Vitória da Conquista enfrenta o mês mais seco dos últimos 80 anos

0

Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 24 jan 2017

Tags:, ,

Da Redação

Os conquistenses têm sentido na pele as mudanças climáticas durante esse mês de janeiro, que costumam ser sempre chuvosos. A Estação Meteorológica da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), informou que janeiro é o mês mais seco dos últimos 80 anos no município.

Desde o começo do ano as chuvas não caíram na cidade e nem um milimetro chegou a ser acumulado. Situação parecida com essa aconteceu em 1976, quando ainda choveu um volume registrado de 3,2 milímetros.

A expectativa era de que as chuvas, comuns nessa período do ano, alcançassem uma média de aproximadamente 108,8 milímetros. A situação preocupa a população, que vivencia pela terceira vez o sistema de racionamento de água no município.

A estação de meteorologia da Universidade explicou ainda que o fenômeno La Niña provoca o tempo seco na cidade, ou seja, enquanto caem chuvas nas regiões norte e sul do país, o centro está seco.  A variação de temperatura, conhecida como amplitude térmica, traz sensações de dias muito quentes. Já pela noite, o clima se torna mais fresco e com temperatura agradável.

Mas ainda vai demorar para a chuva cair no município. A previsão é de que esse cenário só mude a partir do segundo semestre do ano.

 

Por conta da seca, os 11 distritos de Vitória da Conquista estão em situação de emergência

0

Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 31 maio 2015

Tags:, , ,

Da Redação

Seca

Desde o fim do mês de março, a Prefeitura de Vitória da Conquista decretou situação de emergência nos onze (11) distritos do município por conta da forte estiagem que atinge a região. A medida foi necessária porque os distritos de Bate-Pé, Iguá, José Gonçalves, Pradoso, Cercadinho, Inhobim, Cabeceira da Jiboia, São Sebastião, São João da Vitória, Veredinha e Dantilândia, apesar das chuvas isoladas ocorridas ultimamente, vêm passando por um longo período de estiagem, o que tem causado grandes estragos e imensos prejuízos aos agricultores, impedindo o plantio e a formação de pastagens para os animais.

No povoado de Laranjeiras, por exemplo, localizado a 25 quilômetros do centro de Vitória da Conquista e que conta com cerca de cem famílias, não chove com regularidade há quatro anos. No local, devido a escassez das águas da chuva, diversas famílias, que sobrevivem do cultivo do milho e do feijão, têm sofrido grandes perdas.

A atividade não tem gerado grandes lucros em razão da falta de chuva. O milho plantado durante as fortes chuvas de novembro de 2014 não desenvolveu como o esperado e agora os agricultores correm o risco de perder toda a plantação. O feijão plantado na mesma época está quase todo perdido.
Com informações do G1/Bahia