contaminação que se espalha rapidamente deixando rastro de sujeira e mau cheiro insuportável.

EMBASA: enxurradas de dejetos continuam sem solução

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 09 out 2013

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da Redação

Esgoto descarga B

A topografia da cidade de Vitória da Conquista requer da EMBASA – Empresa Baiana de Saneamento rapidez na restauração de esgotos para evitar vazamentos que causam problemas para saúde pública e o meio ambiente. Os transbordamentos de esgoto na parte alta da cidade permitem que enxurradas de dejetos percorram quilômetros até a chegada do leito do Rio Verruga, considerado um dos mais poluídos do Brasil.

Na semana passada, a EMBASA, ao fazer uma intervenção em uma rua nas proximidades da Avenida Presidente Dutra, colocou de forma deliberada um cano que despejava dejetos coletados de um esgoto em plena avenida. Em recente nota, a empresa advertiu a população para a utilização adequada da rede de esgotamento sanitário, divulgando algumas instruções através da mídia, mas peca por não possuir um equipamento que permita a sucção do esgoto (dragagem) para um caminhão tanque evitando assim a contaminação nas ruas, praças e avenidas.

Embasa divulga nota sobre vazamento de esgoto que levou contaminação para a porta do Hospital Unimec

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde | Data: 19 set 2013

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da Redação

SAMU-ESGOTO-B

Na semana passada foi exibida uma foto de integrantes da equipe do SAMU 192, na matéria com a manchete Esgoto, Samu 192, paciente e hospital internando um paciente no Hospital Unimec, tendo dificuldades devido a uma enxurrada de dejetos de um esgoto das Ruas Bruno Bacelar e Monte Castelo no Alto Maron que corria em frente aquela unidade hospitalar. A Embasa enviou para a nossa redação e para a Rádio Clube FM (95,9) uma nota esclarecendo o problema. A matéria visou tão somente alertar as autoridades competentes sobre o grave risco de infecção. Os hospitais brasileiros lutam para reduzir os riscos de infecção hospitalar e o flagrante não deixa dúvidas sobre as preocupações aqui registradas. Leia abaixo a nota da empresa.

Nota de esclarecimento da Embasa

A Embasa informa que, na última semana, após a ocorrência de uma fraca chuva, foram registradas solicitações para manutenção da rede coletora de esgoto localizada entre as ruas Bruno Barcelar e Monte Castelo, no bairro Alto Maron, por conta de vazamento. Técnicos identificaram que a rede estava obstruída por conta do mau uso do equipamento, que não foi dimensionado para receber água da chuva nem lixo doméstico por parte da população. Somente neste mês, a Embasa registrou cerca de 30 obstruções nesta região. …Leia na íntegra

Ambulância, esgoto e hospital

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde | Data: 04 set 2013

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da Redação

 

Ambulância B

As nossas lentes flagraram nesta 2ª feira (2), uma ambulância estacionada em frente ao Hospital Unimec para deixar um paciente que foi internado. A foto traduz a preocupação de todos que têm medo de infecção hospitalar. A equipe de controle de infecção daquela unidade hospitalar deve estar preocupada com quadro tão grave. A Embasa continua muito lenta nos trabalhos de restauração dos esgotos que transbordam na parte alta da cidade. A equipe trabalha com uma estrutura acanhada para realidade da 3ª maior cidade da Bahia,  com população de mais de 300 mil habitantes. O esgoto que está levando contaminação para o hospital fica localizado nas imediações da Rua da Corrente.

Unimec: difícil controle de infecção hospitalar

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde | Data: 24 ago 2013

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da Redação

 

Esgoto Unimec BB

Esgoto  a céu aberto na Avenida Ascendino Melo na porta da Unimec – contaminação iminente 

Esgoto estourado, correndo a céu aberto, é cena comum em Vitória da Conquista. A EMBASA conseguiu ainda desenvolver uma ação eficaz na restauração imediata dos esgotos que vazam dejetos para as ruas e avenidas. A topografia da cidade requer atenção especial dos técnicos da empresa para evitar mau cheiro, contaminação e transtornos para a sociedade. Um esgoto estourado nos bairros da parte alta são os que mais incomodam. A água fétida e apodrecida vem desses bairros e atravessa grande parte da cidade, ladeira abaixo, deixando um rastro de contaminação.

Um flagrante captado por nossas lentes mostra uma fraca enxurrada de dejetos descendo em frente ao Hospital Unimec. A administração daquela unidade hospitalar, responsável pelo controle de infecção, deve se sentir impotente diante do problema. Quem tem acesso ao hospital acaba levando para o interior do mesmo, muita contaminação, através dos sapatos, sandálias, botas e tênis. A PMVC, responsável direta pela Saúde da população, permanece impotente e sem autoridade. A Embasa por sua vez, sem estratégia para solucionar o grave problema.