Fantasmas de Dilma na estatal EBC custavam R$4 milhões ao mês

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 14 out 2016

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da Redação

Diário do Poder / Conteúdo

Salários de até R$18 mil, faziam a alegria de ‘funcionários-caviar’ 

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Auditoria interna da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), encarregada da ‘TV Lula’, apontou a existência de até 300 funcionários fantasmas deixados pelo governo Dilma. Os salários variavam entre R$ 14 mil e R$ 18 mil. O presidente da empresa, Laerte Rimoli, demitirá os fantasmas do governo petista, que custam cerca de R$ 4,2 milhões por mês ao contribuinte. A EBC é a “herdeira” da Fundação Roquette Pinto. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A EBC tem atualmente 2.600 empregados, 185 deles em Regime Jurídico Único, oriundos da antiga e extinta Fundação Roquette Pinto.

Os funcionários fantasmas foram apelidados pela cúpula da empresa de funcionário-caviar: ninguém nunca viu, outros só ouviram falar.

A EBC investiga casos onde governo Dilma contratava funcionários pela empresa e os alocava em outros órgãos do governo federal.

Os fantasmas chegam a usar e-mails institucionais para acusar o governo de “golpe”. Em pleno horário de expediente.

 

Ministro Geddel defende o fim da EBC

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 12 jun 2016

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da Redação

GeddelO  ministro-chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB), iniciou defesa da tese de extinção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Em declaração à imprensa, o ministro diz que o órgão é um cabide de emprego e usado como aparelhamento político.

No perfil na rede social Twitter, o minstro Geddel sentenciou. “Acabar com a EBC é estabelecer um diferencial. Somos contra o aparelhamento, o uso do Estado para autopromoção”, disse.

“EBC é aparelhamento. É cabide de empregos, é dinheiro de outras áreas investido nisso. Vou ao limite de minhas forças para acabar isso. […] Qual a lógica de um país como o Brasil ter uma TV estatal? Nenhuma, a não ser estimular populismo, autopromoção, aparelhamento com dinheiro público”, defendeu.

O ministro também rebateu críticas de internautas que questionaram a ideia.