Marta pede desfiliação, após 33 anos de PT

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 28 abr 2015

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por Mateus Novais*

MartaSLim3A senadora Marta Suplicy entregou na manhã desta terça-feira (28), ao diretório municipal do Partido dos Trabalhadores em São Paulo, sua carta de desfiliação à legenda. A parlamentar de São Paulo tem mantido contatos com PSB, PDT e PPS nos últimos meses, mas ainda não anunciou para qual sigla deverá migrar.

Filiada ao PT desde 1981, antes de se eleger para o Senado, Marta foi deputada federal e prefeita de São Paulo. No segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela assumiu o Ministério do Turismo. Marta ficou na pasta até junho de 2008 e se afastou para concorrer à prefeitura de São Paulo, retornando ao ministério na gestão Dilma Rousseff.

Marta adotou uma postura crítica ao Executivo federal desde que deixou o primeiro escalão em novembro do ano passado, pouco depois da reeleição da petista. Na carta na qual pediu demissão do governo, ela fez críticas indiretas à condução da política econômica no primeiro mandato da petista.

*Com informações do G1

Marta esboça o retrato do PT em decomposição

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 11 jan 2015

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Por Josias de Souza

Pegou mal. Não foi ninguém da imprensa golpista nem da oposição retrógrada. Foi Marta Suplicy quem disse cobras e lagartos de Dilma, do governo e do PT. Foi Marta quem, numa entrevista à repórter Eliane Cantanhêde, desancou companheiros como Aloizio ‘Inimigo’ Mercadante e Rui ‘Traidor’ Falcão. Foi Marta quem declarou ter participado de conversas nas quais o próprio Lula, “extremamente incomodado” com Dilma, a “decepava”. Foi Marta quem sentenciou: “Ou o PT muda ou acaba”.

Ninguém deseja fazer intriga, mas Marta chegou ao ponto de elogiar a nova equipe econômica liderada pelo tucano ortodoxo Joaquim Levy: “É experiente, qualificada”. Noutros tempos, o PT chamava pra briga. Sobretudo porque Marta condicionou o sucesso do governo na economia à disposição de Dilma de não confundir Levy com Guido Mantega: “Se não respeitar, vai ser desastroso.”

Pessimista, Marta acha que Dilma não conseguirá enxergar no espelho as culpas da antecessora: “Agora, é preciso ter humildade e a forma de reconhecer os erros a esta altura é deixar a equipe [econômica] trabalhar. Mas ela não reconheceu na campanha, não reconheceu no discurso de posse. Como que ela pode fazer agora?” Mais um pouco e a companheira adere ao coro do “estelionato eleitoral”. …Leia na íntegra