Correções na folha de pagamento geram economia de cerca de R$3,6 milhões por ano ao município

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 11 fev 2017

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da Redação

Com informações da Ascom / Prefeitura / Conteúdo

O resultado da medida moralizadora para garantir isonomia e corrigir distorções na folha de pagamento dos servidores da Prefeitura foi anunciado hoje pelo Governo Municipal. Após o corte linear das horas- extras e gratificações, foram  detectadas e corrigidas distorções no pagamento que vão gerar uma economia de aproximadamente R$ 300 mil por mês e R$3,6 milhões por ano aos cofres municipais.

Esses valores foram alcançados com o corte definitivo dos pagamentos que eram feitos de forma indiscriminada e fora dos critérios dos cargos e funções. Exemplo disso é o contra-cheque de um auxiliar-administrativo da Prefeitura, que recebia R$960,88 de salário- base, e como adicional, de forma privilegiada, recebia ainda R$ 960,88 por Condições Especiais de Trabalho (CET) mais a Gratificação por Exercício de Atividade (GEAT) no valor de R$ 4263,92.

contracheque

 

“Essa medida foi tomada para detectar esse tipo de privilégio, que beneficiava apenas alguns em detrimento da maioria.  Tínhamos que estancar essa sangria, esse acinte ao povo de Conquista. Para isso que fomos eleitos, para cuidar da coisa pública, e é com esse compromisso moralizador que vamos governar, ao lado da população, dialogando e corrigindo injustiças, sem nos submeter a pressões, fazendo as coisas com tranquilidade. Estamos apenas no início de um governo que já aponta uma direção concreta de mudança de métodos, de austeridade, transparência e eficiência.”, disse o prefeito Herzem Gusmão.

Após analisar os levantamentos e justificativas individuais apresentados pelas secretarias, o prefeito autorizou o pagamento das gratificações, estando elas de acordo com a lei, e levando em conta o acordo entre sindicato, que já tinha liberado as gratificações lineares de cada categoria. Os pagamentos complementares ainda pendentes serão feitos de forma retroativa na folha do mês de fevereiro.

Segundo o prefeito, apesar de difícil, a medida corrigiu injustiças e apontou para o caminho da meritocracia, que deve pautar qualquer acréscimo salarial na atual gestão.

“Ao analisar as situações de cada secretaria identificamos uma série de distorções que foram corrigidas, e ao definir critérios transparentes, restabelecemos as gratificações com base na eficiência, na prestação de serviço público, na meritocracia do servidor, como instrumento de melhoria da gestão”, completa o prefeito Herzem.

Outro fator importante, revelado pelos levantamentos feitos após o corte das horas-extras e gratificações, foi a necessidade urgente de uma reforma administrativa. Muitas das gratificações concedidas servem para ajustar necessidades de cargos não previstas no organograma. Por meio da reforma,  será possível fazer um ajuste ainda mais profundo e moralizante nos cargos, salários e funções e estabelecer parâmetros de uso dos recursos humanos. Isso vai evitar o desperdício, eliminando ainda pagamentos indiscriminados, que além de não representarem melhoria na qualidade do serviço prestado à população, geram prejuízos à Administração Pública.

“Temos coragem e determinação para fazer uma profunda reforma administrativa capaz de adequar nossa estrutura às necessidades da população. Não podemos perpetuar o uso de instrumentos importantes de gestão, como gratificações, que devem servir para premiar os melhores servidores, para corrigir distorções de cargos e atividades, e assim esconder privilégios. Apenas com essa medida inicial já mostramos a importância da transparência, gerando uma economia significativa, além de moralizar a concessão de gratificações, sem gerar nenhuma injustiça, mas combatendo com firmeza os desmandos que eram praticados”, conclui o prefeito Herzem

Nem Wagner poupou o PT

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil, Política | Data: 03 jan 2016

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da Redação

Jaques-WagnerEntrevistado pela Folha de SP, edição deste domingo (3), o ex-governador da Bahia e atual ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner (PT) fez uma dura crítica ao seu próprio partido. Além de realçar que o PT deixou de realizar a tão sonhada reforma política, considerada a principal das reformas esperadas “errou” ao também ao “acabar reproduzindo metodologias” antigas.

Sobre o financiamento privado de campanhas eleitorais, todos já sabem que o partido recebeu muitos milhões, “e não foi treinando para isto, deve ter feito como naquela velha história quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza”, disse Wagner a Folha de SP.

Sobre a impopularidade da presidente Dilma Rousseff minimizou: (…) “A impopularidade de Dilma hoje é consequência de que a gente teve que consertar medidas tomadas em 2013 e 2014, que tiveram seu lado positivo e, como tudo na vida, também consequências ruins”. Sobre o impeachment, Jaques Wagner afirmou que o processo será “enterrado” pelo governo.

Nome para 2018

Como o PT acabou de acabar, Wagner tenta se equilibrar na Casa Civil, para passar a imagem de que pode ser o nome para a sucessão de Dilma. Difícil será conciliar a sua posição com a imagem muito desgastada do PT, e o fato de ter deixado o governo da Bahia em situação deplorável. O pacote de maldades, denominação da Oposição na Bahia, foi lançado para tentar reduzir a quebradeira do Governo do Estrado, herança de Jaques Wagner. Na entrevista ao jornal de SP tentou dar lição de economia ao ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, mas no entanto deixou a Bahia com déficit de mais de R$ 2 bilhões.

Minha coluna na Folha: “Ódio a Israel”

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 01 ago 2014

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Por Reinaldo Azeevedo

Reinaldo AzevedoO Hamas tem dois grandes aliados: um número maior de mortos e o ódio covarde a Israel. É um ódio dissimulado, sem coragem de dizer seu nome, que usa os corpos de mulheres e crianças como escudo moral, mas que mal esconde sua natureza. Sessenta e seis anos depois da “partilha”, renegada, então, pelo mundo árabe –e só por isso surgiu uma “causa palestina”–, eis que Israel continua a lutar por sua sobrevivência. Já teria sido “varrido do mapa” se, confiante na paz, não houvesse se preparado para a guerra.

O país poderia ter sucumbido já em 1948. Resistiu. Poderia ter sucumbido em 1967, mas venceu espetacularmente. Poderia ter sucumbido em 1973 –e preferiu, de novo, sobreviver. Mas seus inimigos, e não me refiro aos palestinos, ganharam a guerra de propaganda. O espírito de um tempo sempre se impõe à maioria das consciências porque não se faz de um único equívoco, mas de muitos, que se combinam num sistema e tornam a ignorância confortável. Prevalece até que equívocos novos componham outra metafísica influente. …Leia na íntegra

Dilma aciona Michel Temer para conter insurreição dos governistas na Câmara

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 22 fev 2014

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Por Josias de Souza

Informada em Roma sobre a insurreição que carcome sua coalizão partidária na Câmara, Dilma Rousseff teve duas reações. Em privado, portou-se à moda Dilma. Sob refletores, camuflou a irritação: “Acho que tem muito de especulação. E eu não vou, de fato, me manifestar sobre especulação. Vamos ver o que acontece de fato.” Da capital italiana, Dilma irá a Bruxelas, na Bélgica. Só retorna ao Brasil na noite de segunda-feira. Na expectativa de que nada aconteça, ela acionou o vice-presidente Michel Temer para tentar deter a junção dos insurretos num bloco “independente”. …Leia na íntegra

Braço erguido mostra que o PT não toma jeito

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 04 fev 2014

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Por Josias de Souza

O PT tem um ex-presidente e um ex-tesoureiro, José Dirceu e Delúbio Soares, encarcerados no presídio da Papuda. Tem outro ex-presidente, José Genoino, em prisão domiciliar. E tem um ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha, prestes a ser recolhido ao xadrez. Todos condenados por corrupção pela mais alta Corte do país. Pelo estatuto do partido, deveriam ser expulsos. Em vez disso, recebem solidariedade, proteção e vaquinhas.

O partido se dividiu: os 90% que erguem o braço e cerram o punho —física ou metaforicamente— dão aos 10% que permanecem mudos e imóveis uma péssima reputação. Nesta segunda-feira, 3, em plena cerimônia de reabertura do Congresso, o vice-presidente da Câmara, André Varbas (PT-RS), repetiu em plenário a coreografia dos detentos. Fez isso ao lado do visitante Joaquim Barbosa, presidente do STF. Uma, duas vezes. O companheiro Vargas Justificou-se assim: …Leia na íntegra

Folha define governo Dilma: “Três anos de imediatismos simplórios e, obviamente, ineficazes”

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Política | Data: 29 dez 2013

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Abaixo, editorial da Folha de São Paulo:
O governo rendeu-se
Pressionada pelos próprios fracassos e pelo descrédito internacional, administração Dilma percebeu que precisa mudar a política econômica
Muito a contragosto, o governo rendeu-se às críticas de que sua política econômica conduziria o país a uma crise grave. Premido pelo esvaziamento de seus cofres, rendeu-se ao fato de que não pode continuar a gastar como nos primeiros anos de Dilma Rousseff. Acuado pelo risco de fracasso das privatizações de serviços públicos, rendeu-se à necessidade de reformular os leilões de concessão.
Rendeu-se ainda à necessidade de dar combate direto à inflação, e a taxa básica de juros voltou a subir. Rendeu-se ao descrédito e malogro de sua política de controlar preços, diretamente ou por meio de desonerações de impostos, embora os desarranjos ainda permaneçam, maquiando e reprimindo artificialmente a inflação. O esgotamento do arsenal de medidas de estímulo econômico e de intervenção em preços e rendas não resultou em progresso nem segundo os critérios do governo. …Leia na íntegra

PT paga cabo eleitoral porque militante morreu

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 29 set 2013

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Josias de Souza

BonecoA passagem do PT pelo poder federal não matou apenas a pregação ética e o ideal socialista. Morreu também um personagem mítico: o militante petista. Natural, portanto, que a campanha de Dilma Rousseff, como noticiou a Folha, tenha remunerado os cabos eleitorais mencionados como “voluntários” na prestação de contas à Justiça Eleitoral.

O que foi feito do militante tradicional? Uma parte se desiludiu. Outra ala envelheceu, criou barriga, constituiu família e foi brigar pelo leite das crianças. Um terceiro grupo se rendeu às prebendas de um Estado aparelhado. Infiltrado em ministérios, repartições e empresas estatais, prefere entregar 20% do salário ao partido a ter que suar a camisa nas ruas.

Houve tempo em que a militância do PT, em estado de permanente fervura, passava a impressão de estar sempre pronta para invadir o Palácio de Inverno. Agora, sob atmosfera de densa pasmaceira, o petismo é surpreendido por protestos de rua em que a bandeira vermelha é tratada a pontapés. …Leia na íntegra