Após 7 meses internada, bebê que nasceu com síndrome rara volta para casa

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 19 ago 2015

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foto: arquivo familiar

IMG_1094A bebê Ana Cecília, que nasceu com problema grave nos rins e ficou internada mais de dois meses no hospital Hospital Roberto Santos, em Salvador, voltou para casa em Vitória da Conquista. Após ter deixado a unidade hospitalar, os pais da criança vivem o drama de ter que conseguir recursos financeiros para continuar o tratamento, que só é feito na capital baiana.

Aos três meses de vida, uma síndrome nefrótica deixou Ana Cecília debilitada. A síndrome inclui sintomas como excesso de proteínas na urina e, por consequência, faltam proteínas no sangue. O bebê tinha inchaço abdominal.

Após o susto, Ana Cecília teve alta no último domingo, 16 de agosto. A família pôde voltar para Vitória da Conquista. O pai registrou toda emoção logo na entrada da cidade. “Nossa pequenininha”, diz o pai no vídeo gravado no momento da chegada. Em casa, Ana Cecília é cercada de cuidados. Ela ainda toma medicação e por enquanto ainda precisa se alimentar por uma sonda.

Agora, a preocupação da família é com a despesa de passagens aéreas, já que a viagem de avião é mais rápida e confortável para a criança. “A gente veio de carro com ela no domingo e é muito cansativo. Além dela ficar muito nervosa, tem toda a questão da sonda, que a gente tem que preparar tudo antes. E no carro, não tem como”, conta Glauber Mendes, pai de Ana Cecília. Informações G1 Bahia

Multa diária por não transferência da menina Ana Cecília é de R$ 1 mil

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 28 jan 2015

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por Mateus Novais

IMG_1094A cada dia em que a menina Ana Cecília continua internada no Hospital de Base de Vitória da Conquista, o Estado da Bahia terá que desembolsar R$ 1 mil. Mesmo com a decisão, do dia 8 de janeiro, proferida pelo juiz Juvino Henrique Souza Brito, a recém-nascida de 6 meses segue na UTI do hospital conquistense. Desobediência pode gerar até a prisão do secretário Estadual de Saúde, Fabio Vilas-Boas.

A Promotoria de Justiça entrou em contato, no dia 15 de janeiro, com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para cobrar o cumprimento da decisão. Porém, nada foi feito. “Infelizmente, me surpreende o fato de Ana Cecília ainda está no Hospital de Base de Vitória da Conquista. Agora, o que pode ser feito é o que justamente a Defensoria [Pública] já fez, que é requerer ao juiz que determine ou a prisão do seu secretário, porque está, realmente, em flagrante descumprimento de uma ordem judicial, ou o arresto das contas do Estado, para que esse pagamento seja feito em hospital particular, por um médico particular. E também a cobrança da multa, que ele tem obrigação de pagar porque já está determinado na decisão”, afirmou a promotora de Justiça Guiomar Miranda em entrevista ao jornal Bahia Meio-Dia, da Rede Bahia.

Ainda de acordo com o jornal, a diretora do hospital, Marilene Ferraz, afirmou que a transferência da menina depende de vaga no Hospital das Clínicas em São Paulo. Por telefone, a Secretaria de Saúde do Estado disse que Ana Cecília foi incluída numa lista de regulação nacional e que aguarda surgimento de uma vaga em hospital especializado em São Paulo.

Espera por transferência da menina Ana Cecília alcança o 67º dia

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Saúde | Data: 28 jan 2015

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por Mateus Novais
foto: arquivo familiar

IMG_1094Familiares do bebê Ana Cecília aguardam há 67 dias pela transferência da menina de apenas seis meses de vida, diagnosticada com síndrome nefrótica. A doença atinge o funcionamento dos rins, a qual provoca eliminação de grande quantidade de proteínas pela urina, impedindo o desenvolvimento da criança. Ana Cecília está internada no Hospital de Base e precisa de tratamento fora do Estado.

Abalados, os pais não conseguiram dar entrevista, papel realizado pela tia da criança, Daiana Viana, que disse não haver nenhuma previsão de transferência. “A regulação não dá nenhum posicionamento, não fala quando a criança vai ser transferida ou se estão entrando em contato com outros hospitais”. A espera angustia a família, principalmente pela urgência. “Os médicos afirmam que a regulação precisa transferir a criança para outro estado com urgência, para realizar a biopsia e iniciar o tratamento. Mas, já são 67 dias de espera e ela foi diagnosticada com a síndrome após sete dias de ter dado entrada na UTI do Hospital de Base. Os pais estão de mãos atadas”, lamentou a tia.

Daiana conta também que conseguiram uma vaga em uma UTI do Estado da Paraíba, porém descobriram que o nome da pequena Ana Cecília não estava no Cadastro Nacional. “Agora, eles dizem que o nome dela já está no Cadastro, mas continua a demora”.

Outro problema causado pela espera é a exposição da criança a infecções, comum na unidade de saúde. “Esses dias ela pegou uma bactéria, o que é muito normal lá no Hospital [de Base], mas as médicas entraram com os medicamentos e ela recuperou”, finalizou a tia.