Setor de varejo espera reforma da Previdência e ajuste fiscal

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 05 jan 2018

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da Redação
Fonte: TB/Correio Braziliense/CDL (Conteúdo)

Apesar dos sinais de retomada da economia no Brasil, crescimento do varejo pode ficar comprometido se o governo não fizer mudanças para aliviar contas públicas

Com a gradual recuperação do poder de compra de muitas famílias — resultado, em parte, da queda da inflação —, o varejo também começa a dar sinais de retomada. Com isso, o clima de desconfiança sobre a volta do crescimento vem dando lugar à expectativa de melhora, mas com cautela. “Ainda que a economia esteja inerte, o viés é de crescimento, independentemente do ambiente político de 2018”, diz Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). A expectativa do setor é que este ano seja melhor que 2017 e 2016, a não ser que haja alguma surpresa muito grande no cenário político ou econômico. “Os fatores que influenciam no consumo estão favoráveis. Por exemplo, em relação ao desemprego, que vem cedendo, e ao crescimento da economia, que hoje já tem previsões mais otimistas”, diz o representante da SBVC. …Leia na íntegra

Na comparação com julho de 2016, as vendas do varejo tiveram alta de 3,1% em julho de 2017

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 14 set 2017

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da Redação
Fonte: Época Negócios / CDL (Conteúdo)

As vendas do comércio varejista ficaram estáveis em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta terça-feira, 12, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio em linha com a mediana das estimativas do mercado financeiro (zero), calculada com base no intervalo de previsões dos analistas ouvidos, que esperavam desde uma queda de 0,90% a alta de 0,60%.

Na comparação com julho de 2016, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 3,1% em julho de 2017, também em linha com a mediana das estimativas. Nesse confronto, as projeções iam de uma expansão de 2,10% a 4,00%. As vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 0,3% no ano e queda de 2,3% em 12 meses.

Fonte: Época Negócios 

Vendas do varejo avançam pelo 3º mês seguido, aponta IBGE

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 21 ago 2017

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da Redação
Fonte: Varejista.com.br (folhape.com.br) / CDL (Conteúdo)

O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 1,2% na passagem de maio para junho. Já a receita nominal teve expansão de 0,8%. Nos dois indicadores, o setor apresentou a terceira alta consecutiva para o período. Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio foram divulgados nesta terça (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações são da Agência Brasil.

Na comparação com junho de 2016, as vendas tiveram alta de 3% no volume e 2,4% na receita. No acumulado do ano, apesar de registrar queda de 0,1% no volume, houve alta de 1,9% na receita. No acumulado de 12 meses, o mesmo comportamento, queda de 3% no volume e alta de 3,2% na receita.

Na passagem de maio para junho, seis das oito atividades do comércio varejista tiveram alta no volume de vendas, com destaque para os setores de tecidos, vestuário e calçados (5,4%) e de livros, jornais, revistas e papelaria (4,5%).

Também anotaram alta os setores de combustíveis e lubrificantes (1,2%), móveis e eletrodomésticos (2,2%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,7%).

Por outro lado, duas atividades tiveram queda no volume: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,6%) e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%).

Varejo Ampliado 

No chamado varejo ampliado, que considera oito atividades varejistas, além de veículos e peças e materiais de construção, o volume de vendas teve alta de 2,5% em junho, depois de uma queda de 0,2% em maio. Os veículos, motos e peças registraram alta de 3,8%, enquanto os materiais de construção cresceram 1%.
Na comparação com junho de 2016, o varejo ampliado teve alta de 4,4%. No acumulado do ano, a alta é de 0,3%. Já no acumulado de 12 meses, o volume de vendas acumula queda de 4,1%.

Atividade do Comércio cresce 1,8% em fevereiro

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 08 mar 2017

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da Redação
Com informações do site DCL  / Conteúdo / Conquista)

Fonte: Varejista.com

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores nas lojas de todo o país cresceu 1,8% em fevereiro/17, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Em relação ao mesmo mês do ano passado (fevereiro/16), o recuo da atividade varejista no segundo mês de 2017 foi de 2,7%.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, depois do tombo de janeiro/17 (queda de 2,1%), houve certa reação do varejo em fevereiro/17, porém sem conseguir compensar integralmente o recuo do primeiro mês do ano. Apesar dos impactos benéficos da queda da inflação sobre alguns segmentos varejistas (como os supermercados, por exemplo), fatores como a alta do desemprego ainda pesam negativamente sobre uma recuperação mais significativa do varejo.

A maior alta observada no varejo em fevereiro/17 foi o crescimento de 2,1% do setor de material de construção, após ter amargado queda de 3,5% em janeiro/17. O segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas avançou 1,0% em fevereiro/17. Veículos, motos e peças cresceram 0,3% em fevereiro/17 ao passo que, com alta de 0,1% ficaram empatados os segmentos de móveis, eletroeletrônicos e informática e o de combustíveis e lubrificantes. Apenas o segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios experimentou recuo em fevereiro/17: -0,2%.

Na comparação com o primeiro bimestre de 2016, todos os segmentos varejistas recuaram nestes primeiros dois meses de 2017, a saber: supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-5,6%); móveis, eletroeletrônicos e informática (-11,9%); combustíveis e lubrificantes (-2,9%); veículos, motos e peças (-10,6%); tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-10,9%); e material de construção (-12,7%)

 

Junho de 2015 foi melhor que 2014 para comércio conquistense, mas ficou abaixo de 2013

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 01 jul 2015

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por Mateus Novais

claudia-dutraA Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Vitória da Conquista divulgou números do balanço de vendas do comércio local no mês de junho. Segundo a entidade, os números deste ano foram superiores a 2014, mas deixou a desejar quando comparado com o mesmo período de 2013.

De acordo com Claudia Dutra, presidente da CDL, os lojistas tiveram um aumento médio de 10%. “Teve lojista que chegou a bater 20%, em relação ao ano passado, mas a média geral foi 10%”. Ainda na avaliação de Claudia, a Copa do Mundo de 2014 favoreceu que as vendas daquele ano fossem fracas. Em dias de jogos da seleção brasileira, o movimento caía até 50%. “Teve muito fechamento de loja no ano passado”, avalia a presidente da CDL.

Porém, quando os dados são comparados a 2013, o volume de negociação no varejo ficou muito abaixo. “Não temos estes dados exatos para divulgar, mas todos os comerciantes sentiram que 2013 foi um ano muito melhor para o lojista. Nesse comparativo, posso dizer que ficou muito a desejar”, revela Claudia. A ressalva, segundo ela, é que “fica difícil comparar com o período de São João de 2013, já que ele superou até mesmo o Natal, que é o melhor período de vendas do comércio”.

TVs poderão ficar mais baratas depois da Copa

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 30 jun 2014

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por Mateus Novais

image092A venda de TVs novas no varejo está abaixo do esperado para o período. De acordo com a própria indústria, as vendas para o consumidor aumentaram entre 30% e 40% nos últimos meses na comparação anual. Já a produção foi 65,1% maior em relação ao fabricado entre janeiro e abril do ano passado.

De acordo com dados divulgados pelo Estadão, “o varejo se preparou para uma venda 80% maior e o crescimento está sendo de 40%”. Por isso mesmo, as margens de lucro, que já são pequenas, devem ficar ainda menores para que os produtos não encalhem nas prateleiras até o fim da Copa do Mundo.