MPF solicita à Justiça levantamento dos consumidores lesados por Jair Lagoa Motos

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Justiça | Data: 26 nov 2015

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O Ministério Público Federal (MPF) em Vitória da Conquista requereu à Justiça Federal que publique edital para habilitação [abrir processo de catálogo] dos consumidores lesados por Jair Lagoa Motocicletas Ltda. O objetivo do edital é que, aqueles que se sentirem lesados pela empresa apresentem documentos comprovando os danos sofridos para uma quitação no fim do processo deste valor.

A ação do MPF surgiu depois que o órgão descobriu que Jair Lagoa estaria se desfazendo imóveis registrados em seu nome com o objetivo de frustrar uma possível execução ao final do processo. Por esse motivo, o Procurador da República responsável pelo processo solicitou a constrição [meio pelo qual o dono do bem é impedido de vendê-lo] e ineficácia da venda da Fazenda Sítio da Alegria, no distrito de José Gonçalves, que foi vendida por Jair Lagoa em 2 de setembro de 2015, pelo valor de R$ 1,75 milhão. A solicitação do MPF foi atendida pela Justiça, que determinou a suspensão da venda da fazenda, bem como o arresto (apreensão de bens em quantidade bastante para satisfazer o crédito exigido) dos bens.

Em resposta à decisão, a defesa de Jair Lagoa indicou um bem no valor de R$ 100 mil, que, segundo ele, seria suficiente para quitar os débitos do consórcio irregular de motocicletas. No entanto, o MPF afirmou que o montante devedor é superior a esse valor. Como meio de demonstrar a extensão dos danos causados, o MPF requereu, na última segunda-feira (23), a publicação de edital de habilitação, que poderá catalogar todas as pessoas lesadas e o montante real.

O pedido ainda está pendente de decisão.

Polícia Civil indicia o empresário Jair Lagoa, do Morte Súbita, por estelionato

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Polícia | Data: 09 set 2015

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jair-lagoaA Polícia Civil indiciou o empresário conquistense Jair Lagoa (foto), proprietário de lojas de motopeças e da modalidade de consórcio conhecido como Morte Súbita, pelo crime de estelionato. Segundo o delegado responsável pela investigação, Ney Brito, o empresário agiu de má fé ao emitir cheques sem fundo como forma de pagamento para os clientes que desistiram do Morte Súbita, após Jutiça Federal anular os contratos ligado à modalidade.

Em entrevista ao site ao Blitz Conquista, o delegado, que também é titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Vitória da Conquista, além de não serem compensados, os cheques foram sustados ou eram devolvidos por divergências nas assinaturas.

Em seu depoimento à Polícia Civil, Jair Lagoa argumentou que não conseguiu cumprir com os pagamentos devido a decisão da Justiça. Porém, o delegado Ney Brito afirma que alguns dos cheques devolvidos foi emitido a clientes ou pessoas que colocaram suas motocicletas para serem vendidas em suas lojas.

O empresário ainda está sendo investigado pela Polícia Federal por irregularidades na condução dos consórcios Morte Súbita.