Ministro do STF defende afastamento ou renúncia de Cunha

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Justiça, Política | Data: 19 nov 2015

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da Redação

Mello BBAgrava situação do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), presidente da C~câmara dos Deputados. O ministro Marco Aurélio Mello do STF – Supremo Tribunal Federal defendeu nesta quinta-feira (19) o afastamento espontâneo do presidente Cunha, alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Casa após denúncias de participação no esquema de corrupção da Petrobras. “Nós precisaríamos aí de uma grandeza maior para no contexto haver afastamento espontâneo. Quem sabe até a renúncia ao próprio mandato”, disse ministro a grande imprensa nacional.

O ministro do STF ainda acrescentou: “Melhoraria, sem dúvida, porque teríamos a eleição de um novo presidente para a Câmara. Ele continuaria no desempenho do mandato, porque, de qualquer forma, ele está na cadeira por algum tempo tendo em conta apenas o mandato”, sentenciou.

‘É fato que não há Governo’, diz ministro do Supremo Tribunal Federal

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 31 out 2015

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Diário do Poder

Cunha não tem autoridade no impeachment, Lula não é semideus e Dilma já teria caído no Parlamentarismo, diz ministro do STF

Marco Aurélio Mello propõe uma ‘Renúncia Coletiva’  na Esplanada. Foto: Marcelo Camargo/ABR

Em entrevista à revista IstoÉ desta semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, avaliou a atuação crise institucional e econômica que o Brasil enfrenta. Segundo ex-presidente do STF, que se aposenta em julho de 2016, sua ideia é uma renúncia coletiva da presidente Dilma, do vice-presidente Michel Temer, e dos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros. Para o ministro do Supremo, se o Brasil vivesse sob um regime parlamentarista, Dilma já teria caído.

Veja abaixo a entrevista na íntegra:

Istoé – O sr. lançou a ideia da renúncia coletiva por não ver saída para a crise?

Marco Aurélio Mello – Não podemos continuar nesse estado em que não há um diálogo entre os poderes Executivo e Legislativo e não se toma as medidas que impeçam o País de ir à bancarrota. O desemprego está se agravando. Claro que julgo as pessoas por mim. Numa situação dessas, eu teria essa iniciativa. Colocaria em segundo plano um interesse individual para privilegiar o coletivo. A verdade é que o Brasil está parado. Há uma crise econômica. E é fato notório que não há governo. …Leia na íntegra