No Brasil, 10% mais ricos ganham cerca de 17,6 vezes mais que os 40% mais pobres, aponta IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 06 dez 2018

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Reprodução do site da CDL

Enquanto rendimento médio mensal dos mais ricos em 2017 foi de R$ 6.629, para os mais pobres foi de R$ 376. Grupo dos 10% mais ricos concentram 43,1% da renda do país

Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) evidencia o quanto permanece desigual a distribuição de renda no Brasil. Na média nacional, os mais ricos chegam a receber 17,6 vezes mais que os mais pobres. Na divisão por capitais, essa diferença chega a 34,3 vezes (marca registrada por Salvador).

Segundo o IBGE, o rendimento médio mensal (incluindo, além da renda proveniente do trabalho, os rendimentos de aposentadoria, pensão, aluguel, programas sociais etc) per capita domiciliar em 2017 foi de R$ 6.629 para a parcela que representa os 10% dos brasileiros mais ricos. Já entre a parcela dos 40% mais pobres, o rendimento médio foi de apenas R$ 376.

A Região Nordeste é que apresenta a maior desigualdade nesta comparação. Nos estados nordestinos, os 10% mais ricos ganhavam cerca de 20,6 vezes mais que os 40% mais pobres no ano passado.

Em seguida, vem a Região Norte, com uma diferença de 18,4 vezes, o Centro-Oeste, com uma diferença de 16,3 vezes, o Sudeste, com 11,4 vezes. A menor desigualdade foi observada na Região Sul, onde os mais ricos ganhavam cerca de 11,4 vezes mais que os mais pobres.

Por estados e capitais

A desigualdade se amplia ainda mais quando se diminuiu o recorte territorial. Ao se analisar as 27 unidades da federação, o Amazonas tem os 10% mais ricos com rendimentos 30,1 vezes maiores que os 40% mais pobres. Já Santa Catarina tem a menor desigualde, sendo a diferença de rendimento entre estes dois grupos de 8,6 vezes.

Já na análise das capitais, observa-se que a diferença chega a 34,3 vezes em Salvador, a maior do país. Lá, enquanto os 10% mais ricos tiveram rendimento médio de R$ 8.895, o dos 40% mais pobres foi de R$ 280.

A menor desigualdade entre as capitais foi observada em Florianópolis, onde os mais ricos ganhavam em média R$ 9.180, o que representa 8,6 vezes mais que os mais pobres, cujo rendimento médio foi de R$ 880.

Mais ricos concentram 43,1% da massa de rendimento

Segundo o levantamento divulgado pelo IBGE, em 2017 o grupo dos 10% com os maiores rendimentos concentrava 43,1% de toda a massa rendimento, que é a soma de toda a renda do país. Já o grupo dos 40% com os menores rendimentos detiveram apenas 12,3% da massa.

Em 2016, o grupo mais rico concentrava 42,9% da massa de rendimento, enquanto o mais pobre detinha 12,4%. “A variação não é muito expressiva, mas a gente está analisando só dois anos”, ponderou o pesquisador Leonardo Athias.

Considerando a diferença da massa de rendimento, há regiões em que a parcela dos 10% mais ricos detinha cerca de 5,5 vezes mais que os 40% mais pobres.

Índice de Palma

A partir da análise da concentração da massa de rendimento se chega ao Índice de Palma, indicador que apresenta a razão do rendimento apropriado pelo décimo mais rico em comparação com os quatro décimos mais pobres do país.

O Índice de Palma no Brasil em 2017 ficou em 3,51. Isso significa que os 10% mais ricos tinham massa de rendimento cerca de 3,5 vezes maior que os dos 40% mais pobres. Em 2016, esse índice era de 3,47.

A análise regional do indicador permite perceber que a região Sul é a com a menor desigualdade na concentração de renda, tendo Índice de Palma de 2,79 em 2017. Dentre as demais regiões, o índice variou entre 3,32 no Sudeste e 3,85 no Nordeste, a mais desigual. O Norte ficou com índice próximo ao nacional, de 3,52. Já o índice do Centro-Oeste ficou em 3,68.

Fonte: G1 (leia na íntegra aqui)

 

Bahia registra queda na estimativa do número de habitantes, segundo IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 29 ago 2018

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Da Redação


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a Estimativas de População 2018. Segundo os dados, a Bahia registrou uma queda na estimativa do número de habitantes. Conforme o IBGE, houve uma redução de 3,5% (que equivale a menos 531.830 pessoas) em relação à estimativa de 2017, que trazia o estado com 15.344.447 habitantes.

Esta redução na projeção populacional do estado impactou as estimativas de todos os municípios. A estimativa de Vitória da Conquista, por exemplo, caiu 2,82%, ou seja saiu de 348.718 habitantes em 2017, para 338.885. Ainda segundo o IBGE, a revisão do cálculo foi motivada pela redução no componente natalidade, pois o número de nascimentos registrados entre os anos de 2000 e 2016 foi menor do que previa a projeção anterior, de 2013.

As Estimativas de população do IBGE são projeções das populações de todos os municípios brasileiros por um método matemático. Resultam da distribuição das populações projetadas para os estados (a partir de indicadores de nascimentos, mortes e migração), segundo a tendência de crescimento demográfico de cada município, delineada nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010). Também incorporam eventuais alterações de limites territoriais.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios (FPE e FPM) e são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos.

Nos últimos 4 anos, 88,5% das cidades baianas enfrentaram seca, aponta IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Meio Ambiente | Data: 05 jul 2018

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G1

Entre os anos de 2013 e 2017, 369 dos 417 municípios baianos (88,5% do total) informaram ter sofrido episódios de seca, segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC), divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A proporção, conforme o levantamento, é superior às médias nacional — no mesmo período, 48,1% dos municípios brasileiros enfrentaram seca — e do Nordeste (82,6%).

No estado, no ano passado, nove em cada 10 municípios (89,0% ou 371, em números absolutos) sofreram as consequências de algum impacto ambiental — terceiro maior percentual de cidades atingidas por danos ambientais entre os estados brasileiros.

A Bahia ficou abaixo apenas do Espírito Santo, onde 93,6% dos municípios relataram impactos ambientais, e Ceará (92,9%).

No país como um todo, 3.800 dos 5.570 municípios (68,2%) informaram ter sofrido impactos de danos ambientais em 2017.

Na Bahia, a seca, aponta o IGBE, foi “de longe o desastre natural mais frequente”. Em seguida, aparecem os alagamentos (relatados por 20,6% dos municípios), enxurradas ou inundações bruscas (em 18,9% das cidades) e os processos erosivos acelerados (em 18,7% dos municípios).

O desastre natural menos informado pelos municípios do estado foi o escorregamento ou deslizamento de encosta, que ocorreu em menos de 1 em cada 10 cidades (41 ao todo, ou 9,8% do total).

Os impactos ambientais relacionados a condições climáticas extremas (secas, enxurradas), atingiram 6 em cada 10 municípios no estado (61,2%) em 2017 – quinto maior percentual do país.

O segundo tipo de impacto ambiental mais frequente foi o desmatamento, informado por quase 4 em cada 10 municípios baianos (39,3% ou 164 em números absolutos). Foi o segundo maior percentual dentre os estados, abaixo apenas do Pará, onde 45,8% dos municípios informaram ter sofrido impactos relacionados ao desmatamento.

A frequência desse tipo de problema ambiental entre os municípios baianos também ficou bem acima da média nacional: no Brasil como um todo, 18,3% dos 5.570 municípios informaram ter sofrido impactos do desmatamento no ano passado.

Nos municípios baianos, os impactos ambientais menos relatados foram aqueles ligados à poluição do ar (por 15 cidades) e à existência de moradia em situação de risco ambiental (por 14 municípios).

…Leia na íntegra

Vitória da Conquista tem o 5º maior PIB da Bahia

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 14 dez 2017

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Da Redação


O  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta (14), o ranking do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios brasileiros. De acordo com os dados, Vitória da Conquista possui o 5º maior PIB da Bahia, considerando a relação do PIB por habitantes (PIB per capita). O levantamento considera o intervalo entre 2014 e 2015.

Na lista estadual dos maiores PIB, constam Salvador, com R$ 57, Camaçari, com R$ 20,3 bilhões; Feira de Santana, com R$ 11,9 bilhões; São Francisco do Conde, com R$ 8,6 bilhões; Vitória da Conquista (R$ 5,7 bilhões); Lauro de Freitas (R$ 5,6 bilhões); Simões Filho (R$ 4,56 milhões), Luís Eduardo Magalhães (R$ 4,35 milhões); Itabuna (R$ 3,84 milhões); e Barreiras (R$ 3,71 milhões).

Ainda conforme o levantamento, as cidades do interior têm ganhado participação no PIB. Salvador, por exemplo, apesar de ser responsável por pouco mais de um 1/5 da economia do estado, foi o município que mais perdeu participação no PIB baiano.

Vitória da Conquista tem mais de 348 mil habitantes, afirma IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 30 ago 2017

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Da Redação


Vitória da Conquista conta, atualmente, com 348.718 habitantes. O dado faz parte das estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2017, que foi divulgado nesta quarta(30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o Instituto, o houve um aumento de 0,76%, em relação à quantidade de habitantes que residiam na cidade conquistense em 2016.

O crescimento da população de Vitória da Conquista é semelhante a do resto do país. Em mais da metade dos municípios (53,6%), as taxas de crescimento populacional foram inferiores a 1%. Feira de Santana, a maior cidade do interior, por exemplo, aumentou em 0,77% a população local, tendo 627.477 moradores em relação a 622.639 da última contagem.

Conforme o IBGE, a diminuição da taxa populacional nos municípios é uma tendência que vem ocorrendo nos últimos anos e decorre da redução da fecundidade e da migração.

Vendas do varejo avançam pelo 3º mês seguido, aponta IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 21 ago 2017

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da Redação
Fonte: Varejista.com.br (folhape.com.br) / CDL (Conteúdo)

O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 1,2% na passagem de maio para junho. Já a receita nominal teve expansão de 0,8%. Nos dois indicadores, o setor apresentou a terceira alta consecutiva para o período. Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio foram divulgados nesta terça (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações são da Agência Brasil.

Na comparação com junho de 2016, as vendas tiveram alta de 3% no volume e 2,4% na receita. No acumulado do ano, apesar de registrar queda de 0,1% no volume, houve alta de 1,9% na receita. No acumulado de 12 meses, o mesmo comportamento, queda de 3% no volume e alta de 3,2% na receita.

Na passagem de maio para junho, seis das oito atividades do comércio varejista tiveram alta no volume de vendas, com destaque para os setores de tecidos, vestuário e calçados (5,4%) e de livros, jornais, revistas e papelaria (4,5%).

Também anotaram alta os setores de combustíveis e lubrificantes (1,2%), móveis e eletrodomésticos (2,2%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,7%).

Por outro lado, duas atividades tiveram queda no volume: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,6%) e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%).

Varejo Ampliado 

No chamado varejo ampliado, que considera oito atividades varejistas, além de veículos e peças e materiais de construção, o volume de vendas teve alta de 2,5% em junho, depois de uma queda de 0,2% em maio. Os veículos, motos e peças registraram alta de 3,8%, enquanto os materiais de construção cresceram 1%.
Na comparação com junho de 2016, o varejo ampliado teve alta de 4,4%. No acumulado do ano, a alta é de 0,3%. Já no acumulado de 12 meses, o volume de vendas acumula queda de 4,1%.

Pesquisa do ibge aponta aquecimento nas vendas do varejo

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 15 jun 2017

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da Redação
Fonte: CNDL

A liberação dos recursos das contas inativas do FGTS é um dos principais fatores responsáveis pelo aumento do consumo

O crescimento nas vendas percebido setor varejista no mês de abril foi confirmado na pesquisa, divulgada nesta terça-feira (13), pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que registrou alta de 1,9% em abril em comparação com o mesmo período do ano passado.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a liberação dos recursos das contas inativas do FGTS é um dos principais fatores responsáveis pelo aumento do consumo. “A última pesquisa sobre o uso do FGTS da CNDL/SPC mostrou que boa parte dos brasileiros usam o dinheiro para saldarem suas dívidas, mas um importante percentual utiliza os recursos com despesas do dia a dia”, destacou Pinheiro.

Levantamento divulgado neste mês pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontou que, dentre os trabalhadores que já realizaram saques, 38% usaram o dinheiro extra para quitar dívidas em atraso, enquanto 4% usaram esse recurso para pagar ao menos parte das pendências. Os que estão gastando esses valores com despesas do dia a dia representam 29% da amostra. Há ainda 19% de trabalhadores que optaram por poupar o benefício.

Supermercados puxam os resultados positivos

De acordo com a pesquisa do IBGE, o resultado positivo de 1,9% em comparação com abril do ano passado tem influência direta da Páscoa. Foi o primeiro resultado positivo em 24 meses, dando fim a uma sequência de quedas iniciadas em abril de 2015. No entanto, considerando o mês de março em comparação a abril, outros setores aqueceram as vendas.

Apesar da influência positiva dos hipermercados, supermercados, fumo e bebidas e produtos alimentícios, que registraram um aumento de 0,9% das vendas, os setores de tecidos, calçados e vestuário cresceram 3,5%, enquanto informática e comunicação, equipamentos e material para escritório apresentam taxa positiva de 10,2%.

O levantamento registrou queda de 0,8% nos combustíveis e lubrificantes, de 2,8% para móveis e eletrodomésticos e um recuo de 4,1% em livros, jornais, revistas e papelaria.

Mortes de jovens por causas violentas crescem em Vitória da Conquista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Geral | Data: 24 nov 2016

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por Mateus Novais

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Os óbitos de jovens entre 15 e 24 anos por causas violentas (acidentes de trânsito, afogamentos, suicídios, homicídios, quedas acidentais) tiveram crescimento no estado da Bahia (2,5%) e em Vitória da Conquista (6,9%). Os dados são das Estatísticas do Registro Civil 2015, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira, 24.

Na comparação com 2014, o percentual de crescimento dos óbitos de jovens entre 15 e 24 anos por causas violentas entre as mulheres foi maior. Naquele ano, morreram 218 homens jovens, contra 213 em 2015. Entre as mulheres foram 18 mortes violentas, em 2014, contra 26, em 2015.

Considerando todas as faixas etárias, o número de óbitos por causas violentas na Bahia apresentou redução de 3,6% (Homens -2,5%, Mulheres -11,3%) e em Conquista, um crescimento de 2,4% (Homens 2,3%, Mulheres 44,4%).

Vitória da Conquista tem 346 mil habitantes, estima IBGE

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 30 ago 2016

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por Mateus Novais

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O IBGE divulgou nesta terça-feira (30) as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2016. Vitória da Conquista, segundo o estudo, tem 346.069 habitantes – crescimento de 0,83%. Em 2015, o estudo apontava 343.230 residentes na terceira maior cidade da Bahia.

Ainda segundo os dados do IBGE, Brasil tem 206,1 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,80% entre 2015 e 2016, um pouco menor do que a calculada entre 2014 e 2015 (0,83%).

O município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,0 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,5 milhões de habitantes), Brasília e Salvador (cerca de 2,9 milhões de habitantes cada). Dezessete municípios brasileiros possuem população superior a 1 milhão de pessoas, somando 45,2 milhões de habitantes ou 21,9% da população total do Brasil.

Serra da Saudade (MG) é o município brasileiro de menor população, 815 habitantes, seguido de Borá (SP), com 838 habitantes, e Araguainha (MT), com 953 habitantes. Estima-se que, de 2015 para 2016, quase 1/4 dos municípios (24,8%) tiveram redução de população.

Realidade do estudante baiano preocupa, revela IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Educação | Data: 27 ago 2016

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da Redação

Pesquisa IBGEO IBGE pesquisou 183 mil jovens estudantes no Estado da Bahia, e constatou que a degradação tomou conta do ambiente escolar. Recentemente foi aprovado na Assembleia Legislativa da Bahia o Plano Estadual de Educação sem debate e nenhum aprofundamento no tema tão relevante.

O Governo do PT na Bahia continua sustentado pela propaganda que devora milhões de reais dos cofres públicos para manter a população desinformada, distante da realidade. O aproveitamento escolar é pífio e considerado um dos piores do Brasil.

Pesquisa

A pesquisa, capa do Jornal Correio da Bahia deste sábado (27), revelou que 9,9% dos alunos do 9º ano do ensino fundamental disseram já ter usado crack; 49% deles experimentaram drogas ilícitas e fumaram maconha nos trinta dias anteriores; 4,1% dos estudantes entre 12 a 16 anos disseram já ter sido forçado a fazer sexo; 65% dos entrevistados na pesquisa não praticam qualquer tipo de atividade física.

 

 

 

Desemprego no 2º tri é o maior da série em todas as grandes regiões, diz IBGE

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Geral | Data: 17 ago 2016

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A Tarde

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A taxa de desocupação no segundo trimestre de 2016 foi a maior da série histórica, iniciada em 2012, em todas as grandes regiões do País, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quarta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Nordeste, a taxa de desemprego subiu de 10,3% no segundo trimestre do ano passado para 13,2% no segundo trimestre deste ano. No Sudeste, saiu de 8,3% para 11,7%; no Norte, de 8,5% para 11,2%; no Centro-Oeste, de 7,4% para 9,7%; e no Sul, de 5,5% para 8,0%.

No primeiro trimestre de 2016, as taxas tinham ficado em 12,8% no Nordeste, 11,4% no Sudeste, 10,5% no Norte, 9,7% no Centro-Oeste e 7,3% no Sul.

Entre as unidades da federação, as maiores taxas de desocupação no 2º trimestre de 2016 foram observadas no Amapá (15,8%), na Bahia (15,4%) e em Pernambuco (14,0%), enquanto as menores taxas estavam em Santa Catarina (6,7%), Mato Grosso do Sul (7,0%) e Rondônia (7,8%).

O resultado foi o maior da série histórica em 20 das 27 unidades da federação. Em Roraima, Rondônia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia e Distrito Federal a taxa não foi a maior já registrada pelo IBGE.

Revisão territorial reduz receita do município de Caatiba

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 23 mar 2016

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por Mateus Novais

Cinco municípios baianos estão amargando a queda no valor dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), nos primeiros meses de 2016, pelo fato de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ter reduzido a estimativa de população desses locais. O fato levou a uma queda de até R$ 300 mil por mês dos repasses do governo federal aos municípios de Maracás, Caém, Caatiba, Jucuruçu e Jitaúna. A base para o valor repassado do FPM é per capita, daí a redução.

Em Caatiba (a 80 km de Vitória da Conquista), quatro territórios com cerca de mil habitantes, segundo o prefeito Joaquim Mendes, foram incorporados ao município no ano passado. Mesmo assim, a estimativa do instituto apontou redução de 10.486 para 10.166 habitantes entre 2014 e 2015, levando a um decréscimo de coeficiente de 0.8 para 0.6. A queda nos repasses mensais é em torno de R$ 200 mil.

Confira a reportagem acima da TV Aratu, com Daniel Silva e Rony Cley

INSS e IBGE abrem inscrições para o concurso

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Geral | Data: 05 jan 2016

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por Mateus Novais

Concurso Público (1)

Dois dos concursos mais esperados para o ano de 2016 abriram inscrição esta semana. O INSS oferece 950 vagas e o IBGE tem 600 oportunidades em dois concursos.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) oferece 140 vagas para os cargos de analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas e de tecnologista em informações geográficas e estatísticas, ambos de nível superior de escolaridade, e 460 para técnico em informações geográficas e estatística, de nível médio. Os salários vão de R$ 3.319,45 a R$ 9.396,88. As inscrições devem ser feitas até 28 de janeiro de 2016 pelo site www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/ibge. A taxa é de R$ 69 para os cargos de nível superior e de R$ 49 para nível médio. Veja o edital.

As 950 vagas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são para cargos de níveis médio e superior. Os salários são de R$ 4.886,87 e R$ 7.496,09, respectivamente. As inscrições devem ser feitas até 22 de fevereiro de 2016 pelo site www.cespe.unb.br/concursos/inss_2015. As provas objetivas serão aplicadas na data provável de 15 de maio de 2016. A taxa é de R$ 75 para nível médio e R$ 80 para nível superior. O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado, uma vez, pelo mesmo período. Veja edital.

Brasil tem 44,3% das crianças com até 14 anos vivendo sem esgoto em casa

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil, Saúde | Data: 06 dez 2015

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Agência Brasil

criança no esgotoO Brasil ainda tem 44,3% das crianças e adolescentes até 14 anos de idade crescendo em residências sem esgotamento sanitário ou fossa séptica. Ou seja, quase metade das crianças brasileiras nessa faixa etária vive em condição de maior exposição ao risco de doenças, segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2015 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O abastecimento de água de rede não chega a 18% das crianças de 0 a 14 anos, enquanto a coleta de lixo ainda não atende a 13,6% delas. O total de crianças e adolescentes dessa idade que vivem sob as três formas de saneamento inadequado simultaneamente – sem esgoto, sem água nem coleta de lixo – é de 9,6%, segundo os dados apurados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2014.

…Leia na íntegra

De acordo o IBGE, expectativa de vida dos brasileiros subiu para 75,2 anos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 01 dez 2015

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Da Redação

populacaoFoto: Agência Brasil

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no início desta semana, a expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 75,2 anos em 2014. A tabela, que mostra a esperança de vida para todas as idades até 80 anos, apresentou um aumento em relação à tabela de 2013, quando a expectativa de vida do brasileiro era de 74,9 anos.

Para as mulheres, a expectativa de vida para nascidas em 2014 era de 78,8 anos. Já para os homens era mais baixa, de 71,6 anos. Com isso, a diferença de expectativa entre os sexos caiu para 7,2 anos – em 2013, era de 7,4 anos.

A Tábua Completa da Mortalidade 2014, calculada pelo IBGE, foi publicada nesta segunda-feira (1º) no Diário Oficial da União. Essa dados do Instituto são utilizados pelo Ministério da Previdência para calcular aposentadorias, colaborando para definição do fator previdenciário.

 

IBGE confirma concurso para dezembro

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Trabalho | Data: 17 nov 2015

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por Mateus Novais

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou o lançamento do edital do concurso de 2015 para o mês de dezembro. Na próxima semana será divulgado o nome da banca organizadora do certame. Ao todo, o processo seletivo contemplará 600 vagas.

Dentre as vagas, 460 são para técnico em informações geográficas e estatísticas, 90 para analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas, e 50 para tecnologista em informações geográficas e estatísticas. O cargo de técnico será destinado aos candidatos com ensino médio completo, enquanto os outros dois empregos exigirão formação superior em áreas específicas.

Em 2014, havia 554 mil crianças de 5 a 13 anos trabalhando, aponta IBGE

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 15 nov 2015

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Agência Brasil

criança trabalhoA Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) mostrou que cresceu o trabalho infantil no Brasil em 2014. No ano, havia 554 mil crianças de 5 a 13 anos trabalhando. Esse número é 9,3% maior do que em 2013, quando registrou 506 mil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o primeiro crescimento registrado nesse grupo desde 2005 – quando 1,6 milhão de crianças desta faixa estavam trabalhando, quase três vezes o registrado em 2014.

Segundo Maria Lucia Vieira, gerente da pesquisa, o aumento do trabalho infantil ocorreu porque essa população de 5 a 13 anos passou a “ajudar os membros do domicílio”. Ela ressaltou que foi observado ainda um crescimento do trabalhador por conta própria.

…Leia na íntegra

Prefeito de Mirante é condenado por fraude em censo do IBGE

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 19 out 2015

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por Mateus Novais

hélio-ramosO atual prefeito do município de Mirante, Hélio Ramos Silva, e quatro servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram condenados por improbidade administrativa em razão de fraude no censo demográfico. Os réus forjaram o número de habitantes do município (a 140 km de Vitória da Conquista) com a finalidade de elevar o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), que representou a ação ao Justiça Federal, a conduta foi orquestrada por Hélio Ramos, então secretário municipal de Administração e Finanças, que escalou Marcelo Lima e Geraldo Santos para a fraude. Os agentes recenseadores recebiam formulários já preenchidos de outros recenseadores e incluíam dados falsos, executando ilegalmente funções da agente censitária municipal, contando, para isso, com a permissão de Cristiano Nolasco, agente censitário supervisor. Ubirajara Pereira , coordenador de subárea do IBGE, é acusado de não agir, mesmo tendo a função de supervisionar as atividades e estando ciente das evidências de fraude.

A ação permitiu o aumento do coeficiente municipal de Mirante no FPM em 0,2%, além de ter repercussões eleitorais, pois legitima transferências ilegais e a criação de eleitores fantasmas.

O prefeito Hélio Ramos, Cristiano Nolasco, Marcelo Lima e Geraldo Santos foram condenados ao pagamento de multa equivalente a duas vezes o valor do dano, proibição de contratar com o Poder Público e dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos. Após, o trânsito em julgado da condenação, os direitos políticos dos servidores ficarão suspensos por cinco anos e eles perderão o cargo ou função que estiverem exercendo. Já Ubirajara Pereira terá seus direitos políticos suspensos por três anos e deverá pagar multa civil no valor de R$ 10 mil.

Maioria dos aposentados recebe um salário mínimo por mês

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 12 out 2015

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Agência Brasil

RTEmagicC_APOSENTADO228.jpgDados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  de 2013, indicam que apenas 30% dos 29 milhões de aposentados recebiam acima de um salário mínimo. Um quarto deles continuava trabalhando. Mas 74% passavam a depender de outras pessoas para sobreviver: 46% de seus parentes e 28% de terceiros. Apenas 1% conseguia  manter o padrão de vida.

A professora de Finanças da FGV, Myrian Lund, explica que, apesar do trabalhador reduzir, em média, mais de 30% dos seus gastos quando se aposenta, a tendência é que ocorra uma perda de 50% da renda  após duas décadas recebendo o benefício.

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Uma em cada 4 cidades do país perde população

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 29 ago 2015

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habitantesA população brasileira chegou a 204,5 milhões em 2015, o que significa crescimento de 7,1% nos últimos cinco anos. O Estado de São Paulo, o mais populoso, cresceu 7,6% no mesmo período. Já soma 44,4 milhões – ou 21,7% de todos os brasileiros. Em 1.364 (24,4%) das 5.570 cidades do País, ocorreu o oposto de 2014 para 2015: o contingente de habitantes encolheu. As informações constam das Estimativas da População do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os municípios que perderam população estão principalmente na Região Sul. “São cidades de até 20 mil habitantes que não oferecem atrativos de estudo e trabalho para os jovens. Eles tendem a migrar para os grandes centros em busca de oportunidades”, explica a técnica do IBGE Leila Ervatti, lembrando que no Sul as mulheres têm taxa de fecundidade historicamente mais baixas.

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