Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Política | Data: 17 dez 2009
Tags:2010, crise, eleições, pt, pv, rompimento
Do Política Livre

Presidente do IMA anuncia que disputará Senado contra Bassuma no PV
Em entrevista exclusiva, a diretora do Instituto estadual do Meio Ambiente (IMA), Bete Wagner, afirmou que a carta protocolada hoje pelo PV na governadoria (ver aqui), entregando os cargos ocupados por membros do partido ao governador Jaques Wagner (PT), é um documento “inócuo”. “A rigor, os cargos sempre estiveram à disposição de Wagner. Quem é candidato terá o prazo para sair do governo, que vai ser definido por Wagner”, destacou.
Ela é pré-candidata ao Senado e o secretário Juliano Matos, do Meio Ambiente, vai disputar uma vaga na Câmara Federal. Também em conversa com o Política Livre, Matos disse que se manterá em seu cargo, se assim for o desejo de Wagner, pois ele não reconhece o rompimento do partido com o governo. “O encontro deu um indicativo de candidatura própria, mas não decidiu sobre rompimento com o governo”, declarou.
PV ENTREGA CARGOS E FALA EM ANTIDEMOCRACIA
O Partido Verde baiano entregou nesta quarta-feira (16) na Governadoria, no Centro Administrativo, em Salvador, a carta de rompimento com a administração estadual. O documento mostra os principais motivos para a saída da legenda da gestão, sobretudo as candidaturas dos deputados federais Luiz Bassuma, ao Executivo da Bahia, e Edson Duarte, ao Senado. As divergências ideológicas entre a condução do atual governador, Jaques Wagner, e as diretrizes da sigla também foram enumeradas. “Causou desconforto ao partido o encaminhamento de alguns temas estratégicos, a exemplo do porto sul, termoelétricas, usinas nucleares e outros, que além do seu conteúdo conflitante com o nosso programa, incomodaram pela forma antidemocrática como foram e vem sendo conduzidos”, relata o texto. O PV confirmou ainda a entrega dos postos comissionados que possui na máquina estadual. “A partir deste momento, o Partido Verde na Bahia coloca à disposição do senhor governador todos os cargos que venham a ser entendidos como indicação partidária”, conclui.
Clique aqui para ler a carta na íntegra.






