Santa Casa recua e desiste de desativar maternidade

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde, Vit. da Conquista | Data: 22 out 2015

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da Redação

AbmaelA Santa Casa de Misericórdia após ter anunciado que iria solicitar o descredenciamento do SUS, e desativar a maternidade do Hospital São Vicente,  desistiu da ideia, segundo uma fonte confiável.  De acordo com informações, a repercussão foi muito grande o que fez o provedor, Abmael Brito, manter a maternidade em funcionamento. Está em andamento uma negociação com a Prefeitura através da Secretaria Municipal de Saúde. “O interesse da Santa Casa é manter a filantropia, mas não podemos ficar com deficit mensal”, disse o provedor.

Segundo o provedor Abmael, os motivos alegados inicialmente seriam os repasses que vêm sendo feito pelo SUS ao Hospital o que inviabiliza a continuidade do atendimento público na maternidade. O déficit causado pelo SUS gira em torno de R$ 260 mil por mês, o que representa uma perda de mais de R$ 3 milhões por ano à unidade de saúde. Ele ainda aponta que o número de partos, que superava a casa dos 100 por mês caiu para 70.

Na época da entrevista concedida a repórter Mônica Cajaiba, o gestor da Santa Casa também apontou que a tabela SUS está há 16 anos defasada, o que tem provocado a baixa remuneração dos profissionais. A carga horária dos médicos obstetras foi reduzida o que representou também mais um problema.

 

Hospital São Vicente fechará maternidade para o SUS a partir de 21 de outubro

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 08 out 2015

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por Mateus Novais
foto: arquivo BRG

santa casa

A Santa Casa de Misericórdia, que administra o Hospital São Vicente, em Vitória da Conquista, pediu o descredenciamento da sua maternidade para os atendimentos pelo Sistema único de Saúde (SUS). A informação foi confirmada pelo administrador e provedor da Santa Casa,  Abmael Brito (foto), à repórter do programa Resenha Geral, Mônica Cajaíba.

DSC_0327Segundo o provedor Abmael, os repasses que vêm sendo feito pelo SUS ao Hospital inviabiliza a continuidade do atendimento público na maternidade. O déficit causado pelo SUS gira em torno de R$ 260 mil por mês, o que representa uma perda de mais de R$ 3 milhões por ano à unidade de saúde. Ele ainda aponta que o número de partos, que superava a casa dos 100 por mês caiu para 70.

O gestor da Santa Casa também apontou que a tabela SUS está há 16 anos defasada, o que tem provocado a baixa remuneração dos profissionais. De acordo com um levantamento rápido feito pela repórter da Resenha Geral, a carga horária dos médicos obstetras foi reduzida. Há exemplo de médico que atendia diariamente na maternidade e passou a trabalhar apenas uma vez por semana. Cirurgiões obstetras também afirmaram à repórter Mônica Cajaíba que a remuneração por procedimento, no São Vicente, é inferior a que é praticada no Hospital Esaú Matos.

A informação da suspensão do serviço através do SUS também repassada aos funcionários do Hospital São Vicente, através de um comunicado interno. Segundo o comunicado, a suspensão passa a valer a partir do dia 21 de outubro. “Estamos aguardando um posicionamento da Secretaria de Saúde do Município para a solução do impasse”, declarou o provedor.

Falso médico que atuava na maternidade de Itororó é preso

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 05 set 2015

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por Mateus Novais

Adriano-VeigasUm homem identificado como Adriano César Caetano Veiga (48) foi preso pela polícia civil da 21ª Coorpin, nesta sexta-feira (4), quando atuava irregularmente como médico no Hospital e Maternidade de Itororó. De acordo com informações do Itororó Já, Adriano trabalha no hospital há cerca de um ano.

Após ser autuado e conduzido à delegacia, Adriano Veiga, afirmou que é graduado em medicina pela Universidade Nacional Ecológica da Bolívia, em 2012, tendo apresentado uma fotocópia do suposto diploma. No entanto, o homem confessou não ter registro no Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), e disse ter uma ação com o pedido de inclusão de seu nome no programa Mais Médicos.

Adriano é reincidente, em 2011 já havia sido acusado de exercer a medicina ilegalmente em Potiraguá, cidade próxima a Itororó, à época o falso médico atendia usando apenas o comprovante de matrícula da suposta universidade.