Médicos do Hospital de Base aderem à paralisação contra reajuste zero de Rui Costa

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde | Data: 05 abr 2017

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Redação

Na próxima quinta-feira (6), os servidores públicos estaduais da saúde realizam uma paralisação de advertência contra o Governo da Bahia. De acordo com o Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed), o ato ocorrerá às 9 horas, em frente ao Hospital de Base.

A categoria reivindica a abertura da negociação do reajuste pleiteado pelos trabalhadores, de 10,7%, com base na inflação anual acumulada – o governador Rui Costa anunciou que reajuste ou aumentos salariais para os servidores públicos neste ano – e o destravamento do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV).

O Sindimed orientou que as consultas, procedimentos e cirurgias eletivas sejam suspensos e remarcados para outra data. Já os casos de urgência e emergência devem ser atendidos.

Sindimed na visita de Rui Costa lança faixa em defesa do Hospital Afrânio Peixoto

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Saúde, Vit. da Conquista | Data: 10 mar 2017

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da Redação

Durante a visita do governador Rui Costa (PT), nesta 5ª feira (9), em Vitória da Conquista, por ocasião da reunião do Programa Pacto pela Vida, o Sindimed – Região Sudoeste, divulgou uma faixa em protesto ao anunciado fechamento do Hospital Afrânio Peixoto.

A notícia pegou de surpresa até o Ministério da Saúde que enviou representante para tomar conhecimento da medida precipitada do Governo da Bahia, através da Sesab, comandada pelo secretário Fábio Vilas Boas. 

O Coordenador-Geral de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Dr. Quirino Cordeiro Júnior,  que esteve em Conquista, nesta quarta-feira (8), durante reunião com a administração municipal, disse que a notícia de desativação do hospital preocupou o Ministério da Saúde, por isso,  ele veio ao Estado para avaliar a situação.  O Dr. Quirino“qualquer mudança na área de Saúde Pública deve acontecer de maneira muito cautelosa, muito cuidadosa”, disse QAuirino.

 

Sindimed vai acionar judicialmente Prefeitura de Planalto por atraso de salários

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 07 dez 2016

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por Mateus Novais

assmebleia-vitoria-da-conquista-siteO Sindicato dos Médicos (Sindimed) realizou, na noite desta terça-feira (6), assembleia com os médicos que prestam atendimento no Hospital Nilton Gonçalves, do município de Planalto, para discutir a situação das condições de trabalho, contratação e atraso de pagamento naquela unidade.

Na oportunidade o Sindimed decidiu por encaminhar ao departamento jurídico as denúncias que deverá ingressar com as devidas medidas ao Ministério Público do Trabalho, a fim assegurar direitos dos profissionais.

Sindimed denuncia 13 prefeituras do Sudoeste por contratação irregular de médicos

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 17 ago 2015

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por Mateus Novais

unnamedO Sindicato dos Médicos Regional de Vitória da Conquista (SINDIMED) ajuizou uma representação junto ao Ministério Público Federal contra 13 municípios do Sudoeste por irregularidade na contratação de médicos. A ação pede investigação contra as prefeituras de Cândido Sales, Belo Campo, Encruzilhada, Planalto, Poções, Barra do Choça, Anagé, Brumado, Maetinga, Itapetinga, Tremedal, Piripá e Itambé.

Segundo a denúncia apresentada pelo SINDIMED, “os Municípios representados estão contratando irregularmente médicos sem o fornecimento de qualquer contrato firmado e outros sequer firmam contrato de qualquer natureza”. Assim sendo, a categoria solicita providências urgentes no sentido de assegurar os plenos direitos dos profissionais.

Na denúncia, o SINDIMED apresenta documentos comprobatórios e pede instauração de processo administrativo com a finalidade de apurar os fatos e as denúncias, para finalmente ajuizar ação civil pública.

Sindimed negocia com prefeituras do Sudoeste piso salarial para médicos

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 05 jun 2015

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por Mateus Novais
foto: Gil Oliveira

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O corte no repasse do Governo Federal tem deixado os médicos de Vitória da Conquista e região Sudoeste apreensivos. Os trabalhadores da Saúde apontam que as condições de salário e trabalho tendem a piorar nos municípios que compõem a região tendem a piorar devido a medida.

Em entrevista à repórter Mônica Cajaíba, o diretor do Sindicado dos Médicos (SINDIMED) em Conquista, Dr. Luiz Almeida, afirmou que há médicos que não recebem salários há mais de 60 dias. “Nós já temos uma condição salarial precária, onde cada prefeitura pratica uma remuneração diferenciada. E também temos uma precarização de trabalho, uma vez que não temos um contrato formal que explicite os direitos dos médicos. E com a postura do Governo Federal de restringir as verbas, principalmente para a Saúde, se avizinha um problema sério, já que as prefeituras não vinham honrando os compromissos”.

Tentando evitar que esta situação se agrave, o SINDIMED iniciou uma negociação com municípios da região Sudoeste. Os médicos querem definir um contrato padrão para toda a região, com um piso salarial definido. “Estamos trabalhando na direção do que foi conquistado pelos médicos do estado de Piauí, que é o Piso salarial do Fenam [Federação Nacional dos Médicos], que realisou um estudo e definiu o valor da hora trabalhada para o médico. No Piauí conseguiu implantar esse piso, que é de R$ 11 mil por 20 horas trabalhadas. E vamos junto com o Ministério do Trabalho formatar um contrato para uniformizar o trabalho na região sudoeste”.

O médico também fala em sobrecarga para Conquista e pretende ir até o governador porque querem implantar a regionalização da saúde e ninguém está sendo ouvido a exemplo do que aconteceu com as Dires.

Confira a entrevista:

Nota Pública: “Gestão da Fundação Privada de Saúde ameaça a assistência às gestantes no Hospital Esaú Matos”

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 12 fev 2015

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Sindimed, CREMEB e ABM

DSC00310Essa é a conclusão das Entidades Médicas sobre o atendimento às gestantes no Hospital Municipal Esaú Matos, após reunirem-se com representantes da equipe de obstetras do hospital, na noite dessa quarta-feira na Casa do Médico. A falta crônica em materiais e de condições de trabalho para os profissionais que lá atuavam com salários defasados e uma gestão interna autoritária, levou a solicitação de desligamento de vários profissionais de comprovada competência.

Fatos como os ocorridos recentemente confirmam as deficiências do atendimento, o que comprovam a falência da proposta da Prefeitura em entregar o Hospital a uma Fundação Privada. Uma unidade de saúde que contava com uma equipe de elevada capacidade e eficiência, e, por isso, ganhadora de vários prêmios, hoje, por conta de uma má gestão, convive com a crise que compromete a segurança na assistência à comunidade.

Um minucioso documento está sendo elaborado pelas Entidades Médicas a respeito da atual situação da maternidade e será encaminhado a representantes da sociedade civil e da justiça, buscando reverter está grave crise e garantir um atendimento adequado às gestantes e recém-nascidos.

Diante das dificuldades enfrentadas pelos médicos que ainda lá atuam, as Entidades vão entrar com uma medida judicial cabível, visando garantir a integridade dos profissionais e uma boa qualidade da assistência.

Entidades médicas querem investigação na aplicação dos recursos do Hospital Esaú Matos

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 12 fev 2015

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por Mateus Novais e Mônica Cajaíba

DSC_0332Entidades médicas locais e estaduais vão pedir ao Ministério Público e Câmara de Vereadores que investiguem a aplicação dos recursos públicos direcionados para o Hospital Municipal Esaú Matos. A decisão de elaborar um documento apontando os problemas e soluções da unidade de saúde foi tomada na noite da última quarta-feira (11) durante uma reunião entre o Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed), Associação Baiana de Medicina (ABM), Conselho Regional de Medicina da Bahia (CREMEB) e Corpo Médico de obstetras do hospital.

De acordo com o presidente local do Sindmed, Dr. Luiz Almeida, o documento será apresentado para as instituições sociais e legais. “Entendemos que a fundação privada comprovadamente, como já dizíamos, está sendo um desastre para a atenção obstétrica. […] E pelo recurso que é transferido para o hospital, acreditamos que é necessário que a Câmara de Vereadores e o Ministério Público venham avaliar onde está sendo aplicados estes recursos.”, declarou Almeida, que também afirmou que a Fundação de Saúde de Vitória da Conquista (FSVC) não consegue cumprir o papel que foi prometido durante sua criação, em 2011. “A Prefeitura tinha dito que iria conseguir [os recursos] de forma rápida, mais eficiente, quando transformasse em fundação privada. E essa fundação privada, hoje, se mostra sem recurso, deficiente, faltando médico. Um verdadeiro caos”.

Representante do sindicato dos médicos adiantou os problemas citados por seus colegas, que estarão no documento. Segundo ele as esquipes de atendimento hospitalar do Esaú Matos estão desfalcadas e, mesmo assim, todo o atendimento regional é destinado para aquela unidade. “A Prefeitura, junto com a Secretaria de Saúde do Estado, ainda desativa os leitos do Hospital de Base. Consequentemente, você vai ter uma sobrecarga para a unidade, que é de nível de especialização elevado e tem que contar com uma boa estrutura, com equipes completas, não pode viver um sistema de saturação como está vivendo. Isso leva o sucateamento da estrutura da entidade, leva ao estresse do corpo clínico e funcional, e, consequentemente, aumenta os riscos de eventos desagradáveis, como os que vêm acontecendo”.

Para finalizar, o presidente local do Sindimed comentou as denúncias que foram divulgadas na mídia local e nacional. “Acreditamos que esses fatos recentes são ainda a ponta do iceberg, do problema. Acreditamos, pela própria maneira como a Secretaria de Saúde está reagindo, querendo imputar aos médicos a responsabilidade de uma crise que, com certeza, é muito mais profunda – é uma crise de gerenciamento de recursos”.

 

Boicote ao Bradesco Saúde chega ao 35º dia sem solução

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 30 jul 2014

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por Mateus Novais

Bradesco SaúdeO Sindicato dos Médicos (Sindimed) decidiram manter a suspensão de atendimentos a usuários do plano Bradesco Saúde, que completou hoje 35 dias. A decisão foi tomada por profissionais associados de todas as especialidades presentes na última terça-feira (29), na Associação Baiana de Medicina (ABM).

A entidade ingressou com ação na Justiça do Trabalho com pedido de liminar contra a operadora, por descumprimento das cláusulas do acordo coletivo firmado com diversas categorias de trabalhadores. A ação foi motivada pelo fato de que as propostas feitas à seguradora não foram aceitas. A empresa inclusive informou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que não vai negociar com os médicos.

Segundo o Sindimed, as cooperativas médicas e sociedades de especialidades foram procuradas pelo Bradesco Saúde com propostas de acordos em separado. A operadora atende a 400 mil segurados e dispõe de três mil profissionais de saúde credenciados.

Ministério Público do Trabalho intima Bradesco e médicos a negociar fim de paralisação

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 16 jul 2014

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por Mateus Novais

Bradesco SaúdeApós os médicos baianos decidirem continuar com a suspensão do atendimento aos assegurados do plano Bradesco Saúde, na noite da última terça-feira (15), uma nova esperança para o fim do impasse surge através do Ministério Público do Trabalho (MPT). O MPT intimou o Bradesco a comparecer a uma audiência, na tarde desta quarta, para negociar o fim da mobilização. A última reunião entre os médicos ocorreu no dia 7 de julho, mas sem a presença de um representante do Bradesco Saúde.

A paralisação dos atendimentos teve início no dia 25 de junho por decisão do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-BA), após o Bradesco não ter entrado em um acordo com a categoria com relação aos valores pagos por consulta. O Bradesco informou que reajusta todos os anos o valor dos honorários pagos, muitas vezes acima dos índices gerais da Agência Naconal de Saúde. Já o Sindimed diz que o reajuste deve ser para cada tipo de procedimento realizado.

Com o impasse, 400 mil assegurados estão sem poder marcar consultas e fazer exames.

MPF se reúne com médicos demitidos de Anagé e decide se abrirá ação contra a prefeitura

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Sudoeste | Data: 11 fev 2014

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por Mateus Novais

mpfOs médicos demitidos do município de Anagé, que foram substituídos por médicos cubanos do programa Mais Médicos, se reunirão com o procurador federal Dr. Mário Medeiros na próxima quarta-feira (12).

A reunião, organizada pelo Sindicato dos Médicos (Sindimed), acontecerá às 14h no Ministério Público Federal em Vitória da Conquista. Caso seja comprovada a denúncia, o MPF poderá abrir ação penal contra a Prefeitura de Anagé.

A lei que criou o programa federal proíbe a demissão ou dispensa de profissionais pelas prefeituras para substituição pelo pessoal do Mais Médicos.

SINDIMED repudia importação de médicos anunciada por Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Brasil, Política, Saúde | Data: 25 jun 2013

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sindimedda Redação 

 O Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (SINDIMED) publicou uma nota de repúdio ao pronunciamento da presidenta e qualificou a medida como populista e que não contribuirá para resolver os problemas de saúde do povo brasileiro.

Segundo a nota do sindicato, a culpa pelo atendimento precário do SUS não pode ser creditado a uma suposta falta de médicos e destacou o fato de Dilma não ter mencionado outros pontos como a falta de carreira para os profissionais do SUS, hospitais sucateados, salários aviltantes e condições indignas de trabalho.

Confira a nota:

…Leia na íntegra

SINDIMED e médicos do PSF alertam sobre o concurso da Saúde em Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde, Vit. da Conquista | Data: 12 abr 2013

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da Redação

FotoO Sindicato dos Médicos e Representantes dos Médicos do Programa da Saúde da Família de Vitória da Conquista, em reunião com a Secretaria de Saúde na tarde desta quinta- feira (11) discutiram os termos do edital do concurso de saúde que será realizado pela prefeitura municipal. Dentre os termos abordados está a preocupação relativa à que seja explicitado no edital que o médico poderá fazer opção qual carga horária está pretendendo assumir caso seja aprovado.

Caso contrário os médicos aprovados ficarão expostos a outro processo seletivo sem normas ainda definidas, ou seja, o médico que passar no concurso não saberá qual carga horária deverá assumir, consequentemente não saberá quanto vai ganhar. “Entendemos que esta situação gera insegurança ao profissional e não assegura o funcionamento pleno do PSF conforme determina o TAC assinado pela prefeitura e o ministério público quando da extinção da ASAS”, disse o representante do sindicato dos médicos da Bahia em Conquista, Luís Almeida.

A Secretaria de Saúde se comprometeu a levar esta e outras questões abordadas até o prefeito e dar uma resposta no prazo de 15 dias.