Conta de luz pode ter nova redução na Bahia

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Bahia | Data: 02 fev 2013

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A Tarde

340x255_1305200Uma boa notícia para os consumidores baianos: as  tarifas de energia deverão sofrer uma nova redução ainda neste primeiro semestre do ano. É que, nesta sexta-feira, 1, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou  a proposta de terceiro ciclo de revisão tarifária periódica para a Coelba,  que prevê uma  redução média nas contas de luz de 4,16%. Os valores –  que  ainda passarão por consulta pública  –  entrarão em vigor  a partir do dia  22 de abril.

Na semana passada, a tarifa da concessionária baiana para os consumidores residenciais foi  cortada em 18,96%, como parte do pacote do governo federal de redução do custo da energia elétrica.  Se a nova proposta da Aneel for aprovada integralmente os  baianos  terão uma economia de 22,33% na conta de energia a partir de abril.

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Dilma anuncia redução maior na conta de luz

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 23 jan 2013

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Agência Brasil

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A presidente Dilma Rousseff anunciou na noite desta quarta-feira uma redução maior do que a prevista nas contas de luz. Num forte discurso, durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, a presidente rebateu as críticas sobre a capacidade do governo de implantar a redução prometida e as “previsões alarmistas” sobre os riscos do País sofrer novamente com o racionamento de energia.

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Governo garante energia, mas térmicas devem limitar redução da conta de luz

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 09 jan 2013

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Agência Brasil

ministro0901dentro (1)O governo federal vai continuar usando por pelo menos mais três meses uma energia mais cara para garantir o abastecimento de eletricidade e evitar qualquer possibilidade de racionamento. A geração por meio de usinas térmicas, entretanto, pode diminuir o impacto da redução de 20,2% da conta de luz prometido pela presidente Dilma Rousseff.

Após a primeira reunião do ano do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), o presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, disse que as usinas que usam combustíveis como gás e carvão para gerar eletricidade – as termoelétricas – deverão permanecer ligadas, pelo menos, até o fim de abril. Até lá, o governo acredita que os reservatórios das hidrelétricas já terão começado a voltar a patamares adequados, que permitirão substituir a geração de energia mais cara, por uma mais barata.

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Pacote e revisão reduzirão energia em até 26%

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 05 out 2012

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Agência Brasil

O pacote de redução dos custos de energia elétrica, somado ao resultado do terceiro ciclo de revisão tarifária das distribuidoras, deve gerar queda média de aproximadamente 26% nas tarifas aos consumidores, segundo o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite.

Segundo estudo da Abradee, 20% da redução de custos deve vir das medidas que o governo anunciou no dia 11 de setembro, que incluem a diminuição de encargos setoriais e a renovação das concessões de geração e transmissão de energia. Outros 6% devem vir da redução da componente tarifária de distribuição, que também terá impacto nas tarifas finais dos consumidores.

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Dilma anuncia diminuição de 16,2% no preço da energia para residências e 28% para indústrias

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 06 set 2012

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Agência Brasil

As tarifas de energia elétrica vão diminuir 16,2% para os consumidores residenciais e 28% para as indústrias a partir do início do ano que vem. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (6) pela presidenta Dilma Rousseff, em pronunciamento à nação por ocasião do Sete de Setembro. Segundo ela, a medida vai servir para aumentar a competitividade do país.

“Os ganhos serão usados tanto para a redução de preços para o consumidor brasileiro quanto para os produtos de exportação, o que vai abrir mais mercados dentro e fora do país”, disse. Segundo a presidenta da República, a medida também vai ajudar as indústrias que estejam em dificuldades, evitando demissões. Dilma explicou que a diminuição para o setor produtivo será maior porque os custos de distribuição da energia são menores, já que as indústrias operam em alta tensão.

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