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Prazo para aderir ao Refis encerra 9 de julho

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia | Data: 18 jun 2018

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Fonte:Agência Sebrae de Notícias Bahia

As micro e pequenas empresas devem ficar atentas ao prazo de adesão ao Refis, que encerra no dia 9 de julho. O programa garante o refinanciamento de dívidas tributárias para empresas optantes do Simples em até 180 meses e abrange débitos vencidos até novembro de 2017.

Para refinanciar as dívidas, os empresários precisam fazer o pagamento de, no mínimo, 5% do valor total, sem descontos, em até cinco parcelas mensais e sucessivas. O restante pode ser quitado em até 175 parcelas (totalizando os 180 meses), com redução de 50% dos juros, 25% das multas e 100% dos encargos legais.

Com o objetivo de prestar orientações técnicas sobre o Refis, o Sebrae realizou, no último dia 7 uma palestra sobre o assunto. Na ocasião, o analista tributário da Receita Federal, Claudemir dos Santos, expos o maior propósito do programa: possibilitar condições especiais para a negociação de débitos.

Competência dos débitos abrangidos, modalidade que deve ser escolhida no momento da negociação e valores mínimos das prestações foram temas expostos na apresentação. “Se eu aderi em junho, devo pagar a primeira parcela até o dia 29. Se a adesão foi feita em julho, a primeira parcela deve ser paga até 9 de julho, último dia de prazo para adesão”, alertou Claudemir.

Número de consumidores que regularizaram dívidas tem maior alta desde o final de 2015

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 30 maio 2018

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da Redação
Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

O crescimento é de 3% no acumulado de 12 meses. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a região Sudeste teve maior variação positiva com 33%, seguido do Nordeste com 26%

Indicador de Recuperação de Crédito, mensurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país aponta um crescimento expressivo de 3% em abril no número de consumidores que conseguiram recuperar o crédito, considerando o acumulado dos últimos em 12 meses. Esta é a maior alta registrada desde o outubro de 2015. O dado é obtido a partir das exclusões de registros de inadimplência mediante pagamento integral da dívida ou renegociação do débito.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados refletem a gradual retomada da economia brasileira. “Apesar do aumento de pessoas que pagaram dívidas atrasadas, o volume de contas em aberto ainda é grande. Mas na medida em que a melhora da economia passe a resultar em queda do desemprego e no aumento da renda da população, o consumidor deve voltar a obter crédito”, destaca a economista.

Sudeste foi a região que mais colocou pendências financeiras em dia

Entre as regiões que apresentaram maior variação positiva no número de devedores com recuperação o crédito, o Sudeste é destaque no mês de abril, com  33%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Em seguida vem o Nordeste, com alta de 26 %. A região Norte mostrou estabilidade do indicador no período,  sem mostrar variação, enquanto as demais regiões tiveram variações mais tímidas do que a média nacional (25%), embora tenham registrado alta: Centro-Oeste (12%) e Sul (4%). …Leia na íntegra

Pela primeira vez desde 2014, o número de dívidas regularizadas fechou o ano em crescimento

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 23 mar 2018

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da Redação
Fonte: revistavarejosa.com.br/CDL (Conteúdo)

Pela primeira vez desde 2014, o número de dívidas regularizadas fechou o ano em crescimento. Essa grande notícia foi destaque em um novo indicador lançado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que mensura a recuperação de crédito do consumidor em todas as regiões brasileiras.

Aumentou em 4,42% o volume de dívidas atrasadas que foram totalmente quitadas ou renegociadas pelos devedores junto às empresas credoras. Para ter uma ideia de como esse número é uma boa notícia para o varejo, considerando todo o ano de 2017, apenas no mês de janeiro esse número havia ficado no azul: alta de 19,59% no período. No resto do ano, ou seja, entre fevereiro e novembro, foram sucessivas as quedas nas renegociações, tendo sido observada, em outubro, a maior delas: uma retração de mais de 24% na quantidade de dívidas colocadas em dia.[

Dinheiro extra ajuda brasileiro a consertar finanças …Leia na íntegra

Como parcelar sua dívida do cartão de crédito com juros mais baixos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 26 fev 2018

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da Redação
Fonte: Meu Bolso Feliz/CDL (Conteúdo)

Existem taxas de juros mais baratas do que a oferecida pelo seu gerente para o parcelamento do crédito rotativo! Entenda

O cartão de crédito é uma forma de pagamento de compras bastante popular. A empresa emissora lhe concede um limite e você pode utilizá-lo para realizar suas compras, ganhando um prazo de até 40 dias para o pagamento da fatura.

Mas é preciso usá-lo com sabedoria, pois suas taxas de juros rotativos chegam a 334% ao ano – não, você não leu errado! Funciona assim: quando chega sua fatura e você não tem dinheiro para pagar, você pode realizar o pagamento mínimo. O restante que faltar entra nos chamados juros rotativos.

Até 2017, se você pagasse apenas o mínimo da fatura e ficasse com uma dívida de R$ 1.000 no cartão de crédito, no mês seguinte, poderia chegar a R$ 1130 devido aos juros rotativos. Acumulados 5 meses de juros sobre juros, o valor já batia na casa dos R$ 1843. Dá para imaginar o tamanho do problema? Como era de se esperar, muita gente se enrolava e não conseguia mais sair da dívida.

Por causa disso, em abril do ano passado, o governo mudou as regras do jogo. Desde então, após um mês da sua dívida no rotativo, a empresa emissora ou o banco são obrigados a lhe oferecer uma nova linha de crédito, para você parcelar o valor em aberto.

Na prática, a dívida não pode ficar rodando no rotativo por mais de 30 dias. Em vez disso, o consumidor pode fazer um financiamento da dívida com prazo determinado e em parcelas para a quitação total. Há ainda a opção de pagar a dívida integralmente a qualquer momento.

Mas atenção: os bancos só são obrigados a oferecerem um tipo de linha de crédito, que nem sempre é a mais barata. “É bem difícil o banco oferecer as linhas mais baratas, pois a única obrigação do banco é parcelar a dívida em condições mais vantajosas do que as do rotativo”, orienta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Então, cabe ao consumidor pedir mais opções. “Vale ainda consultar outros bancos e empresas para tentar quitar a sua dívida à vista”, diz Marcela.

Como encontrar linhas de crédito mais baratas?

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Dívidas regularizadas crescem 4,42%, a primeira alta para os meses de dezembro desde 2014

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 10 fev 2018

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da Redação

Fonte SPC BRASIL/CDL (Conteúdo)

Novo indicador lançado pelo Serviço de Proteção ao Crédito acompanha a evolução de consumidores que conseguem limpar o nome. Maior parte das dívidas recuperadas são com bancos. Natal e 13º salário influenciaram aumento das regularizações

O número de dívidas regularizadas, calculado a partir das exclusões dos registros de inadimplência, cresceu 4,42% no último mês de dezembro na comparação com o mesmo período de 2016. Trata-se da primeira alta do indicador para os meses de dezembro desde 2014, quando o crescimento fora de 12,11%. Os dados fazem parte do novo Indicador de Recuperação de Crédito lançado hoje pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que permitirá acompanhar em todas as regiões, a evolução do número de consumidores brasileiros que deixam os cadastros de inadimplentes após pagamento da dívida pendente.

Os dados ainda revelam que na comparação mensal ― ou seja, em relação a novembro de 2017, sem ajuste sazonal ― o número de dívidas quitadas apresentou uma alta expressiva de 38% no mês de dezembro, influenciado, principalmente, pelas campanhas de recuperação de crédito e também pela injeção de capital extra na economia por meio do décimo terceiro salário e demais bonificações típicas do período. Nesse caso, em novembro de 2017 frente a outubro, o indicador também já havia apresentado uma alta elevada, de 11,98%, após três meses seguidos de retração.

“Com a proximidade das festas de fim de ano, muitos brasileiros costumam limpar o nome para voltar ao mercado de consumo, aproveitando o dinheiro extra do décimo terceiro e das bonificações. Além de refletir uma tendência sazonal, os números demonstram um cenário econômico pouco mais favorável para o consumidor, que aos poucos vem ganhando confiança para retomar sua capacidade de pagamento”, explica o presidente do SPC Brasil Roque Pellizzaro Junior.

45% das pendências regularizadas são com bancos
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Caixa vai dar até 90% de desconto para baianos quitarem dívidas

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 08 nov 2017

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Da Redação

A Caixa Econômica Federal (CEF) vai oferecer até 90% de descontos para facilitar a regularização de contratos em atraso no Mutirão #QuitaFácil. A ação vai até 7 de dezembro e deve movimentar R$ 22 milhões.

Poderão participar clientes pessoas Física e Jurídica que possuam contratos comerciais em atraso, incluindo cartões Caixa, com descontos significativos para pagamento à vista. Essa também é uma oportunidade para os pequenos empresários quitarem suas dívidas com a CEF e recuperarem capacidade de crédito. No total, são 6 mil microempreendedores individuais que podem ser beneficiados com os descontos de até 90% sobre o valor das dívidas.

Para negociar a dívida, o cliente deve comparecer a qualquer agência da Caixa. Além de toda a rede de atendimento, diversas ações serão realizadas conjuntamente com as entidades parceiras. Em Vitória da Conquista, por exemplo, será montado um ponto especial de atendimento.

Programa de parcelamento de dívidas do MEI teve início segunda

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 06 jul 2017

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da Redação
Fonte: G1 / Publicação CDL (Conquista)

Microempreendedores Individuais em débitos com a Receita Federal poderão parcelar boletos em aberto em até 120 meses; veja como fazer o pedido

Desde segunda-feira (3) os microempreendedores individuais (MEIs) com boletos atrasados podem solicitar o parcelamento das dívidas com a Receita Federal. O prazo para fazer o pedido termina no dia 2 de outubro.

É a primeira vez, desde a criação do MEI, em 2009, que o governo abre um programa de parcelamento de débitos. As dívidas acumuladas até maio de 2016 poderão ser parceladas em até 120 prestações, que deverão ter valor de pelo menos R$ 50. Para débitos de boletos vencidos após maio de 2016, o parcelamento será de, no máximo, 60 meses.

Segundo a Receita Federal, o saldo devedor atual dos MEIs é de R$ 1,7 bilhão. O número de microempreendedores individuais cadastrados no Simples Nacional já superou a marca de 7 milhões, mas o percentual de inadimplência tem se mantido há anos no patamar ao redor de 60%.

De acordo com os dados do Fisco, dos 6,94 milhões de MEIs cadastrados em março, apenas 2,78 milhões (40%) efetuaram o pagamento do boleto mensal.

Além de estar inadimplente com o Fisco, o MEI com boletos atrasados corre o risco de não ter acesso a direitos previdenciários como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria invalidez.

Cada benefício exige um tempo de carência, ou seja, um tempo mínimo meses de contribuição, e a contagem da carência inicia-se apenas a partir do pagamento da primeira contribuição sem atraso. Para pedir o auxílio-doença, por exemplo, o MEI precisa ter pago em dia no mínimo 12 meses seguidos.

Quase 300 mil empresas já renegociaram dívidas

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 25 jan 2017

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da Redação

Fonte: Agência de Notícias Sebrae

Quase metade dos pequenos negócios que estavam com débitos no Simples Nacional, e que foram notificados pela Receita em setembro do ano passado, parcelaram suas dívidas e permaneceram com o direito de serem optantes desse sistema tributário que reduz impostos e a burocracia.  Das 584 mil micro e pequenas empresas que foram notificadas, 285 mil já regularizaram a situação para permanecer no Simples.

Quem ainda não se regularizou, já foi desligado do Simples Nacional. Para voltar a ser optante, o empresário deve pagar ou parcelar suas dívidas e pedir uma nova adesão ao sistema até o dia 31 de janeiro. “O Brasil está passando por momentos econômicos difíceis. As empresas precisam de mais fôlego financeiro para enfrentar a crise. Sair do Simples pode ser o fim do sonho de empreender”, enfatiza o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. O empresário que não se regularizar a tempo, só poderá voltar a usufruir desse sistema de tributação em 2018.

A recomendação do Sebrae é que os donos de pequenos negócios com dívidas no Simples procurem seus contadores e peçam para eles aderirem ao parcelamento de até 120 meses e reincluírem a empresa no Simples. Para isso, o contador deve calcular o valor dos débitos e da parcela mais adequada. O pedido de parcelamento deve ser feito no Portal do Simples Nacional (https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/)

Para ajudar os donos de micro e pequenas empresas a acertarem as contas, o Sebrae promove o Mutirão da Renegociação, que, além de estimular a regularização dos débitos tributários, incentiva e ajuda os empreendedores a renegociarem as dívidas bancárias, locatícias e com fornecedores.  Para isso, o Sebrae disponibilizou um hotsite (www.sebrae.com.br/renegociacao) com dicas para negociar com os diferentes tipos de credores e com perguntas e respostas sobre a campanha. Além disso, o Call Center do Sebrae (0800 570 0800) e os postos de atendimento espalhados pelo país também estão preparados para auxiliar os empreendedores a acertarem suas contas.

Governo divulga regras para parcelamento de dívidas de microempresas

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 15 nov 2016

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da Redação
Com informações da Exame.com

calculoA nova versão da lei ampliou de 60 para 120 prestações o prazo para pagamento das dívidas tributárias

Empresa: as mudanças estão previstas em lei sancionada pelo presidente Michel Temer (Dave Dugdale/Creative Commons/)
O Diário Oficial da União publica hoje instrução normativa que estabelece procedimentos preliminares relativos ao parcelamento de dívidas de microempresas e empresas de pequeno porte.

As mudanças estão previstas na Lei Complementar nº 155 de 2016, sancionada no dia 27 de outubro pelo presidente Michel Temer. A nova versão da lei ampliou de 60 para 120 prestações o prazo para pagamento das dívidas tributárias.

Pelo texto da instrução normativa, o contribuinte com débitos apurados na forma prevista no Simples Nacional até a competência do mês de maio de 2016 – nos termos da nova versão da lei – poderá manifestar previamente a opção pelo parcelamento, no período de 14 de novembro de 2016 a 11 de dezembro de 2016, por meio do formulário eletrônico “Opção Prévia ao Parcelamento da LC 155/2016” , disponível na página da Receita Federal na Internet.

Criado em 2006, o Supersimples tem o objetivo de desburocratizar e facilitar o recolhimento de tributos pelos micro e pequenos empresários.

Quatro em cada dez brasileiros já pediram nome emprestado para fazer compras a crédito

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 20 jul 2016

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da Redação
Com informações da CNDL

MãosPedir o nome emprestado para realizar compras é um hábito comum do brasileiro. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas capitais e interior de todos os Estados e do Distrito Federal, revela que 39,8% dos consumidores brasileiros já pediram o nome emprestado a outras pessoas para fazer compras a crédito – principalmente as mulheres (43,9%) e pessoas das classes C, D e E (42,7%).

De acordo com a pesquisa, a prática é utilizada principalmente pelos consumidores que acabam passando por situações emergenciais e não contam com uma reserva ou que enfrentam dificuldades para ter acesso ao crédito, mas querem continuar consumindo. Três em cada dez (29,4%) entrevistados que admitiram ter pedido o nome emprestado o fizeram devido a algum imprevisto e 22,6% por estarem com o nome em cadastros de inadimplentes. Outras razões ainda mencionadas são o fato de não possuírem cartão ou cheque (18,1%) e terem extrapolado o limite de crédito nessas modalidades (11,8%). …Leia na íntegra

Audiências de Conciliação Tributária são realizadas em Vitória da Conquista

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Publicado por Resenha Geral | Colocado em Bahia, Brasil, Sudoeste, Vit. da Conquista | Data: 23 ago 2013

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Da Redação

Audiências no Fórum João Mangabeira acontecem sempre às terças, quartas e quintas-feiras. Só nesta semana, 206 processos foram selecionados para renegociação.

Forum-João-MangabeiraVai até o dia 1º de novembro o Mutirão de Conciliação de Execuções Fiscais do Estado em Vitória da Conquista. Mediado pela 1ª Vara da Fazenda Pública, o objetivo é acelerar acordos de processos de renegociações de dívidas com o município por meio de audiências.

Durante esta semana, 206 processos foram selecionados para audiências de conciliação. A autora dos processos foi a prefeitura de Vitória da Conquista. Processos com dívidas maiores foram selecionados com prioridade. Segundo a juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública, Simone Chaves, a renegociação pode ser vantajosa, com redução de multas e acréscimos e com opção de pagamento do débito à vista.

As dívidas mais comuns contabilizadas segundo a prefeitura são de impostos como IPTU, Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e multas. Os interessados que tenham processos ajuizados, podem comparecer espontaneamente à unidade judiciária local e solicitar a inclusão do processo na pauta de conciliação.  …Leia na íntegra

Pesquisa indica que brasileiros pretendem destinar 13º salário para pagamentos de dívidas

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Publicado por Resenha Geral | Colocado em Economia, Vit. da Conquista | Data: 14 nov 2012

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Da Redação

Em Vitória da Conquista cerca de 60 milhões de reais devem ser injetados na economia com a liberação do 13º.

O décimo terceiro salário já está prestes a entrar na conta bancária dos brasileiros, e segundo uma pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, nestes dois últimos meses de 2012 os consumidores devem gastar menos dinheiro com presentes de natal e pretendem também investir menos em festas de final de ano em relação ao ano passado.

A explicação para esses dados, de acordo com a associação é que as pessoas devem destinar o 13º para quitação de dívidas. Mesmo diante desses números, a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Vitória da Conquista (CDL), aposta em um natal lucrativo para o comércio da cidade. A estimativa é que 60 milhões de reais sejam injetados na economia do município com a liberação do 13º, a maior parte desse montante deve ser investido na compra de presentes e contratação de serviços. …Leia na íntegra

Planejamento ajuda no pagamento de dívidas

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 29 set 2012

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Agência Brasil

Um estudo da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) constatou que os consumidores têm, em média, 42% da sua renda comprometida com dívidas a pagar. Os especialistas indicam o planejamento financeiro tanto para prevenir o superendividamento – que é o comprometimento com dívidas maior que um terço da renda – quanto para se livrar dele.

“O primeiro passo para quem deseja saldar as dívidas é fazer uma planilha com as despesas essenciais e ver o que sobra disso. Então, pode começar a negociar a dívida com o credor, de forma que a parcelamento dela seja inferior ao que sobrar. Não dá para negociar antes de se planejar sob o risco de não conseguir pagar e se endividar ainda mais”, ensina o especialista em finanças Angelo Guerreiro Costa.

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Estudo alerta para o elevado endividamento no Brasil

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 09 set 2012

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Agência Estado

Estudo do Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) revela que o comprometimento de renda no Brasil para pagar dívidas cresceu rapidamente nos últimos anos e está no patamar mais elevado da história.

Com esse aumento, a parcela mensal dos salários das pessoas físicas e da receita das empresas destinada ao pagamento de empréstimos já é comparável à de países que estão no olho do furacão da crise financeira, como a Itália.

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