Dilma vai renunciar e pedir novas eleições, diz jornal

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 02 maio 2016

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Exame.com

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A presidente Dilma Rousseff pode enviar ao Congresso nos próximos dias uma proposta de emenda constitucional (PEC) para que novas eleições presidenciais sejam realizadas ainda neste ano. As informações são do jornal O Globo.

Segundo O Globo, a equipe do vice-presidente Michel Temer recebeu a informação de que Dilma estaria preparando um pronunciamento em rádio e TV em que renunciaria ao cargo e pediria ao vice para fazer o mesmo.

O programa seria veiculado na próxima sexta-feira, poucos dias antes do Senado votar se aceita (ou não) analisar o processo contra a presidente.

Na última semana, a oposição rechaçou qualquer possibilidade de realizar novas eleições presidenciais. A justificativa é a de que não há respaldo para novas eleições na Constituição nos casos em que apenas o presidente renuncia.

Próximos passos

A comissão especial que analisa o impeachment no Senado deve ouvir hoje três indicados pela oposição. São eles o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira, o juiz José Maurício Conti e o jurista Fábio Medina Osório.

Na última semana, foram ouvidos os autores do pedido de impeachment e a defesa de Dilma.

Na quarta-feira (04), o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator da comissão, deve entregar seu parecer sobre o caso. O relatório deve ser votado pelo colegiado na próxima sexta-feira (06).

Caso o parecer seja favorável à continuidade do processo, ele será enviado ao plenário do Senado. Por lá, a votação deve acontecer no dia 11 de abril.

Se 41 dos 81 senadores entenderem que a denúncia deve ser aceita, Dilma Rousseff é afastada do cargo por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume interinamente o cargo.

Rompimento pode ser unânime

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral, Política | Data: 28 mar 2016

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Diário do Poder

Saída do PMDB do governo será confirmada por vitória acachapante 
Se não for unânime a decisão da executiva nacional do PMDB de romper com o governo, nesta terça (29), será por maioria acachapante. A avaliação é do vice-presidente do partido, senador Romero Jucá (RR), que presidirá a reunião e, ao iniciar os trabalhos, irá franquear a palavra. “Quero ver quem vai ter a coragem de defender Dilma”, diz ele, um dos primeiros no PMDB a defender o impeachment da presidente. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.O PMDB deverá romper e entregar os cargos por decisão de ao menos 70% dos votos. “Quem ficar não representará o partido”, diz Jucá.

Romero Jucá tem esperança de que o presidente do Senado, Renan Calheiros, que ainda resiste ao rompimento, mude de ideia.

Resistiam ao rompimento Renan Calheiros e o PMDB do Rio, que, após encontro com Michel Temer, decidiu aderir ao desembarque.

Instituto Paraná: 82% não confiam na presidente Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 28 jan 2016

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Por Gabriel Garcia (Diário do Poder)

Dilma fecha ano fortalecida contra impeachment, mas economia é pedra no sapato

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 26 dez 2015

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Mariana Schreiber, BBC Brasil em Brasília

Foto: Reuters

Temer x Dilma

Após um 2015 muito turbulento, um 2016 igualmente complicado se descortina para a presidente Dilma Rousseff e o país.

Analistas políticos são unânimes em dizer que Dilma termina o ano fortalecida em sua luta para se manter no cargo, mas apontam alguns fatores que podem inverter essa tendência ou, no mínimo, manter seu governo fraco, ainda que ela não caia.

A principal vitória da presidente foi a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de barrar o rito para tramitação do impeachment proposto pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Outros fatores que a fortalecem, notam os especialistas, são a falta de unidade em torno do vice-presidente Michel Temer como sucessor de Dilma e as graves denúncias que pesam sobre Cunha e acabam “maculando”, de certa forma, o processo de impeachment. …Leia na íntegra

Aprovação de Dilma despenca para 7,7%, diz Pesquisa CNT

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 21 jul 2015

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Por Tiago Vasconcelos (Diário do Poder)

A avaliação de Dilma é a pior para um presidente desde 2001 (Foto ABR)

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Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (21) mostra que a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu para apenas 7,7%, enquanto 70,9 por cento desaprovam o governo petista. É uma queda acentuada: no levantamento CNT realizado em março, 10,8% dos entrevistados consideravam o governo Dilma “ótimo ou bom”, enquanto 64,8% avaliaram o governo como “ruim ou péssimo”. A pesquisa divulgada hoje mostra também que 20,5% consideram o governo regular, contra 23,6% na avaliação de quatro meses atrás.

Com relação ao desempenho pessoal de Dilma Rousseff, houve crescimento na rejeição à atuação da presidente. A desaprovação atingiu 79,9% e a aprovação está em 15,3%. A avaliação negativa também é a mais alta desde 2001.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional do Transporte ao instituto MDA e ouviu 2.002 pessoas entre os dias 12 e 16 de julho passado.

O governo Dilma alcançou a maior avaliação negativa medida pela pesquisa da CNT, iniciada em 1998.

Avaliação detalhada

De acordo com o levantamento, 18,5% disseram que o governo Dilma é “ruim” e 52,4% afirmaram que ele é “péssimo”. Já 20,5% consideraram que o governo é regular, 6,2% disseram que o governo é bom e 1,5% classificaram o governo como ótimo. A porcentagem dos entrevistados que não souberam ou não responderam é de 0,9%.

Em março, o desempenho pessoal da petista era aprovado por 18,9% dos consultados e desaprovado por 77,7%.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Arthur Maia: ao julgar as contas de Dilma, TCU vai dizer se a lei vale ou não no Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 16 jul 2015

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Por Regina Bortolo

Arthur MaiaO líder do Solidariedade, deputado Arthur Oliveira Maia (BA), espera que o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeite as contas da presidente Dilma Rousseff, fazendo valer e cumprir a legislação do País.“O TCU, historicamente, tem sido tolerante, e até leniente, com os absurdos praticados pelos presidentes da República. Só que agora houve exagero, passou-se do ponto. Ao rejeitar as contas do governo, a Corte estará dizendo que a nossa Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal não são leis mortas”, disse Arthur Maia, em pronunciamento no Plenário da Câmara na noite de ontem.

O líder destaca que a lei deve valer para todos. “No interior do nosso País, a lei é aplicada com mais rigor. Se fosse um prefeito a cometer metade das irregularidades do governo Dilma, certamente já teria sido cassado, quiçá preso. Um dos elementos fundamentais da estrutura de uma lei é a sua universalidade e, por isso, a lei tem que valer para o rico e para o pobre. Sabemos que, no Brasil, infelizmente, não tem sido assim”, lamentou.

Pedaladas fiscais …Leia na íntegra

Datafolha: avaliação ótima/boa do governo Dilma cai de 42% em dezembro para 23%

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 07 fev 2015

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da Folha

340x650_dilma-politica_1490941A avaliação ótima/boa do governo de Dilma Rousseff caiu de 42% em dezembro para 23% agora. É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 7. Já avaliação dos que consideram o governo da petista ruim e péssimo subiu de 24% em dezembro para atuais 44%, de acordo com o levantamento.

Os resultados vêm em meio à combinação do escândalo de corrupção na Petrobras e da piora da economia brasileira. Trata-se da pior marca desde que Dilma chegou ao Planalto e da avaliação mais baixa de um governo federal desde Fernando Henrique Cardoso em dezembro de 1999 (46% de ruim/péssimo).

Segundo o Datafolha, 77% dos entrevistados acreditam que Dilma tinha conhecimento da corrupção na Petrobras. De cada dez entrevistados, seis consideram que a presidente mentiu durante a campanha eleitoral. Para 46%, ela falou mais mentiras que verdades – desses, 25% se dizem petistas. E, para 14%, Dilma só disse mentiras.

Nota vermelha

De acordo com o levantamento do Datafolha, Dilma obteve a primeira nota vermelha (4,8) após quatro anos no governo e uma campanha vitoriosa pela reeleição.

Folha define governo Dilma: “Três anos de imediatismos simplórios e, obviamente, ineficazes”

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Política | Data: 29 dez 2013

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Abaixo, editorial da Folha de São Paulo:
O governo rendeu-se
Pressionada pelos próprios fracassos e pelo descrédito internacional, administração Dilma percebeu que precisa mudar a política econômica
Muito a contragosto, o governo rendeu-se às críticas de que sua política econômica conduziria o país a uma crise grave. Premido pelo esvaziamento de seus cofres, rendeu-se ao fato de que não pode continuar a gastar como nos primeiros anos de Dilma Rousseff. Acuado pelo risco de fracasso das privatizações de serviços públicos, rendeu-se à necessidade de reformular os leilões de concessão.
Rendeu-se ainda à necessidade de dar combate direto à inflação, e a taxa básica de juros voltou a subir. Rendeu-se ao descrédito e malogro de sua política de controlar preços, diretamente ou por meio de desonerações de impostos, embora os desarranjos ainda permaneçam, maquiando e reprimindo artificialmente a inflação. O esgotamento do arsenal de medidas de estímulo econômico e de intervenção em preços e rendas não resultou em progresso nem segundo os critérios do governo. …Leia na íntegra