CPMF: o que a presidente Dilma falava dele

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Política, Saúde | Data: 17 jan 2016

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da Redação

Mergulhado em profunda crise o Governo Dilma Roussef (PT), luta para convencer o Brasil que mais um imposto (CPMF), fará bem a pátria. Ao insistir na recriação da CPMF eleva a descrença do povo brasileiro com a presidente Dilma.

Circula na internet uma entrevista que a presidente concedeu ao SBT, e que foi tema de todas as suas promessas eleitorais, sustentando que o imposto não seria criado. Veja

Governo envia ao Congresso proposta de nova CPMF

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 22 set 2015

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por Mateus Novais

A presidente Dilma Rousseff encaminhou nesta terça-feira (22) ao Congresso Nacional a proposta de emenda à Constituição que cria uma nova contribuição semelhante à antiga CPMF, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.

Anunciada na semana passada, a medida faz parte do pacote fiscal que busca reequilibrar as contas de 2016. Em agosto, o governo apresentou proposta orçamentária com déficit de R$ 30,5 bilhões. Após o anúncio do pacote, a previsão da equipe econômica é que o governo conseguirá atingir o superávit previsto para o ano que vem, de 0,7% do PIB.

Somente com a CPMF, o governo pretende arrecadar R$ 32 bilhões em 2016, a serem utilizados para cobrir o déficit da Previdência Social. Como contribuição para a saúde, o imposto era cobrado até 31 de dezembro de 2007, ano em que o governo tentou aprovar a sua prorrogação, porém sem sucesso. Caso as medidas sejam aprovadas pelos parlamentares, o esforço total será de R$ 64,9 bilhões.

Herzem Gusmão critica tentativa da volta da CPMF

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 16 set 2015

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Herzem Gusmão

Por Samuelita Santana

O deputado Herzem Gusmão (PMDB) criticou nesta terça-feira (15) a decisão do governo de tentar recriar a CPMF para aumentar a arrecadação e cobrir o rombo do orçamento provocado principalmente pela corrupção e falta de gestão da administração federal. De acordo com o peemedebista, a conta chegou para os brasileiros. “A dinheirama gasta na Copa do Mundo com as arenas que são verdadeiros templos, construídas em cidades que não têm tradição no futebol, como Brasília ou Manaus, por exemplo, são exemplos da péssima administração da presidente Dilma. Lá, foram gastos quase R$ 2 bi de investimentos para a construção do estádio Mané Garrincha. A conta chegou em forma de ameaça de faltar dinheiro para pagar os aposentados, já que o governo justifica que o retorno do imposto seria para pagar a Previdência”, analisa.

Para o parlamentar, a recriação da CPMF é uma tentativa de fazer com que os brasileiros paguem pelo rombo do desgoverno. “A consequência disso é o congelamento dos concursos e a falta de investimentos para a qualificação profissional. Um jornal aqui da capital noticiou que existe emprego, mas que falta mão de obra qualificada. Nós vemos que o governo está cortando esse tipo de investimento para o trabalhador brasileiro. A conta chegou com o desemprego em massa e atingiu até os programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, e também o Bolsa Família, que anunciou um corte para 800 mil famílias. Além do corte no orçamento da União de R$ 26 bi, que vai afetar a saúde, a educação e segurança pública. Portanto, o Brasil está passando por um momento dificílimo, cuja responsabilidade é somente do governo federal”, disse.

Dilma recua e desiste de mandar recriação da CPMF

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 30 ago 2015

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Estado de São Paulo

eb9889df64d9c7a1f1bf69adab0b240dPressionada por políticos, empresários e com o governo dividido, a presidente Dilma Rousseff desistiu do plano de recriar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira. O governo não incluirá a CPMF na proposta orçamentária a ser enviada amanhã (31) ao Congresso e, se necessário, deixará explícito o déficit nas contas públicas.

O recuo ocorreu porque a notícia da volta da CPMF “vazou” e a presidente não teve apoio para levar adiante o processo, em meio à crise política. Um ministro disse ao Estado que houve muita insatisfação com a forma com que o assunto foi tratado porque, ao propor o retorno da CPMF, o foco fiscal não era o objetivo principal do Palácio do Planalto.

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