Matérias classificadas ‘aliança’

Oposição do PMDB nacional vai insistir em reverter quadro pró-PT

da Agência Estado

Com a recondução do deputado Michel Temer (SP) à presidência do PMDB e o consequente fortalecimento da tese a favor da aliança com o PT na eleição presidencial, a ala peemedebista que faz oposição ao governo federal começa a articular a reversão do quadro – hoje favorável à coligação com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Há oposicionistas favoráveis à candidatura própria e outros que defendem coligação com o PSDB.

A política de alianças tem ainda de ser referendada na convenção nacional do PMDB em junho, e é com esse tempo que os oposicionistas pretendem jogar. “A eventual disputa será na convenção. Ainda é possível mudanças”, disse o ex-governador Orestes Quércia, que articula reunião com os governadores Roberto Requião (PR) e Luiz Henrique (SC) e os senadores Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE).

“Como dizia o Tancredo Neves, voto secreto dá uma vontade de trair”, disse Simon, ao comentar que a tese de candidatura própria pode ser beneficiada com votos de governistas. “Até a convenção, Requião continua pré- candidato a presidente.” Na avaliação de setores do PMDB, diretórios da Bahia e de Minas Gerais podem ainda virar o jogo e se alinhar aos que defendem a candidatura de José Serra.

Geddel diz que estenderá tapete vermelho para Lídice, caso ela queira conversar sobre o Senado

do Política Livre

Em contato com a reportagem, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) disse que estenderá um tapete vermelho para a deputada federal Lídice da Mata (PSB), caso ela se interesse em conversar com ele sobre uma eventual candidatura ao Senado avulsa ou em sua chapa. As declarações foram dadas a propósito de afirmações de socialistas no encontro que o PSB realizou no sábado para discutir as eleições de 2010.

Na reunião, o deputado estadual Capitão Tadeu ameaçou fundar uma tendência no partido e defendeu uma candidatura avulsa da parlamentar ao Senado, caso ela não seja aceita na chapa com que o governador Jaques Wagner (PT) concorrerá à reeleição. Mas as declarações mais fortes foram de Domingos Leonelli, atual secretário estadual de Turismo, que disse que a relação do partido com o PT “às vezes é irritante”.

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Adversários temem por democrata em campanha

do Tribuna da Bahia

Paulo Souto e Geddel: quem apoiará quem?

Da mesma forma que a manutenção da candidatura do ministro peemedebista Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) ao governo baiano integra o plano de interesses estratégicos dos partidos que dão sustentação ao candidato Paulo Souto (DEM), que veem nela a garantia de que a eleição será definida no segundo turno, o rumo que o democrata vier a assumir na sucessão baiana também virou motivo de atenção entre peemedebistas.

Guardadas as proporções, o motivo é praticamente o mesmo: eles acreditam que Geddel tem condições de superar o favoritismo de Souto no decorrer da campanha, alcançando o segundo lugar hoje ocupado por ele, mas acham que a permanência do ex-governador no jogo sucessório é fundamental para evitar que o governador Jaques Wagner liquide a eleição logo no primeiro turno.

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Souto: “Só descarto o PT como aliado em 2010″

do Bahia Notícias

O presidente estadual do Democratas (DEM), o ex-governador Paulo Souto, esteve presente na convenção estadual dos peemedebistas neste domingo, por, segundo ele, acreditar que a participação de adversários políticos históricos no evento mostra o amadurecimento da democracia. “Hoje estamos do mesmo lado, na oposição, e concordamos numa coisa: a Bahia engrenou marcha ré no Governo Wagner”.

Para Souto, não cabe, neste momento, julgar as incongruências do comportamento do PMDB baiano que aqui faz oposição ao PT e o apóia em plano nacional. “Mas de maneira geral, acredito que a política no país ganharia mais credibilidade se os partidos tivessem uma linha programática mais clara e consistente. Baseando qualquer aliança para as eleições de 2010 na responsabilidade com a Bahia e com o povo baiano, o pré-candidato do DEM afirma que só descarta o PT como aliado no ano que vem.

Aleluia prevê PMDB e DEM unidos no 2º turno

O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM) acredita que o PMDB e o DEM estarão untos no segundo turno das próximas eleições para impedir a continuidade do governo Jaques Wagner. Pelo menos foi o que ele disse na Convenção Estadual do PMDB neste domingo (20). “A Bahia está retrocedendo e sofrendo com o crescimento recorde de homicídios. Por isso, PMDB e DEM já estão unidos em oposição a esse governo”, afirmou o parlamentar.

Acordo pode colocar Lídice como vice de Wagner

do Tribuna da Bahia

A despeito da ciumeira gerada no campo governista com a tentativa de aproximação entre o governador e o senador César Borges (PR), demonstrada durante evento na última quinta-feira na Governadoria no qual o republicano foi convidado especial, um político petista muito próximo de Jaques Wagner garante que não tem nada fechado com relação à chapa da reeleição do chefe do Executivo em 2010.

”Hoje, 100 por cento certo como companheiro de chapa de Wagner só tem o atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, Otto Alencar”, afirma a fonte, confirmando que o impacto do convite formulado pelo governador a César Borges para o evento na Governadoria foi “simplesmente estrondoso”.

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Borges e Geddel posam como aliados na UPB

do Bahia Notícias

O senador César Borges (PR), considerado um dos preferidos para compor apoio aos postulantes ao Palácio de Ondina de 2010, foi pego em total clima de entrosamento com o ministro e candidato ao governo baiano Geddel Vieira Lima (PMDB). O encontro aconteceu nesta quinta-feira (3), no evento que empossou a nova diretoria da Associação Brasileira dos Municípios, na sede da UPB. Conversas ao pé de ouvido entre os dois durante toda a solenidade deixaram os curiosos de plantão de anteninhas ligadas.

PP avaliaria que, sem chapão com PT, não tem apoio à reeleição de Wagner

do Política Livre

Numa descontraída conversa ontem com um político baiano, um importante quadro do PP na Bahia confirmou que o partido tem como certa a formalização de uma chapão proporcional com o PT como uma das condições para fechar seu apoio à candidatura do governador Jaques Wagner (PT) à reeleição em 2010.

Segundo antecipou, a coligação proporcional, liderada pelo partido do governador, envolveria, além do PP, o PDT, o PCdoB e o PSB. E, por seus cálculos, esta seria a quantidade de deputados federais que cada legenda elegeria pela coligação na próxima eleição: PT – seis deputados; PP – quatro; PDT – um; PCdoB – três e PSB – um.

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Sinais apontam rompimento do PV com Wagner

com informações do Bahia Notícias

Marcell Moraes, Ivanilson Gomes, Ricardo Marques, Bassuma, Mão Branca e Juliano Matos, em reunião regional do PV em Vitória da Conquista

Marcell Moraes, Ivanilson Gomes, Ricardo Marques, Bassuma, Mão Branca e Juliano Matos, em reunião regional do PV em Vitória da Conquista

De acordo com informações de integrantes do Partido Verde que participaram do encontro da legenda no último fim de semana em Vitória da Conquista, o secretário estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos, demonstrou posição contrária à instalação de uma usina nuclear na Bahia. Será que o secretário vai comprar briga com o chefe, o governador Jaques Wagner? Já que, segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o primeiro mandatário baiano está empenhado em trazer a usina para o Estado.

De acordo com o deputado federal Luis Bassuma, o PV – por determinação da Executiva Nacional – terá candidato ao Governo da Bahia e por conta disso terá que se afastar do Governo Wagner até dezembro. Será que Juliano quer antecipar o afastamento? O mais provável é que Juliano tente ficar bem na fita com o PV sem comprometer a atuação na pasta do Meio Ambiente.

Aécio e Serra selam aliança, afinam discurso e criticam Lula

Pré-candidatos prometem trabalhar juntos para eleger tucano, independente de quem for cabeça de chapa

do Estadão

Aécio, Serra e FHC, em evento em São Paulo

Entre caipirinhas de cachaça mineira e pães de queijo, os dois principais pré-candidatos do PSDB sacramentaram nesta segunda-feira, 14, em São Paulo, a promessa de estarem juntos nas eleições de 2010, independentemente de quem for o cabeça de chapa. Demonstrando afinação, os dois criticaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, jurou que fará campanha para o governador de São Paulo, José Serra, caso o paulista seja escolhido pelo partido para concorrer à Presidência. Serra comprometeu-se a fazer o mesmo pelo mineiro.

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Geddel, Souto e César juntos em 2010?

por Paixão Barbosa, do A Tarde

cesar_borges_geddel_20090914Como já disse algumas vezes neste blog, o cenário político é, em qualquer circunstância, muito volátil e seus desdobramentos e evolução são capazes de surpreender até aos mais céticos. Matéria publicada na Folha de São Paulo deste sábado (da jornalista Cátia Seabra), confirma esta minha convicção, quando informa que uma parcela do PMDB está unida com a oposição (PSDB e DEM) no esforço para detonar a aliança nacional da legenda com o PT e que isto incluiria a possibilidade de uma alteração radical no quadro baiano atual.

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, seria um dos alvos da articulação que é encabeçada pelo ex-senador e ex-governador Orestes Quércia (SP) que já está fechado no apoio à candidatura da oposição. O outro ministro do governo Lula que está na mira é Hélio Costa, das Comunicações. Justamente os dois ministros que têm sérios problemas de relacionamento com o PT nos seus Estados.

Na Bahia, a proposta passa até por uma possível desistência de Paulo Souto na postulação ao governo estadual, abrindo mão para que Geddel Vieira Lima encabece a chapa oposicionista contra o governador Jaques Wagner em 2010. Embora apareça como líder nas últimas pesquisas de opinião, em empate técnico com Jaques Wagner, Souto poderia ser convencido pela cúpula nacional do DEM a trocar a cabeça da chapa pela candidatura ao Senado.

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IstoÉ: “Um ministro em banho-maria”

Lula ainda não avisou Geddel, mas decidiu apoiar o petista Jaques Wagner na disputa pelo governo da Bahia em 2010

por Adriana Nicacio, para Revista IstoÉ

LULA E GEDDEL Em jogo o apoio do PMDB na sucessão

LULA E GEDDEL Em jogo o apoio do PMDB na sucessão

Candidato ao governo da Bahia e com a esperança de ser o único a desfrutar da popularidade de programas sociais como o Bolsa Família, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), está sendo cozinhado em fogo brando pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em alguns Estados, Lula defende uma resignação do PT em favor de alianças. Mas na Bahia o presidente apoia a reeleição do governador Jaques Wagner. Lula quer negociar um pacote com o PMDB para garantir o apoio nacional do partido ao candidato do PT a presidente em 2010. Vai incluir Geddel e as dissidências em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará nas discussões.

Ele já percebeu que Geddel começa a se isolar na Bahia e acredita que o ministro pode voltar a apoiar Wagner. “O presidente Lula não vai chamar o Geddel para conversar. Fez isso várias vezes antes do rompimento”, diz um assessor próximo de Lula. No dia 6 de agosto, Geddel rompeu, por telegrama, com o PT baiano e lançou sua précandidatura ao governo da Bahia, em clara oposição ao governador. O gesto não seria tão grave, na visão dos petistas, se Wagner não tivesse sido o padrinho político de Geddel na indicação para o ministério.

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Geddel questiona intervenção de Wagner no PDT

do Bahia Notícias

O discurso do governador Jaques Wagner proferido nesta quinta-feira (10) durante cerimônia de posse do secretário de Ciência e Tecnologia está dando o que falar. Os trechos mais polêmicos foram quando Wagner disse que questões ideológicas definiram a aproximação com o PDT e que se ele quisesse chamar atenção penduraria uma melancia no pescoço. Sobre o conjunto de afirmações, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) fez as seguintes considerações: “realmente Wagner não pode pendurar melancia em lugar algum para aparecer. Ele usa outdoors para tal. Outra coisa que chama a atenção é o fato do chefe do Executivo ser encarregado de anunciar a filiação do presidente da Assembleia Legislativa. Além disso, o mais lamentável é que foi preciso uma intervenção para destituir a direção regional do PDT para que o partido apoiasse o projeto de reeleição”.

Nilo Coelho fecha aliança com Souto para 2010

do Tribuna da Bahia

O presidente do Democratas, ex-governador Paulo Souto, prossegue nesse final de semana seu programa de visitas a municípios do interior do Estado. Ontem, Souto participou da II Feira das Cidades, em Guanambi, atendendo a um convite do prefeito e também ex-governador Nilo Coelho (PP), com quem o democrata deverá fechar uma aliança para as eleições de 2010. O ex-governador será acompanhado pelo senador César Borges, presidente do PR, o presidente do PSDB, Antonio Imbassahy, e os deputados federais ACM Neto, José Carlos Aleluia, José Rocha, João Almeida e Cláudio Cajado, além do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho.

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Lupi: PDT ficará na chapa de Wagner

do A Tarde

Responsável pelo desfecho das negociações que asseguraram o ingresso do PDT na aliança do governador Jaques Wagner (PT), o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, confirmou. neste domingo, 23, em entrevista a A TARDE, que o governador garantiu que o PDT terá direito a uma vaga na chapa majoritária, que será montada visando a reeleição do petista na campanha eleitoral de 2010.

“O governador ligou dizendo que lamentava o fato de o deputado Severiano não estar mais no acordo, mas confirmou que será mantido o que foi acertado: o PDT terá alguns cargos na administração e a participação na chapa majoritária”, revelou o ministro, que, na semana passada, assumiu as negociações diretamente com o governador, diante da resistência do deputado federal Severiano Alves, em apoiar o petista. Na última quarta-feira, Severiano deixou a presidência do partido no Estado.

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Jaques Wagner chama Geddel de desleal e ingrato em evento; Ministro reage

do A Tarde

Wagner ressaltou agilidade de sua articulação para recompor a base depois da saída do PMDB

Wagner ressaltou agilidade de sua articulação para recompor a base depois da saída do PMDB

O governador Jaques Wagner aproveitou nesta quinta, 20, a solenidade de posse dos seus novos secretários João Leão (Infraestrutura) e James Correia (Indústria e Comércio) para criticar o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), líder do PMDB na Bahia que rompeu a aliança política com o PT para sair candidato ao governo em 2010 em oposição ao petista.

“Me dói a incompreensão, a deslealdade, a ingratidão daqueles que não eram, e não adianta mentir, o que são hoje antes de encostar no projeto do governador Wagner e do presidente Lula. Enquanto trafegavam em outro projeto político, nunca chegaram ao ponto que chegaram”, disse o governador. Wagner ressaltou que lealdade e gratidão é algo que se aprende dentro de casa e que está no DNA. “Estou preparado e espero não ter de conviver com outras deslealdades e ingratidões”, reforçou.

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Ministro intervém e garante aliança do PDT com Wagner na Bahia

do A Tarde

Foi preciso o presidente nacional do PDT, ministro Carlos Luppi, intervir na direção baiana do partido para garantir a aliança da legenda com o governo Wagner. O ministro ligou nesta quarta, 19, para o governador Jaques Wagner assegurando a aliança, a despeito da decisão do presidente estadual da legenda, deputado federal Severiano Alves, que colocou o cargo à disposição de Luppi. A única pendência agora é o PDT definir os nomes que integrarão o governo. Luppi prometeu reunir até a segunda-feira a Executiva Nacional do partido para definir o destino do comando do PDT na Bahia, com a saída de Severiano Alves do cargo e dos demais membros da executiva estadual que decidam seguir o mesmo caminho do pedetista.

“O ministro vai decidir o que é melhor para a Bahia. Se é apoiar o PT ou deixar o PDT como está para um novo projeto político que tenha identidade conosco. Não vou apoiar o PT nem comandando o PDT nem fora. Não quero me manter no cargo ferindo a minha dignidade”, ressaltou Severiano Alves, apontado por governistas como o dificultador da aliança ao longo de quase um ano de conversas frustradas entre a articulação política do governo Wagner e o PDT – que comanda duas secretarias na administração do prefeito de Salvador, João Henrique (Educação e Reparação).

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João desmente boatos sobre encontro com Wagner

do Bahia Notícias

Prefeito diz que relação com Geddel nunca foi estremecida

Prefeito diz que relação com Geddel nunca foi estremecida

O prefeito João Henrique, insatisfeito com os boatos gerados a partir do encontro que teve esta semana com o governador Jaques Wagner, assegurou nesta quarta-feira (19) ao Bahia Notícias, por meio da sua assessoria de comunicação, que a reunião foi realizada para tratar exclusivamente de assuntos de interesse público. De acordo com o secretário André Curvello, a ocasião foi para tratar das obras de requalificação do canal do Imbuí, bem como a preparação da cidade para a Copa do Mundo do Brasil em 2014, sobretudo o quesito mobilidade urbana, já que a capital baiana será uma das sedes. “Será que o prefeito da terceira maior capital do país não tem o direito de ter uma audiência de caráter administrativo com o governador do estado?”, questionou JH. Sobre a suposta desavença que teria ocorrido com o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, o alcaide negou veementemente que isso tenha acontecido. “Meu relacionamento com o ministro é o melhor possível e nunca houve nenhum tipo de estremecimento como foi divulgado por parte da mídia. Minha relação com ele é pautada na lealdade, transparência e defesa pelos interesses da cidade”, ponderou.

Ciro responde a Lula que é candidato ao Planalto

Em jantar, presidente afirmou que queria o deputado na corrida ao governo de Sâo Paulo

do Estadão

A possibilidade de candidatura da senadora Marina Silva (PT-AC) ao Palácio do Planalto pelo Partido Verde (PV), em 2010, fortaleceu o desejo do PSB de lançar o deputado Ciro Gomes (CE) à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em jantar que reuniu dirigentes do PSB e do PT, na quarta-feira, Ciro disse a Lula que sua prioridade é concorrer à Presidência, e não ao governo de São Paulo. Afirmou ainda que o projeto governista corre risco de derrota se a eleição for um “plebiscito” entre petistas e tucanos.

“Acho um grave erro apostar todas as fichas numa única candidatura da base aliada”, argumentou Ciro, numa referência à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a preferida por Lula para a disputa de 2010. O presidente, porém, não escondeu que, se dependesse dele, Ciro deveria concorrer à cadeira do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

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PDT fará proposta para fechar com Wagner

do Tribuna da Bahia

Ainda não foi desta vez que o PDT baiano e o PT selaram o tão ensaiado namoro. Embora a expectativa era de que ontem os pedetistas em reunião com o presidente nacional da legenda, ministro Carlos Lupi, retornassem de Brasília com o martelo já batido em prol da união, ficou acordado que antes de qualquer decisão, o presidente estadual da legenda, deputado federal, Severiano Alves, que não esconde sua posição contrária, deverá sentar-se à mesa com o governador Jaques Wagner, no sentido de impor algumas condições para que o partido, enfim, aceite ocupar uma secretaria do governo e apoiar a reeleição de Wagner (PT). Integrar a chapa majoritária que será encabeçada pelo petista em 2010 seria uma das prioridades. Uma reunião está marcada para hoje.

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DEM quer ampliar frente contra o PT

do Bahia Notícias

ACM Neto, Aleluia e Paulo Souto no desfile do Dois de Julho

ACM Neto, Aleluia e Paulo Souto no desfile do Dois de Julho

O ex-governador Paulo Souto (DEM) disse nesta quinta-feira (2), no desfile do Dois de Julho, que ainda é cedo para a definição do nome do candidato da oposição ao governo do estado em 2010. “O momento ainda é de fortalecermos a frente de oposição, buscando ampliar a aliança com outros partidos”, declarou Souto. O deputado ACM Neto (DEM) foi na mesma linha e afirmou que existe a possibilidade de três candidaturas ao Palácio de Ondina. Neto afirmou, no entanto, que o DEM vai conversar com o PMDB para que o partido faça parte do bloco oposicionista. “Notamos que a insatisfação ao governo Wagner é grande. Num ato cívico como este, percebemos que uma parcela importante da população baiana está decepcionada com o governo que democraticamente foi eleito em 2006″.

DEM, PSDB e PR desfilam juntos no 2 de Julho

O senador César Borges, presidente do PR na Bahia, se incorporou à turma do DEM e do PSDB no desfile cívico do Dois de Julho. Outros partidos menores, a exemplo do PTN e do PRP, fizeram parte da comissão de frente da oposição, que ficou logo atrás do PMDB. Algumas ausências foram notadas, a exemplo do deputado federal Jutahy Júnior, que comanda o PSDB na Bahia. Entre os tucanos de alta plumagem, estiveram presentes apenas o presidente do partido no estado, Antonio Imbassahy, e o deputado federal João Almeida. Do PR, nenhum federal marcou presença no desfile. Apenas o deputado estadual Elmar Nascimento apareceu. Já no DEM, os destaques foram o ex-governador Paulo Souto, os deputados federais ACM Neto e José Carlos Aleluia e o líder na Assembleia Legislativa, Heraldo Rocha. Poucos deputados democratas compareceram à festa cívica. A ausência mais comentada, no entanto, foi a de Gildásio Penedo.

DEM e PSDB oficializam acordo para as eleições de 2010

do A Tarde

Lideranças firmam acordo, em almoço, para enfrentar PT nas eleições do ano que vem

Lideranças firmam acordo, em almoço, para enfrentar PT nas eleições do ano que vem

As direções estaduais do PSDB e Democratas oficializaram aliança, nesta segunda-feira, 15, com vistas à eleição de governador e Presidência da República em 2010. O acordo fortalece na Bahia o palanque do virtual candidato tucano à presidência, o governador José Serra (SP), e marca o reagrupamento de lideranças que, no passado, eram liderados pelo falecido senador Antonio Carlos Magalhães.

O estilo centralizador de ACM fez com que políticos como o deputado federal Jutahy Júnior e o ex-prefeito de Salvador Antonio Imbassahy abandonassem o “carlismo” e entrassem no PSDB – legenda que nos últimos anos costumava se aliar ao PT e PC do B na Bahia. Com a morte de ACM em 2007, o reagrupamento do PSDB com o DEM, herdeiro do PFL, foi agora possível.

As principais lideranças das duas legendas participaram do almoço que selou a união: o ex-governador Paulo Souto e o deputado ACM Neto pelo DEM; o presidente estadual do PSDB Antonio Imbassahy e o deputado Jutahy Magalhães Jr. pelos tucanos, além de parlamentares. Um outro carlista, o senador César Borges, presidente estadual do PR, prestigiou o evento e deve integrar a aliança no próximo ano.

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Lideranças do DEM, PSDB, PR e PPS fazem encontro

do Bahia Notícias

De olho nas eleições de 2010, as principais lideranças do DEM, PSDB, PR e PPS se encontram nesta segunda-feira (15) no Restaurante Barbacoa, na Avenida Tancredo Neves, em Salvador. Durante o almoço, eles discutem as estratégias para derrotar o projeto de reeleição do governador da Bahia Jaques Wagner. O evento também marca a formalização da aliança entre democratas e tucanos no estado, como forma de alinhar os objetivos com as pretensões nacionais das siglas. Participam do encontro os presidentes das legendas, Paulo Souto e Antonio Imbassahy, além do deputado federal ACM Neto (DEM), que afirma que as conversas com o senador César Borges (PR) estão adiantadas. “Para nós é importantíssimo ter o PR na chapa de 2010, que ainda está aberta, pois estamos conversando com outros partidos. Nosso objetivo é criar uma chapa forte capaz de derrotar o PT e o seu desgoverno”, atacou.

DEM e PSDB se reconciliam de olho nas próximas eleições de 2010

do A Tarde

Paulo Souto admite disputar o governo do Estado em 2010

Paulo Souto admite disputar o governo do Estado em 2010

Depois de selarem um acordo em São Paulo, na última segunda-feira, para reeditar na Bahia a aliança rompida há 21 anos, o PSDB e o DEM iniciam, nesta quarta-feira, 10, as articulações para consolidar no estado o palanque do governador José Serra (PSDB) à Presidência da República e fortalecer a chapa da oposição que vai disputar com o governador Jaques Wagner (PT) em 2010.

Um encontro entre o ex-governador Paulo Souto (DEM) e o presidente estadual do PSDB, ex-prefeito Antonio Imbassahy, vai definir uma agenda de trabalho, com atividades políticas em vários municípios, visando a convergência dos dois partidos. Souto, que irá conduzir o processo eleitoral no Estado, admite, nos bastidores, estar determinado a disputar o governo da Bahia.

O presidente estadual do PPS, George Gurgel, cujo partido apóia o projeto nacional dos tucanos, também vai participar do encontro que tem por objetivo, ainda, acertar a vinda à Bahia do governador José Serra. A oficialização da aliança PSDB/DEM será na próxima segunda-feira, em almoço que reunirá as principais lideranças dos dois partidos.

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