Passagem a R$ 4,15: FakeNews

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Publicado por Editor | Colocado em transporte, Vit. da Conquista | Data: 02 set 2018

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da Redação
Fonte: conquista.ba (Conteúdo)

Veiculou-se durante os últimos dias, notícias apontando reajuste do preço da passagem do transporte intramunicipal para o valor de R$ 4,15. Essas notícias são falsas informações – FakeNews.

Tudo começou em entrevista concedida pelo prefeito do município, Herzem Gusmão, em programa na Rádio Clube, de Conquista. Referindo-se a uma exigência imposta pela Viação Cidade Verde para assumir a lacuna deixada pela Viação Vitória – ele replicou a necessidade de reajuste de valor da tarifa exigida pela empresa.

Segundo apurado, a Viação Cidade Verde colocou o reajuste da tarifa de transporte como exigência para assumir as linhas do lote 1, antes operadas pela Viação Vitória.

Entretanto, não existe valor, nem tampouco prazo para isso acontecer.

O vereador Coriolano Morais – o professor Cori – (PT), levou ao executivo municipal a ideia de elaborar um projeto de lei para diminuir, ou extinguir, o imposto sobre a prestação de serviço (ISS) cobrado pelo município da empresa. Essa proposta tem por objetivo reduzir os custos de operação da empresa no município para minimizar, ou até anular, um possível aumento da tarifa, se provar a necessidade.

O que tem acertado são estudos: A empresa e a prefeitura irão construir planilhas para avaliar os custos de operação da empresa no município. A partir daí, poderá-se-a enxergar o panorama financeiro do transporte público, a necessidade ou não de reajuste, e valores.

Vale lembrar, recente a justiça determinou um novo certame para a seleção do lote 2 operado pela Viação Cidade Verde em Conquista, em vista de irregularidades encontradas na licitação em que a empresa ganhou a outorga para operar no transporte público.

Portanto, nenhuma afirmativa que defina valores é verdadeira tratando-se de transporte intramunicipal nos limites de Conquista.

Exclusivo: Investigação revela como blog defendia Dilma com rede de fakes em 2010

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 09 mar 2018

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Armando Santiago Jr. passava o dia inteiro atrás da tela do computador escrevendo textos para seu blog de política. Era início de 2010, e ele defendia com unhas e dentes sua candidata presidencial, Dilma Rousseff (PT), aposta do então presidente Lula.

O “companheiro Armando”, como era chamado por outros blogueiros, se descrevia no Orkut como “um cidadão brasileiro indignado com a ação criminosa dos tucanos” na campanha eleitoral. Era casado, tinha 56 anos e vivia em Poços de Caldas, Minas Gerais.

Seu blog chamava-se “Seja Dita Verdade” e dizia divulgar “a notícia transparente”. “Nestas eleições surgiram, quase que ‘por mágica’, os mais variados e-mails falsos que caluniam Dilma Rousseff. Venho aqui neste blog, sempre que possível, desmentindo um por um”, escreveu em uma de suas postagens.

Esse “Armando”, no entanto, nunca existiu. Seu blog e seus perfis no Orkut e no Twitter eram administrados por quatro pessoas que teriam recebido, para tanto, de R$ 3,5 mil a R$ 4 mil mensais entre maio e outubro de 2010. A BBC Brasil entrevistou sob a condição de anonimato três dessas quatro pessoas, que dizem ter sido recrutadas sem contrato formal por uma empresa de marketing político baseada em São Paulo para levar isso a cabo.

Seu trabalho, segundo relatam, era alimentar o blog com postagens desmentindo supostos boatos sobre Dilma Rousseff e publicar textos parciais e contrários a seu principal adversário, José Serra (PSDB), que acabou derrotado no segundo turno. A página também chegou a ter notícias falsas. E, para disseminar seu conteúdo, o trabalho acabou envolvendo a criação de perfis falsos – ao menos 131 deles no Twitter, segundo uma lista à qual a BBC Brasil teve acesso.

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Justiça pode punir quem publicar fake news em redes sociais nas eleições

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 21 fev 2018

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uol

O combate às chamadas fake news (notícias falsas, em inglês) terá um novo capítulo nesta eleição: o usuário de redes sociais que publicar ou compartilhar notícias falsas poderá ter o conteúdo retirado do ar. A previsão consta das resoluções publicadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a campanha deste ano e é mais uma ação da Justiça Eleitoral no cerco às notícias falsas.

O termo em inglês é usado para identificar publicações feitas com intuito de aparentar veracidade, mas com o objetivo oculto de enganar o leitor, comumente para gerar algum benefício a terceiros. É o caso de fatos inverídicos atribuídos a candidatos com a intenção de beneficiar os adversários na corrida eleitoral.

Ao tratar da campanha na internet, a resolução do TSE afirma que a “divulgação de fatos sabidamente inverídicos” poderá ser punida com a retirada do conteúdo do ar. “A livre manifestação do pensamento do eleitor identificado ou identificável na internet somente é passível de limitação quando ocorrer ofensa à honra de terceiros ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos”, diz dispositivo da resolução.

Especialistas em direito eleitoral afirmam que, com isso, o TSE visa coibir a disseminação de notícias falsas, embora ainda não esteja certo se a Justiça Eleitoral terá fôlego para fazer frente à prática que costuma se intensificar no período eleitoral. “Fake news é um termo mas é um problema velho. É um problema muito semelhante ao trote e ao boato”, afirma o professor de direito eleitoral da universidade Mackenzie, Diogo Rais.

“Fake news não é uma mentira, é uma mentira que parece verdade. É uma forma de enganar as pessoas. Acho que o principal elemento que diferencia ela é isso”, diz. Quem compartilhar conteúdo classificado como fake news também pode receber a punição, segundo afirma a professora de direito eleitoral da universidade Mackenzie, Diogo Rais.

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