Vitória da Conquista 174 Anos de Emancipação Política

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 09 nov 2014

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da Redação

BAndeiraDo arquivo da Rádio Clube de Conquista,  um dos mais belos poemas do escritor Mozart Tanajura,  interpretado pelo saudoso radialista Gilson Moura. O belo poema é uma homenagem do Blog da Resenha Geral nos 174 Anos de História de Vitória da Conquista. A homenagem se estende ao grande poeta e um dos mais importantes e brilhantes radialistas da cidade,  já falecidos.

 

Por Mozart Tanajura*

Poema Noturno  

Vai-se avermelhando o poente
E ainda bem a noite não desce,
o nevoeiro cobre a serrania
E na distância pontos indecisos
vão sumindo.
Agora, noite
Miríades de lâmpadas acendem
em meio a garoa que cai intermitente.
Vento fino feito navalha,
dilapida as carnes e os edifícios.
Luzes e raios que piscam na falda
do Periperi. …Leia na íntegra

Há 20 anos Mozart Tanajura já protestava dos maus tratos praticados contra animais de carroça

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 25 ago 2014

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da Redação
Foto: Elite Notícias

Cavalo

No dia 26 de setembro completam exatos 20 anos que o saudoso poeta e escritor Mozart Tanajura escreveu para o programa Resenha Geral da Rádio Clube – fazendo um relato do que presenciou em Vitória da Conquista de cenas de maus tratos praticados contra animais de carroça.

(…) “Assisti ontem, por volta das 17 horas, junto ao CEASA, a uma cena impressionante: um pobre burro caído no asfalto com a sua carroça, sendo horrivelmente espancado pelo seu dono, sob a curiosidade de uma pequena multidão, para que se levantasse e prosseguisse a sua via-crucis, carregando um peso além de suas forças. Hoje pela manhã deparei-me no Alto Maron, quase à entrada da Barra do Choça, com “espetáculo” semelhante ao anterior, digno de repúdio e revolta de qualquer espírito bem formado”. E continuou Tanajura em sua carta: (…) “ À noite, quando não estão atrelados ao pesado madeiro da carroça, nas quedas e nos açoites, para cumprirem um trabalho forçado e penoso, são peados e jogados nas ruas para comer papel e restos de alimentos que a população atira descuidadosamente nas vias públicas. Em vez de milho e capim que deveriam acabar com a fome destas pobres criaturas, elas recebem chibatadas, o ferrão e a peia que lhes roem as carnes e os ossos”, relatava o poeta em sua carta-documento. …Leia na íntegra