Fiscalização resgata 33 trabalhadores em condição análoga à de escravo em Minas Gerais

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Trabalho | Data: 03 maio 2019

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M.T.E

Trabalho-Escravo-Trabalhador resgatado em fazenda no Pará (Foto: Leonardo Sakamoto / trabalhoescravo.org)

Auditores-fiscais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia em Minas Gerais resgataram 33 pessoas em condição análoga a de escravo no município de Ninheira, ao norte do estado. Encontrados na Fazenda Tamboril, produtora de carvão, 23 dos trabalhadores eram empregados da fazenda e 10 trabalhavam no local colhendo folhas de eucalipto para uma propriedade vizinha, a Destilaria Jacaré Ltda, produtora de óleo vegetal. A ação começou em 24 de abril e terminou em 1º de maio e contou com apoio do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Rodoviária Federal.

O resgate foi difícil porque a fazenda possuía duas carvoarias e uma parte dos trabalhadores estava na área externa recolhendo madeira e folhas. Enquanto a fiscalização realizava a identificação dos trabalhadores da primeira carvoaria, um motoqueiro saiu em direção a segunda carvoaria e a área de campo mandando os trabalhadores se esconderem na mata, o que obrigou a equipe a realizar um trabalho de busca. Aos poucos, os trabalhadores foram sendo resgatados e começaram a relatar as condições de trabalho e moradia no local.

Entre os 23 trabalhadores da fazenda havia um adolescente de 16 anos, que trabalhava no local desde os 14 e atuava no recolhimento de madeira para as carvoarias, e dois idosos com mais de 60. “Os idosos realizavam as atividades mais desgastantes na carvoaria, atuando como carbonizadores. Além de estarem em condições degradantes, eram vítimas de jornadas exaustivas, tendo no máximo um dia de descanso a cada cinco semanas”, relata o auditor.

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Ministério encontra 1.246 trabalhadores em condições análogas às de escravo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, transporte | Data: 19 out 2018

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Trabalho-Escravo-Trabalhador resgatado em fazenda no Pará (Foto: Leonardo Sakamoto / trabalhoescravo.org)

Os auditores-fiscais do Ministério do Trabalho encontraram 1.246 pessoas em situações análogas às de escravo entre janeiro e a primeira quinzena de outubro de 2018. O número já é 93% maior do que o registrado em todo o ano passado (645).

Durante as operações, realizadas em 159 estabelecimentos, foram formalizados 651 trabalhadores, emitidas 601 guias de seguro-desemprego e pagos R$ 1,7 milhão em verbas rescisórias aos resgatados. O meio urbano foi onde os fiscais mais encontraram situações de trabalhadores em situações degradantes (869); no rural foram 377 casos registrados.

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), Maurício Krepsky, avalia que o crescimento do número de trabalhadores encontrados em situação análoga à de trabalho escravo está ligado ao planejamento eficiente das ações de combate a essa prática ilegal.

As denúncias de trabalho análogo ao de escravo podem ser feitas nas unidades do Ministério do Trabalho em todo país e também por meio do Disque Direitos Humanos (Disque 100) …Leia na íntegra

Cafeicultor é condenado por prática de trabalho escravo em Barra do Choça

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Publicado por Editor | Colocado em Sudoeste, Vit. da Conquista | Data: 08 ago 2013

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da Redação

mpf_conquistaA pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Vitória daConquista, a Justiça Federal condenou o fazendeiro Paulo Roberto Bastos Viana por crime de redução à condição análoga a de escravo. O agricultor mantinha 28 pessoas trabalhando em sua propriedade com jornada de dez horas de trabalho, alojamentos insalubres, ausência de equipamentos de proteção individual e sem assinatura de carteira de trabalho.

Segundo a ação, publicada pela assessoria de comunicação do MPF, auditores fiscais do Ministério do Trabalho constataram que os trabalhadores não recebiam instrumentos de proteção como botas, chapéu ou luvas, não havia água potável no local e o “banheiro” era um buraco coberto com lona. Os empregados dormiam em papelões e cozinhavam no chão, seus alimentos e objetos pessoais eram deixados ao chão, expostos a moscas, insetos e roedores. A sentença ressalta que “a exposição de pessoas a condições degradantes de trabalho salta aos olhos”.

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