Temer monta seu governo: “Quero entrar para a história”

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 01 maio 2016

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Veja (online)

Por: Robson Bonin e Daniel Pereira

Às vésperas da votação do impeachment, o vice arregaça as mangas e toma as primeiras decisões: vai demitir todos os ministros de Dilma, caso não peçam demissão, promete reduzir o número de ministérios, monta um pacote de privatizações e escala Meirelles e Serra para atrair o capital externo

ALIANÇAS: O vice-presidente já escolheu os nomes que comandarão os principais ministérios
ALIANÇAS: O vice-presidente já escolheu os nomes que comandarão os principais ministérios(Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Eram 13 horas da quinta-­feira passada quando o vice-presidente da República, Michel Temer, cortou um pedaço do queijo branco sobre a mesa de reuniões da antessala de seu gabinete no Anexo II do Palácio do Planalto. Prestes a se tornar presidente da República, o peemedebista mal tem tempo para se alimentar e já perdeu 2 quilos e meio. Enfrenta uma maratona diária de reuniões com políticos, conselheiros, antigos aliados e candidatos a novos amigos, todos dispostos a ocupar um lugar de destaque em seu governo. A pauta dessa roda-viva é a montagem do ministério, uma equação complicada diante da quantidade de partidos a atender e dos interesses em jogo. Temer não externa angústia nem entusiasmo ao traçar cenários, ainda tem muitas dúvidas e uma ambição certeira. Diz o vice: “Eu quero entrar para a história”. Ele acha que conquistará um lugar no panteão da República se encerrar o ciclo de recessão, viabilizar os investimentos privados e estimular a geração de empregos. É a sua grande aposta. É a sua grande largada. …Leia na íntegra

Capa da Veja convoca deputados a votarem pelo impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 09 abr 2016

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TB

A edição da revista Veja trata, nesta semana, das articulações políticas do governo Dilma Rousseff para manter partidos na base e derrotar o relatório pró-impeachment.

Tais articulações são interpretadas por alguns analistas políticos com imoral. A negociação de cargos, principalmente, vagos após a saída do PMDB está na agenda do planalto para assegura que a oposição não tenha os 342 votos necessários para retirar a presidente do cargo.

A capa faz referência ao estilo ‘queima queima’ de lojas de varejo como Insinuante, Casas Bahia e Ricardo Eletro. “Dilma em liquidação – superqueima de cargos. Corra! Últimos ministérios”.

No rodapé da capa da revista, os editores se sentira à vontade para alertar os deputados federais e escreveram a mensagem: atenção, deputados. Só os senhores, com seu voto e sua consciência, podem acabar com essa farra”. A edição deixa claro que defende o impedimento e sobe o tom nas semanas que antecedem a votação na comissão especial e no plenário da Câmara.

Moro manda soltar nove presos na 26ª fase da Lava Jato

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 26 mar 2016

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Veja

Investigados ficam proibidos de deixar o país. Operação Xepa desarticulou ‘departamento da propina’ da Odebrecht

A 26ª fase da Operação Lava-Jato, deflagrada nesta terça-feira (22), cumpre 110 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e condução coercitiva. Suspeitos foram levados à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR)
A 26ª fase da Operação Lava-Jato, deflagrada nesta terça-feira (22), cumpre 110 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e condução coercitiva. Suspeitos foram levados à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR)(Wagner Rosário/VEJA.com)

O juiz federal Sergio Moro mandou neste sábado soltar nove investigados presos temporariamente na Operação Xepa, a 26ª fase da Lava Jato. Todos haviam sido presos na terça-feira pelo prazo de cinco dias. Moro optou por não estendr a prisão, mas proibiu os nove de deixar o país. A operação deflagrada esta semana teve como alvo principal a empreiteira Odebrecht – e se deu em decorrência de dados obtidos a partir da 23ª fase, a Operação Acarajé.

A investigação revelou que a empreiteira tinha funcionários especialmente dedicados ao setor de contabilidade paralela, chamado de “Setor de Operações Estruturadas”, que distribuiu, pelo menos, 66 milhões de reais em propina entre mais de 20 pessoas, entre eles o marqueteiro do PT, João Santana, e a mulher dele, Mônica Moura. “Ficou claro que a empresa Odebrecth realmente tinha um setor que organizava e contabilizava, com sua hierarquia e alçadas, o pagamento de propinas. Além disso, verificamos que boa parte dessas propinas era paga em dinheiro no Brasil com o sistema de compensação com contas no exterior”, afirmou Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador Ministério Público Federal. …Leia na íntegra

Temer intensifica articulação pelo rompimento do PMDB com Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 25 mar 2016

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Veja

Debandada do partido é considerada fundamental para o impeachment da presidente

Vice-presidente do Brasil, Michel Temer, após evento em Brasília - 06/10/2015
Vice-presidente do Brasil, Michel Temer, após evento em Brasília – 06/10/2015 (Ueslei Marcelino/Reuters)

A oferta de cargos no governo para dividir a base aliada no Congresso obrigou ontem o vice-presidente Michel Temer a cancelar sua viagem a Portugal. Ele quer garantir uma vitória expressiva na reunião do diretório nacional do PMDB, marcada para terça-feira, em que deve ser oficializado o rompimento do partido com a presidente Dilma Rousseff, passo considerado fundamental para o impeachment da petista.

Com Temer envolvido diretamente nos bastidores da articulação, o PMDB do Rio de Janeiro já anunciou ontem que irá votar pelo desembarque do governo. Os peemedebistas fluminenses sempre foram considerados estratégicos para o jogo do impeachment no Congresso. O Planalto deu mostras, contudo, que usará o poder que ainda tem para atrapalhar os planos de Temer. A edição do Diário Oficial de ontem trouxe a demissão do presidente da Fundação Nacional de Saúde, Antonio Henrique Pires, que é ligada ao grupo do vice-presidente. …Leia na íntegra

Moro entra para o ranking dos 50 maiores líderes mundiais da ‘Fortune’

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Mundo, Política | Data: 25 mar 2016

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Veja

Sergio Moro durante evento realizado pela revista "The Economist" no Hotel Grand Hyatt em São Paulo
Sergio Moro durante evento realizado pela revista “The Economist”no Hotel Grand Hyatt em São Paulo (Vanessa Carvalho/Folhapress)

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, ocupa a 13ª posição do ranking dos 50 maiores líderes mundiais divulgado pela revista americanaFortune. O juiz paranaense aparece à frente de Bono Vox, vocalista do U2, e dos astros do basquete da NBA Stephen Curry e Steve Kerr, que aparecem empatados no 15º lugar.

A lista é liderada pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos. O segundo lugar é da premiê alemã, Angela Merkel, seguida de Aung San Suu Kyi, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz e ministra das Relações Exteriores de Mianmar. O papa Francisco figura no 4º lugar do ranking, seguido de Tim Cook, CEO da Apple. Mauricio Macri, presidente da Argentina, ocupa o 26º lugar.

Ao explicar a inclusão de Moro no ranking, a Fortune considera que o juiz é protagonista de “edição brasileira e real do filme Os Intocáveis”. Produzido em 1987, o drama policial americano tem como principal personagem Eliott Ness, um agente que lidera um grupo de policiais no combate ao crime na Chicago dos anos 1930. A revista lembra o risco de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a reputação em farrapos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirma que “a coexistência passiva com a corrupção endêmica na América Latina está se tornando um hábito do passado”. …Leia na íntegra

Cunha aceita pedido de impeachment de Dilma Rousseff

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 02 dez 2015

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Veja (online)

A presidente Dilma Rousseff participa da cerimônia de anúncio dos critérios de outorgas de radiodifusão AM para FM, no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (24)
A presidente Dilma Rousseff(Ueslei Marcelino/Reuters)

A crise política que o governo Dilma Rousseff atravessa atingiu nesta quarta-feira seu mais alto grau até agora: o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra a presidente. Cunha deu aval à representação ingressada no dia 21 de outubro pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal e que foi endossada por partidos de oposição. A decisão se dá justamente no dia em que a bancada do PT fechou questão pela continuidade das investigações contra Cunha no Conselho de Ética, que podem dar ensejo à perda do seu mandato. Pressionado pela militância, a bancada acabou por ir contra os interesses do Palácio do Planalto, que trabalhava para poupar o peemedebista do processo de cassação – ao negar a Cunha os três votos que o salvariam no colegiado, a legenda acabou por selar também o destino de Dilma.

Pouco depois do anúncio petista, o gabinete de Cunha foi palco de um verdadeiro entra e sai de deputados: o peemedebista convocou aliados e membros da oposição para informá-los de que estava decidido a anunciar uma decisão até hoje e consultar os parlamentares sobre o caminho a seguir. Instaurou-se, então, um clima de grande expectativa. Participaram das reuniões com o presidente da Casa o ex-deputado Sandro Mabel (PL-GO) e os deputados Paulinho da Força (SD-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Jovair Arantes (PTB-GO), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Mendonça Filho (DEM-PE). Além do impeachment, os parlamentares discutiram alternativas para barrar o seguimento do processo contra Cunha no Conselho de Ética. A oposição, então, se reuniu no gabinete do PSDB.

O documento protocolado pelos juristas traz uma série de alegações técnicas e jurídicas para sustentar os argumentos de que a petista deve perder o cargo por ter cometido crimes de responsabilidade ao incidir na prática das chamas pedaladas fiscais. …Leia na íntegra

FHC: “É difícil Dilma se recuperar”

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 25 out 2015

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Revista Veja (online)

Na semana em que lança suas memórias, o ex-presidente explica a VEJA a decisão de publicá-las agora, fala sobre a crise e reflete sobre o exercício da Presidência

EM CASA - Fernando Henrique: “Não tenho mais ambições”
EM CASA – Fernando Henrique: “Não tenho mais ambições”(Laílson Santos/VEJA)

Mais de vinte anos depois do início dos registros históricos de seu tempo na Presidência que surgem em seus diários, Fernando Henrique Cardoso mantém um olhar atento – e crítico – sobre o que se passa em Brasília e no Brasil. O ex-presidente avalia que o país já se distanciou do início da crise, mas ainda não está perto do fim dela. Mesmo que não chegue a cravar que o governo de Dilma Rousseff não tem mais salvação – “em política, o futuro é inventado, não está dado” -, avalia que as chances de recuperação da petista são ínfimas. Guarda as palavras mais duras para seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que está “enterrando a própria história” por continuar persistentemente a fazer “escolhas erradas”. O tucano também dissipa as dúvidas sobre a saída que o PSDB busca para a crise e afirma que o partido defende a cassação da chapa de Dilma, por ter recebido dinheiro do petrolão na campanha, e que vai votar a favor do impeachment quando, e se, a questão do afastamento constitucional da presidente chegar ao plenário da Câmara dos Deputados.

Mas na entrevista de uma hora e meia que concedeu a VEJA em seu apartamento em Higienópolis, na manhã de quarta-feira, o ex-presidente não falou só da atualidade. Expôs os motivos que o levaram a publicar em vida seus diários – um deles foi definir as regras para a edição do gigantesco material se porventura a saúde lhe faltar antes do fim da empreitada – e afirmou que não teme o julgamento da História, tampouco a repercussão da divulgação de suas memórias. “Quem entra para a vida política tem de ter muita firmeza interior. Quando você entra para a política, você é responsável pelos seus atos. Fiz com boa intenção, não roubei, não censurei, não protegi, não persegui.”

FHC defende a tese de que tudo o que fez no governo foi porque tinha, e ainda tem, um projeto claro de país. Ele afirma que a virtude do homem público, do “homem de Estado” (termo que usou algumas vezes, sem jamais mencionar a palavra estadista), é conseguir levar adiante seus projetos – não é a mesma virtude individual, não tem a ver com as “verdades íntimas, convicções, ética pessoal”. …Leia na íntegra

Cerveró negocia acordo em que revela repasse de R$ 6 milhões para campanha de Dilma, diz deputado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 19 set 2015

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Revista Veja (online)

Por: Hugo Marques, de Brasília

Segundo Fernando Francischini, valor consta em proposta de delação premiada feita ao MP pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Dinheiro ‘ilegal’ teria abastecido campanha de 2010

Nestor Cerveró durante a CPI da Petrobras na sede da Justiça Federal em Curitiba (PR) - 11/05/2015
Nestor Cerveró durante a CPI da Petrobras na sede da Justiça Federal em Curitiba (PR) – 11/05/2015(Rodolfo Buhrer/Reuters)

O deputado Fernando Francischini (SD-PR) vai pedir na segunda-feira a convocação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró para prestar depoimento na CPI da Petrobras. Preso desde janeiro, o ex-diretor tenta negociar delação premiada com o Ministério Público Federal. Francischini diz que teve acesso à proposta de delação feita por Cerveró. Trata-se de uma espécie de “cardápio” com os tópicos que o candidato a delator se propõe a esclarecer caso feche o acordo com os procuradores da República.

Francischini diz que Cerveró, em um dos anexos da proposta, faz revelações sobre negociações das quais participou para liberar 6 milhões de reais para a campanha da presidente Dilma Rousseff. Segundo Francischini, o dinheiro “ilegal” teria abastecido a campanha de 2010. …Leia na íntegra

Janot pede para STF investigar campanhas de Lula e Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 06 set 2015

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Veja (online)

Procurador-geral da República encaminhou a solicitação ao Tribunal com base na delação do empreiteiro Ricardo Pessoa

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, é sabatinado em audiência pública realizada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot(Geraldo Magela/Ag. Senado)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao gabinete do ministro Teori Zavascki, relator da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (SFT), pedidos para investigar irregularidades na campanha de 2006 do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e nas campanhas de 2010 e 2014 da presidente Dilma Rousseff, de acordo com informações divulgadas pelo site do jornal O Estado de S. Paulo.

A solicitação foi baseada na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC e um dos investigados da Operação Lava Jato. Em seu depoimento, Pessoa detalhou como era feito o pagamento de propinas nas obras da Petrobras e também a campanhas políticas.

O empreiteiro já havia admitido ter repassado 3,6 milhões de reais entre 2010 e 2014 a José de Filippi, ex-tesoureiro da campanha de Dilma, e a João Vaccari Neto, ex-tesoureiro nacional do PT e que está em prisão preventiva desde 15 de abril.

Ricardo Pessoa contou ainda ter feito doações à campanha eleitoral do ex-presidente Lula em 2006. Na época, o coordenador era o atual ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, e o assessor especial do Planalto, Marco Aurélio Garcia. Segundo ele, parte do valor da propina paga para manter contratos na Petrobras era repassada ao PT na forma de doação de campanha.

As campanhas de Dilma foram coordenadas pelo ex-ministro Antonio Palocci, em 2010, e pelo atual presidente do PT, Rui Falcão, em 2014. Num primeiro momento, são os coordenadores das campanhas que deverão responder pelos atos a serem investigados. Seus nomes, porém, permanecerão em sigilo no STF, assim como o conteúdo das peças e da própria delação de Pessoa.

(Da redação)

Executivo da OAS se oferece para contar à Lava Jato segredos devastadores sobre Lula

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 25 jul 2015

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Veja 

Em troca de benefícios legais, Léo Pinheiro promete revelar, em delação premiada, o que viu, ouviu e fez nos anos em que compartilhou da intimidade do ex-presidente

Capa VEJA - Edição 2436

Léo e Lula são bons amigos. Mais do que por amizade, eles se uniram por interesses comuns. Léo era operador da empreiteira OAS em Brasília. Lula era presidente do Brasil e operado pela OAS. Na linguagem dos arranjos de poder baseados na troca de favores, operar significa, em bom português, comprar. Agora operador e operado enfrentam circunstâncias amargas. O operador esteve há até pouco tempo preso em uma penitenciária em Curitiba. Em prisão domiciliar, continua enterrado até o pescoço em suspeitas de crimes que podem levá-lo a cumprir pena de dezenas de anos de reclusão. O operado está assustado, mas em liberdade. Em breve, Léo, o operador, vai relatar ao Ministério Público Federal os detalhes de sua simbiótica convivência com Lula, o operado. Agora o ganho de um significará a ruína do outro. Léo quer se valer da lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a delação premiada, para reduzir drasticamente sua pena em troca de informações sobre a participação de Lula no petrolão, o gigantesco esquema de corrupção armado na Petrobras para financiar o PT e outros partidos da base aliada do governo. …Leia na íntegra

A capa “sensacionalista” de Veja

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 18 jul 2015

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Genial a capa de VEJA desta semana, imitando os tabloides sensacionalistas ingleses. Não li ainda as reportagens, mas o espírito do editorial, ali estampado, é bastante eloquente: “Sensacionalismo? Não! Sensacionalistas são os fatos!”.

Há a hora em que a estética tem de refletir, ainda que pelo caminho da saudável provocação, o espírito de um tempo e a ética, ou falta dela, dominante.

Capa de veja

Por Reinaldo Azevedo

‘Homem de Dilma’ na Eletrobras cobrou propina para a campanha de 2014, diz dono da UTC

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 11 jul 2015

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Revista Veja (online)

Por Daniel Pereira e Robson Bonin

Segundo a delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, negociação do contrato de construção da Usina de Angra 3 serviu para que Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras que tem livre acesso ao gabinete da presidente, cobrasse do consórcio de construtoras “doação” à campanha petista do ano passado

SINTONIA – O engenheiro Valter Cardeal, diretor da Eletrobras e braço-direito da presidente no setor elétrico: conluio com o tesoureiro João Vaccari Neto em Angra 3
SINTONIA – O engenheiro Valter Cardeal, diretor da Eletrobras e braço-direito da presidente no setor elétrico: conluio com o tesoureiro João Vaccari Neto em Angra 3 (Alan Marques/Folha Imagem/VEJA)

Quando era presidente, Fer­nan­do Henrique Cardoso cultivou a fama de exterminador de crises, que, dizia-­se, sempre saíam do Palácio do Planalto menores do que entravam. De Dilma Rousseff, fala-se exatamente o oposto. Centralizadora e avessa a negociações, a presidente semeou um quadro de recessão econômica e de derrotas no Congresso. Rejeitada por nove em cada dez brasileiros, ela também perde apoiadores no grupo de políticos e empresários que ditam o rumo do país. Até o ex-presidente Lula, seu mentor, lhe faz críticas cada vez mais contundentes. Com apenas seis meses de segundo mandato, Dilma está só, não exerce o poder na plenitude nem consegue mobilizar a tropa governista. De quebra, é acossada por investigações que podem destituí-la do cargo – entre elas, a Operação Lava-Jato, que esquadrinha o maior esquema de corrupção da história do país. Diante de uma conjuntura assim, a maioria dos governantes optaria por mais diálogo, sensatez e pés no chão. Dilma não. Ela reage à crise com argumentações destrambelhadas, otimismo exagerado e erros primários de avaliação. Pior: como de costume, alimenta a agenda negativa.

Na semana passada, a presidente, contrariando o mais elementar dos manuais de política, fisgou a isca dos adversários e abordou novamente em público a possibilidade de enfrentar um processo de impeachment. “Eu não vou cair, isso é moleza”, desafiou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, na qual chamou setores da oposição de golpistas. A resposta foi imediata: “Tudo o que contraria o PT é golpe”, ironizou o senador Aécio Neves (PSDB). Nos regimes democráticos, a destituição de um mandatário depende de provas, do aval das instituições e do apoio da opinião pública (veja a reportagem na pág. 54). Em sua defesa, Dilma alega que jamais se locupletou de dinheiro sujo. Falta a essa versão o respaldo inequívoco dos fatos. VEJA teve acesso a mais um testemunho de que propina cobrada em troca de contratos – desta vez, no setor elétrico, a menina dos olhos de Dilma – abasteceu os cofres do PT em pleno ano eleitoral. Os operadores da transação criminosa foram o onipresente João Vaccari Neto, então tesoureiro do partido, e Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras, o “homem da Dilma” na estatal e um dos poucos quadros da administração com livre acesso ao gabinete presidencial. …Leia na íntegra

Governo já admite derrota no TCU e mobiliza aliados contra processo de impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 08 jul 2015

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Revista Veja (online)

Primeira iniciativa foi tomada na terça-feira, com a convocação de ministros para explicar as ‘pedaladas fiscais’ no Congresso

A presidente Dilma Rousseff participa da cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Exportações, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (24)
Presidente Dilma Rousseff foi questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por supostas irregularidades das contas(Bruno Domingos/Reuters)

Ao avaliar que deve ser condenado no julgamento das contas do governo de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em breve, o governo federal iniciou uma estratégia para tentar sensibilizar aliados a não apoiar eventual processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso, decorrente da condenação. Numa proposta acertada com o Palácio do Planalto na segunda-feira, a operação do governo na Câmara e no Senado quer angariar apoios a uma eventual decisão desfavorável à petista.

A primeira iniciativa dos aliados ocorreu na terça-feira, com a aprovação de um requerimento para a formação de uma audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado com a presença do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e do advogado-geral da União, o ministro Luís Inácio Adams, para explicar um dos principais pontos questionados pelo TCU nas contas de Dilma, as chamadas “pedaladas fiscais” – prática do Tesouro Nacional de atrasar de forma proposital o repasse de dinheiro para bancos públicos e também privados. …Leia na íntegra

Deputados petistas negam ter recebido ilegalmente dinheiro em campanha

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Política | Data: 07 jul 2015

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da Redação

Luiz e PintoCitados na reportagem da Revista Veja por terem recebido doações não oficiais em 2010, o líder do PT na Assembléia Legislativa da Bahia, deputado estadual Rosemberg Pinto (de óculos), e o deputado federal Luiz Alberto (PT), negaram.

A Veja exibiu relações de doações oficiais e não oficiais onde os parlamentares baianos aparecem na reportagem como doações não declaradas a Justiça Eleitoral. “Lamento muito esse tipo de publicação com o meu nome sem ao menos me questionarem sobre a veracidade da informação. Sempre defendi a transparência e a aplicação das leis para tudo que faço. Lamentável”, disse Rosemberg ao BN. O petista Luiz Alberto também negou a existência de doações em regime de caixa dois e afirma ter sido citado por engano.

A reportagem – bomba de Veja: o empreiteiro conta tudo. Renuncie, Dilma!

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 28 jun 2015

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Reinaldo Azevedo

Abre VEJA - Revelações de Pessoa

A economia vai mal. Muito mal. Mas a política está muito pior. É discutível se a crise econômica piora a política, mas é certo que a crise política piora a economia. É a fraqueza do governo que dá as cartas. Dilma não sabe o que dizer, o que fazer, o que anunciar. E, um ano e três meses depois de iniciada a operação Lava Jato — depois de muitos desacertos, ainda em curso, protagonizados também pela Procuradoria-Geral da República, sob o comando de Rodrigo Janot, e pelo juiz Sergio Moro —, eis que cai a máscara, eis que a verdade se desnuda: UMA VERDADEIRA MÁFIA TOMOU CONTA DO ESTADO BRASILEIRO. E ELA PRECISA SER TIRADA DE LÁ PELA LEI.

Vá à banca mais próxima e adquira um documento: a edição desta semana da revista VEJA. Em 12 páginas, você lerá, no detalhe, como atuou — atua ainda? — a máfia que tomou conta do Brasil e como se construiu o establishment político que nos governa. O empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC e ex-amigo pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva, resolveu contar tudo. Ficou preso mais de cinco meses. Só fez o acordo de delação premiada depois de ter deixado a cadeia. ESTE BLOGUEIRO FALASTRÃO, COMO LULA ME CLASSIFICOU NO CONGRESSO DO PT, SENTE-SE, DE ALGUM MODO, VINGADO. Vingado também contra as hostes da desqualificação e do cretinismo da esquerda e da direita burra e desinformada. NÃO HÁ NEM NUNCA HOUVE CARTEL DE EMPREITEIRAS, COMO SEMPRE SUSTENTEI. O QUE SE CRIOU NO BRASIL FOI UMA ESTRUTURA MAFIOSA DE ACHAQUE.

É claro que as empreiteiras praticaram crimes também. Mas não o de formação de cartel. Insistir na tese do cartel CORRESPONDE A NEGAR A ESSÊNCIA DO MODELO QUE NOS GOVERNA.

Achaque Edinho

O achaque
VEJA teve acesso ao conteúdo da delação premiada de Ricardo Pessoa, homologada pelo ministro Teori Zavascki. É demolidor. Segue, em azul, um trecho do que vai na revista: …Leia na íntegra

Lava Jato: a um passo de Lula

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 20 jun 2015

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Revista Veja (online)

O penúltimo degrau da Lava Jato – A Polícia Federal prende os donos e executivos de mais duas empreiteiras, atinge o topo da cadeia de comando do esquema de corrupção da Petrobras e está a um passo do ex-presidente Lula

Marcelo Odebrecht (c), deixa a Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em São Paulo, na zona oeste da capital paulista
Marcelo Odebrecht, presidente da maior empreiteira do Brasil, deixa a Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para ser conduzido, preso, a Curitiba: a Lava Jato chegou aos mais altos suspeitos da frente empresarial do petrolão; é possível dar um passo a mais na frente política(Moacyr Lopes Júnior/Folhapress)

A partir das primeiras delações premiadas de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e do doleiro Alberto Yousseff, os responsáveis pela Operação Lava-Jato se deram conta de que estavam lidando com um caso que só ocorre uma vez na vida de um policial, de um promotor ou de um juiz. À medida que os depoimentos se sucediam e mais provas iam sendo encontradas, o esquema foi tomando a forma de uma gigantesca operação político-partidária e empresarial destinada a levantar fundos com contratos espúrios de empresas com a Petrobras. As raízes do esquema começaram a ficar cada vez mais profundas, enquanto sua copa passava a abranger políticos postados em galhos cada vez mais altos. Em abril, Carlos Fernandes de Lima, um dos procuradores da Lava-Jato, disse em uma entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que a investigação se tornara tão ampla que chegaria a “mares nunca dantes navegados”. Na sexta-feira passada, a Lava-Jato aproou para praias que pareciam inatingíveis, prendendo os presidentes das duas maiores empreiteiras do Brasil – Marcelo Odebrecht, presidente e herdeiro da empresa que leva seu sobrenome, e Otávio Azevedo, o principal executivo da Andrade Gutierrez. O nome da operação da Polícia Federal que fez as prisões não podia ser mais ilustrativo das pretensões dos investigadores: “Erga Omnes”, a expressão latina que significa “para todos” e nos tratados jurídicos é usada para proclamar um dos pilares do sistema democrático que diz que ninguém está acima da lei. …Leia na íntegra

Rui Costa diz que denúncias da Veja não têm nenhum fundamento

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia | Data: 18 jan 2015

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Bocão News

Por David Mendes | Fotos: Paulo M. Azevedo

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), comentou neste domingo (18) a reportagem da revista Veja deste final de semana que aponta um suposto esquema de corrupção na Petrobras em benefício de campanhas eleitorais do PT na Bahia, entre elas a do ex-governador Jaques Wagner (PT).

Conforme a semanal, com base em relatos da ex-funcionária da estatal Venina Veloso, o ex-gerente de Comunicação da empresa, Geovane de Morais, sindicalista amigo de Wagner e de Rui desde os tempos do Sindiquímica, teria sido colocado na estatal para ser o “operador financeiro” do PT baiano e tinha a “missão de desviar recursos para alimentar o caixa eleitoral” do partido.

“Não tem nenhum tipo de fundamento. Mas sempre que qualquer denúncia surja tem que ser apurado para não restar nenhuma dúvida. (…) O que eu sei foi é que ele [Geovane] foi demitido por erros cometidos [na Petrobras]. A notícia que conheço pelo próprio Gabrielli é que se abriu um inquérito e ele foi demitido. Isso por se só responde qualquer tipo de dúvida. Se tiver algo a mais para esclarecer, tudo deve ser apurado e esclarecido à população”, defendeu o líder baiano, em entrevista após deixar a Basílica do Bonfim, em Salvador. …Leia na íntegra

STF arquiva pedido do PT contra a revista Veja

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Publicado por Editor | Colocado em Justiça | Data: 26 nov 2014

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Por Josias de Souza

O ministro Teori Zavascki, do STF, arquivou pedido do PT contra Veja. O partido queria a abertura de inquérito contra a revista para apurar o vazamento de informações atribuídas a Alberto Youssef, ouvido pela Polícia Federal em procedimento sigiloso de delação premiada. De acordo com a revista, o doleiro da Lava Jato disse no interrogatório que Dilma Rousseff sabia da corrupção na Petrobras.

Ouvido, o procurador-geral da República Rodrigo Janot opinara a favor do arquivamento da petição. Argumentara que não se sabe se o responsável pelo vazamento tem ou não prerrogativa de foro, pré-condição para ser processado no STF —“o que, por si só, impede a instauração de inquérito perante esta Corte.” O PT também solicitara a oitiva do repórter de Veja e o acesso ao depoimento de Youssef. Tudo arquivado

Ministério Público monta força-tarefa para apurar caixa dois do PT da Bahia com dinheiro público

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 23 set 2014

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Por Robson Bonin, na VEJA.com:

RUI-COSTA-912-size-598O esquema milionário montado pelo Partido dos Trabalhadores para desviar recursos de programas sociais para campanhas eleitorais de petistas na Bahia vai ser investigado por uma força tarefa do Ministério Público. Procuradores e promotores vão reabrir o caso que tem como alvo o Instituto Brasil, uma ONG criada por petistas para camuflar a atuação do grupo criminoso. Na edição de VEJA desta semana, a presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, revela que a entidade foi usada para fazer caixa dois para o partido por quase uma década.

O instituto chegou a movimentar, segundo Dalva Sele, 50 milhões de reais desde 2004. O caso mais emblemático, investigado pelo Ministério Púbico há quatro anos, ocorreu nas eleições municipais de 2008, quando a entidade foi escolhida pelo governo do Estado para construir 1.120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda. Os recursos – 17,9 milhões de reais – saíram do Fundo de Combate à Pobreza. Desse total, 6 milhões de reais foram desviados para campanhas do PT. “Quem definia os que receberiam dinheiro era a cúpula do PT. A gente distribuía como todo mundo faz: sacava na boca do caixa e entregava para os candidatos ou gastava diretamente na infraestrutura das campanhas, como aluguel de carros de som e combustível”, diz Dalva Sele. …Leia na íntegra

Sobre as denúncias do Instituto Brasil…pensem comigo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 22 set 2014

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Por Micael Batista Silveira (Folha de Condeúba)

Mais um escândalo de corrupção toma as capas dos principais meios de comunicação do estado. Os governistas, petistas em especial, tentam a todo momento descreditar a imprensa, cuja denúncia foi veiculada e tenta descreditar uma delação de uma ex aliada, que por anos trabalhou no projeto de poder do partido.

A oposição, animada, usará com certeza, com todas as forças, a situação para alavancar ainda mais a campanha que, desde o início se manteve na dianteira e com pouca variação de acordo com as pesquisas de intenções de votos.

O eleitorado, por fim, acredita no que quer, até que se conclua alguma posição oficial por parte do judiciário. Os fanáticos pela banda governista, sem dúvidas vão fazer vista grossa, evitar comentar o assunto e combater veementemente. Já o eleitorado que aprecia a oposição, vai fazer de tudo para passar isso na cara de quem possivelmente votará no PT. …Leia na íntegra