Florisvado rechaça acusações de Álvaro e diz que sua assinatura foi falsificada

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 06 maio 2015

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por Mateus Novais
foto: Secom Câmara

IMG_0680O clima ficou realmente tenso, na Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta quarta-feira (6). Depois das acusações apresentadas pelo vereador Álvaro Pithon (DEM) contra o também vereador Florisvaldo Bittencourt (PT), o acusado se defendeu. Segundo o ele, o documento apresentado por Pithon é falso.

“O senhor apresentou um documento falso, com assinatura falsa, acusando minha pessoa. Temos disputa política sim, mas temos que ser civilizados”. O petista solicitou que a comissão de ética da Câmara analise a veracidade do documento apresentado e desafiou o democrata: “quem estiver errado renuncie. Essa assinatura não é minha”.

Sobre as acusações de oportunismo, Florisvaldo justificou que cobra da Prefeitura legitimidade nas ações. “Não ofendo a honra de ninguém”, finalizou.

Álvaro Pithon acusa Florisvaldo de fraudar documento e o chama de oportunista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 06 maio 2015

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foto: Secom Câmara

IMG_0658A sessão ordinária da Câmara Municipal, desta quarta-feira (06), foi marcada pelo embate entre os vereadores Alvaro Pithon (DEM) e Florisvaldo Bittencourt (PT). Sem citar diretamente o nome do petista, mas deixando claro de quem se tratava, Pithon acusou Florisvaldo de oportunista e mentiroso.

As desavenças entre os dois parlamentares se iniciaram na sessão da última semana, quando, segundo o democrata, Florisvaldo escalou assessores para vaiar quando citassem seu nome. Em seguida, Pithon realizou uma série de denúncias contra seu colega, afirmando que durante a campanha pediu que os fiscais trabalhassem e que iriam ter horas extras, além de prometer emprego aos que iriam se aposentar. Também acusou Bittencourt de mentir quando disse que iria resolver os problemas dos barraqueiros do Paraguai e quando falou que tinha resolvido os problemas do Ceasa da Juracy Magalhães. “Prometeu um galpão em dois anos. Já passaram seis e até hoje nada”, afirmou Pithon, que também argumentou que “o vereador do PT, que se diz petista, ao lado do prefeito, mas não tem posição de situação e nem de oposição. Sempre foi oportunista. Se elegeu em cima da administração pública”.

Álvaro também acusou Florisvaldo de atropelar sua articulação para uma audiência pública para discutir o impasse entre comerciantes e a Administração, envolvendo a zona azul no Ceasa do centro. “Haviam três diretores [da Zona Azul] e pedi a eles que dessem uma satisfação de barraca em barraca”, disse Phiton.

Por fim, o democrata entregou um documento à Mesa Diretora, onde comprovaria que Florisvaldo se passou por coordenador da Prefeitura. O documento autoriza comerciantes da Feira do Paraguai a fazer reforma em suas barracas, antes da inauguração do Shopping Popular. “Não tem 60 dias que ele assinou. Isso é falso. Ele jamais poderia assinar esse documento sem ser coordenador”.

Aliado fala de diálogo difícil com a Prefeitura na implantação do Shopping Popular

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 07 mar 2015

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da Redação*

Flor BBA cada dia fica mais evidente a insatisfação do vereador Florisvaldo Bitencourt (PT) com o prefeito Guilherme Menezes (PT). Na sessão ordinária da Câmara de Vereadores, realizada nessa quarta-feira (04), o edil apresentou requerimento solicitando a realização de uma Audiência Pública para tratar do Shopping Popular. A data solicitada foi para terça-feira, dia 10, às 16 horas. O isolamento que a Prefeitura impõe ao vereador petista alimenta a discórdia com a base aliada.

O parlamentar lamentou: “já fomos procurados por pessoas indagando sobre algumas questões. Eu estou a dois anos tentando acompanhar e nunca fui convidado para participar de uma reunião, mesmo sendo a pessoa com maior conhecimento desse assunto e que levou o prefeito a dialogar com os comerciantes. Eu não sei se há alguma dificuldade de alguns setores do governo em dialogar com seus parceiros”.

Florisvaldo lembrou que acompanha o projeto desde 2005/2006. “A primeira audiência estava presente junto com o então deputado federal Guilherme Menezes na Secretaria de Estado do Trabalho na Bahia”. Para o vereador o encaminhamento atual está equivocado. “Minha obrigação é alertar. Não é para confrontar o governo, mas para ajudar”, finalizou.

*Com informação e foto da Ascom