Urandi: dois falsos dentistas são detidos

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Publicado por Editor | Colocado em Sudoeste | Data: 06 set 2018

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Da Redação


Nessa quarta (5), dois homens foram presos, no município de Urandi, acusados de atuarem ilegalmente como dentistas. Eles foram flagrados dentro dos consultórios, localizados no centro da cidade e no bairro Xavier, por agentes do Conselho Regional de Odontologia da Bahia (CRO-BA) e da Polícia Militar.

No momento da prisão, os dois não estavam em atendimento, no entanto, confessaram aos fiscais do CRO-BA que ofereciam procedimentos odontológicos como restaurações e extrações, de forma irregular, há, pelo menos, dez anos. Nos locais, foram apreendidos equipamentos e instrumentos.

De acordo com o presidente do CRO-BA, Carlos Dourado, a intenção é recolher parte do material utilizado pelos falsos profissionais para que eles não retomem as atividades ilícitas. Os falsos dentistas devem responder em liberdade por exercício ilegal da profissão. Caso sejam condenados, podem pegar de seis meses a dois anos de prisão.

Três falsos dentistas são presos em Urandi e Caculé

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Publicado por Editor | Colocado em Sudoeste | Data: 20 jul 2017

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Da RedaçãoFoto: Divulgação CRO-BA

Três falsos dentistas foram presos em flagrante nas cidades de Urandi e Caculé, no sudoeste baiano. As prisões ocorreram com apoio da Polícia Militar, após denúncias realizadas ao Conselho Regional de Odontologia da Bahia (CRO-BA).

Em Urandi, foram detidos Ediberto Alves Afonso, 63 anos, que atuava há quase sete anos na cidade, cobrando em média R$ 200 por extração; e Eudes Machado de Palma, 41 anos, com cinco anos de exercício ilegal. Palma cobrava em média R$150 por extração.

Já em Caculé, Vicente de Paula Pereira Soares, de 48 anos, tinha quase dez anos de exercício ilegal. Ao Conselho, ele alegou que tinha se formado pela universidade Uninorte, em Assunção, no Paraguai. No entanto, não apresentou documentos.

Conforme o CRO-BA, os falsos dentistas irão responder por exercício ilegal, mesmo que gratuito, da profissão, crime previsto no Artigo 282 do Código Penal. A pena é de seis meses a dois anos de prisão. Caso o crime seja praticado visando o lucro, também se aplica multa.