Vitória da Conquista 178 Anos de Emancipação Política

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 09 nov 2018

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Da Redação

BAndeiraDo arquivo da Rádio Clube de Conquista,  um dos mais belos poemas do escritor Mozart Tanajura,  interpretado pelo saudoso radialista Gilson Moura. O belo poema é uma homenagem do Blog da Resenha Geral nos 178 Anos de História de Vitória da Conquista. A homenagem se estende ao grande poeta e um dos mais importantes e brilhantes radialistas da cidade,  ambos falecidos.

 

Por Mozart Tanajura*

Poema Noturno  

Vai-se avermelhando o poente
E ainda bem a noite não desce,
o nevoeiro cobre a serrania
E na distância pontos indecisos
vão sumindo.
Agora, noite
Miríades de lâmpadas acendem
em meio a garoa que cai intermitente.
Vento fino feito navalha,
dilapida as carnes e os edifícios.
Luzes e raios que piscam na falda
do Periperi. Ler o resto do artigo »

São os tempos

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Publicado por Editor | Colocado em Cultura, Vit. da Conquista | Data: 30 out 2015

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Por Alberto David

ALBERTO DAVIDÉ o tempo…
Da má política,
Da descrença, dos anticristos e dos restos de esperança.
É o século da solidão,
Do coração de plástico, da criança artificial …
Da falta de naturalidade de um aperto de mão, de um afago.
É o tempo das barbaridades, das balas perdidas e do fogo amigo.
É o século XXI dos ressentimentos e o ódio religioso entre as nações,
Das capturas e mortes de inocentes vitimados pela mesma moeda…
É século XXI, sem coração.
É o tempo das máquinas!
E de pouco Amor.

Vitória da Conquista 174 Anos de Emancipação Política

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 09 nov 2014

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da Redação

BAndeiraDo arquivo da Rádio Clube de Conquista,  um dos mais belos poemas do escritor Mozart Tanajura,  interpretado pelo saudoso radialista Gilson Moura. O belo poema é uma homenagem do Blog da Resenha Geral nos 174 Anos de História de Vitória da Conquista. A homenagem se estende ao grande poeta e um dos mais importantes e brilhantes radialistas da cidade,  já falecidos.

 

Por Mozart Tanajura*

Poema Noturno  

Vai-se avermelhando o poente
E ainda bem a noite não desce,
o nevoeiro cobre a serrania
E na distância pontos indecisos
vão sumindo.
Agora, noite
Miríades de lâmpadas acendem
em meio a garoa que cai intermitente.
Vento fino feito navalha,
dilapida as carnes e os edifícios.
Luzes e raios que piscam na falda
do Periperi. …Leia na íntegra