Demanda por crédito da micro e pequena empresa cresce 3,4 pontos em julho, mas ainda é baixa

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 05 set 2018

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Fonte:  site da CDL (Conteúdo)

Entre os empresários ouvidos, 73% descartam a possibilidade de contratar crédito nos próximos três meses. Quase metade não pretende investir em seus negócios até o fim do ano

Após um período de retração, o mercado começa a dar sinais de retomada das concessões de crédito. Cenário que vem resultando no aumento da demanda das micro e pequenas empresas do varejo e serviços (MPEs). Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que, entre junho e julho, o indicador que mede a intenção de contratar crédito registrou alta de 3,4 pontos. Em uma escala de zero a 100, o resultado de junho foi de 22,8 pontos, o valor máximo desde o início da série histórica.

Já na comparação com os meses de julho dos anos anteriores, houve um aumento no apetite por crédito. Em julho de 2017, o índice estava em 11,3 pontos, ao passo que no mesmo período de 2016 ficou em 10,8 pontos. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior é a probabilidade de os empresários procurarem crédito e quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão para tomar recursos emprestados.

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Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a recuperação gradual da economia já resulta em um quadro mais positivo. “A partir do momento em que observarmos maiores quedas reais dos juros, haverá um estímulo maior para a contratação de crédito nas empresas. Hoje, a confiança na retomada ainda é tímida, no entanto enxergamos nos setores do comércio e serviços vendas melhores”, afirma o presidente. …Leia na íntegra

Cresce para 27% o percentual de micro e pequenos empresários que vão investir neste fim de ano

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 27 out 2017

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da Redação
Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

Com a proximidade das festas de fim de ano, 45% dos que vão investir têm como objetivo aumentar vendas; Indicador de Demanda por Crédito registra apenas 10,4 pontos. Maioria vai investir com capital próprio

Em termos percentuais, apenas 7% dos micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços manifestaram a intenção tomar recursos emprestados de terceiros nos próximos três meses. O percentual é o mesmo que o verificado em setembro do ano passado. Os que não pretendem tomar crédito somam 87% dos empresários consultados.

Entre os que manifestam a intenção de contratar crédito, as principais finalidades são formar capital de giro (31%), adquirir equipamentos (24%) e pagar dívidas (22%).
A maior parte dos micro e pequenos empresários (29%) diz considerar a contratação de crédito algo difícil. Mas há também fatia semelhante que considera fácil (28%). Excesso de burocracia (45%) e juros altos (40%) são os principais motivos entre os que veem dificuldades para tomar recursos financeiros emprestados.

A contratação de empréstimo em instituições financeiras é o tipo de crédito mais difícil de ser contratado (23%) na opinião dos entrevistados, seguido dos financiamentos em instituições financeiras (18%) e do crédito junto a fornecedores (10%).
O bom relacionamento com o banco, por outro lado, é a principal razão para quem avalia a contratação como algo fácil, citado por 35%. O fato de estar com as contas em dia também é um fator que influencia na facilitação de crédito, mencionado por 23% dos entrevistados.

“Com planejamento, o crédito pode ser uma via de crescimento para os empresários que têm planos de investir. Políticas que reduzam o custo do crédito e retirem os entraves para contratação, sem aumentar o risco dos bancos do outro lado, podem abrir oportunidade de expansão dos micro e pequenos empresários brasileiros”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Confiança da micro e pequena empresa cresce 2,1 pontos em julho

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 10 ago 2017

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Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 49,0 pontos no último mês de julho, o que representa uma alta de 2,1 pontos percentuais na passagem de junho para julho deste ano, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Já na comparação com julho do ano passado, a alta é de 4,3 pontos percentuais – naquele mês o índice estava em 44,7 pontos. Apesar da leve alta observada no período, a confiança do micro e pequeno empresário dos ramos do comércio e serviços segue em baixo patamar. O indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

Na avaliação do presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a oscilação positiva da confiança mostra que a tímida melhora do cenário econômico, com a queda da inflação e das taxas de juros, pode em alguma medida criar boas expectativas no empresariado. “Medidas como a liberação de recursos do FGTS, que serviram de estimulo ao consumo e à recuperação de crédito nesse primeiro semestre injetaram um pouco de ânimo aos agentes econômicos e impediram, por ora, que as incertezas políticas tivessem impacto maior na confiança”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses. …Leia na íntegra