Matérias classificadas ‘lula’

Para Marina, participação de Lula na ONU foi frustrante

da Agência Estado

Pré-candidata à presidência da República pelo PV, a ex-ministra e senadora Marina Silva (AC) disse hoje que a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) foi frustrante. Na avaliação de Marina, o presidente Lula perdeu uma oportunidade de mostrar à comunidade internacional que o Brasil pode ser protagonista nos debates sobre desenvolvimento sustentável.

“Há uma decepção em relação ao papel que o presidente Lula vem desempenhando nas Nações Unidas. A falta de foco do nosso presidente acabou diminuindo a ação brasileira na ONU. O momento exigia que o Brasil fosse mais forte na questão do clima. Perdeu-se a oportunidade de o Brasil liderar esse processo”, afirmou Marina.

Ela argumentou que tanto o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, quanto o da França, Nicolas Sarkozy, trataram da questão do meio ambiente, ao contrário de Lula que só falou sobre o golpe em Honduras.

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Lula diz que eleição presidencial não terá candidato de direita

do UOL Notícias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (15) que não enxerga no quadro eleitoral para sua sucessão em 2010 nenhum candidato ligado à direita, nem no campo da oposição. Para ele, que não será votado pela primeira vez desde a redemocratização após o Regime Militar (1964-1985), isso “é fantástico”.

“Pela primeira vez não vamos ter um candidato de direita na campanha. Não é fantástico isso? Vocês querem conquista melhor do que numa campanha neste país a gente não ter nenhum candidato de direita?”, perguntou Lula durante evento de comemoração dos 45 anos da criação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“Uns podem não ser mais tão esquerda quanto eram. Não tem problema. A história e a origem dão credibiidade para o presidente das pessoas. Era inimaginável até outro dia que chegássemos a esse momento no Brasil. Não tem um candidato que represente a direita. É fantástico.”

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IstoÉ: “Um ministro em banho-maria”

Lula ainda não avisou Geddel, mas decidiu apoiar o petista Jaques Wagner na disputa pelo governo da Bahia em 2010

por Adriana Nicacio, para Revista IstoÉ

LULA E GEDDEL Em jogo o apoio do PMDB na sucessão

LULA E GEDDEL Em jogo o apoio do PMDB na sucessão

Candidato ao governo da Bahia e com a esperança de ser o único a desfrutar da popularidade de programas sociais como o Bolsa Família, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), está sendo cozinhado em fogo brando pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em alguns Estados, Lula defende uma resignação do PT em favor de alianças. Mas na Bahia o presidente apoia a reeleição do governador Jaques Wagner. Lula quer negociar um pacote com o PMDB para garantir o apoio nacional do partido ao candidato do PT a presidente em 2010. Vai incluir Geddel e as dissidências em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará nas discussões.

Ele já percebeu que Geddel começa a se isolar na Bahia e acredita que o ministro pode voltar a apoiar Wagner. “O presidente Lula não vai chamar o Geddel para conversar. Fez isso várias vezes antes do rompimento”, diz um assessor próximo de Lula. No dia 6 de agosto, Geddel rompeu, por telegrama, com o PT baiano e lançou sua précandidatura ao governo da Bahia, em clara oposição ao governador. O gesto não seria tão grave, na visão dos petistas, se Wagner não tivesse sido o padrinho político de Geddel na indicação para o ministério.

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Estado de alerta na candidatura de Dilma

O governo prepara uma ofensiva para estancar a queda nas pesquisas da ministra Dilma Rousseff. O alvo imediato já foi escolhido: a senadora Marina Silva

Por Otávio Cabral, para a Revista VEJA

SINAL AMARELO: As intenções de voto em Dilma Rousseff vêm migrando  para Marina Silva, do PV. O apoio à ministra está exclusivamente ligado à popularidade de Lula, também em queda

SINAL AMARELO: As intenções de voto em Dilma Rousseff vêm migrando para Marina Silva, do PV. O apoio à ministra está exclusivamente ligado à popularidade de Lula, também em queda

A estratégia oficial para eleger a ministra Dilma Rousseff presidente da República foi moldada dentro de um cenário político paradisíaco. Os arquitetos políticos do governo montaram em sua cabeça uma eleição plebiscitária em que os brasileiros iriam às urnas daqui a um ano apenas para dizer sim ou não às conquistas do governo Lula. A força da alta popularidade do governo se encarregaria de apontar o vencedor, independentemente dos personagens e das circunstâncias envolvidos na disputa – simples assim. O sim seria expresso pelo voto em Dilma e ganharia de lavada. Faltou combinar com os eleitores e com os verdes. A ministra tem perdido simpatizantes e as intenções de voto estão migrando para a senadora Marina Silva, do Partido Verde. Marina já ganhou o apelido de “criptonita”, a pedra esverdeada que intoxica as células do Superman, da Supergirl e do Superboy, criaturas imortais dos mestres dos quadrinhos Jerry Siegel, Joe Shuster e Otto Binder.

No princípio, a tática mostrou-se correta. Desconhecida da maioria da população, Dilma foi apresentada como a “mãe do PAC”, o Programa de Aceleração do Crescimento, e passou a frequentar palanques ao lado de Lula. Em pouco tempo, ela conquistou 20% das intenções de voto. Como um comprimido efervescente em um copo com água, aos poucos a fórmula foi perdendo gás. A última pesquisa divulgada pelo instituto Sensus revelou que a ministra não está ganhando novos adeptos e vem perdendo simpatizantes, que desembarcam do projeto carregando no peito até certo ressentimento – de apoiadores, eles passaram a rejeitar a candidata oficial. “Dilma não conseguiu ganhar força eleitoral por seus próprios méritos. Os votos que ela tem hoje são do eleitorado que segue cegamente a orientação do presidente Lula”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Sensus. A rejeição à candidatura Dilma bateu na casa dos 37%. Para os especialistas, a derrocada de um candidato atinge seu ponto de não retorno quando a taxa de rejeição chega a 40%. Falta pouco.

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Lula vai à TV no domingo defender o pré-sal

da Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará, no próximo domingo, o tradicional pronunciamento de 7 de setembro. Desta vez, porém, o assunto principal de sua fala será o pré-sal. Lula aproveitará o mote das comemorações para passar a mensagem de que a descoberta de petróleo na camada pré-sal é a nova independência do Brasil.

Na segunda-feira, em seu programa semanal “Café com o Presidente”, Lula já havia dito que o lançamento do novo marco regulatório do pré-sal representava “um novo Dia da Independência para o Brasil.”

O pronunciamento será em cadeia nacional – em todos os canais abertos de TV – e irá ao ar entre 20h e 21h. O presidente gravou o comunicado na manhã desta sexta-feira, no Palácio da Alvorada, residência oficial de Lula em Brasília. O vídeo durará entre 10 e 12 minutos.

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Nome de Jaques Wagner volta figurar no páreo presidencial

do Tribuna da Bahia

O desgaste da candidatura de Dilma Rousseff forçou o PT a conversar, com muita reserva, sobre alternativas do partido para o Palácio do Planalto. Os nomes mais falados, até agora, são Patrus Ananias e Jaques Wagner. O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, tem a cara do Bolsa Família e ficou longe dos problemas éticos do PT. Mineiro, tem ligações fortes com a Igreja Católica e boa votação no segundo maior colégio eleitoral do país.

O governador da Bahia circula bem por todas as correntes petistas, cultiva boa relação com o Congresso, pertenceu ao ministério de Lula e desfruta da amizade do presidente. As próximas semanas vão dizer se Dilma resistirá ao abraço político com José Sarney, ao surgimento do nome de Marina Silva e à briga desnecessária com a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira.

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Lula não fará seu sucessor, diz o dono do Ibope

do Tribuna da Bahia

Carlos Augusto Montenegro é um dos mais experientes analistas do cenário político nacional. Presidente do Ibope, empresa que virou sinônimo de pesquisa de opinião pública no Brasil, ele acompanhou com lupa todas as eleições realizadas no país desde a volta à democracia, em 1985. Agora, faltando pouco mais de um ano para a sucessão presidencial, Montenegro faz uma análise que o consagrará se acertar. Se errar? Bem, dará às pessoas o direito de igualarem seu ofício às brumas da especulação. Em entrevista ao editor Alexandre Oltramari, Montenegro aposta que o governo, apesar da imensa popularidade do presidente Lula, não conseguirá fazer o sucessor – no caso, a ministra Dilma Rousseff. Também afirma que o PT está em processo de decomposição.

P – O que os acontecimentos da semana passada revelaram sobre o PT?
R – Que o partido deu um passo a mais na direção de seu fim. O PT passou vinte anos dizendo que era sério, que era ético, que trabalhava pelo Brasil de uma maneira diferente dos outros partidos. O mensalão minou todo o apelo que o PT havia acumulado em sua história. Ali acabou o diferencial. Ali acabou o charme. Todas as suas lideranças foram destruí-das. Estrelas como José Dirceu, Luiz Gushiken e Antonio Palocci se apagaram. Eu não diria que o partido está extinto, mas está caminhando para isso.

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El País: Bolsa Família é arma de Lula para 2010

da BBC Brasil

O programa Bolsa Família permitiu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser “aclamado como o líder mais bem avaliado da mais recente democracia brasileira” e deverá ser sua arma para afastar as más notícias com vistas às eleições presidenciais de 2010, segundo afirma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário espanhol El País. A reportagem do jornal espanhol é acompanhada de uma entrevista com o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, que afirma que a meta do governo brasileiro é erradicar a fome e reduzir a pobreza em 75% no país até 2015.

O repórter do jornal visitou a cidade cearense de Maracanaú, município de 200 mil habitantes próximo a Fortaleza, no qual 18.400 famílias recebem a ajuda média de R$ 95 mensais paga pelo governo.

Segundo o jornal, a notícia do aumento de 9,67% nos recursos do programa para o próximo ano foi recebida na cidade “como um maná”.

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Lula ao PSB: ‘Oposição não tem discurso’ para 2010

do Blog do Josias de Souza

Sobre Ciro: disse que respeitará se quiser disputar Planalto
Sobre Marina: não pedirá para que desista de ser candidata
Sobre Senado: não há um substituto natural para o Sarney

Durou cerca de três horas e meia a reunião-jantar de Lula com as cúpulas do PSB e do PT. Deu-se na noite passada, no Palácio da Alvorada. Começou por volta de 21h30. Terminou perto de 1h, já na madrugada desta sexta (13). Afora o anfitrião, participaram dez pessoas. Além dos dirigentes partidários, foram ao Alvorada os presidenciáveis Ciro Gomes (PSB) e Dilma Rousseff (PT). Lula conduziu os convidados à sala de jantar. Conversaram enquanto degustavam duas opções de prato: peixe e carne. Vai abaixo um resumo do que foi dito:

1. Vencida a fase da conversa mole, Lula foi ao ponto: 2010. Estava informado sobre a posição do PSB, divulgada à farta nos últimos dias.

2. Primeiro, disse o que os interlocutores queriam ouvir: se o PSB decidir que Ciro Gomes deve disputar a presidência, vai “respeitar”.

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Jonas Paulo diz que Lula quer Wagner e Geddel juntos

do Bahia Notícias

Lula desejaria cumprir uma meta improvável

O chefe estadual do PT, Jonas Paulo, em nota enviada nesta quinta-feira (16) à imprensa, disse ter interpretado os apupos do presidente Lula ao ministro Geddel Vieira Lima como sintomas do desejo dele em manter a malfadada aliança entre PT e PMDB na Bahia. De acordo com o dirigente, apesar de todo o imbróglio entre os oficialmente parceiros, a harmonia é defendida inclusive pelos petistas locais. “Além de sustentar que o PT deve priorizar a reeleição dos seus governadores, (Lula) fez, de público, referência à atuação do ministro da Integração Nacional, em uma sintonia com a coesão defendida pelo PT baiano”, apostou. O comandante se reuniu esta semana com a direção nacional do partido, em Brasília, e endossa que o peemedebista deve apoiar a candidatura à reeleição do governador Jaques Wagner, além de acreditar em uma nova vitória expressiva em 2010. “Nosso objetivo é a reeleição do governador Wagner e a consolidação da provável candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sucessão presidencial. O PT vai envidar esforços para que a eleição na Bahia seja decidida no 1º turno, pois refletirá positiva e decisivamente na disputa nacional, que será polarizada, das forças da mudança se contrapondo à aliança demo-tucana”, declarou.

Assessoria de Lula rebate Roberto Maia

do Bahia Notícias

Presidência diz que Lula não falou com Maia em Brasília

Presidência diz que Lula não falou com Maia em Brasília

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República, em contato com o Bahia Notícias, negou que o presidente Lula tenha aprovado ou desaprovado a atitude do governador Jaques Wagner em relação à marcha realizada em Salvador pela União dos Municípios da Bahia (UPB). De acordo com a assessoria, o chefe do Palácio do Planalto não manteve qualquer conversa com o líder da entidade, Roberto Maia, e o suposto gesto de desaprovação deve ter sido mal interpretado pelo peemedebista. Conforme o órgão federal, muita gente falava com o presidente enquanto ele deixava o local onde ocorreu a cerimônia e ele fez alguns acenos, mas não houve contato direto com ninguém na saída do auditório do Hotel Alvorada, em Brasília.

BANCADA BAIANA DESPRESTIGIA PREFEITOS EM BRASÍLIA

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Dona Lula e seus dois partidos!

do Blog do Josias

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Congresso improdutivo leva à divulgação de detalhes constrangedores, diz FHC

Segundo ex-presidente, Senado está bem diferente de sua época. Ele voltou a criticar Lula por não reconhecer méritos do governo tucano.

do G1

O ex-presidente FHC entre o presidente do Senado, José Sarney, e o governador de MG, Aécio Neves, na cerimônia de comemoração dos 15 anos do Plano Rea

O ex-presidente FHC entre o presidente do Senado, José Sarney, e o governador de MG, Aécio Neves, na cerimônia de comemoração dos 15 anos do Plano Rea

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta terça-feira (7), após sessão solene do Congresso para comemorar os 15 anos de lançamento do Plano Real, que o Senado está diferente de sua época. Segundo ele, um Congresso improdutivo ressalta a divulgação de “detalhes constrangedores” dos parlamentares.

Questionado se o Senado estava diferente do tempo em que foi senador, FHC concordou. “Mudou. Pelo que vejo nos jornais mudou muito. Na época que fui senador, tínhamos um debate mais vivo e de ideias. Hoje em dia, tem preocupação com detalhes constrangedores”, comentou.

Segundo ele, todos concordam que o Congresso está pouco produtivo e isso faz com que outras coisas fiquem mais importantes. “Nisso [Congresso pouco produtivo] não há dúvidas, todos sabem disso. Mas é preciso ter uma agenda e propostas. Quando o Congresso fica menos ativo, acontece que as questões que não deveriam ser as mais importantes se tornem as mais importantes”, argumentou.

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Lula confirma a senadores do PT que se reunirá com Sarney

Encontro será nesta sexta-feira (3). Marina Silva disse que parlamentares voltaram a defender afastamento.

do G1

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Presidente ainda não decidiu se apoia afastamento de Sarney

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou para senadores petistas numa reunião que durou cerca de quatro horas nesta quinta-feira (2) que se encontrará com o presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB-AP), nesta sexta-feira (3). Contudo, os parlamentares saíram do encontro sem dar detalhes sobre a discussão travada com Lula sobre a crise política do Senado.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi escolhido como porta-voz dos demais petistas para informar que o líder da bancada, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), concederá uma entrevista na manhã desta sexta-feira para contar os detalhes do encontro com Lula.

A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (PT-AC), se limitou a dizer que no encontro a maioria da bancada voltou a dizer ao presidente Lula que Sarney devia se afastar temporariamente do cargo. Os senadores petistas já tinham pedido a licença temporária de Sarney, mas depois recuaram.

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Protestos marcam visita do presidente Lula a Cachoeira

do A Tarde

Enquanto Jaques Wagner se irritou com o protesto, o ministro Fernando Haddad aceitou negociar

Enquanto Jaques Wagner se irritou com o protesto, o ministro Fernando Haddad aceitou negociar

Uma manifestação de estudantes e professores de universidades estaduais e federais instaladas nas cidades do Recôncavo baiano jogou um pouco de água no chope da festa de inauguração do Quarteirão Cultural Leite Alves, na cidade histórica de Cachoeira na tarde de segunda-feira, 25, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu colega do Senegal Abdulaye Wade, o governador Jaques Wagner e vários ministros.

À noite, Wade, que permaneceu em silêncio no evento em Cachoeira, foi, ao lado de Lula, a um show no Teatro Castro Alves de lançamento do 3º Festival Mundial de Artes Negras, que será em dezembro em Dacar, capital do Senegal. Antes, os presidentes se encontraram reservadamente para discutir questões comerciais.

Pela manhã, em Cachoeira, o que era para ser uma programação festiva para marcar o Dia Internacional da África acabou gerando momentos de irritação entre autoridades. Cerca de 100 pessoas promoveram um apitaço na área onde foi armado o palanque das autoridades e abriram várias faixas de protesto, reclamando das supostas más condições das universidades.

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Lula chega à Bahia em meio a tensão entre PT e PMDB

do A Tarde

É em meio a um cenário de ebulição da aliança entre o PT e o PMDB no Estado e de ressurgimento da tese do terceiro mandato entre aliados em Brasília que o presidente Lula inicia nesta segunda, 25, sua segunda visita à Bahia este ano. Na bagagem, traz obras para entregar à população de Cachoeira e acordos a serem assinados, respectivamente nesta segunda e terça-feiras, com os presidentes do Senegal, Abdoulaye Wade, e da Venezuela, Hugo Chávez, que, em seu país, conseguiu aprovar meios de se reeleger quantas vezes quiser. Chávez vai discutir com Lula a entrada da Venezuela no Mercosul.

Entre uma coisa e outra, o petista encontrará tempo para fazer articulações para sua sucessão em 2010 no intuito de fortalecer a ministra Dilma Rousseff, sua candidata declarada. É neste contexto que Lula será chamado a intervir nas relações entre o governador Jaques Wagner, do PT, e o ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB, aliança que foi fundamental para a derrota do carlismo em 2006.

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Governo envia ao Congresso projeto que regulamenta sigilo de documentos

do UOL

Em cerimônia no Palácio do Itamaraty, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), provável futuro adversário da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (à esq.), nome do PT às eleições 2010; o governo enviou ao Congresso projeto que facilita o acesso a documentos em órgãos públicos

Em cerimônia no Palácio do Itamaraty, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), provável futuro adversário da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (à esq.), nome do PT às eleições 2010; o governo enviou ao Congresso projeto que facilita o acesso a documentos em órgãos públicos

O Executivo apresenta nesta quarta-feira (13) projeto que regulamenta o sigilo de documentos por órgãos públicos. O objetivo da proposta, que deverá passar pelo crivo do Congresso, é acabar com o sigilo indiscriminado de informações como ocorre atualmente.

O projeto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não põe fim ao sigilo de certos dados, mas o acesso deverá ser facilitado, como prevê a Constituição Federal de 1988, que garante o direito a todos de receberem informações de seu interesse por parte de órgãos públicos.

Durante a cerimônia no Palácio do Itamaraty, Lula fez um apelo para que o projeto seja aprovado. “Nós entendemos que os deputados e os senadores têm sua liberdade. Nós não mandamos lá. Por isso o que eu faço é somente um apelo”, afirmou.

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Dilma versus Serra será um privilégio aos eleitores, diz Lula

EFE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em entrevista publicada neste domingo pelo jornal argentino La Nación, que uma disputa presidencial em 2010 entre o governador de São Paulo, José Serra, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, será um privilégio.

“Será um privilégio para o País se houver um eleição entre Dilma e Serra. Se os candidatos forem Dilma, Serra e Ciro (Gomes) também será um luxo. A mesma coisa se for com (Aécio) Neves. Isto porque não vejo nada de direita aí. Vejo companheiros de esquerda, centro-esquerda e progressistas. Isto é um avanço extraordinário para o Brasil”, afirmou.

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