Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 14 jul 2010
Tribuna da Bahia
O decreto municipal 20.948/2010, batizado de “antipichação”, mal foi assinado pelo prefeito João Henrique (PMDB) e já causa polêmica. Segundo análise de especialistas em Direito Eleitoral, o documento não trouxe novidades ao universo das normas que regem a propaganda política. O texto editado pelo chefe do Executivo com o objetivo de fiscalizar e punir propagandas irregulares, reforça, segundo advogados eleitorais, apenas um dispositivo que já era previsto na Lei 9.504/97, ou seja, “proíbe o que já era proibido”. Sem ingerência da lei ou não, peemedebistas e democratas, leia-se Geddel Vieira Lima e ACM Neto, se estranharam ontem no twitter, por conta de pichações em muros para campanha.
De acordo com a advogada Deborah Guirra, o decreto nem proíbe nem permite nada além do que a lei já havia estabelecido. “Não muda nada, nem pode se sobrepor à lei federal. Acho que (o prefeito) João Henrique estava fora da mídia e quis apenas aparecer”, alfinetou. Segundo ela, os órgãos municipais podem apenas notificar a propaganda irregular e alertar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). “A Justiça eleitoral é quem vai poder punir”, afirmou.
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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 14 jul 2010
Juiz Carlos Alessandro Pitágoras foi morto com dois disparos feitos por soldado da PM próximo ao Iguatemi, em Salvador
Redação CORREIO
O delegado-geral da Polícia Civil, Joselito Bispo da Silva, disse na manhã desta terça-feira (13) que a Polícia Civil só irá se pronunciar sobre a morte do juiz Carlos Alessandro Pitágoras quando forem concluídas as investigações.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o delegado Omar Leal, titular da 4ª Delegacia de Polícia, foi designado para conduzir o caso e permanecerá nas dependências do Departamento de Polícia metropolitana (Depom), na Praça da Piedade, até a conclusão do inquérito.
O delegado-geral esteve presente na apresentação à imprensa de quatro homens presos pela prática de saidinha bancária, ocorrida na manhã desta terça-feira (13), na sede da Polícia, na Piedade. Segundo ele, “quem tem que falar sobre o que está sendo apurado (sobre a morte do juiz) são os autos do processo, somados às provas. Nada além disso”. O juiz Carlos Alessandro Pitágoras, da comarca de Valença, foi morto com dois disparos feitos, no sábado (10), na região do Iguatemi, pelo soldado da Polícia Militar, Daniel dos Santos.