Discurso agressivo ajudou opositores de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 30 ago 2016

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da Redação
Conteúdo Diário do Poder

Dilma BBDiscurso agressivo falando e ‘GOLPE’ pode até ampliar o placar – Foto: Pedro França/ Senado

Após o agressivo discurso em que reiterou a lorota de “golpe”, o Palácio do Planalto consultou senadores supostamente indecisos e ficou ainda mais otimista pela confirmação do impeachment de Dilma Rousseff, na votação desta terça (30). Os dilmistas continua céticos. A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) prevê 62 ou 63 votos contra Dilma: “O depoimento muda o cenário, mas para ampliar o placar”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Aliados de Renan Calheiros diz que ele manterá a “neutralidade” e não votará no impeachment. Mas não é o que Michel Temer espera dele.

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Dilma foi repetitiva, técnica e sem conteúdo político. “Objetividade faria bem”, destaca.

Nem mesmo Lula e Chico Buarque aguentaram ouvir Dilma durante muito tempo. Logo no primeiro intervalo, o cantor militante “vazou”.

Dilma faz sua defesa no plenário do Senado; assista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 29 ago 2016

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por Mateus Novais

Dilma Rousseff irá se defendeu hoje, no Senado, da acusação de ter editado em 2015 decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso e também de usar dinheiro de bancos federais em programas do Tesouro [as chamadas pedaladas fiscais].

Depois da fala de Dilma, prevista, inicilamente, para durar 30 minutos, terão início os questionamentos dos senadores. Cada parlamentar terá até cinco minutos para fazer perguntas. O tempo de resposta de Dilma é livre e não será permitida réplica e tréplica. A expectativa é de que a o depoimento dure todo o dia e se estenda até parte da noite.

Assista ao vivo:

Informante da acusação reafirma que Dilma cometeu crime de responsabilidade

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 25 ago 2016

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Agência Brasil

1040188-edit_01983O procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira, autor do parecer que rejeitou as contas do governo de Dilma Rousseff em 2014, reiterou que houve crime de responsabilidade também em 2015. Para Oliveira, que,neste momento, responde as primeiras perguntas de senadores no julgamento do processo de impeachment de Dilma. Ele disse que a presidenta afastada não poderia ter editado os decretos sem a autorização do Congresso Nacional.

“Os decretos foram emitidos sem a observância deste mandamento constitucional. O Executivo editou decretos considerados como incompatíveis com a obtenção da meta [fiscal]”, afirmou.

O procurador acrescentou que o TCU não emitiu qualquer orientação mudando esta regra, nem mesmo quando o Congresso estiver para apreciar propostas que alterem a meta fiscal do ano corrente. “Não há nenhuma decisão do TCU anterior ao julgamento das contas de 2014, ocorrido em 2015, dizendo que tais créditos poderiam ser abertos, desta forma, abonando a conduta do Executivo”, disse, completando que também não há exceção nem em casos de arrecadação extra.

Perguntado sobre os atrasos dos repasses aos bancos públicos responsáveis pelo pagamento de benefícios de políticas públicas, como os empréstimos do Plano Safra – chamados pela acusação de pedaladas fiscais, Oliveira disse que “constituem operações de crédito”. …Leia na íntegra

Senado vai decidir rito do julgamento final

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 15 ago 2016

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Isabela Bonfim,
O Estado de S.Paulo

ADLE238 BSB - 10/08/2016 ANASATASIA IMPEACHMENT / SENADO - POLITICA -SENADOR ANTONIO ANASTASIA E CUPRIMENTADO PELA APROVACAO do seu parecer do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.no plenário do SEnado Federal , em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

Brasília – Na reta final para o processo de impeachment, senadores vão se reunir nesta semana para definir o rito das sessões do julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff. O encontro, anunciado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve acontecer entre amanhã e quarta-feira e contar com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que preside o processo.

A reunião vai repetir os moldes da que definiu os passos para a sessão que aprovou, no início do mês, a continuidade do impeachment. Nesses encontros, líderes partidários fecham um acordo sobre a duração das sessões, intervalos e o tempo de fala para senadores e testemunhas. As determinações devem dar forma a um documento que servirá como guia durante a condução das sessões finais.

Senado aprova início do julgamento do processo de impeachment de Dilma

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 10 ago 2016

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por Mateus Novais

Dilma

O Senado decidiu na madrugada desta quarta-feira (10) que a presidente afastada, Dilma Rousseff, vai a julgamento na Casa. O resultado, que saiu à 1h30, indica ser muito difícil Dilma conseguir barrar o impeachment na votação final, que deve ter início por volta do dia 25.

Foram 59 votos favoráveis e 21 contrários, sem nenhuma abstenção. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não votou. Era preciso maioria simples (mais da metade dos senadores presentes) para que o parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) fosse aprovado.

Agora, Dilma será julgada pelo Senado. Nesta ocasião, a petista perderá definitivamente o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votem nesse sentido. A expectativa é de que esta fase dure cinco dias e ela também será comandada por Lewandowski.

Se o voto fosse secreto, até o PT votaria contra Dilma no impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 08 ago 2016

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da Redação (conteúdo Diário do Poder)

 

PT joga a toalha e já não pede votos para Dilma no Senado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 05 ago 2016

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da Redação

Diário do Poder (conteúdo)

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Os políticos do PT já não tentam articular a reversão de votos, para tentar preservar o mandato da presidente afastada Dilma Rousseff. A avaliação da cúpula do PT é a mesma do ex-presidente Lula: as chances do partido, nas próximas eleições, serão melhores sem Dilma na presidência. Lula acha que, sem Dilma, o PT pode tentar vitimizar-se, alegando nos palanque e no Congresso que foi vítima de “golpe”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Ainda que o esperassem, a aprovação do relatório por 14×5, favorável à destituição de Dilma, deixou os petistas ainda mais desanimados.

Lula já nem cita Dilma em suas andanças. Está mais preocupado com a própria sorte, certo de que só não será preso se “vazar” do Brasil.

O ex-presidente Lula decorou a frase bolada por um amigo: “Se me prenderem, terão um mártir; se não, serei presidente em 2018”

Articuladores do atual governo acham que os petistas escondem o jogo, fingindo que desistiram enquanto pedem votos para Dilma.

Calheiros desautoriza Lewandowski e remarca julgamento de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Justiça, Política | Data: 03 ago 2016

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da Redação

Conteúdo Diário do Poder

Com a presença do presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, o TJRJ realiza, em sua sede a cerimônia que marca a implantação no Judiciário fluminense, das audiências de custódia (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça (2) que vai “trabalhar” para que processo de impeachment seja concluído ainda em agosto. Ele acha que o julgamento terá início entre os dias 25 (uma quinta) e 26 deste mês, e admitiu convocar sessões no sábado e no domingo, a fim de terminar o processo.

A afirmaçãoo de Calheiros desautoriza o anúncio feito sábado (30) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que marcou para o dia 29 (segunda-feira) o início do julgamento. A presidência dele no STF se encerrará em 4 de setembro.

O senador Romero Jucá (-RR), presidente do PMDB, defendeu a celeridade do processo, alegando a possibilidade do presidente Michel Temer não poder participar da reunião da cúpula do G20, com início previsto para 4 de setembro, em razão da indefinição sobre o impeachment.

“O julgamento começará, já foi dito, reafirmado, na nota do presidente Lewandowski, começará no dia 25, 26. E, com certeza, nós temos como concluir isso antes do final do mês. Eu vou trabalhar para que isso, efetivamente, aconteça”, afirmou Renan Calheiros.

“Se for necessário [o Senado] vai trabalhar sábado e domingo. O julgamento pode demorar cinco dias”, completou Renan.

 

 

Governo já prevê 70 votos pelo impeachment de Dilma no Senado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 25 jul 2016

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da Redação

DilmaO Governo Federal tem observado o aumento de votos a cada dia dos senadores ao impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT). Em recente levantamento, segundo o Diário do Poder, já são entre 65 e 70 os senadores favoráveis. Para o afastamento definitivo da presidente são necessários apenas 54 votos. O governo Michel Temer, atribui aos acertos com as medidas na economia do Brasil.

A presidente afastada é acusada de crimes de responsabilidade e contra a Lei Orçamentária, com punições previstas na Constituição. Em sintonia com os que apoiam o impeachment está o Movimento Vem Pra Rua que prepara para o dia 31 uma grande manisfestação em todo Brasil.

60 votos já são contabilizados pró-impeachment de Dilma no Senado da República

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 14 jun 2016

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da Redação

SenadoO Palácio do Planalto e os senadores estão confiantes que o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT)será sacramentado. Segundo levantamento criterioso já são 60 votos favoráveis ao impeachment. No julgamento, bastam 54 votos dos 81 senadores para destituir Dilma Rousseff em definitivo.

Se confirmado o impeachment a presidente Dilma será destituída do mandato e terá os direitos políticos suspensos por 8 anos. Com a cassação do mandato a presidente continuará a responder pelo julgamento das ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF).

A presidente Dilma Rousseff responde a duas acusações de obstrução da Justiça, com o objetivo de impedir as investigações da Lava Jato. Outros processos serão anunciados e que deverão fragilizar ainda mais a situação da presidente.

Com informações do Diário do Poder

Comissão do impeachment aprova calendário de trabalho para os próximos meses

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 06 jun 2016

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Bahia Notícias

IMAGEM_NOTICIA_5A comissão especial do impeachment aprovou, nesta segunda-feira (2) o calendário de trabalho do colegiado para os próximos meses. A previsão é de que a votação do relatório ocorra no plenário do Senado em 2 de agosto, o que coloca a votação final do impeachment para o fim do mesmo mês. Na última reunião do colegiado, na quinta-feira (2) passada, os ânimos se exaltaram quando os senadores discutiram por mais de 10 horas sobre o andamento dos trabalhos.

O presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), acatou um pedido para reduzir em 20 dias o prazo de tramitação do processo, o que acirrou o debate. No entanto, o peemedebista reavaliou sua decisão nesta segunda-feira (6), e viabilizou o acordo para a votação do calendário proposto pelo relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), num clima mais apaziguador. A comissão iniciará ouvindo as duas testemunhas apresentadas pela acusação na próxima quarta-feira (8).

Logo depois, outras três pessoas, indicadas por senadores, prestarão esclarecimentos. Em seguida, 32 testemunhas de defesa falarão. Essa primeira etapa deverá ser concluída até 17 de junho. O interrogatório da presidente afastada, Dilma Rousseff, está previsto para ocorrer no dia 20 de junho, mas seus advogados ainda não entraram num acordo se ela deverá comparecer pessoalmente.

Após a votação do parecer prévio em plenário, há um prazo de até 48 horas para que a acusação apresente o chamado libelo acusatório, e outras 48 horas para que a defesa da petista emita seu parecer. Após estes prazos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, tem até dez dias para marcar a data do julgamento final.

Em votação simbólica, Congresso aprova projeto que altera meta fiscal de 2016

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 25 Maio 2016

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A Tarde
foto: Agência Senado

650x375_congresso_1638420Em votação simbólica, o Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quarta-feira, 25, a alteração da meta fiscal que permite um déficit de R$ 170,5 bilhões nas contas do governo central ao final de 2016. Com mais de 16 horas de votação, os deputados e senadores votaram ainda 24 vetos presidenciais que trancavam a pauta.

O projeto aprovado pela Casa inclui R$ 56,6 bilhões de riscos fiscais, passivos e despesas já contratadas, itens como a possibilidade de redução do resultado fiscal dos Estados, uma quantia de R$ 9,0 bilhões para evitar a paralisação de obras do PAC, além de R$ 3,5 bilhões para a Defesa e R$ 3,0 bilhões para a Saúde.

A nova equipe econômica conseguiu ainda o descontingenciamento de R$ 21,2 bilhões. Em março, o time então comandado pelo ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa pediu o contingenciamento temporário. A intenção do governo com a liberação dos recursos é garantir a continuidade do funcionamento da máquina pública.

A meta fiscal aprovada nesta madrugada precisará ser sancionada pelo presidente em exercício, Michel Temer e prevê que o governo entregue, ao final do ano, um déficit de R$ 163,942 bilhões no setor público consolidado. O Governo Federal deverá apresentar um resultado primário negativo de R$ 170,496 bilhões. Para Estados e municípios, espera-se um superávit de R$ 6,554 bilhões.

…Leia na íntegra

Confira como foi a votação no Senado por partido e estado

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 12 Maio 2016

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Agência Brasil

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O plenário do Senado Federal aprovou, na madrugada desta quinta-feira (12), a instauração do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com 78 senadores presentes, 55 votaram favoravelmente à continuidado do processo de impedimento, enquanto 22 votaram não. Apenas o presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), optou por não votar.

Antes da votação, realizada por meio de painel eletrônico, os senadores que se inscreveram tiveram a oportunidade de defender seus votos por até 15 minutos cada. Por isso, a sessão que teve início às 10h de quarta-feira, só se encerrou às 6h40 desta quinta (12), após o pronunciamento do Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo e da votação.

Diferentemente da Câmara, no plenário do Senado não houve orientação das lideranças anteriormente à votação.

Levando-se em consideração o tamanho das bancadas e também os posicionamentos já previstos, o PMDB registrou o maior número de votos favoráveis ao impeachment, enquanto o PT foi o campeão de votos contrários ao processo na Casa.

Confira como votaram cada um dos partidos com representação no Senado: …Leia na íntegra

Processo de impeachment é aberto, e Dilma é afastada por até 180 dias

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 12 Maio 2016

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Do G1

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O plenário do Senado Federal aprovou às 6h34 desta quinta-feira (12) a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por 55 votos a favor e 22 contra. Com a decisão, ela fica afastada do mandato por até 180 dias. Com o afastamento de Dilma, o vice Michel Temer assume a Presidência da República.

A sessão começou às 10h de quarta-feira (11), adentrou a madrugada e durou mais de 20 horas. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não votou – ele só votaria em caso de empate. Dois senadores, de licença médica, se ausentaram: Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM).

Dilma Rousseff deve ser oficialmente notificada nesta quinta (12) da decisão do afastamento.

Segundo Renan informou após o resultado da votação, a presidente vai manter, no período em que estiver afastada, o direito à residência oficial do Palácio da Alvorada, segurança pessoal, assistência saúde, remuneração, transporte aéreo e terrestre e equipe a serviço do gabinete pessoal da Presidência.

Agora, o Senado passará a colher provas, realizar perícias, ouvir testemunhas de acusação e defesa para instruir o processo e embasar a decisão final. O julgamento será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que também comandará a Comissão Processante do Senado. …Leia na íntegra

Acompanhe ao vivo a votação do impeachment de Dilma no Senado

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 11 Maio 2016

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por Mateus Novais

A TV Senado transmite ao vivo a sessão do processo de admissibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Se aprovado por metade mais um dos senadores presentes à sessão, ela será afastada do cargo por 180 dias e nesse período o vice-presidente, Michel Temer (PMDB) assume o comando do país.

O presidente da Casa, Renan Calheiros, estabeleceu nessa terça-feira (10) que, nesta primeira fase, os oradores inscritos, contra e a favor do parecer da Comissão Especial do Impeachment, falarão alternadamente por até 15 minutos cada um e apenas uma vez. Não será permitida orientação da bancada pelos líderes e também não serão permitidos apartes.

Até o início da sessão, 68 dos 81 senadores já estavam inscritos para usar a palavra.

Acompanhe ao vivo:

Senado vota hoje afastamento da presidente Dilma Rousseff

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 11 Maio 2016

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Agência Brasil

Senado

O plenário do Senado Federal vota hoje (11) o relatório da Comissão Especial do Impeachment sobre a admissibilidade do processo contra a presidenta Dilma Rousseff. O parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) é favorável à continuidade do processo por considerar que há indícios de que Dilma praticou crime de responsabilidade. A sessão está prevista para começar às 9h.

Sessão dividida

Até o encerramento da sessão dessa terça-feira (9), 67 senadores tinham se inscrito para falar. Eles terão direito a 15 minutos de discurso cada. A sessão será dividida em três blocos: de 9h às 12h, de 13h às 18h e de 19h em diante.

Após a discussão dos senadores, o relator falará também por 15 minutos e depois o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que faz a defesa de Dilma, por mais 15 minutos. A defesa será a última a falar.

Orientação de bancada …Leia na íntegra

Senado cassa mandato de Delcídio

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 10 Maio 2016

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por Mateus Novais

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Em uma sessão breve, o Conselho de Ética do Senado cassou o mandato do senador Delcídio do Amaral, nesta terça-feira (10).  A votação contabilizou 74 votos a favor. Delcídio é o terceiro senador cassado na história.

Delcídio teve o pedido de cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar aprovado no colegiado após um longo processo iniciado logo depois de o senador ter sido preso, em novembro do ano passado por obstrução da Justiça. O senador foi flagrado em conversa com o filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, oferecendo propina e um plano de fuga para que Cerveró não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público no âmbito da Operação Lava Jato.

Assume o suplente Pedro Chaves (PSC-MS).

Renan quer concluir votação do impeachment nesta quarta-feira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 10 Maio 2016

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Veja (online)

Por: Felipe Frazão, de Brasília

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preside sessão no plenário da Casa, em BrasÌlia (DF)
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preside sessão no plenário da Casa, em BrasÌlia (DF), para discutir decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), de que as sessões que resultaram na autorização da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff,sejam anuladas e que uma nova sessão seja realizada no prazo de cinco sessõs a partir da devolução do processo do Senado – 09/05/2016(Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), planeja concluir a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na próxima quarta-feira. Ele se reunirá nesta terça-feira com os líderes de partidos e bancadas para acertar os prazos e horários da sessão que pode decretar o afastamento imediato da presidente do cargo e por um prazo de até 180 dias.

Nos planos do peemedebista, a sessão de debates deverá durar cerca de dez horas, com duas pausas de uma hora. Renan planeja abrir a sessão às 9 horas e prosseguir até o meio-dia. À tarde, os debates seriam retomados às 13 horas e interrompidos novamente às 18 horas. Por volta das 19 horas, haveria a derradeira chamada e a fase final de votação. …Leia na íntegra

Oposição contabiliza 57 votos pelo afastamento de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 07 Maio 2016

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da Redação

Dilma BBA oposição no Senado da República calcula que o impeachment da presidente Dilma Rousseff contará com  57 votos favoráveis na próxima quarta-feira (11). São apenas 41 votos necessários para selar a sorte de Dilma. Caso seja aprovado, conforme previsão na Casa e na imprensa nacional – a presidente será afastada do cargo para posse logo no dia seguinte do vice Michel Temer (PMDB).

A semana que se avizinha é aguardada com grande expectativa no país. O dia seguinte é esperado, conforme prometido por lideranças do PT e PCdoB, será tumultuado com promessa de fechamento de ruas, avenidas e estradas em todo Brasil.

 

 

Comissão do Impeachment no Senado vota parecer pela admissibilidade do processo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 06 Maio 2016

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Agência Brasil

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A visitação ao Senado estará suspensa nesta sexta-feira (6), quando a Comissão Especial do Impeachment fará a votação do relatório do senador Antonio Anastasia favorável à admissibilidade do processo contra a presidenta Dilma Rousseff.

Para evitar qualquer tipo de perturbação e manifestações que possam constranger os senadores, o acesso à Casa estará permitido apenas a pessoas devidamente credenciadas e portando crachás, como assessores, funcionários e jornalistas. A imprensa não precisará de credencial especial, mas usará a emitida regularmente pela Polícia Legislativa.

A reunião de votação do parecer deverá começar às 10 horas com os encaminhamentos dos líderes partidários, que terão direito a 5 minutos para defender uma posição e orientar seus partidos ou blocos partidários. Ao todo, são cerca de dez líderes que terão direito à palavra para encaminhamento.

Em seguida, será iniciada a votação do relatório pelo painel eletrônico da sala onde funciona a Comissão de Constituição e Justiça. Votado o relatório do senador Anastasia, se ele for aprovado, o voto em separado apresentado ontem pela base governista será automaticamente considerado rejeitado. …Leia na íntegra