7 mitos e verdades sobre Hipertensão

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Saúde | Data: 20 set 2019

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Revista Mais Saúde

Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão arterial afeta mais de 30 milhões de brasileiros. Ela é uma das principais responsáveis pela maioria dos casos de acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.

Além disso, a hipertensão arterial pode ser provocada pela obesidade, consumo de bebidas alcoólicas, estresse, sedentarismo, consumo elevado de sal e sono ruim. Para se ter ideia, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que 9,4 milhões de pessoas morrem devido a doença, sendo 51% por derrame cerebral e 45% por ataque cardíaco. Conversamos com o médico Antônio Alceu dos Santos, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia, para tirar suas principais dúvidas sobre a doença.

1.    Apenas o sal faz mal para quem tem hipertensão?

MITO. Temos vários outros fatores. Inúmeras pesquisas já estabeleceram uma associação causal entre consumo regular de álcool e pressão alta. A grande ingestão de álcool pode reduzir a eficácia dos medicamentos para tratar a hipertensão. Outro fator importante que comprovadamente aumenta a pressão sanguínea é o hábito de fumar. O tabagismo é o quarto maior fator de risco para mortalidade na América Latina. Uma má alimentação, principalmente, com alimentos gordurosos e o estresse emocional também são outros fatores importantes para elevação da pressão. 

2. Tomar bastante água pode regularizar a pressão arterial?

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Testes genéticos ajudam a prever e a prevenir o câncer

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral, Saúde | Data: 10 set 2019

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Revista Mais Saúde

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve ter 600 mil novos casos de câncer em 2019. O número assusta, sobretudo tratando-se do tipo de doença que mais mata adolescentes e adultos jovens (entre 15 e 29 anos) no país, de acordo com pesquisa divulgada pela instituição em parceria com o Ministério da Saúde, ficando atrás apenas de “causas externas”, como são classificados os acidentes e as mortes violentas. O fator da idade, aliás, pode ser um dos maiores obstáculos no diagnóstico precoce do problema, justamente por muitos jovens ignorarem os sintomas iniciais.

A “boa notícia”, porém, é que a tecnologia pode nos ajudar tanto a prever quanto a prevenir o desencadeamento da doença. Estamos falando dos testes genéticos, que vêm contribuindo para diagnósticos e tratamento de câncer no mundo todo. “Estima-se que entre 5% e 10% dos casos de câncer têm um forte componente hereditário. Isso se dá quando uma mutação transmitida de geração para geração é responsável por aumentar as chances de uma pessoa desenvolver a doença”, explica Bernardo Garicochea, médico oncologista e especialista em genética do Centro Paulista de Oncologia – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas.

Esses testes têm a função de detectar alterações no DNA que possam levar ao surgimento de tumores malignos antes mesmo da manifestação da doença. Ainda segundo o especialista, porém, os testes genéticos são indicados apenas quando há um alto risco de mutações associadas ao histórico familiar em parentes próximos, como mãe ou irmão, ou quando o indivíduo tenha apresentado tumores com idade inferior aos 50 anos.

Um exemplo é o que ocorreu com a mundialmente conhecida atriz norte-americana Angelina Jolie: após realizar um teste de sequenciamento genético, que apontou uma mutação no gene BRCA1, a atriz realizou uma mastectomia (cirurgia para retirada dos seios), como forma de prevenir o desenvolvimento de um possível câncer de mama – doença que ceifou a vida de sua mãe em 2007.

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Dr. Google: o perigo do autodiagnostico e da automedicação a um clique

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Saúde | Data: 06 set 2019

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Revista Mais Saúde

Pense bem e seja sincero: você já reparou no surgimento de umas manchinhas na pele, se não uma dor de cabeça constante, ou numa febre prolongada, por exemplo, e como primeira reação correu para a internet buscando a solução? Você se “consultou” com o Dr. Google, acertamos? Calma, não estamos te julgando por isso. Quem nunca fez uma pesquisa dos sintomas relacionados a algum problema de saúde nessa ferramenta de busca que atire a primeira pedra!

Mas, nestes casos, é preciso de bom senso e muito cuidado – como tem tudo o que se relaciona à saúde. Nada de sair por aí  buscando diagnósticos de possíveis doenças e, principalmente, se automedicando de qualquer forma. O corpo humano é um sistema muito complexo e, a depender do assunto pesquisado, você pode acabar gerando preocupações desnecessárias ou até mesmo piorar o seu quadro de saúde.

Ao consultar a internet a pessoa pode ficar exposta aos vários os riscos que a atividade oferece. “Pode ocorrer, por exemplo, a interpretação errônea dos sintomas, levando-a crer que tem alguma doença grave. Ou o inverso: a doença é grave, mas, por um mecanismo de defesa chamado negação, acredita que os sintomas são de alguma doença simples, ignorando assim a necessidade de ir ao médico. A distorção das informações pode fazer uma pessoa a se comportar de formas opostas: dar importância demasiada aos sintomas ou menosprezá-los”, explica Joselene Alvim, psicóloga clínica e especialista em Neuropsicologia.

De acordo com dados do Google Trends, os 10 termos relacionados a saúde mais procurados no buscador online em 2017 foram: dor, câncer, acne, diabetes, dor de cabeça, coceira, alergia, diarreia, tosse e febre. Basta colocar a combinação de alguns desses termos na pesquisa para aparecer no resultado características de uma gripe, dengue ou câncer, por exemplo, deixando a cargo do usuário decidir qual será o diagnóstico para o seu problema com base nas características que mais se assemelham.

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Dia Nacional de Combate ao Fumo

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Saúde, Vit. da Conquista | Data: 29 ago 2019

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Revista Mais Saúde

Dizem que alguns hábitos nunca mudam. Felizmente, no entanto, a nova geração de homens adultos está aqui para provar o contrário. Segundo estudo realizado pela WGSN, autoridade mundial na previsão de tendências nas mais diversas áreas, os homens de meia idade (entre 35 e 50 anos) estão, finalmente, seguindo os passos das mulheres e dando mais atenção à sua saúde. A conclusão vai ao encontro do número de fumantes em todo o mundo, que caiu de 29% para 12% entre o sexo masculino, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar do número significativo, a diminuição ainda é insuficiente para atingir as metas globais de proteção às pessoas com foco no combate às mortes e aos sofrimentos causados pelas doenças cardiovasculares e outras enfermidades crônicas não transmissíveis potencialmente causadas pelo tabagismo. Se você é um desses “novos homens” preocupados com a saúde e com muita vontade de viver, mas ainda assim não consegue se livrar do vício, o primeiro passo é reconhecer o potencial extremamente nocivo do cigarro e outros itens à base de tabaco, considerado o único produto legal que causa a morte de cerca de metade de seus usuários regulares. Ficou chocado? Nós também!

Um dos problemas mais comuns entre os homens fumantes é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), originária da combinação entre a bronquite crônica, que é a inflamação dos brônquios pulmonares, e o enfisema, destruição das paredes dos alvéolos dos pulmões. Com sintomas de início pouco assustadores – tais como  tosse, falta de ar, boca seca e pouca disposição -, a doença, que não tem cura, é geralmente diagnosticada após os 40 anos, prejudicando o tratamento na busca por garantir mais qualidade de vida ao paciente e podendo levar à morte.

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Exercitando nosso coração

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Saúde, Vit. da Conquista | Data: 21 ago 2019

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Revista Mais Saúde

Diferente do que alguns podem imaginar, a prática de exercícios físicos não só pode, como deve fazer parte do dia a dia de pessoas com problemas cardíacos. Obviamente, porém, é preciso ficar de olho nas características de cada modalidade, optando por aquela que ao mesmo tempo em que converse com os objetivos, também respeite as condições e limitações físicas de cada um.

Embora seja bastante popular entre aqueles que querem entrar em forma de maneira mais rápida, a musculação, por exemplo, com suas diversas atividades que incluem o levantamento de peso, pode não ser a escolha mais assertiva para esse grupo de pessoas. Mas, afinal, quais são os exercícios ideais para o nosso coração?

Quem responde é o especialista em cirurgia cardiovascular e coordenador de cirurgia do Hospital Bom Clima de Guarulhos (SP), Elcio Pires Junior. “Por aumentarem o consumo de oxigênio pelo coração, gerando mais frequência para expandir o volume de sangue distribuído para os músculos esqueléticos, os exercícios aeróbicos trazem mais vantagens para nosso corpo e aumenta nossa performance cardiopulmonar.”

O médico ainda ressalta que “a prática de atividade física é essencial por proporcionar qualidade de vida e uma variedade de benefícios, como o fortalecimento do sistema imunológico, a melhoria da qualidade do sono, redução da gordura corporal, aumento de massa magra e redução de doenças cardíacas”. No entanto é preciso estar ligado que esse ganho de capacidade só ocorre de maneira eficaz naqueles que mantêm uma rotina regular de exercícios (pelo menos três vezes por semana).

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Dificuldade de ir ao banheiro fora de casa?

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Saúde | Data: 07 ago 2019

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Revista Mais Saúde

Embora uma das respostas mais naturais (e necessárias) do corpo humano, falar sobre fezes ainda é um tabu para muitos. A verdade é que a grande maioria das pessoas se sente desconfortável com o assunto, ignorando a sua importância para a manutenção do bom funcionamento do nosso organismo. Sentir dificuldade de ir ao banheiro fora de casa, por exemplo, é um assunto sério e que vai muito além de uma simples “frescura”. De acordo com a proctologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Maristela Gomes de Almeida, há, sim, explicação para essa condição, e ela está relacionada a razões tanto fisiológicas quanto psicológicas, podendo contribuir para o desenvolvimento de problemas graves, como a trombose hemorroidária.

Um dos motivos de fundo psicológico pode se dar justamente em relação a mudança de ambiente, interferindo diretamente no ritual que a maioria das pessoas tem na hora de evacuar. Segundo a médica, essa alteração é capaz de bloquear ou retardar a ida ao banheiro. Somado a esse fator, há também o processo fisiológico que intensifica essa barreira. “Quando se está fora de casa, dificilmente a dieta alimentar é seguida, ocasionando uma transformação na rotina, como por exemplo, ingestão de alimentos com menos fibras, mudança de horário das refeições. Tudo isso ajuda a aumentar esse bloqueio”, explica Maristela.

Afinal, adiar essa ação natural do organismo acarreta em consequências que vão desde um simples desconforto até fissuras na região do ânus. A proctologista esclarece que, conforme a pessoa segura as fezes, é comum surgirem problemas como formação de gases e constipação. Entretanto, a gravidade dessas complicações pode aumentar quando o bloqueio se estende por períodos longos. Com as fezes ressecadas, por conta do acúmulo por muitos dias no reto, há um aumento no esforço para eliminá-las e, em casos extremos, pode haver necessidade de uma lavagem intestinal.

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