Em Conquista, chuvas já estão 15% acima da média neste mês de janeiro

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 20 jan 2016

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Da Redação

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Nestes primeiros 20 dias do mês de janeiro, o tempo em Vitória da Conquista está atípico. Até agora, 2016 tem sido de temperaturas mais amenas e de chuvas acima da média.

Segundo informações da Estação Meteorológica da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), até às 9 horas da manhã desta quarta (20), choveu na cidade 128 milímetros, 15% a mais do que o esperado para todo o mês de janeiro. A expectativa dos meteorologistas era de que chovesse no município 108 milímetros nos primeiros 31 dias do mês do ano.

De acordo com o professo do curso de Geografia da Uesb, Rosalve Luca, assim como a onda de forte calor do fim do ano passado, quando choveu 54% abaixo do esperado, as intensas chuvas estão sendo provocadas pelo El Ninõ. Dessa vez, no entanto, a causa das mudanças no clima se devem ao fato do fenômeno climático estar indo embora.

Além das chuvas, o El Niño fez com que as temperaturas ficassem mais amenas em pleno verão. Neste início de ano, os termômetros já marcaram 17,5 graus. E esse tempo chuvoso deve permanecer na cidade até meados do mês de março, com alguns intervalos de calor mais forte.

 

Período sem chuvas e com forte calor deve se estender até 2016

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 18 nov 2015

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por Mateus Novais
foto: arquivo BRG

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Em Vitória da Conquista, tem muita gente olhando para o céu à espera de um pouco de chuva para amenizar o tempo quente. Mas as notícias não são boas. O sol permanece forte e não dá sinais de que vai tirar folga. Os meses de novembro e dezembro de 2015 serão marcados pela forte estiagem.

Este será o quinto ano seguido de poucas chuvas e a tendência é piorar. Segundo a Estação Metrológica da Uesb a incidência de chuvas vai ficar abaixo da média de 732 mm. Só para se ter uma ideia, neste mesmo período do mês de novembro do ano passado já tinha chovido 260 mm. Este ano foram apenas 0,4 mm.

“Isso é efeito do El Niño, que afeta a distribuição das massas de ar. Então, chuva e temperatura começam a ter irregularidade. E 2015 foi muito irregular em distribuição de chuva. Mês que era para chover pouco, como é o caso de fevereiro, choveu muito, e mês que era pra chover muito, como novembro, está chovendo pouco”, explica o geógrafo e responsável pela Estação Metrológica, professor Rosalvi Lucca.

O professor também explica que a falta de chuva e o calor vão perdurar até o meio do ano de 2016, o que deve afetar a economia da região Sudoeste. “Nós vamos sentir na pele e no bolso, porque tem varias derivações que acabam tendo problema, como frutas e hortaliças e distribuição de água”, prevê.