Teori envia a Moro apurações sobre Wagner e Gabrielli

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil | Data: 14 jun 2016

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da Redação

Conteúdo Bahia.ba

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) também enviou ao juiz federal do Paraná apurações envolvendo os ex-ministros Ideli Salvati e Edinho Silva

Foto: Manu Dias/GOVBA
Foto: Manu Dias/GOVBA

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, enviou nesta segunda-feira (13) para o juiz Sérgio Moro, de Curitiba, apurações envolvendo os ex-ministros Jaques Wagner (Chefia de Gabinete da Presidência), Ideli Salvatti (Direitos Humanos) e Edinho Silva (Comunicação Social) e o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli.

Também nesta segunda (13), Teori anulou a parte das escutas telefônicas realizadas em conversas do ex-presidente Lula realizadas depois do período autorizado pelo juiz federal Sérgio Moro.Com a decisão, Moro não poderá utilizar como prova judicial de tentativa de obstrução da Justiça o diálogo entre Lula e a presidente afastada Dilma Rousseff, em que ela afirma que está enviando um emissário com o termo de posse de Lula para a Casa civil.

 

Gabrielli apresenta duas declarações de bens diferentes

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil | Data: 18 jan 2015

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Foto: Divulgação

Política Livre

Ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli

Em um espaço de apenas três dias, o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli apresentou duas declarações de bens diferentes para publicação no Diário Oficial do Estado, em decorrência de sua saída da Secretaria de Planejamento do governo da Bahia. A primeira, assinada no último dia 13, lista 74 itens do patrimônio de Gabrielli. Na segunda, datada de anteontem, há um acréscimo de outros 12 bens. O mais curioso: enquanto na relação anterior só apareciam R$ 120 investidos em ações da Petrobras, como noticiado pela Satélite no dia 15, na atual o montante é de quase R$ 500 mil, divididos em oito lotes. Todos foram adquiridos, segundo o documento, entre março de 2012 e outubro do ano passado, período em que já estava no Palácio de Ondina. Na nova listagem aparece ainda um aplicação de cerca de 59 mil euros, aproximadamente R$ 190 mil, na agência do Banco do Brasil em Portugal. Leia mais no Correio*.

 

 

Sergio Gabrielli permitiu compra de navios-sonda fora de licitação, disse Cerveró em depoimento a Polícia Federal

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 15 jan 2015

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da Redação

CerveróO ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, preso recentemente quando desembarcava no aeroporto internacional do Rio de Janeiro, afirmou em depoimento que prestou à Polícia Federal, que a compra de navios-sonda de perfuração marítima, que teriam sido objeto de propina, de acordo levantamento da Operação Lava-Jato, foram feitas sem licitação durante a gestão do ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, petista muito ligado ao ex-governador Jaques Wagner (PT).

O jornal O Estado de São Paulo destacou ainda que Cerveró afirmou que a medida foi aprovada pela diretoria formada por seis diretores e o presidente a quem cabe examinar a compra de equipamentos e construção de refinarias e oleoduto. “Gostaria de esclarecer de forma espontânea que a aquisição das sondas em questão se deu fora do procedimento licitatório, por ser incabível, diante das circunstâncias que cercavam o negócio, que visava atender uma necessidade específica e imediata da Petrobras”, disse Cerveró. A operação ainda teve parecer jurídico da petrolífera.

Gabrielli: Dilma não pode fugir à responsabilidade

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Publicado por Roberto Silva | Colocado em Brasil | Data: 20 abr 2014

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Agência Estado

 

650x375_sergio-gabrielli_1407295Presidente da Petrobrás à época da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006, José Sergio Gabrielli admitiu em entrevista ao Estado sua parcela de responsabilidade no polêmico negócio, mas dividiu o ônus com a presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, o relatório entregue ao Conselho de Administração da estatal foi “omisso” ao esconder duas cláusulas que constavam do contrato, mas Dilma, que era ministra da Casa Civil e presidia o conselho, “não pode fugir da responsabilidade dela”.

Gabrielli defende a compra da refinaria conforme as circunstâncias da época e alfineta sua sucessora, Graça Foster, ao afirmar que a Petrobrás não foi construída nos dois anos de gestão da atual presidente da estatal. De acordo com ele, a queda do preço das ações da estatal não se deve a Pasadena, mas à conjuntura externa, afetada pela crise financeira global de 2008, e à política do governo de manutenção artificial dos preços da gasolina no Brasil abaixo do mercado internacional. Política que, segundo Gabrielli, está contaminada pela disputa eleitoral.