Economia do Brasil cresce com a queda do PT; veja comparação antes e depois

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 16 out 2017

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da Redação

Desde maio do ano passado, quando teve início o governo Michel Temer, os principais indicadores econômicos do País entraram em um processo de reversão. A inflação caiu e hoje é uma das menores do Mundo. O risco Brasil recuou em quase 300 pontos, a bolsa voltou a subir e o real se fortaleceu frente ao dólar.

Agora a recessão já acabou. A expectativa de especialistas é de dados cada vez melhores nos próximos meses e anos. Indicadores mostram o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) em crescimento e a economia voltou a crescer. A tabela que ilustra este artigo mostra com clareza que o Governo Temer conseguiu superar os estragos do Governo Dilma Rousseff (PT) que deixou herança de 14 milhões de brasileiros desempregados.

TCU determina bloqueio dos bens de Dilma e Gabrielli por prejuízos na Petrobras

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 11 out 2017

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Bahia Notícias


O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) determinou o bloqueio de bens da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros ex-membros do Conselho de Administração da Petrobras nesta quarta-feira (11). De acordo com o TCU o motivo é o ressarcimento de prejuízo causado à estatal no caso da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

Além dos de Dilma, foram bloqueados os bens do ex-ministro Antônio Palocci, Claudio Luis da Silva Haddad, Fábio Colletti Barbosa, Gleuber Vieira e do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli. Segundo informações do tribunal, o dano causado foi de US$ 580 milhões. O bloqueio tem duração de um ano, mas ainda há possibilidade de recorrer da decisão.

Herança maldita de Dilma: uma Bolívia de desempregados

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 01 out 2016

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Diário do Poder

Doze milhões de desempregados correspondem a uma Bolívia

Foram 2 milhões de desempregados nos dois meses pré-afastamento. Foto: Ed Ferreira/EC

O IBGE anunciou nesta sexta-feira (30) os números do desemprego no Brasil, em 2016: oficialmente são 12 milhões de desempregados, equivalente à população da Bolívia. Quando foi afastada do cargo em maio, a ex-presidente Dilma Rousseff deixou ao sucessor Michel Temer o País com a economia destroçada e 11,1 milhões de pessoas sem empregos. Em apenas 4 meses, mais 800 mil ficaram desempregados. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em fevereiro deste ano o IBGE apontou que o desemprego havia ultrapassado a marca dos 9,1 milhões; aumento de 42% em um ano.

Entre fevereiro e abril deste ano o Brasil perdeu mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada, ainda sob o governo Dilma.

O curioso é que a metodologia de pesquisas no Brasil só considera “desempregados” aqueles que procuram

Após impeachment, Senado não cassa os direitos políticos de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 31 ago 2016

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Da Redação

Dilma BBO processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foi aprovado nesta quarta-feira( 31) no Senado. Sessenta e um senadores votaram a favor do impedimento da petista, alegando crime de responsabilidade fiscal. Vinte foram contra. No entanto, na segunda votação no plenário, os senadores mantiveram os direitos políticos de Dilma.

O resultado da votação foi de 42 votos a favor da cassação, 36 contra e três abstenções. Para que Dilma ficasse inelegível por oito anos, era necessário que dois terços do Senado, ou seja, 54 senadores votassem pela inabilitação. Essa definição já era esperada até mesmo por aliados da petista, pois ela junto a Luís Inácio Lula de Silva tentaram angariar votos de alguns senadores indecisos, mas não foi o suficiente para evitar o afastamento definitivo.

Com a aprovação do impeachment, o peemedebista Michel Temer tomará posse ainda hoje sendo efetivado no cargo de presidente do Brasil. Em seguida, ele viaja para a China, onde vai participar do encontro do G-20.

Discurso agressivo ajudou opositores de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 30 ago 2016

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da Redação
Conteúdo Diário do Poder

Dilma BBDiscurso agressivo falando e ‘GOLPE’ pode até ampliar o placar – Foto: Pedro França/ Senado

Após o agressivo discurso em que reiterou a lorota de “golpe”, o Palácio do Planalto consultou senadores supostamente indecisos e ficou ainda mais otimista pela confirmação do impeachment de Dilma Rousseff, na votação desta terça (30). Os dilmistas continua céticos. A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) prevê 62 ou 63 votos contra Dilma: “O depoimento muda o cenário, mas para ampliar o placar”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Aliados de Renan Calheiros diz que ele manterá a “neutralidade” e não votará no impeachment. Mas não é o que Michel Temer espera dele.

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Dilma foi repetitiva, técnica e sem conteúdo político. “Objetividade faria bem”, destaca.

Nem mesmo Lula e Chico Buarque aguentaram ouvir Dilma durante muito tempo. Logo no primeiro intervalo, o cantor militante “vazou”.

Brasil quer o impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 29 ago 2016

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da Redação
Conteúdo Diário do Poder

“Acho que Temer faz parte de um processo transitório e que o mercado, a economia e até o próprio cenário internacional receberam o nome dele de maneira muito positiva” Ana Paula  Hemkel, 44 anos, ex-jogadora de vôlei da Seleção Brasileira. (Foto: Felipe Gabriel/ISTOÉ)

Resignada com o próprio infortúnio político, a presidente afastada Dilma Rousseff acalentou uma última aspiração nos dias antecedentes à derradeira votação do impeachment: ela não gostaria de terminar como Fernando Collor, em 1992. Cortejado por meia dúzia de auxiliares, o ex-presidente foi compelido a deixar o Palácio do Planalto por uma porta lateral, de onde seguiu até o helicóptero presidencial debaixo de vaias. Ao piloto da Aeronáutica, Collor arriscou emitir uma última ordem. Como resposta, recebeu um rotundo “não”. Pressentira ali o epílogo de sua melancólica passagem pelo poder.

DOBRO DO APOIO EM 100 DIAS
O protocolo do adeus e as circunstâncias políticas atuais podem até impedir a reprise do episódio, mas – como Collor – Dilma não deixará saudades. A maioria dos brasileiros continua a apoiar o impeachment, prefere o presidente em exercício Michel Temer a ela e vislumbra um horizonte de esperança a partir da saída da petista do poder. São as principais conclusões de um levantamento realizado entre os dias 20 e 24 de agosto pelo instituto Paraná Pesquisas, a pedido da revista IstoÉ. Às vésperas do último ato no Senado para o afastamento definitivo, a pesquisa exibe um cenário tétrico para Dilma. Segundo a amostragem, 65,5% dos brasileiros, se fossem senadores e tivessem de comparecer à sessão marcada para terça-feira 30, votariam pelo “Fora, Dilma”. Apenas 29,5% diriam “não” à cassação. Confrontada em outra pergunta com a única opção em jogo durante a apreciação do impeachment, ou seja, se quem deve governar o País dali em diante é Dilma ou Temer, a maioria optou pelo presidente em exercício do PMDB: 41,2%. A petista aparece com 21,9%. Ou seja, em 100 dias de governo, Temer já ostenta quase o dobro da preferência dos brasileiros para governar no País em relação à Dilma Rousseff. …Leia na íntegra

Os 109 dias de solidão da dama de ferro do PT

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 28 ago 2016

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Vera Rosa, Estado de S.Paulo

Desde que Dilma Rousseff deixou o Planalto, há 109 dias, uma foto com seu rosto de guerrilheira, emoldurado por grossas lentes, repousa solitária num poste de energia elétrica diante do palácio hoje comandado pelo presidente em exercício Michel Temer. A imagem em preto e branco, já rasgada, aparece ao lado de uma convocação desbotada pelo tempo. “Lutaremos em todas as trincheiras até o último minuto”, diz a presidente afastada no cartaz, que exibe a hashtag #VoltaDilma.

Dilma Rousseff (Foto: Filippo Monteforte / AFP)
Dilma Rousseff (Foto: Filippo Monteforte / AFP)

 

A cinco quilômetros dali, no Palácio da Alvorada, a mulher que responde a processo de impeachment por crime de responsabilidade ainda tem na ponta da língua o mesmo discurso da resistência com o qual pretende enfrentar seus algozes amanhã, quando irá ao plenário do Senado para se defender.

Ao que tudo indica, porém, Dilma viverá nesta semana seus últimos dias de poder em Brasília. No Alvorada, ela participou de treinamento intensivo para responder às perguntas mais duras dos senadores, muitos deles seus ex-ministros, com dois umidificadores ligados na sala para espantar a seca.

Saiba mais

Os 109 dias de solidão da dama de ferro do PT

STF manda investigar Dilma, Lula, Mercadante e Cardoso por crime de obstrução

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Justiça | Data: 17 ago 2016

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da Redação
Conteúdo Diário do Poder

Teori Zavascki foto Rosinei Coutinho STFCom a autorização de Teori, PGR e Polícia Federal (PF) poderão conduzir investigações com objetivo de conseguir provas de que houve tentativa de obstruir a Lava Jato. Após a realização de diligências, a PGR pode pedir o arquivamento da investigação – se entender que não há indicativos concretos de crime – ou oferecer uma denúncia ao STF, que é uma acusação formal.

Obstrução

Para os investigadores, a nomeação de Lula para a chefia da Casa Civil fazia parte de um “cenário” em que foram identificadas diversas tentativas de atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato.

No áudio gravado, e considerado inválido por Teori, Dilma promete entregar ao ex-presidente o termo de posse como ministro para que Lula usasse “em caso de necessidade”. A conversa é vista por investigadores como indicativo de que a nomeação para o ministério tinha a intenção de conferir ao ex-presidente foro privilegiado e, por isso, evitar um decreto de prisão pelo juiz que conduz a Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro.

Ao Supremo, Janot defendeu a continuidade das investigações mesmo após a anulação do áudio entre Dilma e Lula por Teori. Para os investigadores, há outros indícios que fundamentam a investigação. …Leia na íntegra

Planalto aposta que terá 62 votos para destituir Dilma de vez

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 16 ago 2016

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da Redação

Conteúdo Diário do Poder

Dilma BBMinistros do núcleo do governo Temer contam com até 62 votos no julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff, no Senado. O placar da pronúncia do afastamento, semana passada, já atingiu 59 votos. Eliseu Padilha (Casa Civil), que acertou os placares na Câmara e no Senado, é um dos mais otimistas ministros: espera 61 votos. Já no lado que apoia Dilma, não espera-se nem os 21 votos da pronúncia. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Único voto no PMDB considerado “irrecuperável” para governistas é o da ex-ministra ruralista Kátia Abreu, neopetista que renega as origens.

O senador Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM no Senado, acredita que os votos pró-impeachment chegarão a 60 no julgamento final.

Lula e os petistas estão céticos em relação à carta de Dilma, recheada de promessas, para o caso de retomar o cargo.

 

Senado vai decidir rito do julgamento final

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 15 ago 2016

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Isabela Bonfim,
O Estado de S.Paulo

ADLE238 BSB - 10/08/2016 ANASATASIA IMPEACHMENT / SENADO - POLITICA -SENADOR ANTONIO ANASTASIA E CUPRIMENTADO PELA APROVACAO do seu parecer do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.no plenário do SEnado Federal , em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

Brasília – Na reta final para o processo de impeachment, senadores vão se reunir nesta semana para definir o rito das sessões do julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff. O encontro, anunciado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve acontecer entre amanhã e quarta-feira e contar com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que preside o processo.

A reunião vai repetir os moldes da que definiu os passos para a sessão que aprovou, no início do mês, a continuidade do impeachment. Nesses encontros, líderes partidários fecham um acordo sobre a duração das sessões, intervalos e o tempo de fala para senadores e testemunhas. As determinações devem dar forma a um documento que servirá como guia durante a condução das sessões finais.

Senado aprova início do julgamento do processo de impeachment de Dilma

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 10 ago 2016

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por Mateus Novais

Dilma

O Senado decidiu na madrugada desta quarta-feira (10) que a presidente afastada, Dilma Rousseff, vai a julgamento na Casa. O resultado, que saiu à 1h30, indica ser muito difícil Dilma conseguir barrar o impeachment na votação final, que deve ter início por volta do dia 25.

Foram 59 votos favoráveis e 21 contrários, sem nenhuma abstenção. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não votou. Era preciso maioria simples (mais da metade dos senadores presentes) para que o parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) fosse aprovado.

Agora, Dilma será julgada pelo Senado. Nesta ocasião, a petista perderá definitivamente o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votem nesse sentido. A expectativa é de que esta fase dure cinco dias e ela também será comandada por Lewandowski.

Impeachment na reta final

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 09 ago 2016

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da Redação (Conteúdo Diário do Poder)

Dilma BBDilma Rousseff vai conhecer, nesta terça (9), a chamada “reta final” da sua destituição. Como em todos os casos criminais, após a coleta de provas, o réu deve ser pronunciado antes do julgamento. É o que vai acontecer nesta terça (9) no Senado, encerrando a segunda fase do impeachment, autêntica em corrida de obstáculos, graças às alterações no rito determinadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Senado.

A situação de Dilma não é mesmo animadora. Sua ex-inimiga e hoje aliada Kátia Abreu (PMDB-TO) já admitiu a derrota.

Por não acreditarem nas chances de Dilma, petistas ameaçam recorrer ao STF para tentar melar a votação da pronúncia.

O relatório de admissibilidade do caso contra Dilma tinha 128 páginas. No caso do ex-presidente Fernando Collor, dois parágrafos.

Com amigos no STF e no Senado, Dilma só foi afastada 23 dias depois de o Senado receber a denúncia. No caso Collor, foram 48 horas.

Se o voto fosse secreto, até o PT votaria contra Dilma no impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 08 ago 2016

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da Redação (conteúdo Diário do Poder)

 

Petistas no governo espionam Temer para Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 26 jun 2016

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Diário do Poder

Suspeita é que documentos são copiados para turma de Dilma

espionagemCom a demora na substituição de petistas herdados do governo Dilma, ocupantes de cargos de direção e assessoramento superior estariam fazendo cópias clandestinas de informações estratégicas do governo Michel Temer para serem repassados à equipe de Dilma Rousseff, segundo setores de inteligência. O temor é que os vazamentos deixem a administração vulnerável a boicotes e até a ações de sabotagem. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O governo suspeita que estariam sendo feitas cópias de informações em instituições como Dataprev, Funai, Funasa e INSS.

Ministros palacianos dizem que “os dados estão sendo espelhados”, um eufemismo para furto de informações.

Há mil nomeações pendentes, mas o governo continua à espera da liberação pela Abin, encarregada de verificar a ficha de cada indicado.

Acendeu o sinal vermelho no governo quando um convênio de R$ 100 milhões da Dataprev foi copiado e ninguém encontrou o responsável.

No Facebook, Dilma afirma que usará áudios em defesa do Senado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 26 maio 2016

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Diário do Poder

Dilma computador BB

Ideia é reforçar  tese do golpe e que Impeachment foi armação 

Em bate papo nas redes sociais, a presidente afastada Dilma Rousseff convocou seu advogado, ex-ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo para esclarecer a seus seguidores quais serão os pontos da sua defesa na comissão do impeachment do Senado, no dia 1º de junho. Dilma confirmou que as gravações envolvendo o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e caciques peemedebistas vão ser usadas para rebater a legitimidade do processo de impeachment.
“Desde o início, temos alegado que este processo de impeachment foi realizado com desvio de poder, ou seja, buscando-se finalidades totalmente estranhas à lei. Agora, com estas gravações, isto fica ainda mais claro. Se pretendeu o impeachment para impedir que as investigações da operação Lava Jato prosseguissem normalmente. Queriam, com um novo governo, eliminar o combate à corrupção que foi feito durante todo o meu governo”, disse o perfil oficial da petista em um dos comentários.

Quando negociava sua delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, Machado, que é investigado na Lava Jato, gravou conversas com os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Congresso, e com o ex-presidente da República José Sarney. A conversa com Jucá, revelada pela Folha de S. Paulo, mostra o peemedebista insinuando que o afastamento de Dilma e a entrada de Michel Temer no governo poderia ajudar a “estancar” a “sangria” da Lava Jato. A repercussão fez com que Jucá se afastasse do ministério do Planejamento, 12 dias após ser apontado para o cargo.

“A gravação da conversa mantida pelo Senador Romero Jucá com o ex-senador Sérgio Machado deixa isto muito claro. Por esta razão vamos usar sim na nossa defesa. Tornou-se agora indiscutível a ilegalidade deste processo e o caráter abusivo de uma acusação de crimes que não ocorreram para afastar do cargo quem foi eleito por 54 milhões de votos”, prossegue o perfil de Dilma no comentário.

Recurso internacional …Leia na íntegra

Dilma pede cautela ao tomar conhecimento de suspensão do impeachment

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 09 maio 2016

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por Mateus Novais

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A presidente Dilma recebeu a notícia da anulação da votação do impeachment na Câmara dos Deputados durante evento no Palácio do Planalto para anunciar a criação de universidades. Em meio a gritos da plateia de “Uh! É Maranhão” e “Fica querida!”, a presidente afirmou sobre a decisão de Maranhão: “Eu soube agora, da mesma forma que vocês, que um recurso foi aceito e que portanto o processo de impeachment está suspenso”.

“Eu não tenho essa informação oficial. Estou falando porque não podia fingir que não estava sabendo da mesma coisa que vocês”, afirmou. “Não é oficial, não sei as consequências, tenham cautela, porque vivemos uma conjuntura de manhas e artimanhas”.

“Temos que saber que temos pela frente uma disputa dura, cheia de dificuldades. Peço encarecidamente aos senhores parlamentares uma certa tranquilidade para lidar com isso”, afirmou Dilma, que falou por cerca de 20 minutos.

Dilma anuncia aumento no Bolsa Família e correção da tabela do IRPF

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 01 maio 2016

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UOL

A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou neste domingo (1º), durante festa do Dia do Trabalho organizada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), em São Paulo, que vai reajustar em 9% o valor dos benefícios do Bolsa Família e corrigir a tabela do imposto de renda sobre pessoa física em 5%.

O reajuste dos valores do Bolsa Família faz parte do chamado “pacote de bondades” preparado pelo governo que enfrenta um processo de impeachment no Senado.

“Estamos autorizando um reajuste no Bolsa Família que vai resultar em um aumento médio de 9% para as famílias. Essa proposta não nasceu hoje. Ela estava prevista lá em agosto de 2015 quando enviamos o orçamento par ao Congresso. Essa proposta estava prevista, e diante do quadro atual, tomamos medidas que garantem aumento na receita neste ano e nos próximos para viabilizar esse aumento no Bolsa Família. Tudo isso sem comprometer o cenário fiscal”, afirmou Dilma.

Uma entrevista coletiva convocada pelo Palácio do Planalto para explicar os reajustes no Bolsa Família foi cancelada logo após o anúncio feito por Dilma. A entrevista seria com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campêllo. O Planalto não explicou o que levou ao cancelamento e disse que uma nova data será programada para detalhar o reajuste.

As medidas anunciadas por Dilma eram dadas como certas desde a semana passada, o que despertou críticas de políticos da oposição ao governo Dilma. O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), classificou o chamado “pacote de bondades” da presidente como um “ato de desespero”.

“Ela (Dilma) já não consegue mobilizar mais ninguém. O povo já não acredita mais nela. Isso parece mais uma vingança por tudo o que está acontecendo com ela do que qualquer outra coisa. Isso que é triste”, afirmou Paulinho durante um evento realizado pela Força Sindical em São Paulo.

…Leia na íntegra

Votação na Câmara hoje decide futuro de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 17 abr 2016

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Do UOL, em Brasília

Pouco mais de quatro meses após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter aceitado o pedido de impeachment da oposição contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o processo passará pela votação dos 513 deputados federais em sessão marcada para a tarde deste domingo (17) na Câmara dos Deputados. O UOL transmitirá a votação ao vivo.

O governo tenta, na reta final, conseguir os 172 votos para barrar o impedimento, enquanto a oposição joga suas fichas para chegar a 342 votos entre os 513 deputados.

Se houver 342 votos favoráveis (dois terços do total de deputados), a Câmara autoriza o Senado a abrir um processo de julgamento da presidente pelos supostos crimes de responsabilidade, tipo de infração política que pode levar ao impeachment.

Após uma eventual aprovação do impeachment na Câmara, a presidente só será afastada do cargo se o Senado também decidir pela continuação do processo. É preciso o voto de 41 dos 81 senadores (maioria simples). Seria, então, formada uma comissão de senadores para analisar o caso, num processo que poderá levar até 180 dias.

…Leia na íntegra

Lula já admite que governo Dilma chegou mesmo ao fim

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 13 abr 2016

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Diário do Poder


Revelação foi feita a amigos e artistas durante evento no Rio. Foto: Humberto Ohana /Estadão

Após participar de manifestação que reuniu três mil pessoas no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, o ex-presidente Lula teve uma conversa dramática com amigos e artistas que o acompanhavam. Entre um copo e outro, chegou a avaliar que “o governo Dilma chegou ao fim”. Mas ele estava mais interessado em saborear mais um resultado de pesquisa Datafolha que o agradou, situando-o bem na disputa presidencial. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder. Lula fez a avaliação sobre “o fim” do governo Dilma sob o impacto da votação da comissão do impeachment, duas horas antes.

Quando percebeu que fracassariam entendimentos com partidos como PP e PRB, já hostis a Dilma, Lula entregou os pontos.

“Se tivesse preocupado em reverter votos favoráveis ao impeachment, ele não estaria na parte profana”, ironiza o tucano Bruno Araújo (PE).

Até a oposição considera que a melhor chance de sobrevivência de Lula e o PT é voltarem à oposição após o impeachment de Dilma.

Governo Dilma tem 85,9% de reprovação no DF, e 70,4 % são a favor do impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 07 abr 2016

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Diário do Poder

Por Francine Marquez

Grande parte da população não vê  impeachment como golpe
PT

Maioria dos brasileiros acreditam que deputados vão votar o impeachment por interesse próprio / Foto: André Dusek / Estadão

Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que maioria da população do Distrito Federal desaprova o governo da presidente Dilma Rousseff, é favorável ao seu afastamento e não considera o impeachment um golpe contra a democracia.
A maioria dos brasileiros, 85,9% desaprova a gestão da presidente Dilma Rousseff, apenas 12,1% aprova e 2,0% não quis opinar.

Quando a questão foi o impeachment da presidente, 70,4% da população é a favorável, os que são contrários representam 26,5% e 3,1% não quiseram opinar.

A maior parte dos entrevistados não acredita que Dilma conseguirá chegar ao final de seu mandato, 61,0% acredita que ela será afastada, 34,8% acha que ela chegará ao fim e 4,2% não quis opinar.

A maioria não considera o impeachment um golpe contra a democracia, 74,7%, os que acreditam ser um golpe são 21,9% e não quiseram opinar 3,4%.

Os brasileiros acreditam que os deputados vão votar o processo de impeachment visando o interesse próprio 48,9% pensam assim, pelo interesse da legenda 33,0% e apenas 15,4% acreditam que será pelo interesse da população, 2,7% não quiseram opinar.

A pesquisa foi feita com 1,281 eleitores maiores de 16 anos, entre os dias 01 e 03 de abril de 2016, estando registrada no Conselho Regional de Estatística da 3ª e 6º Região sob o nº 3122/15.

Veja como variam as opinião de acordo com: …Leia na íntegra