Prefeitura afirma que havia processo de grilagem em invasão da Serra do Periperi

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 20 mar 2017

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Redação
foto: Rafael Gusmão

Secretários que compõem o Governo Municipal se reuniram na manhã desta segunda-feira (20) para esclarecer s motivos da ação de desocupação em uma área de preservação ambiental na Serra do Periperi. Segundo a Prefeitura, havia um processo de grilagem no espaço.

De acordo com o secretário de Infraestrutura Urbana, José Antônio Vieira, a invasão desmatou uma área de 35 mil metros quadrados e havia indícios de se proliferar pela Serra. “Por se tratar de uma área pública e de proteção ambiental, a prefeitura é obrigada por lei a cuidar dessa área e dispensada por lei de fazer esse aviso prévio. Ainda assim, já havia sido feita uma notificação em novembro do ano passado, ainda na gestão passada, também houve diversas contatos por parte do nosso Governo para a retirada dessas pessoas da área”, disse.

Questionado sobre o horário da operação de desocupação, às 4 horas do sábado, o secretário explicou que o objetivo era identificar as pessoas que realmente moravam na área. “Naquele local existiam 50 barracos, sendo 12 construções de alvenaria e um total de 38 pessoas responsáveis identificadas. Nesse horário, às 4 da manhã, quando chegamos lá, tinham pessoas apenas em quatro construções de alvenaria, então derrubamos apenas oito. E nessas quatro não aconteceu a ação. O que não quer dizer que estas quatro não vão haver um processo para desocupação”, relatou José Antônio.

O secretário de Comunicação, André Ferraro, ainda complementou que haviam um total de 108 lotes demarcados de 10 metros quadrados cada. “Não se trata de uma ocupação, é uma grilagem de terra pública em área ambiental. A gente tem imagens e provas de que se trata de grilagem orquestrada, como tem sido feita em outros locais da cidade”, garantiu Ferraro.

O governo também fez um alerta para os que ainda permanecem em áreas invadidas ou que pretendem reconstruir os barracos. “A responsável pelo ordenamento e ocupação do espaço público urbano é a Prefeitura. Logo, os que estão lá [nas invasões] serão desocupados de forma respeitosa e sem violência, como foi feito. E a autoridade pública está firme nessa decisão e vai continuar nela, porque é uma obrigação e dever constitucional – ainda mais quando se trata de uma área de preservação ambiental”, concluiu o secretário de Serviços Públicos, Esmeraldino Correia, também

Também participou da coletiva o líder do Governo na Câmara de Vereadores, Luis Carlos Dudé.

Em nota Prefeitura assegura que vai continuar a ofensiva contra invasões em áreas públicas e de preservação ambiental

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 20 mar 2017

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da Redação

A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista informa em nota que as casas derrubadas foram construídas de forma ilegal em uma área pública, protegida por lei, cabendo ao município cumprir a legislação e desocupar essas áreas.

Sobre o ato deste final de semana, a gestão informou que “a desocupação efetuada nesse final de semana, trata-se de terreno localizado em área de proteção ambiental na Serra do Periperi, com desmatamento volumoso de vegetação nativa, gerando para toda a população da cidade riscos ainda maiores de inundações com as chuvas, dos que já acontecem, depois de anos de impermeabilização da Serra sem drenagem de águas compatível com a ocupação”.

As ações irão continuar de modo a garantir a proteção das áreas públicas, que não pertencem a governo ou a pessoas particulares, mas sim ao patrimônio do município. “A estratégia de ocupação de terrenos públicos se intensificou estranhamente a partir de janeiro, indicando também interesses políticos nesse movimento, para desgastar a gestão que apenas se inicia”, diz a nota da prefeitura. Os invasores atuaram no Nova Cidade, Vila América, Cidade Maravilhosa, área ao lado do Creame dentre outras.

A prefeitura argumenta ainda que “nos últimos 10 anos os investimentos em habitação popular com recurso próprio são praticamente inexistentes em Vitória da Conquista, ficando exclusivamente a cargo do Minha Casa, Minha Vida, a política habitacional do município, caracterizada pela permissividade em relação à invasões, favelizando diversas regiões da cidade, potencializando com isso, inclusive, problemas de saúde e segurança”.

Justiça determina desocupação de Fazenda invadida pelo MST em Itororó

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Justiça | Data: 16 dez 2016

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Da Redação

Foto: Blog do Leo Santos

Cerca de 50 policiais estiveram ontem (15) na Fazenda Texas, localizada às margens da BA-263, entre os municípios de Itororó e Firmino Alves, para cumprir o mandado de reintegração de posse expedido pelo Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de Itororó, Dr. Rojas Sanches Junqueira.

Os integrantes do Movimento Trabalhadores Sem Terra (MST) invadiram a propriedade há mais de um ano.  Após serem informados pelo Oficial de Justiça sobre a desapropriação, uma parte dos acampados se dirigiram para a região de Vila das Graças em Macarani, enquanto que a outra parte seguiu em direção para a cidade de Itapetinga.

A desocupação ocorreu de forma pacífica. Membros do Conselho Tutelar também participaram da ação, após a Justiça informar que haviam muitas crianças e adolescentes morando no local juntamente com os pais.

Prefeitura despeja últimos comerciantes da Praça da Bandeira

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 13 abr 2015

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por Mateus Novais

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Os últimos 15 comerciantes que ainda permaneciam na Praça da Bandeira foram despejados nesse sábado (11). Os trabalhadores, assim como outros 12 que foram retirados da Praça Hercílio Lima, aguardavam um posicionamento da Prefeitura Municipal sobre uma provável mudança para o Shopping Popular.

IMG_3011A ação de retirada ocorreu 12 dias após a prefeitura reúne-se com os comerciantes e afirmar que a última ordem de despejo foi um erro. Assim como aconteceu no dia 30 março, uma notificação foi entregue aos trabalhadores na sexta-feira, dando 24 horas para deixarem o local. Com a permanência dos comerciantes, funcionários da Secretaria de Serviços públicos fizeram o trabalho de remoção das barracas. Até uma retroescavadeira foi utilizada.

“Eles disseram que ia chegar a notificação junto com as cartas, indicando pra onde iríamos, mas só chegou a notificação” , explicou uma comerciante que pediu para não ser identificada, referindo-se à reunião do dia 30 de março. “Nós estávamos pensando que eles seriam de palavra, mas nos enganaram mais uma vez”, completou a trabalhadora.

Comerciantes não contemplados do Shopping Popular são despejados

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 30 mar 2015

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por Mateus Novais

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As barracas da Feira do Paraguai começaram a ser retiradas da Praça Hercílio Lima, próximo ao Hospital São Vicente, na manhã desta segunda-feira (30). A ordem da Prefeitura Municipal é para que todas as barracas sejam desocupadas ainda hoje. Porém, 12 comerciantes que não foram contemplados nos sorteios do Shopping Popular estão sem saber o que fazer, já que não tem um local para trabalhar.

Como é o caso de Vanessa Pereira, que herdou a barraca de sua mãe, depois de mais de 20 anos na Feira do Paraguai. Ela diz que está angustiada, porque não sabe o que vai fazer de agora em diante. “A gente está sem resposta. Não sabe se vai ou se não vai [para o Shopping Popular]. E o pior é que a gente sabe que tem ponto sobrando lá. Nossa documentação foi entregue e eles só dizem que está em processo de análise”.

DSC_3826Outro comerciante que está nessa mesma situação é Murilo Santos. Ele diz que procurou por diversas vezes a Prefeitura e foi informado que uma solução seria dada até a sexta-feira passada, o que não aconteceu. “A Prefeitura falou que iria decidir para onde a gente iria, mas no sábado eles mandaram uma nota dizendo que teríamos 24 horas para retirar as mercadorias das barracas. Só que não deram nenhuma posição do que vão fazer com a gente”.

Por fim, dona Lorena Ribeiro, mãe de duas crianças, conta que alugou um ponto na Feira do Paraguai por 10 anos. E, com o anúncio do Shopping Popular, imaginou que as coisas poderiam melhorar, mas teve os sonhos frustrados. “Nós vamos todos os dias para a Prefeitura e eles falam que vai chegar essas cartas, e nunca chegam. Só que a gente precisa trabalhar. Como eu vou ficar com duas crianças dentro de casa sem trabalhar”.

Ceasa: o crepúsculo do prazo

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 26 dez 2014

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da Redação

Prefeitura

Neste domingo, dia 28 de dezembro, termina o prazo dado pela Prefeitura de Vitória da Conquista, para “desocupação’ do prédio onde funciona o Ceasa da Av. Juraci Magalhães. O presidente do Acatace – Sindicato dos Comerciantes do Ceasa, Eduardo Rocha, garante que irá resistir até que a PMVC resolva o problema que ela criou. “Como não temos lugar para ir, não sairemos daqui. Se preciso for, dormiremos aqui, enfrentaremos quem for, mas daqui não sairemos. Estamos determinados a ficar aqui. Nem que a Polícia venha, o Governo do Estado venha… É um consenso de todos. Só sairemos daqui quando tivermos um local”, sentenciou.

Neste caso, não valeu a palavra dada na época por representante do Governo Municipal, para esses mesmo comerciantes, que eles seriam transferidos para um local melhor e com mais espaço até solução definitiva. Esta promessa foi lembrada pelo líder do movimento que liberou para imprensa um vídeo com entrevista do então titular da Secretaria de Serviços Públicos, Miguel Felício. Honrar a palavra é o mínimo que se espera da atual administração municipal.

A situação é tão grave que o vereador Florisvaldo Bittencourt (PT), se rebelou e vem fazendo várias declarações contundentes contra a decisão da PMVC em marcar a data de 28 para o despejo dos comerciantes. O voto dele a favor da chapa de Gilzete Moreira (PSB) pode ter sido uma forma de manifestar a sua insatisfação com essa atitude da administração municipal.

Casas demolidas no Bairro Alegria: moradores seguem desabrigados

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 02 maio 2013

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da Redação

DSCF0211No último dia 17 de abril a prefeitura de Vitória da Conquista deu início a demolição de três residências do Bairro Alegria, alegando que a área é ambiental.

Pelo menos até agora, as pessoas continuam desabrigadas e sem perspectiva.

Segundo reportagem do jornalista Daniel Silva, as demais casas que ficam na localidade também deverão ser demolidas nos próximos dias.

“Eu não tenho para onde ir. Se eles me oferecerem uma casa do Programa Minha Casa, Minha Vida eu posso até sair daqui, mas se não for assim eles vão ter que passar por cima da gente”, informou o morador que preferiu não se identificar.

Área do Clube da Derruba é desocupada

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 12 mar 2013

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Por Rodrigo Ferraz
Fotos: Rafael Gusmão – Blog da Resenha Geral

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Na manhã de hoje (terça-feira) o movimento foi intenso na Associação Desportiva Rural, conhecida como “Clube da Derruba”, em Vitória da Conquista.

Tudo isso porque os membros da entidade já iniciaram a desocupação da localidade, após uma ação a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

No documento, o MPF alega que o imóvel pertence à União.

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Os membros do clube têm até a sexta-feira (15)  para retirar todos os animais e suspenda todas as atividades exploratórias, sob pena de multa diária de mil reais. A Justiça determinou, ainda, que a Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) suspenda o fornecimento de energia elétrica nas áreas irregularmente utilizadas pelo clube.

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Liminar determina que “Clube da Derruba” desocupe imóvel da União, em Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 01 mar 2013

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da Redação
Fonte: Ascom – MPF

derrubaA pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Vitória da Conquista, a Justiça Federal no município concedeu liminar, em 14 de fevereiro, determinando que à Associação Desportiva Rural, conhecida como “Clube da Derruba”, desocupe imediatamente um imóvel pertencente à União, que é ilegalmente utilizado para fins comerciais, retire dele todos os animais e suspenda todas as atividades exploratórias, sob pena de multa diária de mil reais. A Justiça determinou, ainda, que a Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) suspenda o fornecimento de energia elétrica nas áreas irregularmente utilizadas pelo clube.

A ação civil pública foi ajuizada em janeiro último contra a União, o município de Vitória da Conquista e o Clube da Derruba por conta da utilização de um imóvel pertencente à União, usado irregularmente pelo clube para fins comerciais. O imóvel fica situado no coração de Vitória da Conquista, na Avenida Genésio Porto, nº 1077, bairro Recreio, com uma área de mais de 266 mil metros quadrados. Desde junho de 2010, quando foi celebrado o Termo de Guarda Provisória com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), a responsabilidade pela proteção e manutenção do bem cabe ao município. No entanto, o clube vem explorando a área economicamente sem qualquer autorização da SPU e com permissão da prefeitura, que deveria protegê-lo.

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