Mais de 70% dos pequenos negócios usam redes sociais como ferramenta de gestão

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 08 ago 2018

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae/CDL (conteúdo)

Aplicativos como WhatsApp e Facebook potencializam divulgação de produtos e serviços, promovem ganho em vendas e aproximação com os clientes

Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas. A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas.
De acordo com a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, o estudo mostra como as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. “Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento”, ressalta Heloisa.

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Mais de 70% dos pequenos negócios usam redes sociais como ferramenta de gestão

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 24 jul 2018

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae de Notícias/CDL (Conteúdo)

Aplicativos como WhatsApp e Facebook potencializam divulgação de produtos e serviços, promovem ganho em vendas e aproximação com os clientes

Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas. A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas. …Leia na íntegra

Micro e pequenos negócios baianos geram mais de 3 mil empregos em março

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Vit. da Conquista | Data: 04 maio 2018

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae de Notícias Bahia / CDL (Conteúdo)

Resultado deixa as MPE do estado no 5º lugar nacional

As micro e pequenas empresas (MPE) baianos vêm mantendo a posição de responsáveis pelo saldo positivo total na geração de empregos no estado. No total, as MPE baianas geraram 3.610 vagas em março, segundo levantamento do Sebrae com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No mesmo período, as média e grandes empresas (MGE) do estado registraram uma perda de 239 postos de trabalho.

O resultado das MPE baianas rendeu ao estado a 5ª posição no ranking nacional de geração de empregos em março, ficando atrás apenas dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Desde janeiro de 2018, as micro e pequenas empresas baianas geraram 7.225 empregos. Em 2017, os pequenos negócios da Bahia fecharam o ano com o saldo total de 17.620 contratações, sendo o estado nordestino com o maior saldo positivo e o 6º no ranking nacional.

Pelo segundo mês consecutivo, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 29 mar 2018

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae de Notícias/CDl (Conteúdo)

Criação de postos de trabalho com carteira assinada pelas MPE acumula 142,9 mil postos no primeiro bimestre do ano, 32% superior do que no mesmo período do ano passado

Pelo segundo mês consecutivo no ano, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país, com a geração de 56,1 mil novas vagas formais. Desde de janeiro, as micro e pequenas empresas já respondem pela criação de 142,9 mil postos de trabalho. No mesmo período, as médias e grandes corporações acumulam a extinção de 8,9 mil empregos. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

 Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas representam a força dos empregos. “O pequeno empresário representa o Brasil real, o Brasil que continua gerando emprego e renda, que precisa negociar suas dívidas para continuare apostando na retomada da economia”, defendeu Afif. …Leia na íntegra

Pequenos negócios seguram emprego com carteira assinada

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 16 jan 2018

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae de Notícias Bahia / CDL (Conteúdo)

Em 2017, até novembro, foram 10 meses de saldo positivo nas contratações das MPE

Ao longo do ano, com exceção do mês de março, as micro e pequenas empresas apresentaram número de contratação superior ao de demissões. Enquanto os pequenos negócios acumularam no ano (de janeiro a novembro) um saldo positivo de 486 mil novos empregos, as médias e grandes empresas apresentaram um saldo negativo de 202 mil postos de trabalho.A crise que abateu a indústria e fechou postos de trabalho em todo o país, em 2017, não abalou a geração de empregos nas micro e pequenas empresas brasileiras. Em novembro, pelo oitavo mês consecutivo, os pequenos negócios apresentaram saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada. Na contramão das médias e grandes empresas, que demitiram 22,1 mil trabalhadores, os empreendimentos de micro e pequeno porte abriram 12,2 mil postos de trabalho formal. Os dados são do levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

“A micro e pequena empresa é a grande geradora de emprego do país. Na crise, esses empresários inovam, enxugam custos e até negociam dívidas, mas não deixam de apostar na retomada da economia, de contratar mão-de-obra”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. …Leia na íntegra

Mudanças no Simples vão impactar pequenos negócios

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 22 dez 2017

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae de Notícias Bahia com CDL (Conteúdo)

As alterações estão previstas, para 2018, no projeto conhecido como Crescer Sem Medo

Uma das principais mudanças está no limite de receita bruta anual do microempreendedor individual (MEI), que passará de R$ 60 mil para R$ 81 mil. Mês a mês, representa um aumento de R$ 5 mil para R$ 6,75 mil reais. “A última alteração que houve no faturamento do MEI foi em 2012 e esse aumento permitirá que os MEIs tenham uma receita bruta maior”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. As vantagens de ser MEI incluem ter CNPJ, poder emitir nota fiscal, ter máquina de cartão de crédito e cobertura previdenciária.

As mudanças previstas pelo Crescer Sem Medo (Lei Complementar nº 155/2016) não param por aí. O empresário de pequeno negócio deverá ficar atento às alterações no Simples Nacional que passam a valer a partir de janeiro de 2018: o novo limite de receita bruta que vai de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões, a tributação progressiva que permite um aumento gradual da carga tributária e o fator emprego, que permite uma redução dos impostos para quem emprega mais. “São mudanças que representam verdadeiros avanços para os empresários, estimulam o crescimento, tornam o regime tributário mais justo e facilitam uma transição suave”, explica Afif.

Outros pontos também ganham destaque como os custos tributários para os profissionais que trabalham em parceria com os donos de salão de beleza. “Antes o salão pagava os impostos sobre todo valor que ele recebia e do profissional parceiro. A partir desse ano o dono do salão vai poder separar da receita o que é dele e o que foi passado a título de comissão para os profissionais parceiros e cada um vai pagar imposto sobre a parte que cabe. Isso vai ocasionar uma redução da carga tributária”, esclarece o presidente do Sebrae.

Para deixar o empresário bem informado sobre todos os pontos das mudanças do Crescer Sem Medo, o Sebrae disponibilizou uma página exclusiva em seu portal com um guia completo das principais questões que passarão a valer a partir de 2018.

Pequenos negócios abrigam 70% dos ocupados do setor privado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 10 set 2017

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Fonte: Agência Sebrae de Notícias Bahia

Segmento é responsável pela renda de mais de 50 milhões de brasileiros

Os pequenos negócios são os responsáveis pela geração de renda de 70% dos brasileiros ocupados no setor privado. De acordo com estudo inédito feito pelo Sebrae, dos 72 milhões de brasileiros que compõem esse grupo de pessoas, 50,6 milhões têm como origem das suas receitas os empreendimentos de pequeno porte. São considerados pelo IBGE como ocupados os empregadores, os trabalhadores por conta própria e familiares e os empregados, com ou sem carteira assinada.

Do total de pessoas que sobrevivem de um pequeno negócio, 26 milhões são empreendedores que empregam ou que trabalham por conta própria, sejam eles formais ou não. Os outros 24,7 milhões são trabalhadores com ou sem carteira assinada.  De acordo com o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, cada vez mais as micro e pequenas empresas vêm desempenhando um importante papel na geração de postos de trabalho porque são os motores da economia brasileira, representam 27% do PIB e geram 54% da massa salarial. …Leia na íntegra

Pequenos negócios respondem por 91% das vagas de empregos em maio

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 24 jun 2017

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da Redação
Fonte: Agência Sebrae / site CDL

No acumulado do ano, as micro e pequenas empresas criaram quase 136 mil novos postos de trabalho

Do total das 34,2 mil vagas de trabalho criadas em maio deste ano, as micro e pequenas empresas foram as responsáveis por 31,2 mil, o que corresponde a 91% do total de novos empregos gerados no período. As médias e grandes empresas responderam pela criação de dois mil postos de trabalho, e a administração pública, por 955 vagas.

Os dados são do levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.  “O número de postos de trabalho criados pelos pequenos negócios é 15 vezes superior ao das empresas de médio e grande portes. Mais uma vez, as micro e pequenas empresas puxaram a geração de empregos no Brasil”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Entre janeiro e maio, os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos no país, com a criação de 111,4 mil novos postos de trabalho. Em maio, o setor que mais contribuiu para o bom desempenho das micro e pequenas empresas na contratação de empregados foi o da Agropecuária,  com a ocupação de 26,5 mil vagas, em virtude da sazonalidade do setor. No mesmo período, os negócios de Serviços geraram quase 12 mil novos postos, impulsionado pelas atividades de imobiliárias, serviços médicos, odontológicos e veterinários  e ensino. A Construção Civil também apresentou saldo positivo de 2,4 mil empregos. Já a Indústria, o Comércio e a Extrativa Mineral encerraram vagas, com as extinções de, respectivamente, seis mil, 3,9 mil e 230  postos de trabalho nos pequenos negócios.

Desde o início do ano, os pequenos negócios acumulam um saldo positivo de 135,9 mil novos empregos, enquanto as médias e grandes empresas extinguiram 127,4 mil postos de trabalho. No mesmo período do ano passado, o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios era negativo em 72,9 mil.

Pequenos negócios evitam agravamento do desemprego no país

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 12 fev 2017

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Conteúdo / Sebrae Notícias 

Em 2016, micro e pequenas empresas fecharam quatro vezes menos postos de trabalho em relação às médias e grandes empresas

As micro e pequenas empresas brasileiras, com faturamento até R$ 3,6 milhões em 2016, evitaram o agravamento do desemprego no Brasil. Elas são responsáveis por mais da metade dos empregos com carteira assinada (52% do total) e encerraram 281 mil vagas durante o ano passado. Já as médias e grandes empresas, que respondem por 48% dos empregos formais, demitiram 1,32 milhão de pessoas, número quase quatro vezes superior.

Os dados são de levantamento feito pelo Sebrae, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Em quatro meses de 2016 (janeiro, maio, agosto e setembro), as contratações superaram as demissões nos pequenos negócios. Mesmo assim, o saldo de empregos entre as micro e pequenas em 2016, negativo em 281 mil, foi 35% pior do que o resultado em 2015.

O setor que mais registrou fechamento de vagas foi o da Indústria da Transformação (-119,9 mil), seguido pela Construção Civil (-116,9 mil) e pelo Comércio (-91,3 mil vagas).

Na opinião do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, os dados refletem a dependência maior da pequena empresa com a mão de obra. “Se uma empresa com quatro trabalhadores demite dois, há uma redução de 50% no quadro de funcionários. Por isso, ela segura mais o empregado”, destaca Afif, que, no entanto, vê no atual nível de endividamento do setor um problema para 2017. “Falta capital de giro e 83% dos pequenos não têm crédito ainda”, complementa.

Sinais de recuperação

Como ocorre todos os anos, dezembro é o mês com o mais alto número de demissões nos pequenos negócios, em função das dispensas de pessoas contratadas por prazo determinado, apenas para atender ao aumento de demanda no fim de ano. Em dezembro de 2016, o saldo negativo foi de 222,8 mil vagas, mas já apresenta sinais de recuperação.

Em todas as regiões do país também houve redução do número de demissões nos pequenos negócios em dezembro de 2016, quando comparado a dezembro de 2015. No Norte, foram 9,3 mil vagas extintas no último mês de 2016, 31% a menos do que no ano anterior. No Sudeste, o saldo negativo foi de 112,6 mil empregos, 26% inferior às dispensas de dezembro de 2015.