“Foi por esse amor” promete risos e emoção com Coronel da PM e ator premiado no palco

0

Publicado por Editor | Colocado em Cultura, Geral, Vit. da Conquista | Data: 07 maio 2019

Tags:,

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é banner-candeias-premium.gif

Um torce para o Bahia, o outro para o Vitória. Um buscou a arte como profissão, o outro fez carreira como militar e se aposentou como oficial condecorado na PM. Os dois amam o Carnaval baiano. Diferenças, parecenças, tudo junto e misturado num espetáculo teatral que fala de amor, de afeto entre pai e filho, de risos e dramas do cotidiano familiar – além de ter no palco uma (im)provável parceria. João Guisande, ator desde os 16 anos, melhor ator no prêmio Brasken de Teatro em 2016 e no Festival de teatro de Blumenau em 2013, atualmente atuando em Salvador e Portugal; e seu pai, Antônio Roque, ator após se aposentar como Coronel da Polícia Militar da Bahia, com atuações no 3º Batalhão em Juazeiro, na Casa Militar do Governador e na Câmara de Salvador.

A peça “Foi por esse amor” é sucesso de público e crítica em três temporadas nos palcos de Salvador. Chega a Conquista entre 06 e 08 de junho e faz às plateias do interior um convite: que as famílias reflitam sobre valores como afetividade, rivalidade, respeito, amor, exemplo, admiração… Com muito humor, a narrativa também trata das dúvidas e medos da infância, da juventude e da velhice, dos conflitos da aposentadoria e garante risadas ao abordar a torcida de pai e filho para times diferentes. Tudo entrelaçado por canções que ajudam a contar a história, especialmente a que dá título à peça. “Foi por esse amor” é nome do sucesso da banda Chiclete com Banana, música especial nas vidas de pai e filho, imortalizada na voz de Bell Marques.

 “‘Foi por esse amor’ nasce da vontade de ser pai à saudade de ser filho, compreendendo que não há nada mais precioso que a família”, diz João Guisande. Além de atuar, Guisande também assina a dramaturgia e a direção do espetáculo. O Coronel Antônio Roque diz que existe vida após a aposentadoria. “E vida criativa”, reforça. “Comecei a perceber através do meu filho ator que a vontade de atuar já estava no meu subconsciente”, conta o coronel, muito feliz com seu primeiro trabalho como ator. “O espetáculo traz memórias afetivas minhas, revela a minha baianidade através de personagens que fizeram e fazem parte da minha vida familiar e cotidiana”.

…Leia na íntegra