FHC diz que economia está ‘degradada’ e elogia PEC do teto de gastos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 13 out 2016

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da Redação

Estadão / Conteúdo

FHC diz que parte do sistema político no Brasil está “altamente desmoralizado”

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 05 dez 2015

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Estadão

fhcO ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou neste sábado (5), durante evento em Lisboa, que parte do sistema político no Brasil está “altamente desmoralizado” e que a fragmentação do sistema político no Brasil é “inacreditável”.

“Temos mais de 30 partidos e 39 ministérios, apenas para absorver os interesses desses partidos”, disse FHC, em debate promovido pela Fundação Champalimaud – o número de ministérios citado por Cardoso é anterior à reforma administrativa anunciada pelo governo, em outubro, que reduziu de 39 para 31 o total de ministérios.

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FHC: “É difícil Dilma se recuperar”

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 25 out 2015

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Revista Veja (online)

Na semana em que lança suas memórias, o ex-presidente explica a VEJA a decisão de publicá-las agora, fala sobre a crise e reflete sobre o exercício da Presidência

EM CASA - Fernando Henrique: “Não tenho mais ambições”
EM CASA – Fernando Henrique: “Não tenho mais ambições”(Laílson Santos/VEJA)

Mais de vinte anos depois do início dos registros históricos de seu tempo na Presidência que surgem em seus diários, Fernando Henrique Cardoso mantém um olhar atento – e crítico – sobre o que se passa em Brasília e no Brasil. O ex-presidente avalia que o país já se distanciou do início da crise, mas ainda não está perto do fim dela. Mesmo que não chegue a cravar que o governo de Dilma Rousseff não tem mais salvação – “em política, o futuro é inventado, não está dado” -, avalia que as chances de recuperação da petista são ínfimas. Guarda as palavras mais duras para seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que está “enterrando a própria história” por continuar persistentemente a fazer “escolhas erradas”. O tucano também dissipa as dúvidas sobre a saída que o PSDB busca para a crise e afirma que o partido defende a cassação da chapa de Dilma, por ter recebido dinheiro do petrolão na campanha, e que vai votar a favor do impeachment quando, e se, a questão do afastamento constitucional da presidente chegar ao plenário da Câmara dos Deputados.

Mas na entrevista de uma hora e meia que concedeu a VEJA em seu apartamento em Higienópolis, na manhã de quarta-feira, o ex-presidente não falou só da atualidade. Expôs os motivos que o levaram a publicar em vida seus diários – um deles foi definir as regras para a edição do gigantesco material se porventura a saúde lhe faltar antes do fim da empreitada – e afirmou que não teme o julgamento da História, tampouco a repercussão da divulgação de suas memórias. “Quem entra para a vida política tem de ter muita firmeza interior. Quando você entra para a política, você é responsável pelos seus atos. Fiz com boa intenção, não roubei, não censurei, não protegi, não persegui.”

FHC defende a tese de que tudo o que fez no governo foi porque tinha, e ainda tem, um projeto claro de país. Ele afirma que a virtude do homem público, do “homem de Estado” (termo que usou algumas vezes, sem jamais mencionar a palavra estadista), é conseguir levar adiante seus projetos – não é a mesma virtude individual, não tem a ver com as “verdades íntimas, convicções, ética pessoal”. …Leia na íntegra

Saudade de Fernando Henrique Cardoso no comando do Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Política | Data: 04 out 2015

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Editorial

Real

No então governo de Itamar Franco, o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, implantou a Unidade Real de Valor (URV), o primeiro passo do que viria a ser o Plano Real, que entrou em vigor em julho de 1994. A URV foi instituída pela Medida Provisória nº 482, logo após um ajuste fiscal emergencial promovido por FHC para reduzir os gastos públicos. A diferença entre o plano do então ministro e dos outros tantos já criados para domar a inflação é que o Plano Real sacrificava os gastos públicos – enquanto os demais penalizavam o setor privado.

A URV não era um índice calculado diariamente pelo Banco Central (não era uma moeda) e que oscilava como o dólar. Servia para reajustar preços e salários para que ambos caminhassem no mesmo compasso. À época, a inflação no Brasil estava em mais de 500% ao ano. Todos os cálculos eram feitos em URVs, mas pagos em cruzeiro real. O Brasil saiu da crise, retomou o crescimento, e ganhou credibilidade internacional

Reforma de Dilma

A reforma de Dilma Roussef (PT) na opinião de especialistas não resolverá absolutamente nada. A máquina continua inchada com 31 ministérios e a gastança, sem controle. O Governo e o PT querem mais impostos para continuar sacrificando o setor privado e o povo brasileiro. Nenhum sinal no combate a inflação. O dólar anda oscilando em R$ 4,00.

Os aliados continuam insatisfeitos a exemplo do PMDB, PP, PTB, PSC, PHS e PEN. O líder do PMDB, deputado federal Leonardo Picianni (RJ) já perdeu o comando sobre os demais parlamentares que se rebelaram contra o toma-lá-dá-cá. Para Eduardo Cunha, a reforma foi muito ruim para o governo porque não altera posições: quem é contra a Dilma, continuará contra. Picianni corre risco de cair como líder do blocão na próxima terça – feira (6) em reunião marcada com os líderes dos partidos que integram o grupo.

Dentro do PMDB a situação do deputado  Picianni também não é boa. 22 deputados do partido manifestaram insatisfação com o apoio e troca por ministérios que vem desgastando a legenda em todo Brasil. “O PMDB está de costas para o movimento das ruas”, disse o deputado federal Lúcio Vieira Lima. O ex-ministro Geddel Vieira Lima sentenciou: “Nós temos um governo absolutamente sem rumo. A crise é Dilma e esse é um fato concreto”, disse.

O Brasil precisa retomar o crescimento – acabar com a inflação e voltar a gerar emprego e renda. Dilma já não governa e Lula busca se proteger com a ilusão de apagar a mancha de corrupção que o seu Governo deixou de herança para a atual presidente, que por sua vez,  perdeu o controle absoluto com uma gestão fraca e desacreditada. Saudade de FHC!

FHC oferece receita para a oposição em 2014

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 03 fev 2014

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Por Josias de Souza

FHC BEm artigo levado às páginas deste domingo, 2, Fernando Henrique Cardoso ofereceu uma espécie de receita para a campanha dos rivais de Dilma Rousseff. Para ele, “a oposição deverá se concentrar no que aborrece o povo no cotidiano, sem desconhecer os erros macroeconômicos, que não são poucos.”

Explicou o método: a oposição terá de “desmascarar com firmeza, simplicidade e clareza, truque por truque do adversário e, principalmente, deverá mostrar um caminho novo e convencer os eleitores de que só ela sabe trilhá-lo.” Acha que não falta matéria prima: “Os erros da máquina pública, seu custo escorchante, a incompetência política e administrativa estão dando show no dia a dia.”

Empilhou exemplos de “falhas” que o governo. Desde coisas comezinhas como a “confusão armada a partir de uma simples parada da comitiva presidencial em Lisboa” até coisas “mais graves, como o inexplicável sigilo dos gastos do Tesouro para financiar obras em ‘países amigos’.” Referia-se ao porto construído em Cuba com verbas do BNDES. …Leia na íntegra

Mudar o rumo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 05 jan 2014

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Por Fernando Henrique Cardoso

FHC BAno novo, esperanças de renovação. Mas como? Só se mudarmos o rumo. A começar pela visão sobre o mundo que ressurgirá da crise de 2007-2008. O governo petista, sem o dizer, colocou suas fichas no “declínio do Ocidente”. Da crise surgiria uma nova situação de poder na qual os Brics, o mundo árabe e o que pudesse assemelhar-se ao ex-Terceiro Mundo teriam papel de destaque. A Europa, abatida, faria contraponto aos EUA minguantes.
Não é o que está acontecendo: os americanos saíram à frente, depois de umas quantas estripulias para salvar seu sistema financeiro e afogar o mundo em dólares, e deram uma arrancada forte na produção de energia barata. O mundo árabe, depois da Primavera, continua se estraçalhando entre xiitas, sunitas, militares, seculares, taleban e o que mais seja. A Rússia passou a ser produtora de matérias-primas. Só a China foi capaz de dar ímpeto à sua economia. …Leia na íntegra