Senado lança livro com os principais momentos do impeachment de Dilma Rousseff

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 16 out 2016

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Bahia Notícias

imagem_noticia_5O julgamento final que culminou no impeachment da presidente Dilma Rousseff virou livro. As 109 horas da sessão no Senado foram consolidadas no livro “Impeachment – O julgamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado Federal” (clique aqui para tê-lo em formato digital).

Editada pela Secretaria Agência e Jornal do Senado (SAJS), a obra de 664 páginas apresenta as notas taquigráficas da histórica sessão, realizada em seis dias, com indicações dos horários dos principais fatos que marcaram a semana de 25 a 31 de agosto deste ano. A narração dos acontecimentos mais marcantes do juízo final da petista ainda conta com galerias de imagens retratando todas as fases do julgamento – desde a abertura, com apresentação de questões de ordem, até o julgamento final, passando pelo depoimento de sete testemunhas ou informantes, pelo interrogatório da presidente Dilma Rousseff, debate oral entre advogados da acusação e da defesa e pelos pronunciamentos dos senadores.

Impresso pela Secretaria de Editoração e Publicação (Gráfica) do Senado, o livro conta apresentação do presidente do Senado, Renan Calheiros, e textos introdutórios do secretário-geral do Senado e escrivão do processo de impeachment, Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, e de Fabiane Pereira de Oliveira Duarte, secretária-geral da Presidência do Supremo Tribunal Federal durante a gestão de Ricardo Lewandowski, que presidiu a sessão de julgamento.

Após impeachment, Senado não cassa os direitos políticos de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 31 ago 2016

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Da Redação

Dilma BBO processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foi aprovado nesta quarta-feira( 31) no Senado. Sessenta e um senadores votaram a favor do impedimento da petista, alegando crime de responsabilidade fiscal. Vinte foram contra. No entanto, na segunda votação no plenário, os senadores mantiveram os direitos políticos de Dilma.

O resultado da votação foi de 42 votos a favor da cassação, 36 contra e três abstenções. Para que Dilma ficasse inelegível por oito anos, era necessário que dois terços do Senado, ou seja, 54 senadores votassem pela inabilitação. Essa definição já era esperada até mesmo por aliados da petista, pois ela junto a Luís Inácio Lula de Silva tentaram angariar votos de alguns senadores indecisos, mas não foi o suficiente para evitar o afastamento definitivo.

Com a aprovação do impeachment, o peemedebista Michel Temer tomará posse ainda hoje sendo efetivado no cargo de presidente do Brasil. Em seguida, ele viaja para a China, onde vai participar do encontro do G-20.

Senado aprova impeachment, Dilma perde mandato e Temer assume

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 31 ago 2016

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G1

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O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

A decisão foi tomada na primeira votação do julgamento final do processo de impeachment. A pedido de senadores aliados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu realizar duas votações no plenário.

A primeira, analisou apenas se a petista deveria perder o mandato de presidente da República. Na sequência, os senadores irão apreciar se Dilma deve ficar inelegível por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019 e impedida de exercer qualquer função pública. Até a última atualização desta reportagem, a segunda votação ainda não havia sido realizada.

Segundo a assessoria do Supremo, ainda nesta quarta, oficiais de Justiça notificarão a ex-presidente e o presidente em exercício Michel Temer sobre o resultado do julgamento.

Temer deve ser empossado presidente da República ainda nesta quarta, em sessão do Congresso Nacional que será realizada no plenário da Câmara.

Já Dilma deverá desocupar em até 30 dias o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília, e terá reduzida para oito servidores sua equipe de assessores, seguranças e motorista.

Pelos discursos a favor e contra, Dilma não escapará da cassação

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 31 ago 2016

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da Redação

Foto: ilustração

congresso impeachment

Pelos discursos, são 81 que integram o Senado da República, a cassação da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), será inevitável. São necessários 54 votos para definir o fastamento definitivo de Dilma. O Governo Federal já contabiliza mais de 60 votos. Confiram como os senadores se manifestaram durante a longa sessão que faz parte do processo de votação do impeachment na Casa.

Favoráveis

Gladson Cameli (PP-AC); Antônio Anastasia (PSDB-MG); Ataídes Oliveira (PSDB-MG); Lucia Vania (PSB-GO); Lasier Martins (PDT-RS); Ronaldo Caiado (DEM-GO); Alvaro Dias (PV-PR); Antonio Valadares (PSB-SE); Dario Berger (PMDB-SC); José Medeiros (PSD-MT); Cassio Cunha Lima (PSDB-PB); Eduardo Amorim (PSC-SE); Aecio Neves (PSDB-MG); Magno Malta (PR-ES); Valdir Raupp (PMDB-RO); Ivo Cassol (PP-RO); José Aníbal (PSDB-SP); Garibaldi Alves (PMDB-RN); Paulo Bauer (PSDB-SC); Eunício Oliveira (PMDB-CE); Cidinho Santos (PR-MT); Flexa Ribeiro (PSDB-PA); Ricardo Ferraço (PSDB-ES); Benedito de Lira (PP-AL); Zezé Perrella (PTB-MG); Wilder Morais (PP-GO); Sérgio Petecão (PSD-AC); Hélio José (PMDB-DF); Rose de Freitas (PMDB-ES); Ana Amélia (PP-RS); Simone Tebet (PMDB-MS); Waldemir Moka (PMDB-MS); Pedro Chaves (PSC-MS); Reguffe (sem partido-DF); Fernando Bezerra (PSB-PE); Cristovam Buarque (PPS-DF); José Agripino (DEM-RN); Dalírio Beber (PSDB-SC); Tasso Jereissati (PSDB-CE); Eduardo Lopes (PRB-RJ); Davi Alcolumbre (DEM-AP); José Maranhão (PMDB-PB);  Romário (PSB-RJ)

Contrários

Jorge Viana (PT-AC); Roberto Requião (PMDB-PR); Angela Portela (PT-RR); Fátima Bezerra (PT-RN); Lídice da Mata (PSB-BA); Gleisi Hoffmann (PT-PR); Vanessa Graziottin (PCdoB-AM); Humberto Costa (PT-PE); Regina Souza (PT-PI); José Pimentel (PT-CE); Paulo Paim (PT-RJ); Armando Monteiro (PTB-PE); Randolfe Rodrigues (Rede-AP); Lindbergh Farias (PT-RJ); Otto Alencar (PSD-BA); João Capiberibe (PSB-AP); Roberto Muniz (PP-BA);   Elmano Férrer (PTB-PI)

Não declararam

Fernando Collor (PTC-AL)

Acir Gurgacz (PDT-RO)

 

Eventual posse de Temer deve seguir rito de Itamar

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 31 ago 2016

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da Redação

Estadão Conteúdo

Itamar

Se confirmado o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff, o presidente em exercício, Michel Temer, tomará posse em Sessão Solene do Congresso Nacional. O rito será fechado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), mas há pontos definidos na Constituição e o modelo deve seguir o que aconteceu quando Itamar Franco assumiu a presidência em 29 de dezembro de 1992, após a renúncia de Fernando Collor, que teve a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Entre a renúncia de Collor e a convocação da Sessão Solene passaram-se pouco mais de três horas para que Itamar fosse empossado. No caso de Temer, entretanto, a situação é um pouco diferente.

Após o julgamento, Dilma e Temer serão notificados na decisão do Plenário do Senado. Então, Renan convoca a Sessão Solene, o que pode acontecer – como quer o Planalto – logo após revelado o resultado. Se Renan decidir seguir o modelo adotado pelo então presidente do Senado em 1992, senador Mauro Benevides, Temer deve ser recepcionado pelo peemedebista em seu gabinete e aguardar líderes para alguns cumprimentos. Itamar foi acompanhado dos líderes que o “buscaram” na sala de Benevides até o Plenário da Câmara, onde são realizadas as Sessões Solenes. Na cerimônia, o presidente do Congresso dirige algumas palavras ao presidente que será empossado. Não há até o momento previsão de discurso de Temer, que pelas regras estabelecidas, deve apenas fazer um juramento.

O Planalto quer que a cerimônia seja o mais breve possível a tempo de Temer cumprir todos os compromissos agendados na viagem à China. No caso de Itamar, antes de ler o compromisso, ele entregou ao presidente da Casa sua declaração de bens. E então fez o juramento, conforme o previsto no artigo 78 da Constituição: “Prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a União, a integridade e a independência do Brasil”. O artigo 78 prevê ainda que, “se decorridos dez dias da data fixada para a posse, o presidente ou o vice-presidente, salvo motivo de força maior, não tiver assumido o cargo, este será declarado vago”. Uma fonte do Planalto lembra ainda que, no caso da posse de Itamar, curiosamente o Hino Nacional foi cantado duas vezes, uma na abertura da sessão, uma outra logo depois do juramento de Itamar – o que não necessariamente pode se repetir.

Senadores debatem na última sessão do impeachment

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 30 ago 2016

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por Mateus Novais

A última sessão de julgamento do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff deve ser longa e se estender até a madrugada. Primeiro, haverá debates entre acusação e defesa. Em seguida, será iniciada a discussão dos senadores. Logo após, será aberto espaço para encaminhamento de dois senadores favoráveis e dois contrários ao impeachment.

Só após todo esse trâmite é que será aberto o painel para que os senadores votem. O voto é nominal e aberto, computado pelo painel eletrônico, onde o resultado final será divulgado.

Assista ao vivo:

Discurso agressivo ajudou opositores de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 30 ago 2016

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da Redação
Conteúdo Diário do Poder

Dilma BBDiscurso agressivo falando e ‘GOLPE’ pode até ampliar o placar – Foto: Pedro França/ Senado

Após o agressivo discurso em que reiterou a lorota de “golpe”, o Palácio do Planalto consultou senadores supostamente indecisos e ficou ainda mais otimista pela confirmação do impeachment de Dilma Rousseff, na votação desta terça (30). Os dilmistas continua céticos. A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) prevê 62 ou 63 votos contra Dilma: “O depoimento muda o cenário, mas para ampliar o placar”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Aliados de Renan Calheiros diz que ele manterá a “neutralidade” e não votará no impeachment. Mas não é o que Michel Temer espera dele.

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Dilma foi repetitiva, técnica e sem conteúdo político. “Objetividade faria bem”, destaca.

Nem mesmo Lula e Chico Buarque aguentaram ouvir Dilma durante muito tempo. Logo no primeiro intervalo, o cantor militante “vazou”.

Dilma faz sua defesa no plenário do Senado; assista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 29 ago 2016

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por Mateus Novais

Dilma Rousseff irá se defendeu hoje, no Senado, da acusação de ter editado em 2015 decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso e também de usar dinheiro de bancos federais em programas do Tesouro [as chamadas pedaladas fiscais].

Depois da fala de Dilma, prevista, inicilamente, para durar 30 minutos, terão início os questionamentos dos senadores. Cada parlamentar terá até cinco minutos para fazer perguntas. O tempo de resposta de Dilma é livre e não será permitida réplica e tréplica. A expectativa é de que a o depoimento dure todo o dia e se estenda até parte da noite.

Assista ao vivo:

Brasil quer o impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 29 ago 2016

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da Redação
Conteúdo Diário do Poder

“Acho que Temer faz parte de um processo transitório e que o mercado, a economia e até o próprio cenário internacional receberam o nome dele de maneira muito positiva” Ana Paula  Hemkel, 44 anos, ex-jogadora de vôlei da Seleção Brasileira. (Foto: Felipe Gabriel/ISTOÉ)

Resignada com o próprio infortúnio político, a presidente afastada Dilma Rousseff acalentou uma última aspiração nos dias antecedentes à derradeira votação do impeachment: ela não gostaria de terminar como Fernando Collor, em 1992. Cortejado por meia dúzia de auxiliares, o ex-presidente foi compelido a deixar o Palácio do Planalto por uma porta lateral, de onde seguiu até o helicóptero presidencial debaixo de vaias. Ao piloto da Aeronáutica, Collor arriscou emitir uma última ordem. Como resposta, recebeu um rotundo “não”. Pressentira ali o epílogo de sua melancólica passagem pelo poder.

DOBRO DO APOIO EM 100 DIAS
O protocolo do adeus e as circunstâncias políticas atuais podem até impedir a reprise do episódio, mas – como Collor – Dilma não deixará saudades. A maioria dos brasileiros continua a apoiar o impeachment, prefere o presidente em exercício Michel Temer a ela e vislumbra um horizonte de esperança a partir da saída da petista do poder. São as principais conclusões de um levantamento realizado entre os dias 20 e 24 de agosto pelo instituto Paraná Pesquisas, a pedido da revista IstoÉ. Às vésperas do último ato no Senado para o afastamento definitivo, a pesquisa exibe um cenário tétrico para Dilma. Segundo a amostragem, 65,5% dos brasileiros, se fossem senadores e tivessem de comparecer à sessão marcada para terça-feira 30, votariam pelo “Fora, Dilma”. Apenas 29,5% diriam “não” à cassação. Confrontada em outra pergunta com a única opção em jogo durante a apreciação do impeachment, ou seja, se quem deve governar o País dali em diante é Dilma ou Temer, a maioria optou pelo presidente em exercício do PMDB: 41,2%. A petista aparece com 21,9%. Ou seja, em 100 dias de governo, Temer já ostenta quase o dobro da preferência dos brasileiros para governar no País em relação à Dilma Rousseff. …Leia na íntegra

Os 109 dias de solidão da dama de ferro do PT

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 28 ago 2016

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Vera Rosa, Estado de S.Paulo

Desde que Dilma Rousseff deixou o Planalto, há 109 dias, uma foto com seu rosto de guerrilheira, emoldurado por grossas lentes, repousa solitária num poste de energia elétrica diante do palácio hoje comandado pelo presidente em exercício Michel Temer. A imagem em preto e branco, já rasgada, aparece ao lado de uma convocação desbotada pelo tempo. “Lutaremos em todas as trincheiras até o último minuto”, diz a presidente afastada no cartaz, que exibe a hashtag #VoltaDilma.

Dilma Rousseff (Foto: Filippo Monteforte / AFP)
Dilma Rousseff (Foto: Filippo Monteforte / AFP)

 

A cinco quilômetros dali, no Palácio da Alvorada, a mulher que responde a processo de impeachment por crime de responsabilidade ainda tem na ponta da língua o mesmo discurso da resistência com o qual pretende enfrentar seus algozes amanhã, quando irá ao plenário do Senado para se defender.

Ao que tudo indica, porém, Dilma viverá nesta semana seus últimos dias de poder em Brasília. No Alvorada, ela participou de treinamento intensivo para responder às perguntas mais duras dos senadores, muitos deles seus ex-ministros, com dois umidificadores ligados na sala para espantar a seca.

Saiba mais

Os 109 dias de solidão da dama de ferro do PT

Planalto aposta que terá 62 votos para destituir Dilma de vez

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 16 ago 2016

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da Redação

Conteúdo Diário do Poder

Dilma BBMinistros do núcleo do governo Temer contam com até 62 votos no julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff, no Senado. O placar da pronúncia do afastamento, semana passada, já atingiu 59 votos. Eliseu Padilha (Casa Civil), que acertou os placares na Câmara e no Senado, é um dos mais otimistas ministros: espera 61 votos. Já no lado que apoia Dilma, não espera-se nem os 21 votos da pronúncia. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Único voto no PMDB considerado “irrecuperável” para governistas é o da ex-ministra ruralista Kátia Abreu, neopetista que renega as origens.

O senador Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM no Senado, acredita que os votos pró-impeachment chegarão a 60 no julgamento final.

Lula e os petistas estão céticos em relação à carta de Dilma, recheada de promessas, para o caso de retomar o cargo.

 

Senado vai decidir rito do julgamento final

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 15 ago 2016

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Isabela Bonfim,
O Estado de S.Paulo

ADLE238 BSB - 10/08/2016 ANASATASIA IMPEACHMENT / SENADO - POLITICA -SENADOR ANTONIO ANASTASIA E CUPRIMENTADO PELA APROVACAO do seu parecer do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.no plenário do SEnado Federal , em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

Brasília – Na reta final para o processo de impeachment, senadores vão se reunir nesta semana para definir o rito das sessões do julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff. O encontro, anunciado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve acontecer entre amanhã e quarta-feira e contar com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que preside o processo.

A reunião vai repetir os moldes da que definiu os passos para a sessão que aprovou, no início do mês, a continuidade do impeachment. Nesses encontros, líderes partidários fecham um acordo sobre a duração das sessões, intervalos e o tempo de fala para senadores e testemunhas. As determinações devem dar forma a um documento que servirá como guia durante a condução das sessões finais.

Julgamento de Dilma começará dia 25 de agosto

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 12 ago 2016

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G1

Dilma BBA defesa da presidente afastada Dilma Rousseff foi informada nesta sexta-feira (12), por meio de uma notificação entregue no Senado, que o julgamento final da petista no processo de impeachment começará às 9 horas do dia 25 de agosto. A data foi definida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, que comandará o julgamento.

Segundo apurou o G1, está sendo preparado o seguinte cronograma para o julgamento final: na quinta-feira (25) e na sexta-feira (26), os senadores deverão ouvir as três testemunhas da acusação e as seis da defesa.

O julgamento deverá ser interrompido no sábado (27) e no domingo (28). Depois disso, na segunda-feira (29) o julgamento será retomado com o depoimento de Dilma Rousseff, caso ela decida comparecer ao Senado. Senão, será lida uma manifestação da petista pelo seu advogado, o ex-ministro José Eduardo Cardozo. Depois, acusação e defesa vão debater o processo.

Cardozo não quis antecipar se a presidente afastada vaicomparecer ao julgamento final.

Na terça-feira (30), os senadores deverão fazer a última discussão sobre o processo. A votação final aconteceria após a discussão entre os parlamentares. Dependendo da duração dos debates, a votação em si pode acontecer na quarta-feira (31), e não no dia anterior. …Leia na íntegra

Senado aprova início do julgamento do processo de impeachment de Dilma

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 10 ago 2016

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por Mateus Novais

Dilma

O Senado decidiu na madrugada desta quarta-feira (10) que a presidente afastada, Dilma Rousseff, vai a julgamento na Casa. O resultado, que saiu à 1h30, indica ser muito difícil Dilma conseguir barrar o impeachment na votação final, que deve ter início por volta do dia 25.

Foram 59 votos favoráveis e 21 contrários, sem nenhuma abstenção. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não votou. Era preciso maioria simples (mais da metade dos senadores presentes) para que o parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) fosse aprovado.

Agora, Dilma será julgada pelo Senado. Nesta ocasião, a petista perderá definitivamente o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votem nesse sentido. A expectativa é de que esta fase dure cinco dias e ela também será comandada por Lewandowski.

Impeachment na reta final

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 09 ago 2016

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da Redação (Conteúdo Diário do Poder)

Dilma BBDilma Rousseff vai conhecer, nesta terça (9), a chamada “reta final” da sua destituição. Como em todos os casos criminais, após a coleta de provas, o réu deve ser pronunciado antes do julgamento. É o que vai acontecer nesta terça (9) no Senado, encerrando a segunda fase do impeachment, autêntica em corrida de obstáculos, graças às alterações no rito determinadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Senado.

A situação de Dilma não é mesmo animadora. Sua ex-inimiga e hoje aliada Kátia Abreu (PMDB-TO) já admitiu a derrota.

Por não acreditarem nas chances de Dilma, petistas ameaçam recorrer ao STF para tentar melar a votação da pronúncia.

O relatório de admissibilidade do caso contra Dilma tinha 128 páginas. No caso do ex-presidente Fernando Collor, dois parágrafos.

Com amigos no STF e no Senado, Dilma só foi afastada 23 dias depois de o Senado receber a denúncia. No caso Collor, foram 48 horas.

Se o voto fosse secreto, até o PT votaria contra Dilma no impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 08 ago 2016

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da Redação (conteúdo Diário do Poder)

 

PT joga a toalha e já não pede votos para Dilma no Senado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 05 ago 2016

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da Redação

Diário do Poder (conteúdo)

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Os políticos do PT já não tentam articular a reversão de votos, para tentar preservar o mandato da presidente afastada Dilma Rousseff. A avaliação da cúpula do PT é a mesma do ex-presidente Lula: as chances do partido, nas próximas eleições, serão melhores sem Dilma na presidência. Lula acha que, sem Dilma, o PT pode tentar vitimizar-se, alegando nos palanque e no Congresso que foi vítima de “golpe”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Ainda que o esperassem, a aprovação do relatório por 14×5, favorável à destituição de Dilma, deixou os petistas ainda mais desanimados.

Lula já nem cita Dilma em suas andanças. Está mais preocupado com a própria sorte, certo de que só não será preso se “vazar” do Brasil.

O ex-presidente Lula decorou a frase bolada por um amigo: “Se me prenderem, terão um mártir; se não, serei presidente em 2018”

Articuladores do atual governo acham que os petistas escondem o jogo, fingindo que desistiram enquanto pedem votos para Dilma.

Calheiros desautoriza Lewandowski e remarca julgamento de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Justiça, Política | Data: 03 ago 2016

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da Redação

Conteúdo Diário do Poder

Com a presença do presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, o TJRJ realiza, em sua sede a cerimônia que marca a implantação no Judiciário fluminense, das audiências de custódia (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça (2) que vai “trabalhar” para que processo de impeachment seja concluído ainda em agosto. Ele acha que o julgamento terá início entre os dias 25 (uma quinta) e 26 deste mês, e admitiu convocar sessões no sábado e no domingo, a fim de terminar o processo.

A afirmaçãoo de Calheiros desautoriza o anúncio feito sábado (30) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que marcou para o dia 29 (segunda-feira) o início do julgamento. A presidência dele no STF se encerrará em 4 de setembro.

O senador Romero Jucá (-RR), presidente do PMDB, defendeu a celeridade do processo, alegando a possibilidade do presidente Michel Temer não poder participar da reunião da cúpula do G20, com início previsto para 4 de setembro, em razão da indefinição sobre o impeachment.

“O julgamento começará, já foi dito, reafirmado, na nota do presidente Lewandowski, começará no dia 25, 26. E, com certeza, nós temos como concluir isso antes do final do mês. Eu vou trabalhar para que isso, efetivamente, aconteça”, afirmou Renan Calheiros.

“Se for necessário [o Senado] vai trabalhar sábado e domingo. O julgamento pode demorar cinco dias”, completou Renan.

 

 

Multidão sai às ruas de Brasília contra o retorno de Dilma ao Planalto

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 01 ago 2016

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Diário do Poder

Definida data do julgamento final do impeachment de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 31 jul 2016

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Cristiane Jungblut, O Globo

dilma-rousseffInício será em 29 de agosto e término em 2 de setembro, a tempo de Temer viajar para o G-20

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, já acertou com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que terá início dia 29 de agosto e término em 2 de setembro a data do julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff. Com o término previsto para 2 de setembro, se Dilma for definitivamente afastada, Temer pode viajar tranquilo para a reunião do G-20, na China, a partir de 6 de setembro.

Pelas regras de um processo de impeachment, Lewandowski é o presidente do processo a partir da segunda fase, ou seja, a partir do momento em que a presidente é afastada. Segundo assessores do STF, o cronograma foi pactuado entre o presidente da Corte e o Senado. A expectativa é que o julgamento dure pelo menos cinco dias, até dia 2 de setembro.

O Palácio do Planalto considera fundamental a conclusão do impeachment antes do dia 6 de setembro, quando haverá o encontro do G-20. O presidente interino, Michel Temer, quer viajar tranquilo e já como presidente efetivo. O presidente do STF também tem todo o interesse em concluir o cronograma dentro dos prazos legais, até porque seu mandato à frente da Corte acaba no dia 10 de setembro. Desde o ínício, o único consenso entre aliados de Dilma e os defensores do impeachment é que o processo seja concluído na gestão de Lewandowski. A ministra Cármen Lúcia deve tomar posse como nova presidente do STF no dia 14 de setembro.