Desemprego cresce 42,4% entre 2015 e 2019

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 18 jun 2019

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Da Redação

Fonte:A. Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), destacou nesta terça-feira(18), que o número de brasileiros que procuram trabalho há pelo menos dois anos chegou a 3,3 milhões no primeiro trimestre de 2019.

O número de desempregados de longo prazo é 42,4% superior ao do mesmo período de 2015, primeiro ano da recente recessão da economia brasileira.

Uma das responsáveis pelo estudo, a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, Maria Andréia Parente Lameiras, disse que o mercado de trabalho é “o pior retrato” da crise econômica enfrentada no país e afeta mais os trabalhadores menos escolarizados e as famílias de menor renda.

Taxa de desemprego cresce na Bahia

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Geral, Vit. da Conquista | Data: 17 maio 2019

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Da Redação

Fonte:C.Ba

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional divulgada nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o
Estado da Bahia registrou a segunda maior taxa de desemprego do país, 18,3%, e o maior número de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego), 768 mil pessoas.

A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo dados da Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável.

Segundo o IBGE, as maiores taxas de desemprego foram observadas no Amapá (20,2%), Bahia (18,3%) e Acre (18,0%), e as menores, em Santa Catarina (7,2%), Rio Grande do Sul (8,0%) e Paraná e Rondônia (ambos com 8,9%).

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Desemprego sobe para 12,4% em fevereiro, aponta IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 29 mar 2019

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Da Redação

A procura por emprego continua mais difícil para milhares de brasileiros. A taxa de desemprego no país ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

O percentual é maior que o do trimestre anterior (encerrado em novembro de 2018), que havia sido de 11,6%, mas menor que o resultado do trimestre encerrado em fevereiro do ano passado (12,6%).

Desemprego recua para 12,3% em julho, mas ainda atinge 12,9 milhões de pessoas, diz IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 01 set 2018

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da Redação
Fonte: G1/ Reprodução do site da CDL

Desalento bate recorde e atinge 4,8 milhões de brasileiros. Taxa de força de trabalho subutilizada ficou em 24,6%, o que significa que falta trabalho para 27,6 milhões de brasileiros

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,3% no trimestre encerrado em julho, na quarta queda mensal consecutiva, mas ainda atinge 12,9 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando havia 13,3 milhões de desempregados no país, a população desocupada caiu 3,4%.

Apesar do crescimento da população ocupada, os dados do IBGE mostram que a queda da taxa de desemprego tem sido puxada também pelo grande número de brasileiros fora do mercado de trabalho, subocupados ou que simplesmente desistiram de procurar emprego. …Leia na íntegra

EMPREGO – Caged confirma melhora do mercado de trabalho em 2017

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 26 jan 2018

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Ministério do Trabalho

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2017 confirmou a melhora do mercado de trabalho formal brasileiro. Segundo números apresentados nesta sexta-feira (26) pelo Ministério do Trabalho, o resultado acumulado do ano – equivalente aos últimos 12 meses –, indicou o fechamento de 20.832 vagas, uma redução de apenas 0,05% em relação ao estoque de dezembro de 2016. “Para os padrões do Caged, esta redução em 2017 é equivalente à estabilidade do nível de emprego, confirmando os bons números do mercado na maioria dos meses do ano passado e apontando para um cenário otimista neste ano que está começando”, afirmou o ministro do Trabalho substituto, Helton Yomura.

O otimismo é justificado pela comparação do saldo acumulado de 2017 com o fechamento de 2016, que apresentou um saldo negativo de 1.326.558vagas, e de 2015, quando houve queda de 1.534.989 postos de trabalho no País, na série ajustada. “Aqueles foram os piores resultados da série histórica do Caged, mas em 2017 o impacto positivo das medidas do governo já foi sentido, revertendo a tendência de retração do mercado de trabalho formal”, disse Yomura.

De acordo com o Caged, em dezembro o estoque de emprego formal no Brasil teve retração – situação historicamente normal para o período –, com o fechamento de 328.539 postos de trabalho, uma queda de 0,85% em relação ao estoque do mês anterior. Foram 910.586 admissões e 1.239.125 desligamentos no mês. “O resultado de dezembro veio dentro das expectativas de mercado, que já esperava um saldo consolidado do ano próximo da estabilidade”, disse o coordenador de Estatísticas do Trabalho do MTb, Mário Magalhães.

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Quatro em cada dez brasileiros que tiveram nome sujo atribuem negativação ao desemprego

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 27 mar 2017

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da Redação

Conteúdo CNDL / CDL (Conquista)

Cartão de crédito é o motivo da inadimplência de metade daqueles que foram negativados. Para pagar contas, devedores recorrem a acordos com os credores e cortes no orçamento. 45% de quem negociou pagamento parcelado atrasou alguma prestação

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores negativados, ou que estiveram nesta situação nos últimos 12 meses, investigou quais são as dívidas em atraso e o que essas pessoas estão fazendo para negociar a dívida e recuperar o crédito. Os dados mostram que quatro em cada dez inadimplentes e ex-inadimplentes (38%) tiveram o nome sujo devido ao desemprego. Outros motivos citados foram diminuição de renda (31%), empréstimo de nome para terceiros (17%) e salário atrasado não pago (10%). O valor médio da dívida de quem está ou esteve com o nome sujo é de 2.918,09 reais, sendo maior entre os homens (3.536,22 reais) e entre as pessoas das classes A e B (3.857,42 reais).

Os entrevistados têm ou tinham, em média, contas em atraso com 2,2 empresas, sendo que 1,9 fizeram registro do nome em listas de inadimplência, a negativação ocorreu em 86% dos casos. Além disso, 27% dos consumidores devem a três ou mais empresas diferentes e 64% ainda estão com nome sujo, sobretudo entre as classes C, D e E (68%). …Leia na íntegra

Herança maldita de Dilma: uma Bolívia de desempregados

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 01 out 2016

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Diário do Poder

Doze milhões de desempregados correspondem a uma Bolívia

Foram 2 milhões de desempregados nos dois meses pré-afastamento. Foto: Ed Ferreira/EC

O IBGE anunciou nesta sexta-feira (30) os números do desemprego no Brasil, em 2016: oficialmente são 12 milhões de desempregados, equivalente à população da Bolívia. Quando foi afastada do cargo em maio, a ex-presidente Dilma Rousseff deixou ao sucessor Michel Temer o País com a economia destroçada e 11,1 milhões de pessoas sem empregos. Em apenas 4 meses, mais 800 mil ficaram desempregados. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em fevereiro deste ano o IBGE apontou que o desemprego havia ultrapassado a marca dos 9,1 milhões; aumento de 42% em um ano.

Entre fevereiro e abril deste ano o Brasil perdeu mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada, ainda sob o governo Dilma.

O curioso é que a metodologia de pesquisas no Brasil só considera “desempregados” aqueles que procuram

Desemprego no 2º tri é o maior da série em todas as grandes regiões, diz IBGE

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Geral | Data: 17 ago 2016

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A Tarde

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A taxa de desocupação no segundo trimestre de 2016 foi a maior da série histórica, iniciada em 2012, em todas as grandes regiões do País, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quarta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Nordeste, a taxa de desemprego subiu de 10,3% no segundo trimestre do ano passado para 13,2% no segundo trimestre deste ano. No Sudeste, saiu de 8,3% para 11,7%; no Norte, de 8,5% para 11,2%; no Centro-Oeste, de 7,4% para 9,7%; e no Sul, de 5,5% para 8,0%.

No primeiro trimestre de 2016, as taxas tinham ficado em 12,8% no Nordeste, 11,4% no Sudeste, 10,5% no Norte, 9,7% no Centro-Oeste e 7,3% no Sul.

Entre as unidades da federação, as maiores taxas de desocupação no 2º trimestre de 2016 foram observadas no Amapá (15,8%), na Bahia (15,4%) e em Pernambuco (14,0%), enquanto as menores taxas estavam em Santa Catarina (6,7%), Mato Grosso do Sul (7,0%) e Rondônia (7,8%).

O resultado foi o maior da série histórica em 20 das 27 unidades da federação. Em Roraima, Rondônia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia e Distrito Federal a taxa não foi a maior já registrada pelo IBGE.

Sem Fiol, moradores desempregados de Brumado migram para corte de cana em São Paulo

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 04 maio 2016

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por Mateus Novais

IMG_2313Distrito de Ubiraçaba, em Brumado, parece uma cidade fantasma.
Foto: Lay Amorim – Brumado Notícias

O distrito de Ubiraçaba, no município de Brumado (a 130 km de Vitória da Conquista), parece um lugar fantasma. Após a paralisação das obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), os moradores, desempregados, estão deixando a localidade. As informações são do site Brumado Notícias.

O lavrador aposentado, José Altino de Almeida, revela que a paralisação da obra jogou a comunidade em um poço de esquecimento. Até a Unidade Básica de Saúde está sem médico. “Era outra Ubiraçaba na época da Fiol. Tínhamos médico no posto de saúde, tinha circulação de dinheiro no mercado local, as donas de casa ganhavam dinheiro como lavadeiras e domésticas nas casas. Mas agora tudo parou”, descreve seu José.

IMG_2312Seu José Altino e dona Marizete Santos se despedem dos filhos à beira do caminhão
que vai levá-los para São Paulo. Foto: Lay Amorim – Brumado Notícias

No distrito, é comum a imagens dos moradores carregando suas bagagens e saindo da região para buscar o sustento nos cortes de cana e lavouras no sul do país. Os filhos de seu José Altino, por exemplo, estão de mudança para a cidade de São Carlos, no interior de São Paulo. “De homem aqui ficaram apenas os aposentados e quem tem emprego na prefeitura. Os demais estão sendo obrigados a passar de seis meses a um ano fora de casa, nos cortes de cana, para garantir o sustento da família”, conta.

A esposa de seu José, dona Marizete Santos, diz que perder a convivência diária com os filhos é o que mais lhe corta o coração. “Temos esperança de ver tudo voltar e dessa forma não termos mais o medo e a preocupação com os nossos filhos que hoje precisam sair para o mundo em busca do pão de cada dia”.

Mesmo com o momento desfavorável, o casal não perde a esperança da retomada da obra, que promete ser o divisor de águas no progresso do estado. “Deus vai ouvir as nossas preces, vai tocar o coração dos nossos governantes e essa obra voltará para reanimar a nossa comunidade”, afirmaram os aposentados.

Conquista: comércio supera a construção civil em número de demissões no ano

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 23 abr 2016

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por Mateus Novais

Protesto contra proibição dos bingosDe janeiro a março deste ano, a economia conquistense eliminou quase mil postos de empregos com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (22). Nos últimos três meses, o pior desempenho foi registrado pelo comércio, com o corte de 462 postos de trabalho, em Vitória da Conquista. Em seguida aparecem os setores da construção civil (-253) e da indústria de transformação (-142).

No comparativo dos últimos três meses, março foi o que registrou maior crescimento do desemprego, em Conquista. O comércio demitiu 213 trabalhadores com carteira assinada, seguido da construção civil (-144) e do setor de serviços (-75). Em fevereiro, o saldo foi: comércio (-186), serviços (-76), indústria de transformação (-69) e construção civil (-44). Em janeiro: comércio (-85), indústria de transformação (-44) e construção civil (-27).

O que chama a atenção é o fato do comércio na terceira maior cidade baiana ter superado a construção civil como o principal carro-chefe de demissões. Para se ter uma ideia, a construção civil foi a que mais demitiu em 2015, com saldo negativo (acumulado entre demissões e admissões) de 861 – os setores do comércio e serviços tiveram saldo negativo de 566 e 255, respectivamente.

Bahia …Leia na íntegra

Brasileiros desempregados demoram cerca de 8 meses para se recolocar no mercado de trabalho, diz SPC Brasi

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Geral, Vit. da Conquista | Data: 28 fev 2016

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da Redação (publicação da CDL)

micro-empreendedorA economia brasileira caminha para maior recessão desde o início dos anos 90 e os efeitos dessa conjuntura já são sentidos por boa parte dos consumidores. Um desses efeitos é o forte aumento do desemprego e a maior dificuldade de recolocação. De acordo com uma estimativa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) através de dados do IBGE, um brasileiro que fica desempregado demora cerca de oito meses para se recolocar no mercado de trabalho.

De acordo com os dados do IBGE, a taxa de desemprego avançou mais de dois pontos percentuais ao longo do ano passado, o que significa que cerca de 1,7 milhão de pessoas estavam à procura de um emprego no final de 2015, montante 42,5% maior do que no ano de 2014.
Porém, segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, não apenas o aumento do desemprego começa a preocupar, mas também o maior tempo de procura para recolocação. “Os oito meses estimados pelo SPC Brasil é um período significativamente maior que os 6,8 meses que eram necessários no final de 2014, um aumento de 36 dias”, analisa Kawauti. “O tempo maior para a recolocação é reflexo da conjuntura econômica atual, em que se observa o fechamento de postos de trabalho ao invés da criação de outros novos.” …Leia na íntegra

Vitória da Conquista é um dos municípios que mais desempregou na Bahia em 2015

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil, Vit. da Conquista | Data: 21 jan 2016

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Da Redação

Protesto contra proibição dos bingos
Nesta quinta-feira (21), o Ministério  do Trabalho (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) relativos a dezembro e um balanço de 2015. Segundo os números, Vitória da Conquista foi uma das cidades  que mais desempregou na Bahia, ao lado de cidades como Salvador, Feira de Santana, Simões Filho e Maragogipe.

No ano passado, Vitória da Conquista perdeu 1.794 vagas com carteira assinada. Apenas em dezembro, o nível de emprego celetista registrou a perda de 617 postos de trabalho.

Em todo o Brasil, no ano de 2015, foram fechadas 1.542.371 vagas com carteira assinada. Segundo os números, é o pior resultado desde 1992. Já na Bahia, foram perdido 83.076 postos de trabalho.

Bahia perde 6 mil postos de trabalho com carteira assinada

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Bahia | Data: 20 dez 2015

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A Tarde

carteira-de-trabalhoA Bahia fechou 6.004 postos de trabalho em novembro, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho ontem. Em todo o Brasil foram 945.363 vagas de trabalho com carteira assinada fechadas em 2015, de janeiro a novembro. Uma variação de -2,29%.

Nos 12 meses até novembro, o país fechou 1.527.463 (3,66%) postos de trabalho. Apenas em novembro, o país perdeu 130.629 vagas. O total do estoque de 40,26 milhões de empregos, registrado em novembro de 2015, ocupa a terceira pior posição no ranking da série história (iniciada em 1992), sendo inferior somente aos resultados de novembro de 2014 (41,79 milhões) e novembro de 2013 (41,29 milhões).

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Desempregados representam 60% dos interessados em vagas temporárias de fim de ano

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil, Trabalho | Data: 25 out 2015

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Folha de São Paulo

Protesto contra proibição dos bingosCom a economia em recessão, o emprego temporário de fim de ano, ainda que mais escasso em 2015, é uma saída encontrada pelos desempregados para voltar ao mercado de trabalho e conseguir alguma renda para quitar dívidas pendentes com contas básicas da casa, como luz, água, aluguel e com despesas de estudo. O quadro é completamente diferente do que ocorria num passado recente, quando a economia estava em pleno emprego e os brasileiros se candidatavam a uma vaga temporária para complementar a renda.

Neste ano, 60% dos que procuram um trabalho para o período de Natal e ano-novo estão desempregados. É um resultado significativamente maior do que em 2014, quando 45% dos candidatos estavam nessa condição, aponta pesquisa da Vagas.com, empresa de tecnologia para recrutamento e seleção. “Apesar de o desemprego ter subido, fiquei surpreso com esse resultado. A minha expectativa era que a parcela de desempregados candidatos a uma vaga temporária chegasse, no máximo, a 50%”, diz Rafael Urbano, coordenador do estudo.

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Brasil fechou 86.543 vagas formais de emprego em agosto, mostra Caged

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil, Trabalho | Data: 27 set 2015

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Agência Brasil

carteira-de-trabalhoO Brasil fechou 86.543 vagas formais de emprego em agosto, a quinta queda mensal consecutiva, informou nesta sexta-feira, 25, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Este é o pior resultado para o mês desde 1995, quando foram fechadas 116.856 vagas. O saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é fruto de 1.392.343 admissões e 1.478.886 demissões.

O resultado é muito inferior ao do mesmo mês do ano passado, quando foram criadas 101.425 vagas. Nos primeiros oito meses do ano, o total de postos fechados é de 572.792. Os dados são sem ajuste, ou seja, não incluem as informações passadas pelas empresas fora do prazo.

O número divulgado hoje ficou dentro do esperado pelo mercado para o mês de agosto. Levantamento do AE Projeções feito com 13 instituições mostrou que as estimativas eram de um resultado negativo entre 40.000 e 151.900 postos de trabalho. Com base neste intervalo, que envolve os números sem ajuste sazonal, a mediana encontrada foi de eliminação de 70.000 vagas.

Brasil deve perder 1 milhão de postos de trabalho em 2015, prevê estudo

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil, Trabalho | Data: 02 ago 2015

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Agência Brasil

Protesto contra proibição dos bingosCom 345 mil postos formais de trabalho extintos nos seis primeiros meses do ano, a economia brasileira deve acelerar a diminuição de empregos no segundo semestre. Segundo estudo do Conselho Federal de Economia (Cofecon) divulgado nesta semana, o país deve encerrar o ano com 1 milhão de vagas com carteira assinada a menos.

Com base no estudo, a entidade recomenda ações de longo prazo para reativar o mercado de trabalho. Para a entidade, os sucessivos reajustes da taxa Selic, juros básicos da economia, estão provocando impacto direto sobre a geração de empregos nos últimos anos. Nos últimos 12 meses, o efeito intensificou-se, resultando na extinção de postos de trabalho.

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Medo de perder emprego aumenta 5,4%, diz pesquisa

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Trabalho | Data: 03 jul 2015

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por Mateus Novais

desemprego

O medo do brasileiro de perder o emprego aumentou 5,4% no mês de junho, na comparação com março, atingindo o maior nível desde setembro de 1999. É o que aponta a pesquisa Índice de Medo do Desemprego (IMD), divulgada nesta sexta-feira (3) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na comparação com junho do ano passado, o indicador registrou alta de 36,8%. Se o recorte for entre dezembro e março, o aumento ficou em 32,1%. De acordo com a CNI, os indicadores mostram que as expectativas da população em relação ao mercado de trabalho “continuam se deteriorando”.

“Os indicadores refletem o aprofundamento da crise, ou seja, uma maior dificuldade de conseguir emprego e inflação alta”, afirmou o gerente executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre 18 e 21 de junho de 2015.

Sete mil pessoas perderam o emprego no primeiro trimestre na Bahia

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Bahia, Trabalho | Data: 28 jun 2015

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Correio da Bahia

Protesto contra proibição dos bingosOs números indicam que a crise está fazendo com que mais jovens na Bahia saiam da zona de conforto e ofereçam sua força de trabalho e um dos resultados disso é que o número de desocupados com idade entre 14 e 24 anos cresceu.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, revelou entre janeiro e março deste ano tinham 7 mil pessoas a mais nesta condição em relação ao mesmo período do ano passado. Esse número saltou de 360 mil para 367 mil, respectivamente.

“Em geral, os mais jovens têm menor experiência laboral, menor qualificação. Por isso, o mercado acaba rechaçando, não absorvendo, essa força de trabalho”, justifica o coordenador de disseminação de informações do IBGE na Bahia, Joilson Rodrigues.

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Ajuste econômico gera aumento de 7,4% na taxa de desemprego

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Trabalho | Data: 13 abr 2015

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por Mateus Novais
foto ilustrativa

Protesto contra proibição dos bingosEntre dezembro e fevereiro, o número de desempregados no Brasil foi para 7.4 milhões de pessoas. O número representa um aumento em quase um milhão em relação aos meses de setembro, outubro e novembro de 2014, que tinha taxa de 6,5 por cento. O especialista em Economia, Flávio Augusto Basílio, explica que para diminuir o desemprego e a crise econômica no país, o governo deve passar por um ajuste econômico.

“De fato, a gente está passando por um processo de ajuste, onde a economia está crescendo menos e você tem um aumento da desconfiança tanto do empresário quanto do consumidor, então a soma desses fatores faz com que você tenha um reflexo muito forte na taxa de desemprego. Se não fizer esse ajuste nesse momento o resultado final, seria depois uma perda de empregos pra outros países, perda até de indústrias. O que seria pior ainda, do que simplesmente aumento do desemprego. Perder empresas pra outros países é mais grave do que você ter uma correção momentânea do desemprego”, afirmou Flávio Basílio.

Mesmo com o aumento no número de desempregados no Brasil, o rendimento médio do Brasil cresceu 1%. O salário em 2014 era de 1.793 reais e este ano subiu para 1.817. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Desemprego x Seguro-Desemprego

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 07 nov 2014

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Ramon Lelis – Contador e Acadêmico de Direito

Ramon LelisO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, na última quinta-feira (6), a taxa de desemprego nacional; que ficou em 6,8%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego. No primeiro trimestre2013, a taxa havia ficado em 7,1% e no segundo em 7,4%. O que poderia representar uma queda, mas acaba ligando o sinal de alerta.

O que nos surpreende é que, entre os brasileiros com idade para trabalhar, apenas 56,9% estão trabalhando. Pois, com a nova metodologia utilizada pelo IBGE (Pnad Contínua), somente é considerado desempregado quem procura emprego e não o encontra; 4,2% da população. Na estimativa, isto representa 6,8% da população em idade de trabalhar.

Apesar do baixo número de brasileiros sem trabalho informado pelo governo, números do próprio Palácio do Planalto deixam clara a contradição. Os gastos com a concessão do seguro-desemprego crescem em uma proporção gigantesca e vem causando déficit no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que serve também para financiar investimentos em infraestrutura.

De acordo com informações do Conselho Deliberativo do FAT, foi aprovado no dia 11 de junho deste ano um orçamento de R$ 82,3 bilhões para despesas do fundo em 2015. Ao mesmo tempo, estimou receitas na ordem de R$ 62,4 bilhões. Isto significa um prejuízo superior a 20 bilhões para os cofres públicos. …Leia na íntegra