Quatro em cada dez desempregados têm recorrido a trabalhos temporários ou ajuda de conhecidos para pagar as contas

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 17 mar 2017

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da Redação
Com informações CNDL / CDL (Conteúdo)

Segunda pesquisa da série sobre desempregados revela que 73% dos desempregados tiveram queda no padrão de vida após perderem o emprego. Três em cada dez estão com o nome sujo

A forte retração que atingiu os setores de indústria, comércio e serviços em razão da crise econômica fez com que milhões de brasileiros perdessem seus empregos, afetando o consumo das famílias e desafiando os brasileiros a manter em dia as despesas do cotidiano. A pesquisa “Desempregados no Brasil: Padrão de Vida e Impactos no Consumo e Finanças”, conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) busca identificar o impacto do desemprego nos hábitos de consumo dos brasileiros nesta situação, e o que eles estão fazendo para pagar as contas e compromissos financeiros. O levantamento revela que os desempregados têm recorrido a trabalhos temporários e freelancers (37%, principalmente homens, 47%), ajuda financeira de amigos ou familiares (37%, com destaque para mulheres, 42%) e seguro-desemprego (10%) para honrar seus compromissos. Entre os bicos feitos pelos entrevistados, os mais comuns são serviços gerais (18%, principalmente homens, 28%), revenda de produtos (15%, sobretudo mulheres, 24%) e serviços de beleza (11%, também com destaque às mulheres, 21%). Os trabalhos temporários que têm frequência definida são realizados entre três e quatro vezes por semana, em média, mas 46% dos freelancers disseram não ter regularidade. Para 56% dos desempregados que estão realizando trabalhos informais, está difícil de conseguir até mesmo este tipo de serviço. Somente 6% dizem que está sendo fácil arrumar bicos. …Leia na íntegra

Efetivação de temporários no comércio após festas será mais baixa em 2015

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 01 dez 2015

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por Mateus Novais

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O trabalho temporário para o período de final de ano é uma das principais esperanças do trabalhador que está fora do mercado. Muitos deles apostam suas fichas nessa época do ano para arrumar um emprego com carteira assinada no comércio. Mas a má noticia é que a expectativa de efetivação do trabalhador está abaixo do esperado, como aponta o Sindicato dos Comerciários de Vitória da Conquista.

Com a crise econômica que o país está passando e as baixas previsões de vendas no comércio, a oferta de vagas temporárias ficou muito abaixo do último ano. Dados do próprio Sindicato aponta a abertura de 50% a menos de vaga que no Natal de 2014. Foram cerca de mil contratações contra 500 neste ano.

Outra redução que será sentida é o número de trabalhadores efetivados após o término do contrato temporário. Segundo Gilmar Ferraz, diretor do Sindicato dos Comerciários, “no ano passado a taxa de efetivação foi de 20%, este ano deve ficar entre 5 a 10%”.