Três em cada cem mortes no país podem ter influência do sedentarismo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 11 abr 2019

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Da Redação

Fonte: B. Noticias

De acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo. E aqui no Brasil não tem sido diferente, o Ministério da Saúde apontou que três em cada 100 mortes registradas no ano de 2017 no Brasil, podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo.

A prática de esportes, independente de serem de alto ou baixo impacto, é fundamental para o corpo e para a mente. Contribuem para a prevenção de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) ligadas ao excesso de peso, como a hipertensão e o diabetes,  as cardiovasculares e a alguns tipos de cânceres. Segundo o portal Uol, o exercício regular desencadeia uma série de efeitos benéficos ao corpo.

Especialistas afirmam que caminhada, lutas e outras modalidades esportivas melhoram o condicionamento físico, auxiliam o controle de peso, aliviam o estresse, melhoram a qualidade do sono, entre outros benefícios que podem ser observados.

Sedentarismo mata mais do que obesidade, alerta especialista

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Geral | Data: 25 maio 2014

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Uol

imagesO sedentarismo é a segunda maior causa de morte no planeta, perdendo apenas para a hipertensão, diz o médico Victor Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

“Muitos estudos mostram que atividade física é tão importante quanto a alimentação para perda de peso e redução dos riscos de inúmeras doenças”, destacou.

Segundo Matsudo, uma pessoa sedentária tem riscos maiores de desenvolver doenças em relação a quem não se alimenta de forma adequada, por isso ele tenta desmistificar a percepção de que obesidade é um problema relacionado apenas à nutrição.

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Sedentarismo já ameaça reduzir expectativa de vida

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Saúde | Data: 04 nov 2012

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Agência Estado

Um estudo que analisa dados de Brasil, Estados Unidos, Grã-Bretanha, China e Índia alerta que o crescente sedentarismo nestes países ameaça formar a primeira geração de jovens que viverá menos que seus pais. O trabalho, que tem o American College of Sports Medicine como coautor, conclui que em 2030 a inatividade física pode abreviar em até cinco anos a expectativa de vida, caso seja mantido o ritmo atual.

As projeções, que tiveram a participação de 70 especialistas ligados às áreas de saúde e educação física, indicam que em 18 anos o Brasil terá diminuído em cerca de 34% os níveis de atividade física desde o começo da década passada. Somente entre 2002 e 2007, a queda foi de 6%.

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