ANTT: ameaça desativar trechos ferroviários na Bahia

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil, transporte | Data: 17 fev 2016

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da Redação
foto: Brumado Agora

Trem 2

O Sindferro – Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Ferroviário e Metroviário dos Estados da Bahia e Sergipe voltou a se mobilizar na tentativa de barrar a iniciativa da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres que publicou no Diário Oficial da União no dia 5 de julho de 2013, a Resolução nº 4.131, que autoriza a empresa a proceder à desativação e devolução dos trechos ferroviários em vários estados do Brasil.

Na Bahia a linha Alagoinha/Aracaju já foi desativada. O temor do Sindicato, é que caso seja concretizada a iniciativa do órgão, as cidades de Brumado, Caculé, Tanhaçu, Urandi, São Felix, Castro Alves, Contendas do Sincorá e outras cidades da Bahia serão afetadas gerando desemprego e abalando a economia do Estado.

Nos países desenvolvidos o modal ferroviário/metroviário é responsável por 60% do transporte de pessoas, e no Brasil apenas 3% de passageiros.

A frota de veículos de carga circulando nas estradas brasileiras chega a quase 2 milhões. Existem 377 mil transportadores autônomos e cerca de 10.500 empresas de transportes o que sobrecarrega as rodovias já congestionadas do Brasil.

O Sinferro enviou correspondência aos deputados da Bahia com apelo para que os parlamentares saiam em defesa de investimentos de infraestrutura ferroviária- para evitar o que seria uma tragédia caso a desativação proposta pela ANTT seja concretizada.

Com informações do Sinferro

Portos, ferrovias, aeroportos e rodovias baianas têm rumo incerto

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Bahia | Data: 01 out 2012

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Correio da Bahia
Portos saturados e sem equipamentos adequados, ferrovias escassas, rodovias sobrecarregadas e carentes de manutenção. Aeroportos saturados e sem infraestrutura adequada para o transporte de cargas, escassez de mão de obra e inexistência de centros de logística para o armazenamento, manuseio e montagem de produtos.

Somada à falta de regulamentação para alguns segmentos, essa realidade da logística na Bahia tem afugentado investimentos anuais no estado da ordem de bilhões de reais, segundo cálculos de empresários. Como resultado, milhares de empregos deixam de ser gerados e os produtos perdem competitividade.

 

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