História: 2 de Julho – Independência da Bahia

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil | Data: 02 jul 2017

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da Redação com dados bibliográficos em anexo

O Dois de Julho

A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.

Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.

Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.

Independência da Bahia

No dia 7 de setembro de 1822, dom Pedro I proclamou a independência em uma viagem de volta de Santos para São Paulo. Esse dia é considerado a data da emancipação do Brasil como nação, o dia da Independência. Entretanto, durante algum tempo ocorreram lutas em diversos pontos do território brasileiro contra tropas portuguesas, que defendiam a continuidade da dominação de Portugal sobre o Brasil. Essas lutas pela consolidação da independência prolongaram-se do final de 1822 ao final de 1823. Além do Rio de Janeiro, estenderam-se pelas províncias da Bahia (até julho de 1823), Pará (outubro de 1823), Maranhão, Piauí, Ceará (agosto de 1823) e Cisplatina, pois nessas províncias o contingente das tropas portuguesas era grande.

A libertação de Salvador do domínio de tropas portuguesas foi longa e difícil. Na realidade, as lutas contra as forças portuguesas do brigadeiro Madeira de Melo, a mais alta autoridade militar da província, começaram a crescer desde 1820. Com a independência proclamada por dom Pedro, os conflitos aumentaram. …Leia na íntegra

21 de abril – Dia de Tiradentes

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 21 abr 2017

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da Redação

Pesquisa histórica Mundo Educação ( Por Claudio Fernandes)

21 de abril – Dia de Tiradentes
Tiradentes foi preso em 1789, mas a sentença de seu julgamento só foi dada em 1792
  • Por que 21 de abril?

No dia 21 de abril é feriado no Brasil porque se comemora o Dia de Tiradentes. A data remete ao dia da morte do mineiro Joaquim José da Silva Xavier, o que ocorreu em 21 de abril de 1792. Joaquim José foi um dos líderes da Inconfidência Mineira. Era conhecido pelo apelido “Tiradentes” e foi tido por muitos como um “herói nacional”.

  • Quem foi Tiradentes?

Tiradentes nasceu na Capitania de Minas Gerais, em 12 de novembro de 1746, na época do período colonial do Brasil. Entre as muitas profissões que exerceu, estava a de dentista amador, por isso recebeu o apelido de “Tiradentes”, pelo qual se tornou conhecido. Foi, porém, na carreira militar que Tiradentes fixou-se como profissional. Ele fez parte da cavalaria de Dragões Reais de Minas, no posto de alferes – uma patente abaixo da de tenente. Os Dragões eram uma companhia militar formada por portugueses e brasileiros que estava submetida à autoridade da Coroa lusitana e atuava na Colônia.

  • O quinto e a derrama

O posto militar de Tiradentes lhe permitiu ter algumas posses, como terras e escravos, e transitar entre as principais lideranças políticas e intelectuais da Capitania de Minas, à época insatisfeitas com a arbitrariedade da Coroa portuguesa. O ponto mais discutido com relação a essa arbitrariedade era a questão da cobrança de impostos sobre o outro extraído em Minas. À coroa os mineiros tinham de repassar o chamado quinto, isto é, cerca de 20% do que era produzido. A partir da década de 1760, a produção aurífera regrediu na Capitania de Minas, mas o quinto continuou sendo cobrado na mesma proporção.

Dada a escassez de ouro, a cobrança do quinto não mais satisfazia as necessidades dos lusitanos. Como solução a esse problema, a Corte portuguesa autorizou os governadores da Capitania de Minas a cobrarem a derrama, uma forma de imposto que compensava o deficit do quinto. Não havendo o cumprimento do saldo do quinto, cobrava-se o restante deficitário com tributos sobre outras posses que os mineiros tivessem. Quaisquer bens estavam sujeitos à imposição da derrama. (Para mais informações sobre a tributação na Capitania de Minas, clique aqui). …Leia na íntegra

15 de Novembro: Proclamação da República – Dados históricos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 15 nov 2016

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da Redação

Youtube com dados históricos da Suapesquisa.com

Introdução

No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma nova forma de governo, que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e sociais.

Crise da Monarquia

A crise do sistema monárquico brasileiro pode ser explicada através de algumas questões:

– Interferência de D.Pedro II nos assuntos religiosos, provocando um descontentamento na Igreja Católica;

– Críticas feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que não aprovavam a corrupção existente na corte. Além disso, os militares estavam descontentes com a proibição, imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do Exército não podiam se manifestar na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra;

– A classe média (funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império;

– Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter maior poder político, já que tinham grande poder econômico;

Diante das pressões citadas, da falta de apoio popular e das constantes críticas que partiam de vários setores sociais, o imperador e seu governo, encontravam-se enfraquecidos e frágeis. Doente, D.Pedro II estava cada vez mais afastado das decisões políticas do país. Enquanto isso, o movimento republicano ganhava força no Brasil.

A Proclamação da República

No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, demitiu o Conselho de Ministros e seu presidente. Na noite deste mesmo dia, o marechal assinou o manifesto proclamando a República no Brasil e instalando um governo provisório.

Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial partiam rumo à Europa. Tinha início a República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de presidente do Brasil. A partir de então, o pais seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das eleições. Foi um grande avanço rumo a consolidação da democracia no Brasil.

a História do Dia 2 de Julho – Independência da Bahia

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil | Data: 02 jul 2016

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da Redação com dados bibliográficos em apenso

O Dois de Julho

Feriado 2 de julhoA comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.

Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.

Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.

Independência da Bahia

No dia 7 de setembro de 1822, dom Pedro I proclamou a independência em uma viagem de volta de Santos para São Paulo. Esse dia é considerado a data da emancipação do Brasil como nação, o dia da Independência. Entretanto, durante algum tempo ocorreram lutas em diversos pontos do território brasileiro contra tropas portuguesas, que defendiam a continuidade da dominação de Portugal sobre o Brasil. Essas lutas pela consolidação da independência prolongaram-se do final de 1822 ao final de 1823. Além do Rio de Janeiro, estenderam-se pelas províncias da Bahia (até julho de 1823), Pará (outubro de 1823), Maranhão, Piauí, Ceará (agosto de 1823) e Cisplatina, pois nessas províncias o contingente das tropas portuguesas era grande.

A libertação de Salvador do domínio de tropas portuguesas foi longa e difícil. Na realidade, as lutas contra as forças portuguesas do brigadeiro Madeira de Melo, a mais alta autoridade militar da província, começaram a crescer desde 1820. Com a independência proclamada por dom Pedro, os conflitos aumentaram.

Entrada do exército libertador em Salvador, de Presciliano SilvaNo dia 2 de julho de 1823, as tropas brasileiras entram vitoriosas em Salvador.

Salvador: foco de resistência portuguesa

Portugal desejava fazer de Salvador um foco de resistência à independência da Colônia. No início de 1823, tropas portuguesas chegaram a Salvador para reforçar os contingentes da Metrópole. As tropas brasileiras de Manuel Pedro, que havia sido nomeado por dom Pedro para a mesma função de Madeira de Melo, foram derrotadas. Diante da derrota, recuaram para o Recôncavo Baiano, pois os habitantes dessa região eram os maiores defensores da independência. …Leia na íntegra

Sábado, 2 de Julho, é feriado na Bahia e em Conquista, informa a CDL

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil | Data: 30 jun 2016

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da Redação

Feriado 2 de julhoNo site da CDL de Vitória da Conquista está postado um lembrete: Conforme o Art.6, § 3º da Constituição do Estado da Bahia, 2 de Julho, sábado, é feriado em todo território estadual, em comemoração a Independência da Bahia. “O Dois de Julho, data magna da Bahia e da consolidação da Independência do Brasil, é feriado em todo o território do Estado.”

No passado o feriado de 2 de julho, a mais importante data da história do Brasil, segundo historiadores a Independência do Brasil só foi possível graças a independência da Bahia que teve um papel fundamental.

um trecho do historiador baiano Luís Henrique Dias Tavares, no seu livro “Independência do Brasil na Bahia” relata que “Em 2 de julho de 1823 a única coisa que a Bahia tem é justamente o 2 de julho de 1823. Naquele quadro, que na época não se pode chamar de nacional brasileiro, pois o Brasil verdadeiramente não existe ainda, o Brasil é uma demorada e castigada construção dos brasileiros, a Bahia está sem nada. E é daí que os baianos orgulhosamente construíram o 2 de julho de 1823 como uma data da independência, que era da Bahia, mas que era também, e muito, do Brasil”.

Itapetinga – 63 Anos de Emancipação Política

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia | Data: 12 dez 2015

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da Redação
foto: Google

Cidade Itapetinga BB

A cidade de Itepetinga completa neste dia 12 de dezembro os seus 63 anos de Emancipação Política. Pertence a região Sudoeste com distância de 100 Km para Vitória da Conquista, 130 Km de Itabuna e para a Salvador 562 km. A sua população já ultrapassa mais de 80 mil habitantes, sendo a 26ª cidade mais populosa da Bahia.

O município ocupa uma área de 1.627,462 km², e a sua densidade é de 41,95 hab./km². O município é um dos mais urbanizados da Bahia, 97% da população mora na área urbana e apenas 3% na área rural. A economia da cidade é movimentada pela pecuária, frigoríficos, indústria de calçados e os serviços, que tem 56,36% de participação na economia.

O município tem como marca principal a pecuária, e ganhou o slogan de Terra Firme e Gado Forte. A bela Itapetinga possui um lago construído na gestão Michel Hagge – que é o local preferido de moradores e visitantes. “Parabenizo Itapetinga, e em especial o seu povo que não desiste da luta pela prosperidade desta querida terra”, mensagem do deputado estadual Herzem Gusmão (PMDB).

MCMP, Flamengo e Serrano no Lomantão em 1989

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Publicado por Editor | Colocado em Esportes | Data: 25 jul 2015

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Ascom/MCMP

MCMP

Estádio Lomanto Junior de Vitória da Conquista superlotado, em 02/07/1989, enquanto torcedores vibravam com jogadas sensacionais do Flamengo x Serrano, sobressaindo o Rubro Negro de Telê Santana com o placar de 4×1, o Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura, André Cairo, anunciava uma Manifestação Contra Violência no Trânsito para 23 de julho de 1989, realizada com sucesso, tendo passados mais de 26 anos de existência do MCMP, com relevantes serviços prestados.

Ultrapassando 250 conquistas, Redutores de Velocidade, Semáforos, Tombamento da Serra do Peri-Peri, Poço Escuro, Rio Verruga, DST AIDS, Adaptações para Deficientes, CICOM, nova Estação de Tratamento de Esgoto, novo Aeroporto, bombeamento de água p/ Barragem Água Fria, etc., além de 62 Personagens em defesa de quase tudo, Palestras com 12 Temas, Pronunciamentos, Ações na Justiça em fim, com slogam, Consciência, Lógica e Razão, preceitos da Divindade, “agradecemos apoio da Imprensa e exigiremos sempre dos Poderes Públicos, o cumprimento das Leis”. Finaliza Cairo.

ASCOM do MCMP Foto: J.C. d’Almeida e Luiz Fernandes

Livro contando a história da FAMEC será lançado em maio

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Cultura | Data: 20 abr 2015

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por Mateus Novais

IMG_1096Com 66 anos de atuação no município, a Fundação Educacional de Vitória da Conquista (FAMEC) se prepara para lançar um livro contando a sua história. O livro “Uma história de Esperança e Cuidado” é um relato da luta cotidiana da ONG que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O lançamento está marcado para o dia 14 de maio e vai acontecer na própria FAMEC.

A presidente da instituição, Dometilde Botelho, popularmente conhecida como Dozinha, informou que o livro se trata de uma importante ação, pois a “história da FAMEC é também um pedacinho da história do município”. Além disso, ela acredita que o livro, ao falar das experiências, dificuldades e vitórias da fundação, poderá estimular e ajudar outras iniciativas. Dozinha agradeceu a ajuda de colaboradores e financiadores da instituição: “Empresas que se fizeram parceiras e contribuíram para a realização desse sonho”.

Atualmente a FAMEC atende 126 crianças e adolescentes, de 6 a 16 anos, em turno integral com atividades de reforço escolar e oficinas culturais como pintura, capoeira, música entre outras. A entidade ainda oferta três refeições diárias. Conforme Dozinha, o número de atendimentos poderia ser maior, já que a entidade perdeu 106 alunos que não conseguem se deslocar até a fundação por falta de transporte escolar. Ainda assim, a fundação segue inovando: no mês de maio entra em funcionamento um projeto de horta hidropônica, ou cultivo sem solo, cultivo de plantas na água.

Livro resgata história de Anagé

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Publicado por Editor | Colocado em Cultura | Data: 31 dez 2014

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da Redação

Livro BBNascido em Anagé, Antônio Ernesto Viana Soares, pós-graduado em História Cultural pela Universidade Federal de Goiás (UFG), morando em Goiânia (GO), nunca esquece a sua terra natal e a sua origem. Membro de uma das mais tradicionais e conhecidas família da região Sudoeste, é sobrinho do ex-deputado federal Elquisson Soares, primo do ex-presidente da OAB, Ronaldo Soares, irmão do Juiz Reno Soares e filho do Cabo do Exército, Edson Dias Soares. Ernesto escreveu recentemente o livro Anagé a Força da Historia.

O autor narra detalhes curiosos da história de 50 anos de emancipação política da sua terra que foi distrito de Vitória da Conquista. Em conversa com J. Pedral, ex-prefeito, colheu uma interessante afirmação do líder: “a emancipação política de Anagé foi um golpe”, disse Pedral que foi a maneira que encontrou, estimulado pelo Padre Palmeira, para ganhar a sua primeira eleição ao derrotar as forças políticas da época sob o comando de Gerson Gusmão Sales e Edvaldo de Oliveira Flores. Anagé, Cândido Sales, Caatiba e Barra do Choça faziam a diferença, e a oposição liderada por Regis Pacheco e o Padre Palmeira nunca conseguia vencer uma eleição. A emancipação políticas dos citados municípios foi o suficiente para eleger J. Pedral prefeito de Conquista.

O lançamento do livro será em fevereiro, na Livraria Nobel na Av. Otávio Santos.

Vereadores homenageiam maior turma de formandos em História dos últimos anos

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Educação | Data: 02 out 2014

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por Mateus Novais 
foto: Ascom Câmara

sessao01_Out_1421A Câmara Municipal de Vitória da Conquista prestou homenagem a Comissão Organizadora de Formatura da turma de História 2014.1, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), composta por 29 formandos. Há alguns anos o curso de História da Uesb não conseguia agrupar número considerável de formandos para a solenidade de colação de grau.

A iniciativa partiu do mandato do vereador Edjaime Rosa (PSDB), que destacou a importância do curso e lamentou que as colações de grau de História não ocorram sempre com tantos formandos. Segundo ele, isso se dá por conta de muitos estudantes se tornarem irregulares ao longo do curso.

Membro da Comissão de Formandos, Paulo Maurício Lopes de Araújo disse que é “importante termos uma Câmara de Vereadores atuante, que não dê apenas nomes às ruas, precisamos de pessoas que discutam, que problematizem os problemas da sociedade, nós historiadores temos muita responsabilidade com isso, que os nossos líderes nos auxiliem e se auxiliem, fazendo com as que as pessoas da nossa cidade, do nosso estado e do nosso país sejam melhores, vamos aprender com o passado para fazermos melhor o presente”.

Pedral – o maior líder político conquistense do Século XX

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 16 set 2014

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por Mateus Novais

pedral-anos-2000-242x300O ex-prefeito José Pedral Sampaio é conhecido como o maior líder político do século XX de Vitória da Conquista. Por mais de 20 anos, Pedral liderou um grupo forte na cidade, que o elegeu prefeito por três mandatos.

Pedral nasceu no dia 12 de setembro de 1925. Era neto do coronel José Fernandes de Oliveira, o poderoso Coronel Gugé, também líder político por quase 20 anos, e filho do engenheiro Sifredo Pedral Sampaio e de Dona Maria Fernandes Pedral Sampaio. O mesmo médico que o trouxe ao mundo, Régis Pacheco, se tornou seu padrinho político.

No dia 11 de novembro de 1949, ele foi diplomado engenheiro civil pela Escola Politécnica da Universidade da Bahia. Ao voltar para Vitória da Conquista, em 1954, montou o escritório de engenharia na Empresa “Construtora Prumo”. Como engenheiro deixou suas marcas no Colégio Sacramentinas e no Clube Social Conquista. Ingressou na política em 1958, mas foi eleito em 1962 como prefeito. Em 1964, com um ano e três meses de mandato, foi deposto pelo Golpe Militar.

Após cumprir 20 anos de suspensão, candidatou-se pelo PMDB, disputando o cargo de prefeito com Sebastião Castro, Ruy Medeiros e Margarida Oliveira. Foi eleito por maioria dos votos no dia 15 de novembro 1982, consolidando sua liderança política em Conquista. Retornou como mártir, para Prefeitura. A década que estava por vir ficou conhecida como o auge do “Pedralismo”. …Leia na íntegra

Feira Cultural quer iniciar uma nova forma de divulgar a arte em Vitória da Conquista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Cultura | Data: 17 maio 2014

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por Mateus Novais
Fotos: Roberto Silva

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A ‘1ª Feira Cultural Plural’ abriu as portas para o encontro das artes neste sábado (17) em Vitória da Conquista. A iniciativa de um casal de amante das artes, Julio e Rosa Aurich, abrigou em um espaço aconchegante as principais expressões da cultura baiana.

Artes plásticas, história, literatura, dança, gastronomia, teatro e música foram reunidas em um mesmo espaço, com a pretensão de estimular as diversas áreas da cultural da nossa terra. Esse foi o propósito do casal Aurich quando pensou em pôr pra frente o sonho dessa Feira. E foi o que eles conseguiram.

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“Nosso objetivo era agradar. E vendo no olhar, no sorriso das pessoas a satisfação de estar presente aqui, junto com seus filhos, em um ambiente familiar, nos massageia o ego na plenitude da arte”, revelou Julio Aurich. E nem bem acabou a Feira, eles já pensam nas próximas edições. “Nós fomos abraçados pela comunidade. A nossa ideia é trazer uma semente, que essa semente se torne em uma realização anual, para que a gente possa somar um pouco na cultura”, completou Julio.

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50 anos da Ditadura Militar: J. Pedral foi preso em Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Vit. da Conquista | Data: 31 mar 2014

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da Redação

J. Pedral, Virgildásio Sena, Herval Soledade e Chico Pintos foram os prefeitos de cidades baianas cassados em 64

Jornal e Tanque

Nesta 2ª feira, 31 de março de 2014, completam 50 anos da Ditarura Militar no Brasil. No dia cinco de abril de 1964, quatro dias após o presidente João Goulart (PTB) ter seu governo deposto com o golpe militar os prefeitos de cidades baianas foram cassados.

O prefeito J. Pedral, de Vitória da Conquista, recebeu voz de prisão na Praça Sá Barreto, onde reside até os dias de hoje. O então prefeito de Salvador, Virgildásio Senna (PTB), voltava de um almoço com amigos, mas logo seria preso no Quartel da Mouraria e deposto do cargo.

PedralA onda de cassações e perda dos diretos políticos iniciada em 1964 – Waldir Pires (PSD) e o deputado federal comunista Fernando Sant´Anna foram cassados e exilados – atingiu lideranças e prefeitos, como também Francisco Pinto de Feira de Santana e Herval Soledade  da Ilhéus.

Na Bahia, depois do AI-5, em 1968, a ditadura também cassou os mandatos de 13 parlamentares, entre os quais o médico Luiz Leal (PSD), o jornalista Sebastião Nery (MTR), o jurista Marcelo Duarte (MDB) e o petroleiro Wilton Valença (PSB).

No programa Resenha Geral, logo mais às 12 horas, J.Pedral, 89 anos de idade, será entrevistado pelo radialista Herzem Gusmão. A Rádio Clube de Conquista possui em seus arquivos uma entrevista histórica de J. Pedral, no mesmo progrma, no aniversário de 40 anos da Ditadura Militar.

Colégio perde o nome Juvêncio Terra e muda de endereço

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Publicado por Editor | Colocado em Educação, Vit. da Conquista | Data: 08 dez 2013

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da Redação

EJT BO tradicional e histórico Educandário Juvêncio Terra, fundado em 1946, muda de endereço e perde o nome. Agora foi batizado de Colégio Juvêncio. A saudosa educadora, professora Rosália Figueira Silveira, se estivesse entre nós, com certeza o nome que originou o mais antigo colégio de Vitória da Conquista não seria abolido. O colégio muda de endereço e funcionará ao lado do prédio do Ministério do Trabalho.

Empresários de boa cepa, sob o comando do jovem médico Valverde Marinho, abraçaram a idéia de não deixar o colégio sucumbir. Tão logo iniciaram a elaboração de um novo projeto para manter a tradição de quase 70 anos, souberam que não poderiam utilizar a marca EJT.

O que houve não foi revelado para os pais e alunos da instituição. O certo é que a nova marca já aparece indicando que o nome criado pela professora Rosália, para homenagear um benemérito mineiro, foi retirado.

Manter o nome EJT, além da homenagem ao mineiro, serviria também para perpetuar a homenagem à querida professora Rosália. No site do EJT está reproduzido um relato da professora – que esclarece porque escolheu esse nome para a sua 1ª escolinha que funcionava na antiga Rua da Taboquinha, hoje Rua Fernando Spínola.

”Comecei com uma escolinha na Rua Fernando Spínola, onde hoje é o Restaurante de Dalva, com apenas 14 alunos que eram meus sobrinhos. A escola tinha internato. As minhas irmãs deixavam as crianças aos meus cuidados. O Colégio foi crescendo e tive de mudar para outro espaço, na Rua Ascendino Melo, numa casa comprada pelo meu noivo, depois meu marido, Auto Silveira. (…) O Colégio foi crescendo e precisava de um nome. Lembrei-me de Juvêncio Terra. Um senhor em Belo Horizonte que estava sustentando muitas moças e rapazes pobres para estudar. Ele ia visitar seus protegidos às quintas-feiras no internato, e gostava de conversar comigo. Eu disse a ele: Quando eu tiver uma escolinha lá na Bahia, vou colocar o seu nome.

Jornal A Tarde faz enquete e escolhe ‘O Maior Baiano de Todos os Tempos’

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia | Data: 17 set 2013

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da Redação

BaianosPor meio de uma enquete é possível votar em uma das dez personalidades indicadas por um grupo de notáveis. O júri é composto por 214 pessoas de diversas áreas, que apontaram 122 baianos de destaque. Na tarde desta 3ª feira (17), às 16h20, o placar era o seguinte:

 

Em 1º Lugar: Irmã Dulce com 36%

2º Lugar: Ruy Barbosa  – 25%

3º Lugar: ACM – 10%

4º Lugar: Milton Santos – 9%

5º Lugar: Jorge Amado – 6%

6º Lugar: Anísio Teixeira – 5%

Um presidente no espelho

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 13 ago 2013

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da Redação

Postado na edição desta 3ª feira (13), no site do jornalista Claudio Humberto, a história envolvendo o ex-presidente Jânio Quadros bem que serviria também para o governador da Bahia,  Jaques Wagner. Confira:

PODER SEM PUDOR

JanioEmpossado em janeiro de 1961, o presidente Jânio Quadros soube em fevereiro, no palácio, que um deputado atacava-o com duras críticas na Câmara Federal. E ele:

– Deixem o rapaz falar. Às vezes, até eu tenho vontade de atacar este meu governo…

Vídeo amador de 1987 é refeito e mostra o que mudou em Vitória da Conquista após 26 anos

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 27 jul 2013

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Vitória da Conquista 2013

Vitória da Conquista 1987

Vídeo que mostra Vitória da Conquista em 1987 vira ‘febre’ nas redes sociais

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 16 jul 2013

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A voz oficial das exposições do Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Vit. da Conquista | Data: 16 mar 2013

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Por Rodrigo Ferraz

DSC_0174Quem não conhece Moacir Figueira? Com uma voz inconfundível, ele é um dos principais nomes da Expoconquista e de tantos outros eventos agropecuários do país.

Figura carismática e com muito prestígio, sempre é cumprimentado por todos. Em conversa com a nossa reportagem na manhã de hoje (terça-feira), Figueira fez uma grande revelação, informando aos ouvintes que já participou de mais de 1.089 eventos que envolvem a temática do campo, dentre eles exposições, congressos, simpósios, palestras, etc.

“Tenho muita história pra contar, mas cada dia que passa aprendo mais e tenho muita humildade. Conviver com pessoas de todos os cantos do país é gratificante e tenho certeza que a Exposição de Vitória da Conquista é uma das melhores do Brasil. Foi aqui que comecei minha carreira, em 1959, com muito orgulho e dedicação”, lembra.

Locutores do comércio popular chamam a atenção em Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 04 mar 2013

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Tabuleiro Bahia