Governo da Bahia foi quem tirou a INFRAERO de Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 24 abr 2015

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da Redação

InfraeroNesta quinta-feira (23), o deputado Herzem Gusmão (PMDB), solicitou ao deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), uma audiência com o ministro Eliseu Padilha – Secretaria da Aviação Civil, para buscar informações sobre o contrato com a empresa Rayco que desde o dia 18 de março vem comandando ações de controle de voo no aeroporto de Vitória da Conquista.  A nova empresa substituiu a INFRAERO que é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta vinculada à Secretaria de Aviação Civil – e que operava em Conquista há 30 anos.

O outro motivo seria a tentativa de conseguir o ILS – equipamento de navegação aérea para evitar os cancelamentos de voos em condições meteorológicas desfavoráveis e facilita aos pilotos a aproximação da pista por instrumento com sensores instalados em um raio de 6 Km do aeroporto.

O deputado Lúcio V. Lima informou que esteve ontem com o ministro Padilha que declarou que nada pode fazer. “O ministro disse que o aeroporto de Conquista é estadual. A nova empresa que está atuando foi fruto de uma licitação comandada pelo Governo do Estado da Bahia”, disse Lúcio. Em relação ao equipamento ILS  cabe agora ao Estado resolver o problema.  Campina Grande na Paraíba possui menos da metade de voos do que Vitória da Conquista e possui o instrumento.

Deputados articulam instalação de equipamento para reduzir cancelamento de voos em Conquista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em transporte | Data: 23 abr 2015

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por Mateus  Novais

Herzem-e-LucioNa manhã desta quinta-feira (23), o deputado estadual Herzem Gusmão (PMDB) e o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) iniciaram uma articulação, junto a Secretaria de Aviação Civil, para a instalação do equipamento de balizamento de pouso (ISL), no aeroporto Pedro Otacílio Figueiredo. Este aparelho resolveria o problema da quantidade de voos cancelados devido as condições meteorológicas de Vitória da Conquista, principalmente no inverno.

O deputado Herzem fez um comparativo com a cidade de Campina Grande, na Paraíba, que já possui o equipamento, mesmo tendo menos da metade do volume de poucos e decolagens que Conquista. “De janeiro a fevereiro deste ano Campina Grande registrou apenas 532 pousos e decolagens e Vitória da Conquista alcançou a marca de 1.288”.

Infraero

Ainda sobre o aeroporto, o deputado estadual lamentou a não renovação do contrato com a Infraero. “Mesmo após 30 anos de atuação da Infraero em Vitória da Conquista, o Governo do Estado não renova o contrato com a empresa estatal e coloca uma empresa [Reyco] que está atuando com poucos funcionários e não possui a mesma experiência da Infraero”, comentou Herzem. Ele também garantiu que acionará o deputado Lúcio Vieira Lima para buscar informações sobre a interrupção do contrato com a Infraero.

Governo não renova contrato e Infraero deixa administração do aeroporto de Vitória da Conquista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em transporte | Data: 22 abr 2015

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por Mateus Novais
foto: arquivo BRG

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Depois de 30 anos de atuação em Vitória da Conquista, a INFRAERO deixou a administração do Aeroporto Pedro Otacílio Figueiredo. O Governo do Estado não renovou o contrato finalizado no último dia 17 de abril.

Desde o sábado passado, a empresa Reyco Sistemas e Serviços de Sinalização,  passou a administrar a operação do aeroporto da cidade. A empresa, com sede em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, é especialista em serviços de sinalização aeroportuária, mas com pouca experiência de administração de aeroportos.

Segundo uma fonte ligada ao BLOG DA RESENHA GERAL,  esta ação do Governo significa um grande prejuízo para Vitória da Conquista. Um piloto,  ouvido pelo BRG, disse: “a nova empresa [Reyco] não possui o mesmo know-how e muito menos estrutura parecida com a Infraero”. O Governo da Bahia continua relegando a cidade de Vitória da Conquista a um plano inferior. O deputado estadual Herzem Gusmão (PMDB), destacou na sessão da tarde desta quarta-feira (22), o rompimento do contrato com a INFRAERO e lamentou que voos noturnos serão cacelados a partir do dia 1º de maio por falta de um equipamento de navegação aérea denominado de ILS.

Infraero suspende manutenção no aeroporto de Salvador

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, transporte | Data: 07 nov 2013

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por Paulo Anderson Rocha

A Infraero, administradora do Aeroporto Internacional de Salvador, comunicou que o procedimento de ‘desemborrachamento’ das pistas, previsto para acontecer entre ontem (6) e o próximo dia 14, foi suspenso. A medida é uma ação preventiva do sistema de gerenciamento de segurança operacional.

Por conta do procedimento, alguns voos que ocorreriam durante as madrugadas seriam cancelados. Agora, sem a realização da limpeza, esses voos continuam sem alterações.

A Infraero orienta que os passageiros notificados sobre alterações durante a realização da obra procurem as companhias aéreas. Ela ainda informa que novos dias e horários serão definidos para execução do serviço, buscando que o menor número de passageiros seja afetado.

Ex-diretora da Infraero ganhou apartamento de empreiteira, diz Polícia Federal

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 01 fev 2010

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da Agência Estado

A Operação Caixa Preta – investigação da Polícia Federal que aponta desvio de R$ 991,8 milhões em obras de dez aeroportos contratadas no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2006 – relata casos de ex-dirigentes da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) que teriam recebido vantagens, benefícios e prêmios, inclusive passagens aéreas, dinheiro e apartamento de luxo, de empreiteiras supostamente beneficiadas em licitações fraudulentas.

Alvo do inquérito da PF, Eleuza Lores , ex-diretora de Engenharia da Infraero, movimentou “mais de R$ 2 milhões” naquele período, revela a quebra de seu sigilo bancário. “Valores muito superiores à renda da empregada pública recebidos, ao que tudo indica, como proveito dos crimes investigados”, assinala o relatório final da missão policial, à página 58.

Segundo a PF, Eleuza mantinha seis contas correntes em instituições financeiras, “não se sabendo, nos dias de hoje, onde se encontram depositados ou em que foram aplicados”. Ao abordar contatos da ex-diretora com executivos de construtoras, a PF questiona: “Por qual razão Eleuza patrocinou interesses alheios? Ora, para receber vantagens financeiras, ocultando-lhes a origem.”

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